The DC-3: The Aircraft That Built Modern Flight

World at War · 2 de janeiro de 2026 · 52:33 · inglês · Documentário

Vídeo do canal World at War sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 52:33. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

Documentário que percorre as vidas sucessivas do Douglas DC-3, do avião de linha com camas dos anos trinta ao avião de investigação polar, alternando a história com o presente de vários aparelhos preservados. Aparecem um empresário suíço que pilota e restaura DC-3, a oficina da Basler Turbo Conversions em Oshkosh, a família Moss na Flórida, o mecânico Roy Owens em Oklahoma City, uma companhia aérea berlinense que quer voltar a voar um «bombardeiro de doces» e o Instituto Alfred Wegener.

Contexto histórico

O DC-3 foi lançado na Califórnia em 1936. O seu primeiro cliente foi a American Airlines, que fez a encomenda com um aperto de mãos. A versão com camas atravessava os Estados Unidos em cerca de 15 horas com três escalas, e um bilhete custava o equivalente a dois meses de salário. Em comparação com o Ju 52 alemão, com 15 lugares, oferecia mais assentos e melhor desempenho; a Swissair escolheu-o em 1936 e foi o primeiro cliente europeu da Douglas. Após a entrada dos Estados Unidos na guerra, em dezembro de 1941, muitos DC-3 civis foram convertidos em C-47. No Dia D, cerca de 850 aviões de transporte lançaram 17.000 paraquedistas e rebocaram planadores de madeira; veteranos como Ed Shames relatam o salto sob fogo antiaéreo. Em 1948, durante o bloqueio soviético de Berlim, os aviões abasteceram dois milhões de pessoas através de três corredores aéreos, e o piloto Gail Halvorsen começou a lançar doces com pequenos paraquedas. No Vietname, a versão armada AC-47, apelidada «Puff the Magic Dragon», disparava até 6.000 projéteis por minuto a girar sobre o alvo.

Dados em destaque

Em dez anos foram fabricados mais de 16.000 exemplares. O «Flagship Tennessee», sexto DC-3 construído, aguarda restauro. «That's All, Brother», que liderou o lançamento do Dia D, apareceu cerca de setenta anos depois no cemitério de aviões da Basler, onde um historiador o identificou pelo número de série. Os dois motores de 14 cilindros somam cerca de 2.400 cavalos; os 14 cilindros novos do avião «Judy» custaram 50.000 dólares. As conversões a turbo-hélice da Basler, dos anos noventa, voam para a NASA e para o Polar 6 do Instituto Alfred Wegener, que mede a espessura do gelo marinho a cerca de 300 km/h e baixa altitude.