Caça · Militar · Estados Unidos

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet

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18 de novembro de 1978
Primeiro voo
1983
Entrada ao serviço
Em serviço
Estado
1480
Unidades construídas

O F/A-18 Hornet, da McDonnell Douglas, é um avião de combate embarcado, supersónico, bimotor e de todo o tempo, concebido simultaneamente como caça e como aparelho de ataque ao solo: daí a dupla designação F/A. Foi projetado pela McDonnell Douglas e pela Northrop a partir do YF-17, o protótipo que tinha perdido face ao YF-16 no concurso de caça ligeiro da Força Aérea dos Estados Unidos e que a Marinha resgatou para o seu programa Navy Air Combat Fighter. Esta ficha refere-se ao Hornet «legado» nas suas versões A, B, C e D; o F/A-18E/F Super Hornet, apesar de partilhar o nome, é uma célula nova e maior e é tratado como modelo à parte. A encomenda nasceu de uma necessidade dupla: substituir o A-4 Skyhawk, o A-7 Corsair II e os F-4 Phantom II que ainda restavam à Marinha, e complementar o dispendioso F-14 Tomcat. A adaptação do YF-17 ao porta-aviões — conhecida internamente como Modelo 267 — obrigou a reforçar a célula, o trem de aterragem e o gancho de apontagem, a dobrar as asas, a acrescentar engates de catapulta e a aumentar a capacidade de combustível em 2020 kg (4460 libras), alterações que somaram 4540 kg (10 000 libras) ao peso bruto. Em troca, o Hornet estreou o primeiro sistema de comandos de voo inteiramente digital com quádrupla redundância instalado num caça de série. Voou pela primeira vez em 18 de novembro de 1978 e entrou ao serviço operacional com o esquadrão VMFA-314 do Corpo de Fuzileiros Navais em 7 de janeiro de 1983. A sua grande virtude foi a polivalência: escolta de caças, defesa aérea da frota, supressão de defesas antiaéreas, interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento com o mesmo aparelho e, se necessário, na mesma missão. As extensões de bordo de ataque, os estabilizadores verticais inclinados e os comandos digitais dão-lhe um comportamento excecional com ângulos de ataque elevados; o uso intensivo de ecrãs multifunções permite ao piloto passar da missão de caça à de ataque com premir um botão. A versão C/D mede 17,1 m de comprimento (56 pés e 1 polegada) e 12,3 m de envergadura (40 pés e 4 polegadas), pesa 16 769 kg em ordem normal (36 970 libras), atinge Mach 1,8 — 1915 km/h — a 12 192 m de altitude, tem um raio de ação ar-ar de 740 km e transporta um canhão M61A1 de 20 mm com 578 projéteis mais 6200 kg de carga em nove pontos de fixação. Os seus motores General Electric F404 trocam-se em vinte minutos com uma equipa de quatro pessoas, e o tempo médio entre falhas do avião triplica o de qualquer outro aparelho de ataque da Marinha. Nem tudo foram elogios. Os relatórios do GAO ao Congresso documentaram desde 1977 um encarecimento severo — de 12 900 milhões de dólares por 811 aviões para 24 000 milhões por 1377 — e, sobretudo, um alcance insuficiente que a avaliação operacional independente de 1982 considerou suficientemente grave para recomendar que não se aprovasse o uso do avião na missão de ataque ligeiro. A Marinha optou por compensá-lo com mais reabastecimento em voo. Ainda assim, o Hornet entrou em combate sobre a Líbia em abril de 1986, anotou dois abates de MiG-21 no primeiro dia da guerra do Golfo de 1991 após 4551 missões, e voou depois sobre a Bósnia, o Kosovo, o Afeganistão e o Iraque. Foi ainda um êxito de exportação: Canadá, Austrália, Espanha, Finlândia, Kuwait, Suíça e Malásia compraram-no, sempre sem o sistema automático de apontagem. Entre 1974 e 2000 construíram-se 1480 aparelhos A, B, C e D; a Marinha dos Estados Unidos retirou os seus em 2019 com a entrada do F-35C, enquanto o Corpo de Fuzileiros Navais ainda mantinha 179 F/A-18C/D em 2024 com a intenção de os conservar até 2030. As versões ordenam-se em duas gerações. O F/A-18A monolugar e o F/A-18B bilugar — este último com menos 6 % de combustível interno para dar lugar ao segundo cockpit, mas plenamente apto para o combate — deram lugar em 1987 a uma melhoria em bloco de que resultaram o F/A-18C e o F/A-18D, com radar e aviónica atualizados, assento ejetável NACES, perturbador de autoproteção e capacidade para o AIM-120 AMRAAM; a partir de 1989, os C e D incorporaram um equipamento específico de ataque noturno com pods AN/AAR-50 e AN/AAS-38A NITE Hawk, óculos de visão noturna e ecrãs a cores. Os A modernizados com radar AN/APG-73 e AMRAAM designaram-se F/A-18A+, e sessenta bilugares foram configurados como F/A-18D (RC) de ataque noturno com capacidade de reconhecimento. Ficaram por concretizar o F-18(R) de reconhecimento, do qual só se produziram pequenas quantidades depois de voar em agosto de 1984, e o RF-18D, cancelado em 1988 por falta de financiamento. Para além do combate, o Hornet foi um banco de ensaios invulgarmente produtivo. A NASA emprega-o como avião de investigação e de acompanhamento a partir do Armstrong Flight Research Center, e com o F-18 HARV demonstrou o voo controlado com ângulos de ataque de 65 a 70 graus através de palhetas de deflexão do jato; outros ensaios mediram o batimento das derivas à escala real, testaram comandos laterais e conseguiram reduzir a resistência em mais de 20 % voando em formação autónoma dentro do torvelinho do avião precedente. Um dos seus aparelhos recebeu mesmo a designação X-53 ao demonstrar a tecnologia de asa aeroelástica ativa. Para o grande público, contudo, o Hornet foi sobretudo o avião dos Blue Angels, a patrulha acrobática da Marinha dos Estados Unidos, que o voou entre 1986 e o final de 2020.

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Desenho de três vistas

Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasDesenho de linhas em três vistas do McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Desenho de três vistas de Três vistas fotográficas · F/A-18C/D (Suiza)
Três vistas fotográficas · F/A-18C/D (Suiza)F/A-18D Hornet suíço J-5234, vista frontal em estáticoHH58 (CC BY SA), vía commons
Desenho de três vistas de Três vistas fotográficas · (A)F/A-18B
Três vistas fotográficas · (A)F/A-18BRAAF Mc Donnell Douglas F/A-18A A21-103, perfil lateral no Darwin Aviation MuseumBahnfrend (CC BY SA), vía commons

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História

Um caça nascido de uma derrota

Poucos aviões de combate devem tanto a um fracasso alheio como o F/A-18 Hornet. O seu antepassado direto, o Northrop YF-17, tinha perdido em 1975 o concurso de caça ligeiro (Lightweight Fighter) da Força Aérea dos Estados Unidos face ao General Dynamics YF-16. Em condições normais isso teria sido o fim de um protótipo interessante e nada mais. O que salvou o projeto foi que, quase ao mesmo tempo, a Marinha dos Estados Unidos procurava com urgência um avião próprio e recusou-se a aceitar a solução que a Força Aérea acabara de escolher.

