Le DC-3 : l'avion qui a changé le monde. Diffusé par la télévision publique en 1985.
Vídeo do canal Dave Lee Photo sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 54:48. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
Do que trata
Documentário exibido pela televisão pública de Seattle em 1985, por ocasião do 50.º aniversário do Douglas DC-3. Começa em Boston, comparando um DC-10 com um DC-3 que ainda voa, e conta como o avião fez crescer as companhias aéreas, ensinou o público a voar e contribuiu para ganhar a Segunda Guerra Mundial. Inclui depoimentos de alguns dos seus projetistas, de pilotos, das primeiras aeromoças da American Airlines e de empresas que ainda o operavam nos anos oitenta.
Contexto histórico
A peça repassa os avanços que tornaram possível o DC-3: o monoplano de asa em consola, os motores radiais arrefecidos a ar, a carenagem de baixa resistência da NACA, a fuselagem monobloco de revestimento resistente do Lockheed Vega de Jack Northrop e a navegação por feixes de rádio. Em 1931, despenhou-se no Kansas um trimotor Fokker da TWA, de madeira e metal, no qual viajava Knute Rockne, e os aviões de madeira ficaram condenados. Jack Frye, da TWA, não conseguia obter o Boeing 247 porque a primeira produção era para a United, pelo que enviou uma carta a cinco fabricantes. A equipa de Donald Douglas e Arthur Raymond propôs um bimotor em vez do trimotor solicitado. O DC-1 voou em julho de 1933 e superou o teste de Lindbergh: atravessar as Montanhas Rochosas com um motor parado. Só se construiu um exemplar. A sua versão alongada, o DC-2, de 14 lugares, foi vendida à TWA (25 unidades), e em outubro de 1934 um DC-2 da KLM ficou em segundo lugar na corrida MacRobertson de Inglaterra à Austrália. C. R. Smith, da American Airlines, pediu um DC-2 mais largo para serviço com beliches, e o primeiro DC-3 voou em 17 de dezembro de 1935.
Dados em destaque
O DC-3 levava 21 lugares de dia ou 14 beliches à noite, motores de cerca de 1.000 cv e uma envergadura 10 pés maior do que a do DC-2. Com ele serviram-se pela primeira vez refeições quentes a bordo. Em 1939 já tinham sido construídos mais de 400 e transportava 80% do tráfego doméstico de passageiros dos Estados Unidos. Como C-47 e R4D fabricaram-se 10.174 unidades durante a guerra, a um ritmo de até dois por hora, e foi decisivo no Dia D e no Pacífico. Em 1985 ainda voavam mais de mil: a Salair, com 11 aparelhos, transportava carga e peixe no Alasca; a Basler reconstruía-os em Oshkosh; e a Provincetown-Boston Airline operava 12, entre eles o de mais horas de voo do mundo, com mais de 88.000.
