HISTORIA DEL DOUGLAS DC-3 - EL MEJOR AVIÓN COMERCIAL DE LA HISTORIA

V1 AERONAUTICS · 11 de abril de 2023 · 12:19 · espanhol · Documentário

Vídeo do canal V1 AERONAUTICS sobre Douglas DC-3, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 12:19. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

História do Douglas DC-3 desde a sua origem até ao seu uso atual nos Llanos Orientales da Colômbia, com imagens de um acidente recente e o depoimento de um piloto que o voa.

Contexto histórico

Em 1933 a TWA quis responder ao Boeing 247 da United, limitado a 10 passageiros. A Douglas construiu um único DC-1, com dois lugares extra; com motores de 900 cavalos em vez de 700 passou a levar 14 passageiros e tornou-se o DC-2, do qual se construíram 200 unidades, 20 delas para a TWA. A American Airlines, que operava um serviço noturno com camas no Curtiss Condor II, pediu à Douglas um avião-cama mais rápido: o DST (Douglas Sleeper Transport), de fuselagem alargada, maior envergadura e motores mais potentes. A sua versão de 21 lugares para rotas diurnas foi o DC-3. Na Segunda Guerra Mundial derivaram-se o R4D, o C-53 e o C-47, com piso reforçado e grande porta de carga, e após a guerra milhares voltaram ao uso civil.

Dados de destaque

A produção total foi de 16.079 unidades: 607 civis, 10.048 militares C-47 e C-53, 4.937 sob licença na União Soviética e 487 no Japão. A produção civil terminou em 1942 e a militar em 1945. Entre os seus sistemas destacam-se as hélices de bandeira, o trem e os flaps hidráulicos, a capacidade de aterrar com o trem recolhido sem danos graves, os aquecedores de carburador e o piloto automático. A partir dos anos 50 houve conversões para turbo-hélice, que culminaram no Basler BT-67, com motores Pratt & Whitney PT6A e 35 % mais volume interno.

Na Colômbia continua a levar carga, alimentos e medicamentos a pistas não preparadas da selva. Um DC-3 caiu entre San Martín e San Carlos de Guaroa (Meta) após declarar emergência por uma provável falha de motor quando tentava alcançar a pista de La Rinconada; morreram os seus 14 ocupantes. O piloto Jorge Álvarez explica que opera com cerca de 3.000 kg de carga em pistas curtas e cheias de buracos, e que não vê outro avião capaz de o substituir.