A Marinha tinha aberto o programa VFAX (Naval Fighter-Attack, Experimental) para substituir simultaneamente o Douglas A-4 Skyhawk, o A-7 Corsair II e os McDonnell Douglas F-4 Phantom II que ainda lhe restavam, e para complementar o dispendioso e pesado Grumman F-14 Tomcat. O principal defensor do VFAX foi o vice-almirante Kent Lee, então à frente do Naval Air Systems Command, e a sua insistência chocou com a oposição de boa parte do corpo de oficiais, incluído o vice-almirante William D. Houser, subchefe de operações navais para a guerra aérea e o aviador naval de maior patente do momento. A disputa interna era, no fundo, uma discussão sobre o que devia ser a aviação embarcada: um punhado de intercetores de altíssimo desempenho ou uma frota numerosa de aparelhos polivalentes.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F/A-18C Hornet decola do convés de voo de um porta-aviões de propulsão convencional

O Congresso resolveu a discussão pela via orçamental. Em agosto de 1973 impôs à Marinha a obrigação de procurar uma alternativa mais barata do que o F-14. A Grumman ofereceu uma versão aligeirada do seu próprio caça, o F-14X; a McDonnell Douglas propôs uma versão naval do F-15. Nenhuma das duas resultou apreciavelmente mais barata do que o Tomcat que se tentava evitar. Nesse mesmo verão o secretário da Defesa James R. Schlesinger ordenou à Marinha que examinasse os concorrentes do programa de caça ligeiro da Força Aérea, o YF-16 e o YF-17, apesar de esse concurso especificar um caça diurno sem capacidade de ataque, ou seja, exatamente o contrário do que a Marinha precisava. Em maio de 1974 a Comissão de Serviços Armados da Câmara desviou 34 milhões de dólares do VFAX para um programa novo, o Navy Air Combat Fighter (NACF), concebido para aproveitar ao máximo a tecnologia já desenvolvida no caça ligeiro.

A Marinha era cética quanto à ideia de embarcar um caça monomotor com um trem de aterragem estreito, e rejeitou o derivado naval do F-16 — o Vought Model 1600 — que lhe foi oferecido pela Vought e pela General Dynamics. Em 2 de maio de 1975 anunciou que tinha escolhido o YF-17. Mas escolhê-lo não significava comprá-lo: como os requisitos do caça ligeiro não coincidiam com os do VFAX, a Marinha pediu à McDonnell Douglas e à Northrop que desenvolvessem um avião novo a partir do projeto e dos princípios do YF-17. O nome chegou pouco depois: em 1 de março de 1977 o secretário da Marinha, W. Graham Claytor, deu a conhecer que o F-18 se chamaria «Hornet», por causa da vespa, um nome que aliás já levavam navios da Marinha dos Estados Unidos desde a Guerra da Independência.

Do YF-17 ao Modelo 267: redesenhar para o porta-aviões

A divisão de trabalho entre as duas empresas foi tão importante como o próprio projeto. A Northrop tinha-se associado à McDonnell Douglas precisamente porque esta última tinha a experiência que faltava à Northrop em aviões embarcados, a começar pelo omnipresente F-4 Phantom II. Acordaram repartir a partes iguais o fabrico de componentes, com a montagem final a cargo da McDonnell Douglas: esta construiria as asas, os estabilizadores horizontais e a fuselagem dianteira, enquanto a Northrop se ocupava da fuselagem central e traseira e dos estabilizadores verticais. A McDonnell Douglas seria a contratante principal das versões navais; a Northrop sê-lo-ia do F-18L terrestre que esperava vender no mercado de exportação.

O avião que resultou desse acordo, conhecido inicialmente como McDonnell Douglas Model 267, afastava-se drasticamente do YF-17. Operar a partir de um porta-aviões obrigou a reforçar a célula, o trem de aterragem e o gancho de apontagem, a dobrar as asas, a acrescentar engates de catapulta, a alargar o trem principal e a colocar uma segunda roda no trem de nariz. Para cumprir os requisitos de alcance e de reservas de combustível da Marinha, a McDonnell aumentou a capacidade em 2020 kg (4460 libras) engrossando a espinha dorsal da fuselagem e acrescentando um depósito de 96 galões em cada asa. Introduziu-se um dente («snag») no bordo de ataque da asa e dos estabilizadores para evitar um flameio aeroelástico que se tinha detetado no estabilizador do F-15. Aumentaram-se as asas e os estabilizadores, a fuselagem traseira alargou-se 102 mm (4 polegadas) e os motores inclinaram-se para fora pela frente.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Cabine de um FA-18 Hornet da força aérea suíça em RAF Lossiemouth - geograph org ukWalter Baxter (CC BY SA), vía commons

O preço de tudo isso foi o peso: as alterações acrescentaram 4540 kg (10 000 libras) ao peso bruto, que ficou em 16 800 kg (37 000 libras). Em troca, o Hornet estreou algo que nenhum caça de série tinha levado antes: um sistema de comandos de voo inteiramente digital, com quádrupla redundância, em substituição do sistema do YF-17. A célula foi projetada para uma vida de serviço de 6000 horas de voo, número que décadas depois o Corpo de Fuzileiros Navais estenderia até às 10 000 horas em determinados aparelhos perante os atrasos do F-35B.

O plano inicial previa três variantes, e aqui as fontes não coincidem. A enciclopédia livre em inglês regista um plano de 780 aparelhos repartidos entre o caça monolugar F-18A, o avião de ataque A-18A — que só se distinguiria pela aviónica — e o bilugar TF-18A, plenamente operacional mas com menos combustível. O relatório do GAO de março de 1977 (PSAD-77-24), pelo contrário, cifra o plano da Marinha em 800 aviões: 430 caças, 310 aparelhos de ataque e 60 treinadores bilugares. A discrepância não é pequena e convém declará-la em vez de a resolver por decreto: reflete que os números do programa se moviam de mês para mês. O que de facto aconteceu foi que as melhorias na aviónica e nos ecrãs multifunções, juntamente com um redesenho das estações de carga externa, permitiram fundir num único aparelho o A-18A e o F-18A. A partir de 1980 começou-se a falar do F/A-18A e a designação foi anunciada oficialmente em 1 de abril de 1984; o TF-18A passou a chamar-se F/A-18B.

O F-18L e o litígio entre sócios

A Northrop nunca renunciou ao seu avião. Desenvolveu o F-18L como versão de exportação terrestre, aligeirada por não ter de suportar catapultas nem apontagens, e por isso — esperava-se — mais rápida e mais ágil do que a naval, e concorrente direta do F-16 que os Estados Unidos estavam a oferecer aos seus aliados. O F-18L pesava em ordem normal menos 3490 kg (7700 libras) do que o F/A-18A graças a um trem mais leve, à ausência de dobragem das asas, a espessuras reduzidas nalgumas zonas e a menos combustível. Conservava um gancho de travagem aligeirado, mas a sua diferença externa mais visível era o desaparecimento dos dentes do bordo de ataque da asa e dos estabilizadores. Mantinha 71 % de comunalidade com o F/A-18 em peso de peças e 90 % dos sistemas de alto valor — aviónica, radar e contramedidas eletrónicas —, embora se oferecessem alternativas. Ao contrário do Hornet, não levava combustível nas asas nem estações de armamento nas tomadas de ar; em vez disso tinha três pilones sob cada asa.

