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Hawker Siddeley Harrier

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28 de dezembro de 1967
Primeiro voo
Em serviço
Estado

O Hawker Siddeley Harrier foi o primeiro avião de ataque e reconhecimento com capacidade de descolagem e aterragem vertical ou curta (V/STOL) a servir de facto em unidades operacionais, e o único projeto da sua classe que sobreviveu à febre de projetos verticais dos anos cinquenta e sessenta. Não era o mais rápido nem o mais armado da sua geração: era o único que aterrava onde não havia pista. Essa singularidade transformou-o num avião de culto e, ao mesmo tempo, num aparelho exigente, caro de manter e pouco indulgente com o erro do piloto. A sua origem não está num requisito militar, mas numa ideia de motor. Em meados dos anos cinquenta, o consultor aeronáutico francês Michel Wibault propôs direcionar o empuxo de um reator através de tubeiras orientáveis; a Bristol Engine Company recolheu o conceito, aligeirou-o e transformou-o no Pegasus, um turbofan com quatro tubeiras giratórias que expeliam pela frente o ar frio da ventoinha e por trás o jato quente. Em 1957, cancelado o caça P.1121 pelo Livro Branco da Defesa britânico, a Hawker Aircraft ficou com capacidade ociosa e com um motor revolucionário ao alcance da mão. Sydney Camm, Ralph Hooper e Stanley Hooker puseram em marcha o projeto P.1127, financiado ao início pela própria empresa e sustentado depois, em boa parte, por dinheiro e ensaios norte-americanos canalizados através do programa de desenvolvimento de armamento mútuo da OTAN e do centro de investigação Langley da NASA. O Tesouro britânico tinha-se recusado a pagá-lo. O primeiro protótipo, o XP831, fez o seu voo estacionário amarrado em Dunsfold em outubro de 1960 e voou livre um mês depois; a transição completa entre voo sustentado pelo jato e voo alado chegou em setembro de 1961. Em 1963 um dos protótipos aterrou no convés do porta-aviões HMS Ark Royal, e nesse mesmo ano outro despenhou-se em público no Salão de Paris. Daqueles seis aparelhos experimentais saiu o Kestrel FGA.1, nove exemplares custeados a três bandas pelo Reino Unido, os Estados Unidos e a República Federal da Alemanha e avaliados em 1964-1965 por um esquadrão tripartido na base aérea de West Raynham. O cancelamento do supersónico P.1154 em 1965 deixou a RAF sem sucessor vertical ambicioso e com uma única saída realista: produzir uma versão de combate do Kestrel. Esse avião chamou-se Harrier GR.1, voou em 28 de dezembro de 1967 e entrou ao serviço em 1969. A RAF empregou-o em apoio aéreo próximo, ataque ao solo e reconhecimento tático, e destacou-o sobretudo na Alemanha Ocidental. Ali o Harrier fazia pleno sentido: se o Pacto de Varsóvia atacasse, as bases aéreas convencionais seriam os primeiros alvos, pelo que os esquadrões se dispersariam em clareiras de floresta e posições camufladas a partir das quais atacar as colunas blindadas. O GR.3, com motor Pegasus mais potente e telémetro laser no nariz, foi a versão definitiva da primeira geração britânica. Os Estados Unidos juntaram-se cedo: o Corpo de Fuzileiros, seduzido pela ideia de bases avançadas a vinte milhas da frente e de operações a partir de navios anfíbios, recebeu o seu primeiro AV-8A em janeiro de 1971 e comprou 102 monolugares e oito biplaces TAV-8A até 1976. A Marinha espanhola adquiriu o AV-8S Matador — vendido com os Estados Unidos como intermediário para contornar a fricção política com Londres — e operou-o a partir do porta-aeronaves Dédalo; a Espanha viria a revendê-lo à Marinha Real Tailandesa em 1998. A Guerra das Malvinas de 1982 foi a sua prova de fogo. Os GR.3 do Esquadrão n.º 1 da RAF, modificados à pressa para operar a partir de convés e transportados para o Atlântico Sul no porta-contentores Atlantic Conveyor, voaram a partir do HMS Hermes e de uma pista improvisada em Port San Carlos, enquanto os Sea Harrier da Royal Navy — um avião distinto, da Marinha — se encarregavam da defesa aérea. Os GR.3 fizeram apoio próximo, reconhecimento fotográfico e ataque contra o aeródromo de Stanley; em Goose Green as suas bombas de fragmentação desbloquearam o avanço do 2.º Batalhão de Paraquedistas, e nos últimos dias do conflito a RAF empregou pela primeira vez em combate bombas guiadas por laser. Quatro GR.3 perderam-se, todos por fogo desde terra. Daquela campanha saiu também o mito do VIFFing: mover as tubeiras em voo horizontal para forçar um cabrar brusco e desestabilizar um perseguidor. A manobra foi explorada primeiro pelos pilotos dos Fuzileiros em combates simulados contra F-4 Phantom II, e funcionava, mas a um preço alto em energia e estabilidade, com limites impostos pelas condutas de ar de alta pressão do Pegasus. O Harrier de primeira geração foi retirado pelo Corpo de Fuzileiros por volta de 1987 e substituído na RAF pelo Harrier II, uma reformulação profunda da McDonnell Douglas e da British Aerospace que já é outra máquina. Restam dele pouco mais de uma centena de células, quase todas em museus: o XP831 no Science Museum de Londres, Kestrel e XV-6A repartidos entre Cosford e vários museus norte-americanos, e GR.3 veteranos das Malvinas conservados no Reino Unido.

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História

A corrida à descolagem vertical

Terminada a guerra da Coreia, meia dúzia de fabricantes de ambos os lados do Atlântico puseram-se a estudar a mesma coisa: como livrar-se da pista. A lógica era simples e sombria. Um aeródromo é uma superfície plana, longa, imóvel e perfeitamente cartografada, ou seja, o alvo mais fácil que existe; num conflito de alta intensidade — e nos anos cinquenta isso significava um conflito nuclear — as pistas da OTAN durariam horas. Um avião capaz de descolar e aterrar na vertical poderia dispersar-se, esconder-se e continuar a voar quando as bases tivessem desaparecido do mapa. Houve também um interesse civil considerável na ideia, mas quase ninguém acreditava que um aparelho vertical pudesse além disso ter desempenho de combate real.

As soluções ensaiadas foram muitas e quase todas más: rotores, motores de sustentação adicionais que eram peso morto em cruzeiro, aviões que descolavam apoiados na cauda. A resposta que acabou por funcionar veio de outro lado. O consultor aeronáutico francês Michel Wibault propôs em meados dos anos cinquenta a ideia de desviar o empuxo de um reator através de tubeiras orientáveis, de modo que um único motor servisse para sustentar e para propulsionar. A Bristol Engine Company recolheu o conceito e reelaborou-o a fundo, reduzindo tamanho e peso, até o transformar num turbofan com quatro tubeiras giratórias: duas dianteiras para o ar frio da ventoinha e duas traseiras, bifurcadas a partir do escape, para o jato quente. O motor recebeu o nome de Pegasus.

Hawker Siddeley Harrier
Harrier 1 - Flickr - Ragnhild & Neil CrawfordRagnhild&Neil Crawford from Sweden (CC BY SA), vía commons

Em 1957, o chefe de motores da Bristol, Stanley Hooker, contou isso ao projetista-chefe da Hawker Aircraft, Sydney Camm. O momento não podia ser mais propício nem mais humilhante: nesse mesmo ano o Livro Branco da Defesa britânico tinha apostado nos mísseis em vez de nos aviões tripulados e tinha cancelado, entre muitos outros programas, o caça P.1121 com o qual a Hawker pensava substituir o Hunter. A empresa ficou com uma equipa de projetos desocupada e com a possibilidade de encaixar o Pegasus numa especificação viva da OTAN, a de um caça ligeiro de apoio tático que substituísse o Fiat G.91. Há discussão historiográfica sobre o peso real dos requisitos oficiais britânicos nessa decisão, mas não sobre o facto central: o avião nasceu à volta do motor, e não ao contrário.

Hooper, Camm e o P.1127

O encargo de dar forma a essa ideia recaiu sobre Ralph Hooper, engenheiro de projetos sénior da Hawker, que trabalhou com os dados que a Bristol lhe passava. Em julho de 1957 introduziu a modificação decisiva: bifurcar o tubo de escape para levar o jato quente a duas tubeiras giratórias traseiras, em vez de uma única saída na cauda. Com isso desaparecia o trem de aterragem com roda de cauda e o avião podia adotar uma configuração convencional. O projeto avançou ao longo de 1958 pago integralmente pela Hawker, enquanto a empresa negociava no quartel-general da OTAN qual o requisito tático exatamente pretendido, presa entre os que pediam um supersónico ligeiramente armado e os que preferiam um subsónico multiuso simples.

