Estos dinosaurios del aire, los aviones DC-3, se niegan a que les corten las alas - Los Informantes
Vídeo do canal Los Informantes sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 14:21. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Notícia.
O que é noticiado
Os DC-3 que continuam a voar na Colômbia correm o risco de ficar em terra: segundo o seu capitão, Claudio Petro, as seguradoras já não vendem a apólice de responsabilidade civil às empresas comerciais que os operam, e sem ela a Aerocivil não lhes permite voar. O avião da reportagem só tinha autorização até 8 de abril caso a apólice não fosse renovada.
Contexto
A reportagem acompanha Petro e o escritor e engenheiro mecânico Gustavo Arias de Greiff, de 83 anos, numa rota de 835 quilómetros desde o aeroporto Vanguardia de Villavicencio até Barrancominas (Guainía), Inírida, capital do departamento, e San Felipe, na fronteira com o Brasil e a Venezuela, junto ao rio Negro. O DC-3 aterra em pistas de terra, cascalho ou relva onde outros aviões não conseguem, voa a cerca de 300 km/h e combina carga e passageiros, sentados em bancos laterais; a tripulação é composta por cinco pessoas, entre elas um mecânico capaz de substituir peças no terreno. Transporta combustível, alimentos, medicamentos, peças sobressalentes, feridos e polícia para povoações que dependem dele.
O que isso implica
Os voos já tinham descido de dois ou três por semana para um a cada oito ou quinze dias, e os habitantes temem ficar isolados. A norma que impede a entrada no país de aviões com mais de 40 anos não afeta os que já lá estão, mas as seguradoras consideram-os inseguros. A reportagem reclama uma solução urgente para que a região não fique sem ligação aérea.