Uma proposta intermédia, o F/A-18L, foi apresentada como um F/A-18A aligeirado em cerca de 1130 a 1360 kg (2500 a 3000 libras), sem asa dobrável nem os seus atuadores, com trem de aterragem mais simples — roda de nariz única e pernas principais em consola — e gancho terrestre, mas conservando os depósitos alares e as estações de fuselagem do F/A-18A. A sua capacidade de armamento teria subido de 6210 para 9070 kg (de 13 700 para 20 000 libras), sobretudo devido a um terceiro pilone subalar e a pontas de asa reforçadas que somavam onze estações face às nove do F/A-18A. Essas pontas reforçadas permitiam montar nos carris não só o AIM-9 Sidewinder, como também o AIM-7 Sparrow ou o Skyflash de médio alcance. E, dado revelador de para que estava pensado cada avião, o F/A-18L foi dimensionado para um fator de carga de projeto de 9 g face aos 7,5 g do F/A-18A.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
971223 N-0507F 001 Um F/A-18 Hornet realiza um pouso com gancho de retenção a bordo do porta-aviões USS George Washington (CVN 73)

A sociedade rompeu-se por onde era previsível: as vendas ao exterior. A Northrop considerou que a McDonnell Douglas estava a colocar o F/A-18 em concorrência direta com o F-18L. Em outubro de 1979 apresentou uma série de ações judiciais em que acusava o seu sócio de usar tecnologia da Northrop desenvolvida para o F-18L nas vendas externas do Hornet, em violação do acordo, e pedia uma moratória sobre essas vendas. A McDonnell Douglas contra-atacou alegando que a Northrop tinha empregado ilegalmente tecnologia do F/A-18 no seu F-20 Tigershark. O acordo que encerrou todos os litígios foi anunciado em 8 de abril de 1985: a McDonnell Douglas pagou 50 milhões de dólares à Northrop pelo direito de vender o F/A-18 onde pudesse, e ambas repartiram os papéis de contratante principal e subcontratante principal. A Northrop continuou a produzir a secção traseira de todos os Hornet — primeiro A/B, depois C/D e finalmente também os E/F Super Hornet —, enquanto a McDonnell Douglas fazia o resto e a montagem final. Quando o acordo foi assinado, a Northrop já tinha deixado de trabalhar no F-18L; as encomendas de exportação que esperava foram para o F-16 ou para o próprio F/A-18. O F-20 Tigershark também não chegou à produção: o programa só foi formalmente cancelado em 17 de novembro de 1986, mas estava morto desde meados de 1985.

Ensaios, correções e os avisos do GAO

O primeiro F/A-18A saiu de fábrica em 13 de setembro de 1978, pintado de azul sobre branco e com «Navy» inscrito à esquerda e «Marines» à direita, um pormenor que resumia a dupla clientela do programa. Voou pela primeira vez em 18 de novembro desse ano. A Marinha rompeu com o costume e aplicou o que chamou de «conceito de localização única»: quase todos os ensaios foram feitos na Estação Aeronaval de Patuxent River em vez de junto à fábrica, e com pilotos de ensaio da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais desde fases precoces do desenvolvimento, em vez de pilotos civis. Em março de 1979 o capitão-tenente John Padgett foi o primeiro piloto da Marinha a voá-lo.

Os ensaios em voo obrigaram a retocar a aerodinâmica. Preencheu-se o dente do bordo de ataque dos estabilizadores e tapou-se quase por completo a ranhura entre as extensões de bordo de ataque (LEX) e a fuselagem. Essas ranhuras, chamadas ranhuras de descarga da camada limite, controlavam os torvelinhos gerados pelas LEX e apresentavam ar limpo aos estabilizadores verticais com ângulos de ataque elevados, mas geravam muitíssima resistência parasita e agravavam o problema que perseguiria o avião durante toda a sua carreira: um alcance insuficiente. A McDonnell preencheu 80 % da ranhura e deixou apenas uma pequena abertura para sangrar ar da tomada. Essa decisão pode ter contribuído para as primeiras fissuras de fadiga nos estabilizadores verticais devido a cargas estruturais extremas, que obrigaram a uma breve imobilização da frota em 1984 até serem reforçados. A partir de maio de 1988 acrescentou-se uma pequena vedação vertical sobre cada LEX para alargar os torvelinhos e desviá-los dos verticais, com a vantagem adicional de uma ligeira melhoria de controlabilidade. As primeiras versões sofreram ainda um regime de rolamento insuficiente, agravado pela escassa rigidez da asa, sobretudo com cargas pesadas sob os planos.

Enquanto o avião se corrigia, o Gabinete Geral de Contabilidade — o GAO, braço auditor do Congresso — publicava uma série de relatórios que ainda hoje são a melhor radiografia disponível do programa. O primeiro, de março de 1977, descrevia um desenvolvimento aparentemente no prazo mas assinalava que os contratos preliminares com a McDonnell Douglas e com a General Electric não tinham sido definitivamente fechados como previsto por problemas de custo, que substituir as contramedidas eletrónicas por sistemas novos podia encarecer o programa entre 86 e 196 milhões de dólares, e que uma versão de reconhecimento o encareceria ainda mais. O custo unitário de aquisição estimava-se, a 30 de setembro de 1976, em 13,7 milhões de dólares e o conjunto do programa, desenvolvimento e produção, em cerca de 13 000 milhões.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
011218 N-9769P 047 F/A-18 com armamento pronto para a missão

O relatório PSAD-80-24 foi muito mais duro. Com dados de ensaio a 21 de novembro de 1979, constatava que o limiar de aceleração não tinha sido alcançado: o avião devia acelerar de Mach 0,8 para Mach 1,6 a 10 700 m (35 000 pés) dentro de um tempo especificado, e nos ensaios demorava entre mais 9 e mais 27 % do que o admitido. Nem a Marinha nem o contratante sabiam explicar porquê. Os responsáveis navais desvalorizaram o assunto alegando que o problema surgia numa gama de velocidades que raramente seria voada e que bastaria aumentar a força do motor, embora isso prejudicasse a fiabilidade e a durabilidade, duas qualidades às quais o programa tinha dado prioridade máxima. Nessa data a McDonnell já tinha informado que tinha reduzido o tempo de aceleração até o deixar mesmo acima do limiar através de alterações menores de projeto.

Mais grave era a questão do alcance. Também aí havia limiares fixados pela Defesa e pela Marinha, e a 21 de novembro de 1979 o F/A-18 não os cumpria nem por ensaio nem por projeção analítica. Os oficiais navais admitiam que se poderia ganhar alcance com depósitos externos adicionais, mas reconheciam que não era desejável, e o GAO deixou registado que não conhecia nenhuma solução proposta nem pela Marinha nem pelo fabricante. Em paralelo tinha sido aprovado um programa do contratante para reduzir 155 kg (341 libras) de peso que, a ter êxito, devolveria o avião ao peso aprovado pela Marinha. O mesmo relatório pôs números ao deslize económico: comprar e desenvolver 1377 aviões custaria 24 000 milhões de dólares, ou seja, 17,4 milhões por avião, o que representava um aumento de 11 100 milhões sobre a estimativa inicial da Marinha de 12 900 milhões para 811 aparelhos (15,9 milhões cada um); os responsáveis navais acrescentavam que a sua necessidade real seriam 1845 aviões, com um custo total de programa próximo dos 30 000 milhões. Repare-se que este número de 811 aparelhos é uma terceira versão do plano de compra, distinta dos 780 e dos 800 antes citados: as três convivem no material e aqui registam-se sem escolher entre elas.