Camm insistia na simplicidade com uma frase que se tornou célebre na casa: a sofisticação leva à complicação, a complicação à escalada de custos, a escalada ao cancelamento e o cancelamento à ruína. A equipa trabalhou com modelos físicos e ensaios de sopro que dirigiam misturas de ar quente e frio contra plataformas para simular o efeito solo, um terreno em que praticamente não havia conhecimento prévio. O problema mais sério era o controlo: em estacionário não há fluxo sobre ailerons, leme nem estabilizador, pelo que foi preciso inventar um sistema de reação que sangrava ar do compressor e o expelia por tubeiras de reação — os chamados «puffers» — situadas no nariz, na cauda e nas pontas das asas. No final de 1958, apenas dezoito meses depois de arrancar, o projeto estava definido exceto esse sistema, que ficou fechado em abril de 1959.

O dinheiro foi o outro obstáculo. A Bristol atravessava dificuldades financeiras, o Pegasus não tinha aplicação comercial previsível e o Tesouro britânico recusou-se a financiá-lo, pelo que o desenvolvimento do motor acabou sustentado por fundos norte-americanos canalizados através de instituições da OTAN. Os Estados Unidos deram ainda ajuda de investigação: o centro Langley da NASA fez campanhas de túnel de vento com modelos em escala que confirmaram um comportamento aceitável, e o piloto de ensaios da Hawker Hugh Merewether viajou aos Estados Unidos, a pedido da NASA, para voar o Bell X-14. Em março de 1959 o conselho da Hawker Siddeley decidiu financiar do seu bolso dois protótipos; entre 1959 e 1960 o Ministério do Abastecimento formalizou contratos primeiro para esse par e depois para mais quatro aparelhos de desenvolvimento. O engenheiro de projeto Gordon Lewis atribuiu sempre à estreita colaboração entre fabricante de célula e fabricante de motor o facto de o programa ter sobrevivido aos obstáculos técnicos e às oscilações políticas.

O Pegasus: um motor com quatro saídas

O Pegasus não era um reator convencional com um acessório. A Bristol Siddeley construiu-o tomando como núcleo o Orpheus e acrescentando-lhe pás de compressor do Olympus para a ventoinha, e todo o conjunto foi pensado desde o início para que o empuxo saísse por quatro bocas orientáveis em simultâneo. O ar frio da ventoinha era descarregado por duas tubeiras de fibra de vidro situadas nas laterais da fuselagem, mesmo atrás das tomadas de ar; o jato quente saía por duas tubeiras de aço um pouco mais atrás. As quatro giravam solidariamente, acionadas por uma alavanca situada junto à dos gases, entre a posição horizontal para voo de cruzeiro e algo mais de noventa graus, ligeiramente para a frente, para travar.

Hawker Siddeley Harrier
Aeronaves fora de serviço em Predannack - geograph org ukRod Allday (CC BY SA), vía commons

Os problemas que foi preciso resolver dão a medida do salto. O primeiro foi conciliar consumo e empuxo: um motor com empuxo suficiente para levantar o avião na vertical revela-se desmesurado e sedento em cruzeiro. A solução foi dimensionar um motor de empuxo «normal» e forçá-lo pontualmente mediante injeção de água, o que permitia picos acima do regime nominal durante os poucos segundos que dura uma aterragem vertical, especialmente com carga pesada ou em ambientes quentes. A ideia da injeção de água atribui-se ao contributo do coronel norte-americano Bill Chapman, da equipa de desenvolvimento de armamento mútuo. O segundo problema era giroscópico: a massa rotativa do motor, com o enorme caudal que a atravessa, teria gerado em estacionário uma tendência de rolamento impossível de contrariar. A solução foi fazer girar em sentidos opostos o conjunto ventoinha-turbina de baixa pressão e o compressor de alta pressão, de modo que os efeitos se anulassem entre si.

O terceiro problema era a ligação entre motor e célula. O sistema de reação alimentava-se de ar sangrado do compressor e ligava-se de forma proporcional: ao mover a alavanca das tubeiras para as posições de descolagem curta ou vertical, a hidráulica ia introduzindo progressivamente os comandos de reação, de modo que a transição do voo aerodinâmico para o sustentado por jato resultasse contínua para o piloto. O resultado foi um avião que se pilotava da mesma forma a alta velocidade e em estacionário, exceto por essa alavanca acrescentada. O Pegasus 1 deu 9.000 libras de empuxo (cerca de 40 kN) e funcionou pela primeira vez em setembro de 1959; o Pegasus 5 do Kestrel chegou às 15.000 libras (67 kN), abaixo das 18.200 projetadas porque o desenvolvimento foi cortado por poupança. A família continuou a crescer durante décadas, e ao longo de muitos anos um programa conjunto anglo-americano de apoio ao Pegasus, com um orçamento anual de cerca de três milhões de libras, dedicou-se a melhorar a fiabilidade e a vida do motor.

Do Ark Royal ao Kestrel: o esquadrão tripartido

Em 15 de julho de 1960, o primeiro protótipo, matrícula XP831, chegou a Dunsfold para começar os ensaios de motor em banco; em 31 de agosto o Pegasus rugiu pela primeira vez dentro da célula. Em 21 de outubro fez-se o primeiro voo estacionário amarrado, com o avião aligeirado de tudo o que fosse dispensável e o motor limitado a dois minutos e meio a plena potência. Em 19 de novembro o XP831 sustentou o seu primeiro estacionário livre. Em 13 de fevereiro de 1961, Bill Bedford voou-o de forma convencional durante vinte e dois minutos, e em setembro desse ano completou-se finalmente o ciclo inteiro: descolar na vertical, transitar para voo alado e regressar.

Hawker Siddeley Harrier
Hawker Siddeley Harrier fora de serviço - geograph org ukRod Allday (CC BY SA), vía commons

Dos seis aparelhos daquela série experimental, os três primeiros perderam-se. O mais sonado foi o acidente público do XP831 no Salão de Paris de 1963, causado por uma partícula de sujidade nas linhas de ar do sistema de controlo das tubeiras que as deixou bloqueadas; o avião foi reparado por completo e voltou a voar. Nenhum piloto morreu nesses três acidentes. O quinto protótipo, XP980, introduziu a deriva mais alta e o diedro negativo do estabilizador que o Harrier de série viria a levar; o último, XP984, estreou a asa em flecha e o Pegasus 5, e serviu de protótipo do Kestrel. Em 1963, um dos protótipos realizou a primeira aterragem vertical no convés de um porta-aviões, o HMS Ark Royal: uma demonstração que na altura foi lida como uma curiosidade e que, vinte anos depois, se revelaria profética.

No início de 1962 apareceu finalmente apoio oficial. O ramo de requisitos operacionais do Ministério da Aviação pediu ao Tesouro autorização para nove aparelhos de padrão de produção destinados a uma unidade de avaliação, e o governo britânico ofereceu aos Estados Unidos e à República Federal da Alemanha participar no custo. Os três aceitaram, e em maio de 1962 a Hawker recebeu instrução para prosseguir. Aqueles nove aviões foram os Kestrel FGA.1: asa completamente em flecha, cauda maior, fuselagem adaptada ao Pegasus 5 e equipamento operacional a sério. O primeiro voou em 7 de março de 1964, novamente com Bedford aos comandos.

Em 15 de outubro de 1964 formou-se na base de West Raynham o Esquadrão de Avaliação Tripartido, com dez pilotos de ensaios: quatro britânicos, quatro norte-americanos e dois alemães ocidentais. Cada um recebia uma semana de instrução em terra em Bristol, outra em Dunsfold e três horas de conversão com Bedford. O esquadrão devia averiguar se um avião V/STOL servia para operar em campanha, comparar métodos de descolagem e aterragem, fixar procedimentos, avaliar voo instrumental e noturno e explorar a manobra em regime sustentado por jato. A conclusão prática foi a que marcaria toda a carreira do modelo: o ideal não era descolar na vertical, mas fazê-lo em corrida curta e aterrar na vertical — o que se abreviou como STOVL —, porque assim se poupava combustível e podia carregar-se muito mais armamento. Em Bircham Newton testou-se ainda a operação a partir de terreno enlameado e superfícies provisórias. Até novembro de 1965, quando terminou a avaliação, tinham-se voado 960 saídas com 1.366 descolagens e aterragens; perdeu-se um aparelho porque um piloto tentou descolar em corrida com o travão de estacionamento posto. Seis dos oito sobreviventes atravessaram o Atlântico como XV-6A e foram avaliados pelo Exército, pela Marinha e pela Força Aérea norte-americanos, passando depois à USAF em Edwards e dois deles à NASA.

