Aviones que cambiaron el Mundo| Douglas DC-3
Vídeo do canal Hora de Vuelo sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 12:19. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
História do Douglas DC-3, desde a encomenda da TWA que o originou até o seu papel na Segunda Guerra Mundial, o pós-guerra e o seu uso atual.
Contexto histórico
Em 1932, Jack Frye, da TWA, escreveu a Donald Douglas: a United tinha prioridade nas entregas do Boeing 247 e a TWA queria um avião superior, com 12 passageiros e 1.600 km de alcance. A equipa de Arthur Emmons Raymond propôs um bimotor quando a TWA esperava um trimotor, e recorreu intensivamente ao túnel de vento, com mais de 200 ensaios, além de introduzir os fillets entre a ala e a fuselagem. O DC-1 foi apresentado em junho de 1933, com ala baixa, trem retrátil e 12 lugares; seguiu-se o DC-2, de 14. Em 1935 a American Airlines pediu uma versão com 14 camas, o Douglas Sleeper Transport, de fuselagem cilíndrica e maior; com 21 lugares tornou-se o DC-3, que voou nesse mesmo ano e foi fabricado em Long Beach.
Na guerra, o C-47 recebeu uma grande porta de carga e piso reforçado; fabricaram-se mais de 10.000 e mais de 800 lançaram paraquedistas no Dia D. No pós-guerra impulsionou companhias aéreas como a Avianca e a Aerolíneas Argentinas, voou na ponte aérea de Berlim de 1948-1949 para Tempelhof e, como AC-47, serviu no Vietname com três metralhadoras de 7,62 mm no lado esquerdo.
Dados de destaque
Envergadura de 29 m, altura de 5,15 m e peso máximo à decolagem de 11.800 kg, com dois Pratt & Whitney R-1830-92 Twin Wasp de 1.200 cavalos, velocidade de cruzeiro de 200 nós (330 km/h) e mais de 2.000 km de alcance. Dispunha de hélices de passo variável com bandeira, piloto automático e radionavegação ADF e VOR. Em 1939 já tinham sido entregues 350 unidades; hoje cerca de 400 continuam a operar e pode vir a ser o primeiro avião com 100 anos de serviço, em 2035.