Os relatórios posteriores insistiram. O MASAD-82-20, de fevereiro de 1982, alertava que os aumentos de custo continuavam a ser o principal problema do programa, antecipava mais crescimento devido a uma escalada de preços subestimada e a aumentos de contratantes e subcontratantes, e assinalava que as grandes reduções prometidas pela Marinha não se tinham materializado em poupanças reais. Esse mesmo relatório registava problemas logísticos que costumam ficar fora das histórias do avião mas que decidem a sua utilidade: atrasos nos simuladores de piloto e carências destes, atrasos nos equipamentos de teste automáticos das unidades operacionais e um apoio de peças sobresselentes insuficiente. Ao lado das críticas, reconhecia que o F/A-18 cumpria bem as especificações contratuais e se comportava bem numa ampla gama de temperaturas, e que as melhorias introduzidas tinham bastado para corrigir deficiências como o regime de rolamento, embora ficassem pendentes as de alcance e de regime de subida com um só motor.

O MASAD-83-28 documenta o desfecho. Em março de 1983 o secretário da Defesa aprovou a produção em série completa do F/A-18 para cobrir a missão de ataque ligeiro da Marinha. A decisão chegou depois de uma avaliação independente realizada entre maio e outubro de 1982 pela Força de Ensaio e Avaliação Operacional da Marinha, cujos avaliadores tinham detetado várias deficiências — a mais séria, o alcance — e tinham recomendado que não se concedesse a aprovação de uso em serviço para essa missão. A Marinha sustentava que os problemas estavam ou estariam corrigidos; o GAO respondeu que o alcance podia continuar a ser um problema. O próprio subsecretário da Defesa e a Marinha reconheciam que melhorar o alcance operacional era necessário para as missões de interdição de longo alcance em guerra e para o treino a partir de porta-aviões em tempo de paz, e os avaliadores independentes chegaram a escrever que, se não se resolvesse a limitação demonstrada, o que a Marinha ganharia ao substituir o A-7 pelo F/A-18 não compensaria o que perderia. Estudaram-se duas saídas: mais reabastecimento em voo a partir do porta-aviões ou depósitos externos maiores. Em 6 de abril de 1983 o Departamento de Defesa comunicou ao GAO que tinha optado pelo reabastecimento em voo, solução sobre a qual o próprio GAO expressou reservas. Com essas limitações entrou o Hornet na frota.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Piloto de intercâmbio do USMC num F-18 Hornet do Esquadrão N.º 75 da RAAF em 2016

O primeiro F/A-18A de série voou em 12 de abril de 1980. Após uma série de 380 F/A-18A — incluídos os nove atribuídos ao desenvolvimento de sistemas de voo —, a produção passou ao F/A-18C em setembro de 1987.

Como é feito o Hornet

O F/A-18 é um aparelho tático bimotor de asa média e missão múltipla. A sua manobrabilidade resulta de três decisões combinadas: uma boa relação força/peso, os comandos de voo digitais e as extensões de bordo de ataque, que permitem manter o controlo com ângulos de ataque muito elevados. A asa, trapezoidal, tem 20 graus de flecha no bordo de ataque e bordo de fuga reto, com flaps de bordo de ataque em toda a envergadura e, atrás, flaps ranhurados e ailerons ao longo de todo o plano.

Os estabilizadores verticais inclinados para fora são a marca visual identificativa do avião e mais um dos elementos que sustentam o seu comportamento com alfa elevado, juntamente com uns estabilizadores horizontais sobredimensionados, uns flaps de bordo de fuga também sobredimensionados que funcionam como flaperons, uns slats de bordo de ataque grandes e de comprimento total, e uma programação do computador de voo que multiplica o curso de cada superfície a baixa velocidade e move os lemes de direção para dentro em vez de simplesmente para a esquerda e para a direita.

O Hornet foi um dos primeiros aviões a apostar decisivamente nos ecrãs multifunções, que permitem ao piloto alternar entre a tarefa de caça e a de ataque — ou fazer as duas — apenas premindo um botão. Essa condição de multiplicador de força dá ao comando operacional muito mais flexibilidade para empregar aviões táticos num cenário que muda depressa. Foi também o primeiro avião da Marinha a incorporar um barramento de aviónica digital multiplexado, o que facilitou enormemente as suas atualizações posteriores.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 980206 N-8982D 003 F/A-18 Hornet em aproximação final para uma aterragem em porta-aviões

O projeto orientou-se desde o início para reduzir a manutenção, e aí obteve o seu triunfo mais rotundo: exige muito menos tempo de hangar do que os seus companheiros mais pesados, o F-14 Tomcat e o A-6 Intruder. O seu tempo médio entre falhas é o triplo do de qualquer outro avião de ataque da Marinha e requer metade do tempo de manutenção. As tomadas de ar, como as do F-16, são do tipo pitot fixo, sem a geometria variável do F-4, do F-14 ou do F-15: mais simples, mais leves e menos exigentes em manutenção, à custa de pior recuperação de pressão a números de Mach altos, um compromisso que se considerou razoável num avião pensado para operar sobretudo em regime subsónico e transónico.

Um estudo do Corpo de Fuzileiros Navais de 1989 sobre monolugares face a bilugares concluiu que os primeiros se adaptavam bem às missões de combate aéreo, ao passo que os segundos se revelavam preferíveis em ataques complexos contra defesas aéreas e terrestres densas e com mau tempo. A questão, apontava o estudo, não era tanto se um segundo par de olhos era útil, mas sim se convinha que estivessem a bordo do mesmo avião ou de um segundo aparelho; e acrescentava que os monolugares sem companheiro de patrulha eram especialmente vulneráveis.

Os dados da variante C/D, retirados da ficha da Marinha dos Estados Unidos, do NATOPS do F/A-18A/B/C/D e da bibliografia de referência, desenham um caça compacto: 17,1 m de comprimento (56 pés e 1 polegada), 12,3 m de envergadura com os Sidewinder nos carris LAU-7 das pontas de asa (40 pés e 4 polegadas), 8,4 m com as asas dobradas (27 pés e 7 polegadas) e 4,7 m de altura (15 pés e 5 polegadas). A superfície alar é de 38 m² (410 pés quadrados) com um alongamento de 4 e perfis NACA 65A005 modificado na raiz e NACA 65A003.5 modificado na ponta. Pesa 10 433 kg vazio (23 000 libras), 16 769 kg em ordem normal (36 970 libras) e até 23 541 kg na descolagem máxima (51 900 libras), com 4930 kg de combustível interno (10 860 libras). Voa a Mach 1,8 — 1915 km/h — a 12 192 m de altitude e a Mach 1,06 — 1296 km/h — ao nível do mar; a sua velocidade de cruzeiro é de 890 km/h. O alcance em configuração limpa com dois AIM-9 é de 2017 km, o raio de ação em missão ar-ar de 740 km e o alcance em voo de traslado, com três depósitos externos, de 3300 km. Atinge 15 000 m de teto de serviço e sobe a 250 m/s. A carga alar é de 450 kg/m² e a relação força/peso, de 0,96, que sobe para 1,13 com o peso carregado e metade do combustível interno. O armamento fixo é um canhão rotativo M61A1 Vulcan de seis tubos e 20 mm montado no nariz com 578 projéteis; os nove pontos de fixação — dois carris nas pontas de asa, quatro subalares e três sob a fuselagem — admitem 6200 kg de combustível externo e armamento, desde foguetes Hydra 70 de 70 mm e Zuni de 127 mm até aos AIM-7 Sparrow, AIM-9 Sidewinder e AIM-120 AMRAAM ou aos AGM-65 Maverick e AGM-84H/K SLAM-ER.