Do P.1154 ao Harrier GR.1: serviço na RAF e Manhattan em seis horas

Enquanto o Kestrel voava, a Hawker perseguia um objetivo mais ambicioso. A OTAN tinha emitido um requisito, o NBMR-3, que pedia um avião vertical com desempenho supersónico equiparável ao de um Phantom, e para o cumprir a empresa projetou o P.1154, com um motor Bristol Siddeley BS100 de quatro tubeiras e pós-combustão em câmara de plenum. O P.1154 ganhou o concurso frente ao Mirage IIIV da Dassault; a França não aceitou o resultado e retirou-se, e o requisito da OTAN foi cancelado em 1965. A RAF e a Royal Navy tentaram fazê-lo avançar por conta própria, mas queriam aviões incompatíveis — um atacante supersónico de baixa altitude a primeira, um caça bimotor de defesa aérea a segunda —, a Marinha já estava a comprar Phantom e a RAF tinha as suas fichas postas no TSR-2. O governo trabalhista eleito em 1964 cancelou o P.1154. Salvaram-se alguns trabalhos soltos, entre eles o de um Pegasus supersónico com pós-combustão em plenum.

Hawker Siddeley Harrier
Harrier Doria

Sem supersónico vertical, restou à RAF a opção modesta: converter o Kestrel em avião de combate. Emitiu o requisito ASR 384, encomendou no final de 1965 seis pré-séries designados P.1127 (RAF) — o primeiro voou em 31 de agosto de 1966 — e no início de 1967 formalizou uma encomenda de sessenta aparelhos de produção. O avião recebeu então o nome de uma ave de rapina, Harrier, que em tempos tinha sido reservado para o P.1154. Embora Kestrel e Harrier se parecessem muito por fora, cerca de noventa por cento da célula foi redesenhado: motor Pegasus 6, tomadas novas com portas auxiliares de admissão para assegurar caudal a baixa velocidade, asa de maior superfície, trem reforçado, sete pontos de fixação — quatro na asa e três na fuselagem —, possibilidade de montar duas nacelas de canhão ADEN de 30 mm sob a fuselagem e, sobretudo, um sistema de navegação e ataque com plataforma inercial herdado do P.1154, apresentação em visor de cabeça alta e mapa móvel. O fabrico repartiu-se entre Kingston upon Thames e Dunsfold, onde se faziam os ensaios.

O GR.1 voou em 28 de dezembro de 1967 e entrou oficialmente ao serviço da RAF em 1969; o Esquadrão n.º 1, em Wittering, foi a primeira unidade a converter-se. Apenas um mês depois, o avião tornou-se mundialmente famoso. O diário Daily Mail organizou entre 4 e 11 de maio de 1969 uma corrida transatlântica para comemorar o cinquentenário do voo de Alcock e Brown; não era uma corrida de aviões mas de pessoas, entre a Post Office Tower de Londres e o Empire State Building de Nova Iorque, e quem a ganhasse devia combinar os meios que fossem necessários. A RAF viu a oportunidade perfeita para exibir o único trunfo que mais ninguém tinha: aterrar no centro das cidades. Preparou-se um pátio de carvão junto à estação de St Pancras, batizado para a ocasião «RAF St Pancras», e em Nova Iorque o Corpo de Fuzileiros montou uma plataforma de vinte e nove metros de lado em Bristol Basin, à beira do East River, no terreno previsto para a escola internacional das Nações Unidas. O piloto previsto, Mike Adams, lesionou-se quando se afundou a roda do nariz de um Harrier em ensaios, e o voo para oeste recaiu no chefe de esquadrilha Tom Lecky-Thompson, com Graham Williams — até então reserva — como o outro piloto qualificado disponível. Com pontas de asa de ferry para melhorar o cruzeiro e reabastecimento em voo a partir de cisternas Victor, Lecky-Thompson completou o trajeto de torre a arranha-céus em 6 horas e 11 minutos, das quais 5 horas e 57 foram de voo. Foi o melhor tempo de todos os participantes no sentido oeste.

Alemanha: o GR.3 e as bases dispersas

O Harrier foi concebido para uma guerra que não chegou a acontecer, e o seu emprego principal diz tudo sobre isso. Em 1970 formaram-se dois esquadrões na base da RAF em Wildenrath, na Rennânia do Norte-Vestefália, e dois anos depois um terceiro; em 1977 os sobreviventes dessa reorganização avançaram para Gütersloh, mais perto da fronteira interalemã. A doutrina era explícita: em caso de ataque do Pacto de Varsóvia, as bases fixas seriam destruídas nas primeiras horas, pelo que os Harrier abandonariam o aeródromo e operariam a partir de posições dispersas — clareiras de floresta, troços de estrada, plataformas improvisadas — camufladas e repartidas por dezenas de quilómetros, a partir das quais atacariam as colunas blindadas que avançassem desde leste. Essa capacidade de dispersão era, mais do que a própria sustentação vertical, o que os estrategas valorizavam; o próprio fabricante insistia em que a descolagem curta rendia mais do que a vertical, porque poupava combustível e permitia carregar mais armamento.

Montar semelhante coisa não foi de graça. O conceito de «força de campanha» do Harrier teve um parto difícil, nas palavras do vice-marechal do ar George Black, que assumiu Wildenrath em janeiro de 1972, precisamente no dia em que um Harrier se despenhou sobre uma aldeia alemã e matou o seu piloto. A aprendizagem foi cara e durou anos, mas acabou por produzir uma capacidade sem equivalente em nenhuma outra força aérea. O Esquadrão n.º 3 (Caça) é um bom exemplo do emprego típico: em 1 de janeiro de 1972 trocou os seus Canberra por Harrier GR.1A em Wildenrath, partilhando base com os esquadrões IV (Cooperação com o Exército) e 20; tinha doze aviões e dezasseis pilotos, e duas missões primárias, interdição no campo de batalha e reconhecimento tático.

Hawker Siddeley Harrier
SHIPS OF THE ROYAL NAVY 1945-1989 HU

A evolução do avião acompanhou a doutrina. O GR.1A montava um Pegasus 10 (Mk.102) de 20.500 libras de empuxo face ao GR.1 inicial; o GR.3, que começou a substituí-lo em meados dos anos setenta, levava o Pegasus 11 (Mk.103) de 21.500 libras e acrescentava telémetro e marcador laser num nariz alongado característico, além de sensores de ataque melhorados e contramedidas eletrónicas. A RAF encomendou 118 aparelhos da série GR.1/GR.3 e recebeu o último em dezembro de 1986; à produção total do subtipo atribuem-se 122 células. A conversão de pilotos fez-se com biplaces de fuselagem alongada e deriva mais alta, os T.2 e T.4, dos quais se construíram vinte e cinco.

A Alemanha não foi o único destino. O Esquadrão n.º 1 estava especificamente destacado para operações na Noruega no âmbito do comando aliado do norte da Europa, e os Harrier destacaram-se também no Belize, onde eram o único caça da RAF capaz de operar em segurança a partir da curta pista do aeroporto; as forças britânicas permaneceram ali até 1993, dois anos depois de a Guatemala reconhecer a independência belizenha.

O Corpo de Fuzileiros, o AV-8A e a exportação

O Corpo de Fuzileiros dos Estados Unidos interessou-se pelo Harrier quase no momento em que o primeiro esquadrão da RAF se punha de pé, em 1969, e por uma razão muito sua: a infantaria de marinha precisava de apoio aéreo próximo colado à cabeça de praia, não a centenas de milhas. Houve resistência no Congresso, onde incomodava a coincidência de vários programas de apoio próximo, mas os Fuzileiros safaram-se com a sua. A Hawker Siddeley e a McDonnell Douglas formaram em 1969 uma associação a pensar em produzir o avião nos Estados Unidos; o congressista Mendel Rivers e a comissão de dotações da Câmara concluíram que saía mais barato fabricá-lo nas linhas britânicas já existentes, pelo que todos os AV-8A foram comprados à Hawker Siddeley. O primeiro foi aceite em 6 de janeiro de 1971 em Dunsfold e começou a ser testado em 26 de janeiro em Patuxent River. Entre 1971 e 1976 o Corpo recebeu 102 AV-8A e oito biplaces TAV-8A.

