HISTORY OF THE DC 3: The plane that changed the world
Vídeo do canal Ways to go sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 11:58. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
Uma análise divulgativa da origem do Douglas DC-3 e da sua influência no transporte aéreo de passageiros, desde a concorrência com a Boeing até aos exemplares que continuam em serviço.
Contexto histórico
No final dos anos vinte dominava o Ford Trimotor, lento e desconfortável, com 12 ou 13 lugares. Em fevereiro de 1933 a Boeing apresentou o 247, com fuselagem monocoque, uma forma de piloto automático e trem de aterragem retrátil, e a United monopolizou a sua produção durante anos. A TWA escreveu então a Donald Douglas a pedir um avião superior. O seu engenheiro Raymond preparou um primeiro projeto em sete dias, discutido com a companhia aérea, aconselhada por Charles Lindbergh. O protótipo DC-1 voou em meados de 1933 e só se construiu uma unidade; alongado e com mais autonomia para levar 12 passageiros, deu origem ao DC-2, que a TWA comprou. Depois a American Airlines encomendou uma versão com camas, o Douglas Sleeper Transport, que obrigou a alargar a fuselagem, aumentar as asas e montar motores mais potentes. Com assentos em vez de camas, esse avião tornou-se o DC-3.
Dados em destaque
O DC-3 transportava 21 passageiros e tinha 50% mais carga útil com apenas 3% mais custo operacional do que o DC-2, o que baratou as viagens e permitiu às companhias aéreas ser rentáveis. Na Segunda Guerra Mundial, como C-47 ou Dakota, lançou paraquedistas na Normandia e abasteceu Berlim durante o bloqueio soviético. Calcula-se que cerca de 400 continuam a voar; a companhia Buffalo opera-os no norte do Canadá em condições extremas. Em 2017, um exemplar restaurado com o patrocínio de um relojoeiro suíço deu a volta ao mundo e tornou-se o avião mais antigo a fazê-lo.