O F404 e o APG-65: dois acertos discretos

A General Electric desenvolveu o F404 para o Hornet pouco depois de ter perdido dois concursos seguidos: o do motor do F-15, que foi para a Pratt & Whitney, e o do caça ligeiro, ganho por um YF-16 propulsionado pelo F100. Partiu do YJ101 que tinha feito para o YF-17 e, em vez de perseguir números de catálogo, fixou-se em como voavam os pilotos de verdade: ao analisar os perfis de uso da manete dos gases descobriu que se movia muitíssimo mais frequentemente do que os engenheiros supunham, com a consequente fadiga do motor. Daí saiu uma unidade motriz concebida para evitar entradas em perda do compressor e outras falhas, e para responder depressa aos comandos. Uma ventoinha que alisa o fluxo antes de entrar no compressor dá-lhe uma resistência notável à perda mesmo com ângulos de ataque elevados.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040406 N-6213R 338: o capitão-de-fragata James Logsdon, de Roanoke Rapids (Carolina do Norte), aperta o cinto na cabina de um F/A-18C Hornet

Os resultados dessa filosofia leem-se nos números de exploração: o F404 necessita de menos de duas entradas em oficina por cada 1000 horas de voo e regista uma média de 6500 horas entre incidentes em voo. Une-se à célula em apenas dez pontos e pode ser substituído sem equipamento especial: uma equipa de quatro pessoas desmonta-o em vinte minutos. Quase 4000 motores F404 movem os Hornet em serviço em todo o mundo, e a família ultrapassava os 12 milhões de horas de voo em 2010. O F404-GE-402 de desempenho melhorado, que trouxe cerca de mais 10 % de força estática máxima, tornou-se o motor padrão do Hornet a partir de 1992, com 49 kN a seco (11 000 libras de força) e 79,0 kN com pós-combustão (17 750 libras). O mesmo tronco tecnológico deu depois origem ao F414 do Super Hornet e trouxe elementos — o desenho da ventoinha, aumentado — para o F110 que a General Electric ofereceu à Força Aérea.

O outro acerto silencioso foi o radar. O AN/APG-65, projetado pela Hughes Aircraft, é um radar Doppler de impulsos em banda I (de 8 a 12 GHz) concebido tanto para missões ar-ar como ar-superfície, operacional desde 1983. Para o combate aéreo combina busca por velocidade — que maximiza o alcance de deteção contra alvos de aspeto frontal —, busca com medição de distância para alvos de qualquer aspeto e seguimento durante a exploração, o que, aliado a um míssil autónomo como o AMRAAM, dá ao piloto capacidade plena de olhar e disparar para baixo; em ar-superfície oferece modos de afinação Doppler do feixe e cartografia. Em 1992 o APG-65 foi substituído na linha de produção pelo AN/APG-73, mais rápido e capaz. O APG-65 continuou em serviço em Hornet norte-americanos, canadianos, kuwaitianos e espanhóis, e foi adaptado inclusivamente para modernizar F-4 Phantom alemães e gregos e o AV-8B Harrier II Plus.

Entrada ao serviço

Após os ensaios e a avaliação operacional a cargo dos esquadrões VX-4 e VX-5, os Hornet foram alimentando os esquadrões de substituição de frota VFA-125, VFA-106 e VMFAT-101, onde se instruíam os pilotos no tipo. O primeiro esquadrão operacional foi do Corpo de Fuzileiros Navais: o VMFA-314, na base aeronaval de El Toro, em 7 de janeiro de 1983. A Marinha chegou ano e meio depois, em 1 de julho de 1984, com os esquadrões VFA-113 e VFA-25, que substituíram respetivamente os F-4 e os A-7E. Ambos, integrados na ala embarcada CVW-14, realizaram o primeiro destacamento do tipo a bordo do USS Constellation entre fevereiro e agosto de 1985.

Os primeiros relatórios de frota foram elogiosos e coincidiam no mesmo ponto: o Hornet era extraordinariamente fiável, uma mudança radical em relação ao seu antecessor, o F-4J. Em janeiro de 1985 os esquadrões VFA-131 «Wildcats» e VFA-132 «Privateers» mudaram-se da estação aeronaval de Lemoore, na Califórnia, para a de Cecil Field, na Flórida, para se tornarem os primeiros esquadrões de Hornet da Frota do Atlântico. Em 1986 transitaram para o F/A-18A os esquadrões VFA-151, VFA-161, VFA-192 e VFA-195; à exceção do VFA-161, os restantes mudaram-se para a base aeronaval de Atsugi, no Japão, para se integrarem na ala CVW-5 embarcada no USS Midway. Também mudaram para o tipo o VFA-146 «Blue Diamonds» e o VFA-147 «Argonauts».

O primeiro esquadrão e a conversão da frota

A transição para o Hornet começou pela escola. O VFA-125 «Rough Raiders» constituiu-se em 13 de novembro de 1980 na Estação Aeronaval de Lemoore, na Califórnia, e foi o primeiro esquadrão de F/A-18 da Marinha dos Estados Unidos. A sua função não era combater, mas sim formar tripulações: além de instruir os pilotos novos, encarregou-se de reconverter para o Hornet aviadores navais que vinham do A-6 Intruder, do F-14 Tomcat e do S-3 Viking à medida que esses aparelhos iam deixando as unidades operacionais, e de devolver ao voo os que regressavam de destinos em terra. Décadas depois, quando a substituição do F/A-18A+, C e D pelo Super Hornet e pelo F-35 tornou redundante manter duas escolas, o VFA-125 fundiu-se com o VFA-122 «Flying Eagles» para reduzir custos administrativos, e o seu nome ficou suspenso até voltar a ser ativado mais tarde.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 030328 N-1810F 009: F/A-18 Hornet prontos no convés de voo do porta-aviões USS Kitty Hawk (CV-63)

A cronologia oficial da Marinha resume o relevo geracional com secura: o Hornet voou pela primeira vez em 1978, entrou ao serviço operacional com o Corpo de Fuzileiros Navais em 1983 e com a Marinha em 1984, e substituiu o F-4 Phantom e o A-7 Corsair. A produção dos modelos C e D terminou no ano 2000, com a última entrega de um F/A-18D ao Corpo de Fuzileiros Navais nesse mesmo verão. Em abril de 2018 a Marinha anunciou a retirada do F/A-18C das missões de combate.

Da Líbia à guerra do Golfo

O batismo de fogo chegou em abril de 1986, quando Hornet dos esquadrões VFA-131, VFA-132, VMFA-314 e VMFA-323 embarcados no USS Coral Sea voaram missões de supressão de defesas antiaéreas contra posições líbias durante a Operação Prairie Fire e o ataque a Bengazi que fez parte da Operação El Dorado Canyon.

A prova de fogo foi a guerra do Golfo de 1991. A Marinha destacou 106 F/A-18A/C e o Corpo de Fuzileiros Navais outros 84 F/A-18A/C/D. Os pilotos de Hornet anotaram dois abates, ambos de MiG-21. Ocorreram em 17 de janeiro, o primeiro dia da guerra: o capitão-tenente Mark I. Fox e o tenente Nick Mongilio voavam numa formação de quatro Hornet enviada a partir do USS Saratoga, no mar Vermelho, para bombardear o aeródromo H-3, no sudoeste do Iraque, quando um E-2C os avisou da aproximação de aparelhos iraquianos. Abateram os dois MiG com mísseis AIM-7 e AIM-9 num combate brevíssimo: passaram-se quarenta segundos entre o aparecimento dos intrusos no radar do E-2 e o abate de ambos. Depois, cada Hornet continuou a sua missão de bombardeamento carregado com quatro bombas de 910 kg (2000 libras) e regressou ao porta-aviões. Esse episódio, mais do que qualquer folheto comercial, explicou para que servia um verdadeiro caça-bombardeiro: o mesmo avião, na mesma missão, combateu no ar e atacou em terra.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais dos EUA do VMFA-232 carregam munições