Os Fuzileiros exploraram o conceito em duas direções. Em terra, a sua doutrina expedicionária previa montar bases avançadas e oficinas ligeiras em menos de vinte e quatro horas: posições de um a quatro aviões a umas vinte milhas da linha da frente da zona de combate e uma base um pouco mais estabelecida a umas cinquenta, o que multiplicava a cadência de saídas e reduzia o consumo. No mar, o Harrier alimentou toda uma família de ideias navais. O almirante Elmo Zumwalt impulsionou o «navio de controlo marítimo», um porta-aviões ligeiro de 15.000 toneladas com Harrier e helicópteros para complementar os grandes; o navio de assalto anfíbio USS Guam converteu-se em banco de ensaios desse conceito entre 1971 e 1973. Em 1976, catorze Harrier passaram seis meses embarcados no USS Franklin D. Roosevelt e demonstraram que podiam operar com meteorologia em que os aviões convencionais de convés não voavam. Estudou-se também o Arapaho, um sistema modular para converter cargueiros civis em plataformas capazes de operar e manter uns poucos Harrier, e até um híbrido de couraçado e porta-aviões que teria substituído a torre de popa de um navio da classe Iowa por convés de voo, hangar e duas rampas; a ideia foi descartada por custo e porque o Corpo preferia conservar o fogo naval. Desde 1979 os AV-8A começaram a ser reformados ao padrão AV-8C, centrado em alongar a vida útil e melhorar o desempenho em vertical; em 1987 o modelo estava retirado.

Hawker Siddeley Harrier
100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons

A exportação foi escassa e peculiar. Depois das demonstrações a partir de navios pequenos, a Marinha espanhola comprou o avião como o seu caça embarcado principal. A operação foi politicamente delicada — a fricção entre os governos britânico e espanhol da época era considerável —, pelo que, embora os aparelhos fossem fabricados no Reino Unido, foram vendidos com os Estados Unidos como intermediário. Em novembro de 1972, o piloto de ensaios britânico John Farley comprovou que o convés de madeira do porta-aeronaves Dédalo aguentava a temperatura dos gases do Harrier. Desde 1976 a Marinha operou o AV-8S, designado VA.1 Matador em Espanha, com missões de defesa aérea e ataque para a frota; mais tarde comprou cinco aparelhos adicionais diretamente ao governo britânico, sobretudo para repor perdas. Do AV-8S construíram-se dez exemplares. Em 1998, já substituídos por Harrier II, a Espanha vendeu sete monolugares e dois biplaces à Marinha Real Tailandesa, que os recebeu juntamente com o seu novo porta-aeronaves ligeiro HTMS Chakri Naruebet, dotado de rampa de esqui de 12 graus. A Tailândia, que estreava ao mesmo tempo aviação embarcada e Harrier, nunca conseguiu mantê-los: a falta de fundos para peças e motores deixava quase sempre um ou nenhum em condições de voo, e em 1999 havia apenas um aparelho aeronavegável. Por volta de 2003 estudou-se substituí-los por Sea Harrier britânicos em segunda mão, mas a compra não chegou a concretizar-se.

Houve ainda uma longa lista de clientes que estiveram perto. A British Aerospace negociou com a Argentina, a Austrália, o Brasil, a China, a Suíça e o Japão. A Marinha argentina interessou-se em 1969 por entre seis e doze GR.1 e chegou a ver uma demonstração a bordo do seu novo porta-aviões, mas acabou por comprar A-4Q Skyhawk. A Austrália esteve prestes a adquirir o HMS Invincible com Harrier e helicópteros para substituir o HMAS Melbourne, até que a Guerra das Malvinas fez com que a Royal Navy retirasse a oferta. A China negociou desde 1972 a compra de até duzentos aparelhos e o acordo esteve quase fechado em 1979, quando o abortou a guerra sino-vietnamita. A Suíça, cuja doutrina consistia precisamente em operar a partir de posições ocultas e dispersas, recebeu em 1971 uma demonstração de John Farley com o XV742.

Malvinas, 1982

Quando em abril de 1982 se formou a força-tarefa britânica, a Royal Navy só dispunha de vinte e oito Sea Harrier para os seus dois porta-aviões, e depressa ficou claro que eram poucos. A solução foi recorrer aos Harrier da RAF. O Esquadrão n.º 1 era o único de Harrier qualificado em reabastecimento em voo e treinado para operar a partir de bases rudimentares, pelo que se lhe encarregou de se preparar para operar a partir de convés como substituto de eventuais baixas de Sea Harrier. O problema é que nem os seus aviões nem os seus pilotos estavam feitos para isso. Os GR.3 receberam em três semanas, trabalhando por turnos e sem descanso semanal, direção na roda do nariz, alterações nas unidades de controlo de combustível, capacidade para lançar mísseis Sidewinder, transponder especial para regressar ao navio de noite, grampos de amarração, orifícios de drenagem e tratamento anticorrosivo; mais tarde acrescentaram-se lançadores de sinalizadores e chaff, um perturbador eletrónico ativo e a possibilidade de disparar mísseis antirradar norte-americanos. O plano inicial era modificar doze aparelhos e acabaram por passar pela oficina mais de vinte. Os pilotos foram à base naval de Yeovilton praticar aterragens em convés e descolagens em rampa, treinaram combate contra Mirage e Étendard franceses e testaram os Sidewinder e as bombas guiadas por laser.

A transferência foi em si mesma uma demonstração. Os Harrier voaram as quatro mil milhas até ao aeródromo de Wideawake, na ilha da Ascensão, num voo de nove horas com reabastecimento em voo que era um marco para um monomotor da RAF, e ali embarcaram no Atlantic Conveyor, um porta-contentores requisitado ao qual se tinha construído um «esconderijo» entre paredes de contentores; os aviões foram envolvidos para os proteger do salitre. Entre 10 e 24 de maio, além disso, um destacamento de três GR.3 cobriu a defesa aérea da Ascensão até chegarem três Phantom. Em 18 de maio os aviões passaram para os porta-aviões e todos os GR.3 foram para o HMS Hermes. Depois de um único dia de adaptação, o esquadrão voou a sua primeira saída operacional em 20 de maio.

Hawker Siddeley Harrier
100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons

Como não se tinham perdido Sea Harrier em combate aéreo, os GR.3 não fizeram de substitutos mas de reforço, e dedicaram-se por completo ao ataque: apoio aéreo próximo, reconhecimento armado e ações contra o aeródromo de Stanley e as pistas auxiliares. Em 23 de maio o chefe do esquadrão, o comandante de asa Peter Squire, encabeçou a bordo do XZ997 uma formação de quatro aviões que bombardeou a pista de Dunnose Head, na Malvina Ocidental. O GR.3 levava ainda um contentor de reconhecimento com cinco câmaras e cobertura de 360 graus, e com o laboratório fotográfico do Hermes o esquadrão localizava concentrações de tropas e posições defensivas, embora os argentinos se esforçassem por enganar os intérpretes fotográficos simulando crateras na pista de Stanley e colocando chamarizes. As armas foram bombas de fragmentação, foguetes de duas polegadas, bombas de mil libras e, no final, bombas guiadas por laser. As de fragmentação tiveram um efeito notável contra tropas entrincheiradas: em Goose Green, com o 2.º Batalhão de Paraquedistas pregado numa encosta sob o fogo de canhões de 35 mm a dois mil metros, três Harrier silenciaram as peças e mudaram o rumo do combate. As bombas guiadas não puderam ser empregues a fundo até à véspera do cessar-fogo, quando finalmente coincidiram marcadores laser e alvos: quatro bombas lançadas em perfil de loft deram dois impactos diretos. Foi o primeiro uso em combate de armamento inteligente por parte da RAF.

