Douglas DC-3: El Avión más Influyente del Siglo XX
Vídeo do canal Pasión Aérea sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 11:41. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
História, características técnicas e legado do Douglas DC-3, com as suas variantes militares e o seu papel na aviação colombiana.
Contexto histórico
Em 1932, a Transcontinental and Western Air procurava responder ao Boeing 247 da United Airlines, limitado a 10 passageiros. A Douglas, com uma equipa liderada pelo seu vice-presidente de engenharia, Arthur E. Raymond, construiu o DC-1, um bimotor de ala baixa com 12 lugares do qual só se fez um exemplar, que voou em julho de 1933. A TWA encomendou depois 20 aviões com motores de 900 HP em vez de 700 e 14 lugares: o DC-2, do qual se construíram 200 unidades. A American Airlines pediu uma versão mais rápida e com camas, o Douglas Sleeper Transport, de fuselagem mais larga e cilíndrica; a sua versão diurna de 21 lugares foi o DC-3, que voou a 17 de dezembro de 1935. A Douglas vendeu 400 às grandes companhias aéreas da época.
A partir de 1941, muitos foram convertidos para uso militar como C-47, C-53 e R4D, também conhecidos como Dakota, que voltaram a servir no Vietname como transporte, evacuação médica e lançamento de paraquedistas.
Dados em destaque
Envergadura de 29 m, altura de 5 m, dois motores radiais Pratt & Whitney de 14 cilindros e 1200 cavalos, de 21 a 32 passageiros ou 3 toneladas de carga, cerca de 2575 km de alcance e cruzeiro de cerca de 333 km/h. Com o trem retraído, as rodas sobressaem cerca de 40 cm, o que permite aterrar sem o estender. Foram fabricadas 16 079 unidades: 607 civis, 10 048 C-47 e C-53, 4937 Lisunov Li-2 soviéticos e 487 no Japão. A produção civil terminou em 1942 e a militar em 1945; o Super DC-3 de 1949 ficou-se por cinco exemplares. Em 1998, mais de 400 continuavam em serviço comercial. A Avianca chegou a operar 42. A 9 de março de 2019, um DC-3 da Láser despenhou-se na rota San José del Guaviare-Villavicencio com 14 mortos, e a 26 de agosto de 2020 um da Aliansa saiu da pista no aeroporto Jorge Enrique González Torres.