A resistência estrutural do avião ficou ilustrada pelo Hornet que recebeu impactos em ambos os motores e regressou 201 km (125 milhas) até à sua base; foi reparado e voltava a voar poucos dias depois. No total, os Hornet realizaram 4551 missões com dez aparelhos danificados, incluídas três perdas, das quais apenas uma se confirmou por fogo inimigo. As três eram da Marinha e em duas delas morreu o piloto. Em 17 de janeiro de 1991 o capitão-tenente Scott Speicher, do VFA-81, foi abatido e morreu; um resumo desclassificado de um relatório da CIA de 2001 aponta que o seu avião foi abatido por um míssil disparado a partir de um avião iraquiano, provavelmente um MiG-25. Em 24 de janeiro de 1991 o F/A-18A com número de registo 163121, do USS Theodore Roosevelt, pilotado pelo tenente H. E. Overs, perdeu-se sobre o golfo Pérsico por falha de motor ou perda de controlo; o piloto ejetou-se e foi resgatado pelo USS Wisconsin. Em 5 de fevereiro de 1991 perdeu-se sobre o norte do golfo o F/A-18A com número 163096, pilotado pelo tenente Robert Dwyer, após uma missão bem-sucedida sobre o Iraque; consta oficialmente como morto em ação sem recuperação do corpo.

A conclusão a que a Marinha chegou foi que o Hornet demonstrou versatilidade e fiabilidade, batendo recordes entre os aviões táticos em disponibilidade, fiabilidade e manutenibilidade. À medida que o A-6 Intruder ia sendo retirado ao longo dos anos noventa, o seu papel foi sendo assumido pelo F/A-18.

Os Balcãs, o Iraque e a retirada da Marinha

Os F/A-18A/C da Marinha e os F/A-18A/C/D dos Fuzileiros foram empregues de forma continuada na Operação Southern Watch e sobre a Bósnia e o Kosovo durante os anos noventa. Os Hornet navais voaram na Operação Enduring Freedom em 2001 a partir de porta-aviões situados no norte do mar Arábico. Na Operação Iraqi Freedom de 2003 participaram tanto os F/A-18A/C como os novos F/A-18E/F, operando a partir de porta-aviões e de uma base aérea no Kuwait; mais tarde, os modelos A+, C e sobretudo D do Corpo de Fuzileiros Navais atuaram a partir de bases dentro do Iraque. Houve também perdas amargas: um F/A-18C foi abatido por fogo amigo de um míssil Patriot quando o seu piloto tentava evadir dois mísseis disparados contra ele, e outros dois colidiram sobre o Iraque em maio de 2005.

O último destacamento operacional do F/A-18C na Marinha dos Estados Unidos foi a bordo do USS Carl Vinson e terminou em 12 de março de 2018. O tipo voltou brevemente ao mar em outubro desse ano para qualificações rotineiras de porta-aviões, mas foi retirado do serviço ativo naval em 1 de fevereiro de 2019; as unidades de reserva continuaram a empregá-lo, sobretudo para treino como adversário, e o último voo operacional de um F/A-18C da Marinha ocorreu em 2 de outubro de 2019. Os Hornet legados que restavam na Marinha foram retirados em 2019 com a entrada ao serviço do F-35C Lightning II.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Força Aérea Espanhola, EF-18 DD SD-00-02833, recortada

O Corpo de Fuzileiros Navais foi muito mais além. Em 2024 mantinha uma frota de 179 F/A-18C e D, com o propósito de os conservar operacionais, com radares e eletrónica modernizados, até 2030, altura em que está previsto que o F-35 os substitua por completo.

As variantes: A/B, C/D e o que veio depois

O F/A-18A monolugar podia empregar o míssil antinavio AGM-84 Harpoon, o AGM-65E Maverick, o antirradar AGM-88 HARM e o AGM-62 Walleye I/II, e transportava os pods de designação AN/AAS-38 Nite Hawk e AN/ASQ-173 com detetor de laser e câmara de ataque. Durante a guerra do Golfo, contudo, os Nite Hawk disponíveis para os Hornet da Marinha e dos Fuzileiros foram escassos. O F/A-18B bilugar conseguiu lugar para o segundo cockpit reposicionando equipamentos de aviónica e reduzindo em 6 % o combustível interno; de resto é plenamente apto para o combate, embora seja usado sobretudo em instrução. Em 1992 o AN/APG-65 original deu lugar ao AN/APG-73; os aparelhos A modernizados com o novo radar e capazes de disparar o AMRAAM designaram-se F/A-18A+, e na década de 2010 receberam do Corpo de Fuzileiros Navais melhorias de extensão de vida que os transformaram em F/A-18A++.

Os modelos C e D nasceram de uma melhoria em bloco de 1987 que trouxe radar e aviónica atualizados e a capacidade de disparar o AIM-120 AMRAAM e, mais tarde, o AGM-84E SLAM e a versão infravermelha do Maverick, o AGM-65F. Incorporaram ainda o assento ejetável comum da aviação naval Martin-Baker NACES e um perturbador de autoproteção, e um radar de cartografia de abertura sintética que permite localizar alvos com má visibilidade. Os C e D entregues a partir de 1989 melhoraram notavelmente o ataque noturno com o pod de navegação térmica AN/AAR-50, o pod de designação FLIR AN/AAS-38A NITE Hawk, óculos de visão noturna, dois ecrãs multifunções a cores — antes monocromáticos — e um mapa móvel a cores. A partir de 1993 o AAS-38A acrescentou um designador e telémetro laser que permitia marcar os alvos por si próprio, e o posterior AAS-38B habilitou o ataque a alvos designados por laser a partir de outros aviões.

O C é o monolugar e o D o bilugar. Este último configura-se para instrução ou como aparelho de ataque em qualquer condição meteorológica; na versão «missionizada» o assento traseiro é ocupado por um oficial de voo naval do Corpo de Fuzileiros Navais que trabalha como oficial de armamento e sensores. O D é sobretudo um avião dos Fuzileiros para ataque noturno e para o controlo aéreo avançado aerotransportado. Sessenta exemplares foram configurados como F/A-18D (RC) de ataque noturno com capacidade de reconhecimento, suscetíveis de receber o pacote de sensores eletro-ópticos ATARS, cujo equipamento vai montado no lugar ocupado pelo canhão M61.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Nariz e cabina de um F-18 a taxiarYannick Bammert (CC BY), vía commons

Houve também projetos que não vingaram. O F-18(R) foi proposto como versão de reconhecimento do F/A-18A, com um pacote de sensores em substituição do canhão de 20 mm: o primeiro de dois protótipos voou em agosto de 1984 e só se produziram pequenas quantidades. O RF-18D, bilugar de reconhecimento com pod de radar proposto em meados dos anos oitenta para o Corpo de Fuzileiros Navais, foi cancelado ao ficar sem financiamento em 1988; a sua capacidade viria a materializar-se depois no F/A-18D (RC).

A Marinha retirou os seus F/A-18C/D em fevereiro de 2019, mas o Corpo de Fuzileiros Navais conservou os seus e está a atualizar o respetivo radar para o AN/APG-79(V)4 de antena ativa de exploração eletrónica; a essa versão modernizada chama F/A-18C+, e consiste em levar aparelhos dos blocos 25 e 30 ao padrão do bloco 35, mais moderno, com uma vida de serviço mais longa.