Pouco depois do desembarque construiu-se junto a Port San Carlos uma pista e uma base avançada com capacidade para reabastecer e estacionar até quatro aviões, protegida por oito sistemas Rapier, seis deles transportados de helicóptero para as colinas circundantes. Dois GR.3 destacavam-se ali diariamente para reagir de imediato aos pedidos das forças terrestres. A ameaça real nunca veio do ar, mas do solo: os mísseis Roland e Tigercat argentinos não conseguiram nenhum abate porque aos pilotos se ordenou evitá-los, os portáteis Blowpipe e SAM-7 ficaram em boa medida neutralizados voando muito baixo e muito rápido — atribui-se a um Blowpipe uma das perdas — e o grosso dos impactos veio de artilharia antiaérea de 20 a 35 mm e de armas ligeiras. Na fase final da campanha, um em cada quatro aviões lançados regressava com buracos. No total perderam-se quatro GR.3. Bob Iveson foi abatido em 27 de maio a apoiar os paraquedistas em Goose Green e evitou a captura durante três dias; Jerry Pook foi atingido por armas ligeiras em 30 de maio, perdeu combustível, apagou-se-lhe o motor e ejetou-se a trinta e cinco milhas do Hermes, de onde foi resgatado em dez minutos. Entre Harrier e Sea Harrier voaram-se mais de duas mil saídas, uma média de seis por avião e dia.

Depois do cessar-fogo de 14 de junho preparou-se uma base em terra em Stanley e em 4 de julho o destacamento de GR.3 instalou-se ali, armado com Sidewinder em missão de defesa aérea. Como dissuasão perante uma nova tentativa argentina, o Voo n.º 1453 permaneceu nas ilhas de agosto de 1983 a junho de 1985. A primeira geração do Harrier não voltou a entrar em combate com a RAF depois das Malvinas. A guerra deixou também um epílogo curioso: a British Aerospace propôs o Skyhook, um sistema de gruas para lançar e recolher Harrier a partir de navios pequenos sem convés de voo, com gruas auxiliares para o rearmamento rápido; foi oferecido a clientes estrangeiros e não interessou a ninguém.

O VIFFing e o que o avião exigia ao piloto

O Harrier tinha dois comandos que não existem num avião convencional: o vetor de empuxo e o controlo por reação. O primeiro maneja-se com a alavanca das tubeiras, junto à dos gases, e permite orientar o jato desde a horizontal até algo mais de noventa graus; o segundo comporta-se como o passo cíclico de um helicóptero e atua quando as superfícies aerodinâmicas já não mordem. A consequência prática é que pilotar um Harrier exigia dominar duas artes distintas, a do avião e a do helicóptero, e por isso a maioria dos serviços pedia aptidão elevada e treino longo, e recorria-se muitas vezes a pilotos experientes de helicóptero. O avião também castigava: os AV-8A e AV-8C perderam cerca de quarenta aparelhos e uns trinta pilotos durante os anos setenta e oitenta, e a sua taxa de acidentes foi uma crítica recorrente, embora seja preciso colocá-la ao lado da de outros monomotores de ataque da época, como o A-4 Skyhawk ou o A-7 Corsair II, que em algumas análises saem pior parados. A manutenção era outro ponto fraco: para quase qualquer trabalho no motor era preciso desmontar a asa, o que disparava as horas-homem por hora de voo. Era, como reconheciam os próprios chefes de esquadrão, o preço inevitável de um avião V/STOL.

Hawker Siddeley Harrier
100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons

Daquele comando extra saiu a manobra que deu fama ao modelo: o VIFFing, do inglês *vectoring in forward flight*, ou seja, vetorizar o empuxo em voo horizontal. A ideia foi explorada sistematicamente pelos pilotos dos Fuzileiros em combates simulados contra F-4 Phantom II, e demonstrou que o Harrier podia bater-se de igual para igual a curta distância com caças nominalmente superiores. Fisicamente, baixar as tubeiras em voo horizontal descarrega parcialmente a asa: parte do empuxo passa a opor-se ao peso, de modo que o avião cabra mais depressa do que a sua sustentação permitiria. Os aerodinamistas já se perguntavam em 1961 se o empuxo vetorial poderia descarregar a asa; os pilotos descobriram que sim, e que além disso o efeito era instantâneo. As recomendações iniciais falavam de uns 20 graus de tubeira para viragens sustentadas e até 60 para viragens instantâneas.

O preço é alto e explica por que o VIFFing nunca deixou de ser um recurso pontual. O que se ganha em cabrar instantâneo paga-se em energia: o avião desacelera, e com menos velocidade o fator de carga máximo alcançável cai. Além disso desestabiliza, porque desloca um dos vetores principais do diagrama de forças. É, na melhor das hipóteses, uma jogada de uma única oportunidade: se não se aproveita, o que vem a seguir é um avião sem velocidade e sem autoridade de comandos. Havia também um limite estrutural muito concreto: as condutas de ar a alta pressão que levam o sangramento do Pegasus até às válvulas de reação pressurizam-se ao baixar as tubeiras, e tinham sido concebidas para velocidades muito baixas, não para suportar essa carga a alta velocidade e alto regime. Daí que os manuais impusessem limites de altitude, velocidade e regime de motor para vetorizar, e insistissem em não complicar até se ter experiência. A sua utilidade real está sobretudo no combate próximo com canhão, onde um movimento brusco do nariz quebra o seguimento do atacante ou lhe coloca um problema de ângulo e aproximação impossível de resolver a tempo.

A sucessão: o Harrier II e os sobreviventes

A primeira geração do Harrier envelheceu depressa porque o seu próprio sucesso abriu apetite por algo melhor. A limitação estrutural era conhecida desde o início: com a asa e o motor originais, o avião que descolava na vertical mal podia levar armamento, e o que levava armamento tinha de descolar em corrida e aceitar um raio de ação curto. A McDonnell Douglas e a British Aerospace empreenderam juntas uma reformulação profunda — asa nova de material compósito e maior superfície, aviónica digital, motor mais potente — que deu origem ao Harrier II, um avião distinto que no Corpo de Fuzileiros se chamou AV-8B e entrou ao serviço em 1985, e na RAF começou como GR.5 em meados dos anos oitenta. Os AV-8A e AV-8C estavam retirados em 1987; os GR.3 britânicos foram cedendo o lugar ao longo dos anos oitenta e noventa. A primeira geração não chegou aos conflitos posteriores: Bósnia, Iraque, Kosovo e Afeganistão foram já guerras de Harrier II.

A rampa de esqui merece um parágrafo próprio porque nasceu neste período e prolongou a vida do conceito muito além da primeira geração. Cancelado em 1966 o projeto de porta-aviões convencional britânico, a Royal Navy ficou com navios pequenos e sem catapulta; para lançar um Harrier com carga bélica completa fazia falta uma corrida de quase trezentos metros e os convés disponíveis mal chegavam a duzentos. Em 1973, o capitão-tenente Doug Taylor, que estudava na Universidade de Southampton, propôs na sua tese a solução: uma rampa curva no final do convés. A ideia foi recebida com ceticismo, mas a Hawker Siddeley em Kingston e o Ministério da Defesa verificaram-na com simulação e modelos, e em 5 de agosto de 1977 fez-se o primeiro ensaio com rampa em terra. Num ano tinham-se testado ângulos entre 6,5 e 20 graus: o avião saía com muito mais peso e, se falhasse o motor no lançamento, o piloto dispunha de aproximadamente o triplo do tempo para se ejetar do que a partir de um convés plano. O HMS Hermes recebeu a sua rampa de 12 graus na revisão de 1979, a tempo para as Malvinas.

Hawker Siddeley Harrier
Painel do voo 1453 visto do interior do Rubb, Falklands 1984

Dos pouco mais de duzentos e cinquenta aparelhos de primeira geração construídos entre todas as versões, resta hoje uma amostra dispersa por meio mundo. O primeiro protótipo, o XP831, conserva-se no Science Museum de Londres; o XP980 está no Fleet Air Arm Museum de Yeovilton e o XP984 no museu de Brooklands. Um Kestrel FGA.1, o XS695, expõe-se no museu da RAF em Cosford, e os XV-6A sobreviventes repartem-se entre o Museu Nacional da Força Aérea norte-americana em Wright-Patterson, o Virginia Air and Space Center, o Pima Air & Space Museum e o Air Power Park. Dos GR.1 e GR.3 há exemplares no National Museum of Flight de East Fortune, em Brooklands, em Duxford, em Hendon, em vários museus alemães — incluindo o de Gütersloh, onde estiveram destacados — e até na Estónia, na Polónia, na Nova Zelândia, no Belize e em Pequim. Entre eles está o XZ997, o aparelho que Peter Squire levou sobre Dunnose Head e no qual voou Jerry Pook, conservado pelo Museu da RAF. Os AV-8A e AV-8C norte-americanos sobrevivem no San Diego Air and Space Museum, no Pima, no Museum of Flight de Seattle e vários mais; o AV-8C matrícula 158977, construído em 1973 e voado durante anos pelo esquadrão VMA-542 em Cherry Point, passou do cemitério de Davis-Monthan para o Pima e daí para Seattle, restaurado com as suas marcas originais. É um bom resumo do destino do modelo: um avião que nunca foi o melhor em nada exceto naquilo que mais nenhum sabia fazer, e por isso se recorda.