Da produção, alguns marcos: o primeiro F/A-18A de série voou em 12 de abril de 1980 e o fabrico dos modelos C e D terminou no ano 2000, quando a fábrica passou para os Super Hornet. O último F/A-18C foi montado na Finlândia e entregue à Força Aérea finlandesa em agosto de 2000; o último F/A-18D foi entregue ao Corpo de Fuzileiros Navais no mesmo mês. No total construíram-se 1480 F/A-18A/B/C/D entre 1974 e 2000, primeiro pela McDonnell Douglas — com a Northrop como sócia até 1994 — e a partir de 1997 sob a marca Boeing após a fusão das duas empresas.

O F/A-18E/F Super Hornet, embora partilhe nome e conceito, é um avião distinto e é tratado como modelo à parte: nasceu nos anos noventa para cobrir a retirada dos A-7 Corsair II e dos A-6 Intruder sem substituto em desenvolvimento, começou a ser produzido em 1995 e emprega uma célula 25 % maior, tomadas de ar retangulares e motores General Electric F414 derivados do F404. No convés chamam-lhe informalmente «Rhino», precisamente para não o confundir com o Hornet legado nas operações de voo. Desse tronco saiu também o EA-18G Growler de guerra eletrónica, em produção desde 2007, que substituiu o EA-6B Prowler.

Canadá, o primeiro cliente estrangeiro

O Hornet foi um êxito de exportação notável, com uma particularidade: como nenhum cliente estrangeiro opera porta-aviões, todos os exemplares exportados foram vendidos sem o sistema automático de apontagem. Salvo o Canadá, todos compraram através do programa norte-americano de Vendas Militares ao Exterior, no qual a Marinha atua como gestora de compras sem ganho nem perda financeira. O Canadá é, além disso, o maior operador do tipo fora dos Estados Unidos.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 CobraExtrapolaris (CC BY SA), vía commons

Os canadianos procuravam um único avião que substituísse três: o Canadair CF-104 Starfighter de reconhecimento e ataque, o McDonnell CF-101 Voodoo de interceção e o Canadair CF-116 Freedom Fighter de apoio. Encomendaram 98 monolugares — designação canadiana CF-188A, oficiosamente CF-18A — e 40 bilugares CF-188B. O aparelho entregue era quase idêntico ao F/A-18A e B norte-americanos, e as forças canadianas conservaram propositadamente várias características navais: o trem robusto, o gancho de travagem e a dobragem das asas.

Em 1991 o Canadá empenhou 26 CF-18 na guerra do Golfo, com base no Qatar, dedicados sobretudo a patrulhas aéreas de combate, embora na última fase da campanha aérea tenham começado a atacar objetivos terrestres iraquianos. Em 30 de janeiro de 1991 dois CF-18 em patrulha detetaram e atacaram uma lancha patrulha iraquiana da classe TNC-45, que metralharam repetidamente com o canhão de 20 mm; a tentativa de a afundar com um míssil ar-ar falhou e o navio acabou afundado por aviões norte-americanos, embora aos canadianos tenha sido reconhecido crédito parcial. Em junho de 1999, dezoito CF-18 foram destacados para a base aérea de Aviano, em Itália, e participaram em missões ar-terra e ar-ar sobre a antiga Jugoslávia.

Sessenta e dois CF-18A e dezoito CF-18B passaram pelo Projeto de Modernização Incremental, executado em duas fases: foi lançado em 2001 e o último avião atualizado foi entregue em março de 2010. O objetivo era melhorar as capacidades ar-ar e ar-terra, atualizar sensores e suite defensiva e substituir ligações de dados e comunicações para levar os aparelhos do padrão F/A-18A/B ao F/A-18C/D. Em julho de 2010 o Governo canadiano anunciou que substituiria a frota por 65 F-35, com entregas previstas a partir de 2016. Em novembro de 2016 anunciou a compra de 18 Super Hornet como solução provisória enquanto revia a encomenda de F-35, plano que ficou suspenso em outubro de 2017 devido a um conflito comercial com os Estados Unidos por causa do Bombardier C-Series. O Canadá procurou então Hornet em segunda mão na Austrália ou no Kuwait e acabou por adquirir 25 F/A-18A/B ex-australianos, os dois primeiros entregues em fevereiro de 2019: dezoito entrariam ao serviço ativo e os sete restantes destinar-se-iam a peças sobresselentes e ensaios.

Canadá: modernizar três vezes um caça de 1982

O CF-18 entregue era praticamente idêntico ao F/A-18A e B norte-americanos, mas distingue-se à vista desarmada por dois pormenores. O primeiro é um foco de identificação noturna de 0,6 megacandelas montado na portinhola de carga do canhão, no lado esquerdo; alguns aparelhos trazem-no temporariamente desmontado, mas a janela está sempre ali. O segundo é um falso cockpit pintado na barriga, um velho truque para confundir quanto à atitude do avião quem o observa de baixo num combate cerrado.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 Cobra em voo

Os dois primeiros CF-18 foram entregues formalmente ao esquadrão 410, a unidade de instrução operacional, na base de Cold Lake (Alberta) em 25 de outubro de 1982. Depois equiparam os esquadrões 409, 439 e 421 em Baden-Soellingen, na então Alemanha Ocidental, os 416 e 441 em Cold Lake e os esquadrões 425 e 433 em Bagotville (Quebeque). A introdução não foi plácida: problemas precoces de fadiga estrutural atrasaram o destacamento inicial até serem corrigidos, e só então o aparelho começou a cobrir verdadeiramente as funções de interceção do NORAD e os compromissos com a OTAN.

O que veio depois é um caso de manual de como se estica um caça durante quarenta anos. A necessidade de o modernizar ficou demonstrada no destacamento do Golfo e no conflito do Kosovo de 1998-1999, quando parte da aviónica de bordo se tinha tornado obsoleta e incompatível com a dos aliados da OTAN; o aumento do orçamento de defesa no ano 2000 tornou possível a reforma. Em 2001 arrancou o Projeto de Modernização Incremental, dividido em duas fases ao longo de oito anos, com a Boeing como contratante principal e a L-3 Communications como subcontratante desde 2002. Selecionaram-se 80 aparelhos — 62 monolugares e 18 bilugares — para os levar do padrão F/A-18A e B ao equivalente C e D. A primeira fase substituiu o radar AN/APG-65 pelo AN/APG-73, com o triplo da velocidade de processamento e de memória, modos de seguimento e evasão do terreno e capacidade de guiar o AMRAAM; acrescentou o interrogador-transpondedor AN/APX-111 conforme as normas da OTAN de identificação em combate, rádios AN/ARC-210 compatíveis com as formas de onda HAVE QUICK, HAVE QUICK II e SINCGARS, computadores de missão AN/AYK-14 XN-8, um sistema de gestão de cargas AN/AYQ-9 com interface MIL-STD-1760 para o AMRAAM e as bombas JDAM, e navegação GPS/inercial. Em paralelo, e fora do projeto, instalaram-se um pod de sensor infravermelho novo, ecrãs de cristais líquidos a cores em vez dos tubos de raios catódicos, um sistema de visão noturna e simuladores novos, e aplicou-se um programa de tratamento do trem de aterragem contra a corrosão. O primeiro aparelho da fase I foi entregue em maio de 2003 e o último em agosto de 2006. A fase II, adjudicada à Boeing em 22 de fevereiro de 2005, trouxe a ligação de dados Link 16, o visor montado no capacete, um registador de dados de voo resistente ao impacto e uma melhoria da guerra eletrónica; juntou-se a substituição do barril central da fuselagem em quarenta dos aviões modernizados. O primeiro aparelho da fase II foi entregue em 20 de agosto de 2007 e o último em março de 2010, com um custo total do conjunto de modernizações estimado em cerca de 2600 milhões de dólares canadianos.