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Variantes

Harrier GR.1Harrier T.2AV-8C HarrierAV-8A HarrierAV-8S MatadorHarrier GR.1AHarrier GR.3Harrier T.2AHarrier T.4Harrier T.4AHarrier T.4NHarrier T.60Harrier T.8TAV-8A HarrierTAV-8S Matador
Primeiro voo28 de dezembro de 196724 de abril de 19695 de maio de 1979————————————
Motorização1 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1011 × turbofan1 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1031 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1031 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1031 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1021 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1031 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1021 × turbofan1 × turbofan1 × turbofan1 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1041 × turbofan1 × Rolls-Royce Pegasus Mk 1031 × Rolls-Royce Pegasus Mk 103
Impulso unitário84,5 kN—96 kN Melhor valor da linha96 kN Melhor valor da linha96 kN Melhor valor da linha89 kN96 kN Melhor valor da linha89 kN———95,6 kN—96 kN Melhor valor da linha96 kN Melhor valor da linha
Comprimento13,9 m—14 m13,9 m13,9 m13,9 m14,3 m Melhor valor da linha————————
Envergadura7,7 m—7,7 m7,7 m7,7 m7,7 m7,8 m Melhor valor da linha————————
Altura3,5 m—3,4 m3,5 m3,5 m3,5 m3,6 m Melhor valor da linha————————
Área alar18,7 m² Melhor valor da linha—18,7 m² Melhor valor da linha18,7 m² Melhor valor da linha18,7 m² Melhor valor da linha18,7 m² Melhor valor da linha18,7 m² Melhor valor da linha————————
Peso vazio5530 kg Melhor valor da linha—5897 kg5530 kg Melhor valor da linha5530 kg Melhor valor da linha5530 kg Melhor valor da linha6139 kg————————
MTOW11 500 kg Melhor valor da linha—11 340 kg11 500 kg Melhor valor da linha11 500 kg Melhor valor da linha11 500 kg Melhor valor da linha11 431 kg————————
Velocidade máxima1185 km/h Melhor valor da linha—1185 km/h Melhor valor da linha1185 km/h Melhor valor da linha1185 km/h Melhor valor da linha1185 km/h Melhor valor da linha1176 km/h————————
Teto de serviço15 000 m—15 000 m15 000 m15 000 m15 000 m15 600 m Melhor valor da linha————————
Alcance1900 km Melhor valor da linha——1900 km Melhor valor da linha1900 km Melhor valor da linha1900 km Melhor valor da linha—————————
Alcance de transferência——————3430 km————————
Raio de ação——————670 km————————
Autonomia——————90 min————————
Carga bélica máxima2268 kg Melhor valor da linha—2268 kg Melhor valor da linha2268 kg Melhor valor da linha2268 kg Melhor valor da linha2268 kg Melhor valor da linha2268 kg Melhor valor da linha————————
Carga útil0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha0 kg Melhor valor da linha
Tripulação1 Melhor valor da linha21 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha22222222
Passageiros0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha0 Melhor valor da linha
Unidades construídas61——102 Melhor valor da linha101740—12————82

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Imagens

Hawker Siddeley Harrier
Descolagem de um Hawker Siddeley Harrier GR 1
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Harrier 1 - Flickr - Ragnhild & Neil CrawfordRagnhild&Neil Crawford from Sweden (CC BY SA), vía commons
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Aeronaves fora de serviço em Predannack - geograph org ukRod Allday (CC BY SA), vía commons
Hawker Siddeley Harrier
Hawker Siddeley Harrier fora de serviço - geograph org ukRod Allday (CC BY SA), vía commons
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Harrier Doria
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SHIPS OF THE ROYAL NAVY 1945-1989 HU
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100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons
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100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons
Hawker Siddeley Harrier
100 anos da RAF MODAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons
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Painel do voo 1453 visto do interior do Rubb, Falklands 1984
Hawker Siddeley Harrier
Um Harrier GR. Mark 3 da Royal Air Force voa parado com o trem de pouso abaixado durante o Air Fete '84 - DPLA - 0a3c35141 fec64c85 bec5d13b73c9727
Hawker Siddeley Harrier
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Cosford Air Show - Harrier
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Hawker Siddeley Harrier
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Harrier GR3 do 233 OCU em voo estacionário, 1984
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Harriers no aeroporto de Tromsø
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A-7E, A-4M, A-6E e AV-8C sobre NAS China Lake, 1981
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Harrier AV-8A do VMA-231 lança uma bomba Rockeye, 1979
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Harrier AV-8A do VMA-513 e SH-3A do HS-15 no USS Guam (LPH-9), c. 1972
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Harrier AV-8A do VMA-513 em voo estacionário, 1974
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Harrier AV-8A do VMA-513 pousa no USS Guam (LPH-9), c. 1972
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Harriers AV-8A do VMA-513 em voo perto de MCAS Yuma, 1975
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AV-8A pousando no USS Roosevelt, 1976
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Harrier AV-8S Matador, Armada Española, May 1, 1977
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O seu trem de pouso colapsado encontra-se junto à fuselagem de uma aeronave AV-8 Harrier espanhola que se despenhou - DPLA - 649e3552c3e2754ef4787 afef 951c366
Hawker Siddeley Harrier
Trabalhadores de resgate inspecionam os destroços de uma aeronave AV-8 Harrier espanhola após o seu acidente - DPLA - 747 bce28dd78061373d1bd31664c305f
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Hawker Siddeley Harrierwiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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Harrierallen watkin from London, UK (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley HarrierMike Burdett from CROMER, UK (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A pousando no USS Roosevelt, 1976
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Hawker Siddeley HarrierRob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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Air Tattoo International, RAF Boscombe Down - RAF - Tornado & HarriersAndrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR3 XV738 na RAF Güterslohwiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8C Harrier US MarinesCurimedia (CC BY), vía commons
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Harrier GR 3 — At Santiago Los CerillosAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8C Harrier Bu No 158975 (C N 712136) - National Naval Aviation MuseumTomás Del Coro from Las Vegas, Nevada, USA (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — Newquay - Cornwall / StAndrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8C Harrier, USA - Marines ANAlain Rioux (GFDL), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier GR3 - ex RAF XZ 129 no Ashburton Aviation MuseumChris Beaton (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley-McDonnell Douglas 258AP AV-8C-HS Harrier (USMC BuNo 158975, cn 712136) (3-10-2025)ZLEA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Harrier descolando de Camp Smith, Havaí, 1982
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Harrier GR 3 — Gatwick Aviation Museum Nightshoot II, SurreySteve Lynes from Sandhurst, United Kingdom (CC BY), vía commons
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AV-8C Harrier — Harrier IntrepidSunDawn (CC BY SA), vía commons
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Harrier Jump Jet AV8CAndrew Napier (CC BY), vía commons
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Célula de treino AV-8A Harrier içada durante um exercício no convés de voo (2005)
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AV-8C Harrier — Harrier - Flickr - p a hPaul from United Kingdom (CC BY), vía commons
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Duas aeronaves AV-8A Harrier do Corpo de Fuzileiros Navais preparam-se para descolar de Wilson Field durante a Operação CAX 1-2-82, realizada no Marine Corps Air to Ground Combat Center - DPLA - 2f3869e223a745d4cb1028 ddaf
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AV-8C Harrier — HarrierAndre Gustavo Stumpf Filho from Brasil (CC BY), vía commons
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Harrier GR 3 — (Ex RAF)Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier GR 3 — Visto aqui com marcações especiais para o n.ºMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier GR 3 — Entregue à RAF em 4 de fevereiro de 1982 e visto aqui com as marcas da 233 Operational Conversion Unit, baseada em WittSteve Fitzgerald (GFDL), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8C Harrier ‘4 - VMA-513 - 4 - WF - 158387 - MarinesPhilipp Beckers (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — Da 233 Operational Conversion Unit, RAF Wittering, visto chegando para o RIAT 91Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier GR 3 — Ref. foto; Nikon-D80-2013-DSC 0305 (Editada)Roland Turner from Birmingham, Great Britain (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8C Harrier ‘159232 - NM-601Alan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — Ref. foto; Nikon-D80-2013-DSC 0301 (Editada)Roland Turner from Birmingham, Great Britain (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR3 XZ899 na RAF Gütersloh em 1987wiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — c/n 712200 Construído em 1980 para a Royal Air Force e serviu no 1 Squadron, no 3 Squadron e na 233 Operational Conversion UnitAlan Wilson from Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier 159233 (USMC) no IWM North, Manchester (3)Craig Sunter from Manchester, UK (CC BY), vía commons
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British Aerospace AV-8C Harrier no Pima Air & Space MuseumSimeon87 (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier 159233 (USMC) no IWM North, Manchester (2)Craig Sunter from Manchester, UK (CC BY), vía commons
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AV-8C Harrier — British Aerospace AV-8C (ex AV-8A) Harrier IAd Meskens (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier 159233 (USMC) no IWM North, Manchester (1)Craig Sunter from Manchester, UK (CC BY), vía commons
Hawker Siddeley Harrier
As informações seguintes provêm do site do BCWM:- «ZD667 foi o primeiro de um lote de quatro Harrier GR 3 construídos pAlan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — British Aerospace AV-8C (ex AV-8A) HarrierAd Meskens (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — Charlwood, Apr 2007allen watkin from London, UK (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Hawker Siddley Harrier 02Utzli (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — RAF Cosford Airshow, ShropshireSteve Lynes from Sandshurst, United Kingdom (CC BY), vía commons
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AV-8C Harrier — Hawker Siddley Harrier 01Utzli (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — Cosford Air Show 2014Tony Hisgett from Birmingham, UK (CC BY), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier AV-8C Harrier - 02Oleg Yunakov (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier GR 3Clemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier AV-8C Harrier - 01Oleg Yunakov (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8A Harrier, USA - Marines ANMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8A (c n 712142, s n 159233, 33) 1990-05-02 Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 3 — c/nAlan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier 158702 do VMA-231 com camuflagem
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BA AV-8C Harrier 4Tony Hisgett from Birmingham, UK (CC BY), vía commons
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Detalhe da tomada de ar do Harrier GR 1 XV741, Brooklands MuseumJules Verne Times Two (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier do VMA-513 na South Mesa Road
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BA AV-8C Harrier 3Tony Hisgett from Birmingham, UK (CC BY), vía commons
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Bu No 159233 B Ae AV-8A Harrier US Marineskitmasterbloke (CC BY), vía commons
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NASA AV-8C em voo pairado, anos 1980Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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NASA AV-8C, vista frontal de baixoBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Mc Donnell Douglas AV8 HarrierClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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Um BAE Harrier GR3 no Elvington Air Museum
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AV-8C Harrier — Intrepid, Museu do Mar, do Ar e do Espaço - Joy of Museums 12GordonMakryllos (CC BY SA), vía commons
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av-8a-harrierMilborneOne (CC BY SA), vía commons
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av-8a-harrierMilborneOne (CC BY SA), vía commons
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BA AV-8C Harrier 2Tony Hisgett from Birmingham, UK (CC BY), vía commons
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Harrier GR 1 XV741 no Brooklands Museum, vista frontaljabberwock (CC BY SA), vía commons
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av-8a-harrierMilborneOne (CC BY SA), vía commons
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BA AV-8C HarrierTony Hisgett from Birmingham, UK (CC BY), vía commons
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Harrier GR 1 XV741 no Brooklands Museum (panorama)jabberwock (CC BY SA), vía commons
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AV-8A a bordo do USS Nassau (LHA-4), 1982
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AV-8A do VMA-513 no USS Belleau Wood (LHA-3), 1982
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XV748 Harrier GR 3 RAFCraig Sunter from Manchester, UK (CC BY), vía commons
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AV-8C Harrier — Aviones del Museo Aereo (19)Alberto-g-rovi (CC BY), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8S Harrier, Thailand - Navy ANGleb Osokin - Russian AviaPhoto Team (CC BY SA), vía commons
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AV-8A do VMA-513 em voo, 1974
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AV-8C Harrier — WF-4Alan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Usc 008Eric Salard (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Harrier AV-8C (ex-AV-8A) do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, visto do lado de estibordoBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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USMC BAE AV-8C Harrier, Seattle Museum Of Flight, Washington (1)Greg Goebel (CC BY SA), vía commons
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USMC BAE AV-8C Harrier, Seattle Museum Of Flight, WashingtonGreg Goebel (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Pima Air & Space Museum - Tucson, AZ - Flickr - hyku (143)Josh Hallett from Winter Haven, FL, USA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Pima Air & Space Museum - Tucson, AZ - Flickr - hyku (142)Josh Hallett from Winter Haven, FL, USA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Pima Air & Space Museum - Tucson, AZ - Flickr - hyku (141)Josh Hallett from Winter Haven, FL, USA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Pima Air & Space Museum - Tucson, AZ - Flickr - hyku (139)Josh Hallett from Winter Haven, FL, USA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Pima Air ^ Space Museum - Tucson, AZ - Flickr - hyku (138)Josh Hallett from Winter Haven, FL, USA (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — Naval Air Museum 4Rob Bixby from Jacksonville, FL, USA (CC BY), vía commons
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AV-8A do VMA-231 aproximando-se do USS FD Roosevelt (CV-42), 1977
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Flugausstellung Hermeskeil Harrier GR-3Klaus Nahr from Germany (CC BY SA), vía commons
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AV-8A da VMA-231 e VMA-542 no USS Nassau (LHA-4), 1982
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Harrier GR 1 XV741 no Brooklands Museumkitmasterbloke (CC BY), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier GR 3 XW 919, da coleção do Museu da Aviação de CracóviaW2k2 (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — No Intrepid Museum, 2023 020Photograph by Mike Peel (www.mikepeel.net). (CC BY SA), vía commons
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Harrier GR 1 XV798, banco de ensaios do Rolls-Royce Pegasus, Bristol Aero Collection, KembleMilborneOne (CC BY), vía commons
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AV-8A do VMA-513 em voo pairado sobre o USS Guam (LPH-9), 1972
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Harrier GR 1A XV762, 233 OCU RAF Wittering, 3 Jul 1976Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier GR 1A XW922 (construção nova GR 1A), 233 OCU RAF Wittering, 9 de agosto de 1975Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier GR 1 da Harrier Operational Conversion Unit em RAF Mildenhall, 1972Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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AV-8A do VMA-231 no USS Nassau (LHA-4), 1982
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Harrier GR 1A XV742, A&AEE Boscombe Down, 8 Sep 1973Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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AV-8C Harrier — No Intrepid Museum, 2023 018Photograph by Mike Peel (www.mikepeel.net). (CC BY SA), vía commons
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AV-8A do VMA-231 em voo pairado sobre o USS FD Roosevelt (CV-42), 1976
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Harrier GR 3 — c/nAlan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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AV-8A do VMA-513 decolando do USS Tarawa (LHA-1), 1980
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AV-8A do VMA-513 decolando do USS Guam (LPH-9), 1972
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AV-8A do VMA-513 no USS Tripoli (LPH-10), 1974
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AV-8C Harrier — No Intrepid Museum, 2023 016Photograph by Mike Peel (www.mikepeel.net). (CC BY SA), vía commons
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AV-8A do VMA-513 pousando em Camp Pendleton, 1982
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AV-8A do VMA-513 em voo, 1974
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AV-8A do VMA-231 decolando em Bogue, 1978
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AV-8C Harrier — No Intrepid Museum, 2023 015Photograph by Mike Peel (www.mikepeel.net). (CC BY SA), vía commons
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AV-8A do VMA-231 no USS Nassau (LHA-4), 1982
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AV-8A Harrier do VX-5 com AGM-122 em China Lake, 1981
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Hawker Siddeley Harrier GR 3 (c/n 712061, s/n XW630, M) da RAF em Langenhagen, Flughafen Hannover Langenhagen / EDDV (DEAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
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AV-8C do VMA-513 decolando do USS Guadalcanal (LPH-7), 1983
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Hawker Siddeley Harrier T 2 — nariz preservado no Jet Age Museum (Gloucester, 2019)hugh llewelyn (CC BY SA), vía commons
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Nariz e cabine de um AV-8S Matador da Marinha espanhola acidentado, Estação Naval de Rota
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AV-8A Harrier 159256 NAS Atlanta GA1Acroterion (CC BY SA), vía commons
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Um AV-8C do VMA-513 decola de um LPD em 1982
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AV-8S Matador espanhol VA.1-9 a bordo do USS America, janeiro de 1992
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AV-8S Matador da Marinha espanhola em voo, janeiro de 1992
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Um AV-8C do VMA-513 pousando na NAS Whiting Field, 1982
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Harrier T 2 XW269 restaurado com as cores do 4 Sqn (Caernarfon, 2013)Alan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8A Harrier 159251 NAS Atlanta GA2Acroterion (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador da Marinha espanhola em voo sobre o Mediterrâneo, 1 de junho de 1988
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Harrier GR.3 XZ997 «E» da 233 OCU em Fairford, 1987Anidaat (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier no convés-hangar do USS Guadalcanal (LPH-7), 1983
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Chegada do 233 OCU Harrier GR.3 XV810 «A» a Fairford para o espetáculo de 1987Anidaat (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador VA.1-14 sobre o porta-aviões Dédalo, 1 de junho de 1988
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AV-8C Harrier no navio-museu Aircraft Carrier IntrepidImagePerson (CC BY), vía commons
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AV-8A Harrier 159251 NAS Atlanta GA1Acroterion (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.2 XW269 — roda estabilizadora de estibordo e derivaAlan Wilson (CC BY SA), vía commons
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Visitante do Sion Air Show 1986: Harrier GR.3 XV804 «AD» do No. 3 SqnAnidaat (CC BY SA), vía commons
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AV-8S da Marinha Real Tailandesa em U-Tapao, 2010Andre Wadman (GFDL), vía commons
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Harrier GR 3 — dia de portas abertas em De Peel, 20 de setembro de 1980Rob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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AV-8S exposto como gate guard da Marinha Real Tailandesa em U-Tapao, 2009Andre Wadman (GFDL), vía commons
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Harrier GR 3 — XZ993 do Esquadrão 4 da RAF na exposição estática em Volkel durante o dia de portas abertasRob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador VA 1-4 do Escuadrilla 008 no RIAT de 1994Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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AV-8A Harrier 158963 do VMA-231 a bordo do USS Inchon, Roterdã 1984Rob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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AV-8C HarrierFrank Kovalchek from Anchorage, Alaska, USA (CC BY), vía commons
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Hawker Siddeley AV-8S Matador VA 1-14 da Marinha espanhola
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Harrier GR 3 — XW921 da 233 OCU em RAF Wyton, 16 de julho de 1983Rob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 2 XW269 — suporte exterior de estibordo com lançador de foguetes Matra SNEBAlan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8C (159232) no Intrepid Air Sea Space Museum, NYC, 20231002 1253 1627Jakub Hałun (CC BY), vía commons
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Harrier GR 3 — XV758 do 4 Squadron taxiando em Ramstein em 10 de agosto de 1986 durante o espetáculo aéreoRob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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Royal Air Force (RAF) Harrier GR3 XV747 do NoRob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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AV-8S no Royal Thai Air Force MuseumPEAK99 (CC BY), vía commons
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Harrier GR 3 — Falkland Islands, Stanley Airport, No
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Harrier T 2 XW269 visto da varanda do Caernarfon Airworld MuseumAlan Wilson (CC BY SA), vía commons
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AV-8S da Royal Thai Navy no Royal Thai Air Force MuseumPEAK99 (CC BY), vía commons
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Harrier GR3 no abrigo Foxy Golf, 1417 Flight, RAF Belize
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Royal Air Force Harrier GR3 do No
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Harrier T 2 XW269 no Caernarfon Airworld Museum (2013)Alan Wilson (CC BY SA), vía commons
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Retired Royal Thai Navy AV-8S, Royal Thai Air Force MuseumZ3144228 (CC BY SA), vía commons
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Um Harrier GR 3 do No 1 Squadron descola do aeródromo de Port Stanley durante a Guerra das MalvinasAir Historical Branch-RAF (OGL), vía commons
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159241 WF Hawker Siddeley AV-8C Harrier (cn 712150) Fuzileiros Navais dos EUAAndrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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AV-8C Harrier — 159241 MCD AV-8C (ex AV-8A) Harrier Fuzileiros Navais dos EUAAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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AV-8S ex-espanhol da Royal Thai Navy, Royal Thai Air Force MuseumZ3144228 (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador VA 1-8, Spanish Navywiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador VA 1-7, Spanish Navywiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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AV-8S Matador VA 1-10, Spanish Navywiltshirespotter (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 2 XW269 — marcas do 4 Sqn no nariz (Caernarfon Airworld)Alan Wilson (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley Harrier T 4(mod) «XW175»Alan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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Unmarked Hawker Siddeley TAV-8A Harrier US Marines ( 163186 - KD-04 )Aeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier «KD-04» (marcas da VMAT-203) no Pima Air & Space MuseumAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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Portas de admissão auxiliar de estibordo do TAV-8A HarrierBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Tomada de ar de estibordo do TAV-8A HarrierBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Asa de bombordo, roda auxiliar (outrigger) e trem principal do TAV-8A HarrierBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier com marcas da NASA (ex NASA Ames N701NA)Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Assento ejetável dianteiro do TAV-8A Harrier, vista de cimaBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Apoio de cabeça do assento ejetável do TAV-8A Harrier, lado de bombordoBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Assento ejetável dianteiro do TAV-8A Harrier, seção superiorBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier anteriormente operado pela NASA Ames (N701NA), vista 3Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier anteriormente operado pela NASA Ames (N701NA), vista 2Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier anteriormente operado pela NASA Ames (N701NA)Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier: área atrás do assento ejetável dianteiroBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier: para-brisa da cabine traseira (instrutor)Bill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier: interior da tomada de arBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Cabine do TAV-8A Harrier N701NABill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: canópia e cabine, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: área da cabine, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: fuselagem dianteira, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: detalhe da cabine, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: cabines em tandem, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 4 ZD990 'Q', RAF, RIAT 1993Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier N701NA: treinador de dois lugares, Oakland Aviation MuseumBill Abbott (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4 XW934 no FAST Museum, FarnboroughSimon Boddy from Maidenhead, Uk (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier 159381, ex-NASA «701», no Oakland Aviation MuseumAlan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4 XZ145 do No. 233 OCU, RAF WitteringMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Sea Harrier T Mk. 60 IN-654 preservado no RIMC, Dehradun
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TAV-8A Harrier N701NA no Oakland Aviation Museum, junho de 2022Mys 721tx (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 4 ZB600 'Z', RAF, IAT FairfordAndrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4 XW270, célula de instrução, Coventry University (09)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4 XW270, célula de instrução, Coventry University (08)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Hawker Siddeley TAV-8S Matador VAE1-7 / 01-808 do Escuadrilla 008 (Marinha espanhola), chegando ao RIAT 1994Mike Freer (GFDL), vía commons
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Harrier T.4 XW270, célula de instrução, Coventry University (07)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier c/n 212023 no 309.º AMARG, Davis-MonthanClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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TAV-8A Harrier do esquadrão de instrução dos fuzileiros navais VMAT-203, 1982
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (06)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier 159385 (US Marines) na base de Davis-MonthanAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4A do 899 Naval Air Squadron a ser rebocadoMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (05)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4A da RAF Strike Attack Operational Evaluation UnitMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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TAV-8A Harrier 159383 (US Marines) na base de Davis-MonthanAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4A XW927 no Flugausstellung Hermeskeil (2015), segunda vistaAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (04)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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TAV-8A Harrier 159382 (VMAT-203 «KD-04») no Pima Air & Space Museumkitmasterbloke (CC BY), vía commons
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (03)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.4A XW927 no Flugausstellung Hermeskeil (2015)André Gerwing (CC BY SA), vía commons
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (02)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 8 ZD990 (2018)Clive R Martin (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.8 ZD990 (2013), vista 3Clive R Martin (CC BY SA), vía commons
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Célula de instrução Harrier T.4 XW270, Coventry University (01)Andy Mabbett (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.8 ZD990 (2013), vista 2Clive R Martin (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 4 XW175 (Charles Daniels Collection, SDASM)
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Harrier T.8 ZD990 (2013), vista 1Clive R Martin (CC BY SA), vía commons
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Harrier T 8 ZD990 (2005)Clive R Martin (CC BY SA), vía commons
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Harrier T.8 ZB604 do 899 Naval Air Squadron, Yeovilton (2000)Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier T.8 ZD992 do 899 Naval Air Squadron, RNAS Yeovilton (1997)Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier T.8 ZD990 da Royal Navy no RIAT 2005, com as marcas do já dissolvido 899 NASMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Harrier T 8 ZD990, RIAT 2005Tim Felce (Airwolfhound) (CC BY SA), vía commons

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