Nem isso foi o final. O Programa de Extensão do Hornet, iniciado em 2020 sobre os 94 CF-188A e B restantes, procurava manter a paridade e a interoperabilidade com a OTAN e com as normas de aviação civil até 2032: vigilância dependente automática ADS-B em vez dos transpondedores obsoletos, sistemas GPS/inercial Honeywell, rádios AN/ARC-210 de sexta geração, rádios táticos conjuntos, melhorias do pod Sniper e computadores de missão novos. Uma segunda fase, centrada nos 36 aparelhos com mais vida estrutural restante, acrescentou 50 mísseis AIM-9X Sidewinder Block II, 38 radares de antena ativa CA/APG-79(V)4 e 46 radomos de banda larga, por um custo que o Gabinete Orçamental do Congresso norte-americano estimou em 862,3 milhões de dólares; a capacidade operacional plena esperava-se para junho de 2025, e em 5 de fevereiro de 2025 a Real Força Aérea Canadiana começou oficialmente a equipar o AIM-9X Block II nos aparelhos dessa fase. O custo acumulado da compra e das modernizações até 2011 rondava os 11 500 milhões de dólares, aos quais há que somar cerca de 250 milhões anuais de manutenção. Em março de 2024, a Arcfield Canada obteve um contrato de sustentação de 211,6 milhões de dólares canadianos para os sistemas de armas e a aviónica.

Canadá em combate: do Golfo ao Iraque

O Canadá empenhou 26 CF-18 na guerra do Golfo, no âmbito da Operação Friction, com base em Doha (Qatar) e aparelhos trazidos da base canadiana de Baden-Soellingen. Os pilotos voaram mais de 5700 horas, das quais 2700 missões de patrulha aérea de combate; começaram com missões de varredura e escolta em apoio dos ataques a terra aliados e, durante as cem horas da invasão terrestre do final de fevereiro, acrescentaram 56 missões de bombardeamento, quase todas com bombas não guiadas de 230 kg contra posições de artilharia, depósitos de abastecimento e zonas de concentração iraquianas: os Hornet canadianos ainda não podiam empregar munições guiadas de precisão. Foi a primeira vez desde a guerra da Coreia que as forças armadas canadianas participavam em operações de combate.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 Cobra (1791-8)

A violência na antiga Jugoslávia levou-os ao teatro de operações duas vezes: a Operação Mirador, entre agosto e novembro de 1997, em apoio das forças de paz da OTAN na Bósnia e Herzegovina, e a Operação Echo, desde finais de junho de 1998 até dezembro de 2000. Entre março e junho de 1999, com 18 CF-18 destacados em Aviano, o Canadá participou em missões ar-ar e ar-terra e executou 10 % das saídas de ataque da OTAN apesar de contribuir com uma fração muito menor da força total: 678 missões de combate — 120 de escolta defensiva e 558 de bombardeamento — em 2577 horas de voo, com 397 munições guiadas e 171 bombas não guiadas lançadas sobre baterias antiaéreas, aeródromos, pontes e depósitos de combustível.

Na Líbia, após a resolução do Conselho de Segurança que autorizou a zona de exclusão aérea, o Governo canadiano autorizou em 18 de março de 2011 o destacamento de seis CF-18 mais um de reserva no âmbito da Operação Mobile, com base em Trapani-Birgi, na Sicília. Entraram em combate em 23 de março, quando quatro aparelhos bombardearam objetivos do Governo líbio, e regressaram a Bagotville em 4 de novembro de 2011. No total somaram 946 missões — de novo 10 % das de ataque da OTAN — e lançaram 696 bombas, entre elas 495 Paveway II de 227 kg e 188 de 910 kg, mais onze JDAM de 227 kg e duas de 910 kg. A última campanha chegou em outubro de 2014, quando seis CF-18 foram para o Iraque no âmbito da Operação Impact; os ataques contra posições do Estado Islâmico começaram em 2 de novembro de 2014 e prolongaram-se até 15 de fevereiro de 2016. À margem do combate, desde 2001 os CF-18 responderam a cerca de 3000 ameaças potenciais ao espaço aéreo do Canadá e dos Estados Unidos, e cobriram acontecimentos como a cimeira do G8 de Kananaskis em 2002, os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 ou, em 2007, um turno de duas semanas sobre o espaço aéreo norte-americano enquanto a frota de F-15 da Força Aérea estava em terra devido a defeitos estruturais.

O relevo canadiano: um rodeio de doze anos

A história do substituto merece ser contada porque explica por que razão o CF-18 durou tanto tempo. Ponderaram-se o F-35, o Eurofighter Typhoon, o Gripen, o Rafale e o próprio Super Hornet, este último apresentado pela Boeing como a alternativa mais barata. Em julho de 2010 o Canadá anunciou que o F-35 seria o escolhido — o país participava no programa desde 1997 e era sócio de nível 3 desde 2002 — com uma compra prevista de 65 aparelhos e entregas a partir de 2016, por cerca de 9000 milhões de dólares canadianos. Em dezembro de 2012 o Governo abandonou esse acordo devido à escalada de custos e abriu um processo novo. Em setembro de 2015, o líder liberal Justin Trudeau prometeu cancelar a compra do F-35; já como primeiro-ministro, o seu ministro da Defesa anunciou em maio de 2017 que 65 aviões não bastavam, e em 2 de junho desse ano fixou-se o número em 88 caças polivalentes.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
McDonnell Douglas FA-18C Hornet do VMFA-212 em voo sobre o mar da China Meridional em 8 de outubro de 2003

Entretanto era preciso tapar o buraco, e a solução foi comprar mais Hornet usados: em dezembro de 2017 o Canadá acordou adquirir 18 F/A-18A e B da Real Força Aérea Australiana — uma mistura de células voáveis e de peças sobresselentes — por cerca de 90 milhões de dólares canadianos, aos quais se juntaram mais sete aparelhos destinados a desmantelamento. Os dois primeiros chegaram em fevereiro de 2019 e o último em 2021; o custo total, incluindo modificações, inspeções e infraestrutura, foi estimado em 360 milhões. O desfecho foi o previsível: em 28 de março de 2022 o Canadá anunciou negociações avançadas com a Lockheed Martin por 88 F-35, com o Gripen como segunda opção caso encalhassem, e em dezembro de 2022 aprovou 7000 milhões para um primeiro lote de 16 F-35A. Doze anos depois da primeira decisão voltava-se ao mesmo avião, com o CF-18 a sustentar a diferença.

Austrália: vinte e sete anos de serviço

Desde finais dos anos setenta que o Governo australiano procurava substituto para os Dassault Mirage IIIO da Real Força Aérea Australiana. Consideraram-se várias opções, entre elas o F-15A Eagle e o F-16, além do então novo F/A-18. O F-15 foi descartado porque a versão oferecida carecia de capacidade de ataque ao solo, e o F-16 foi considerado pouco adequado sobretudo por ter um único motor: a mesma reserva que tinha levado a Marinha dos Estados Unidos a rejeitá-lo. A escolha oficial do Hornet ocorreu em outubro de 1981, com uma encomenda de 57 F/A-18A e 18 F/A-18B.

As diferenças iniciais em relação ao modelo naval foram reveladoras da verdadeira função de cada peça: retirou-se a barra de amarração à catapulta na roda de nariz — embora depois tenha sido preciso repor uma versão fictícia para eliminar o batimento —, acrescentou-se um rádio de alta frequência, um sistema australiano de análise de dados de fadiga e um gravador de vídeo e voz melhorado, e substituiu-se o sistema de apontagem pelo sistema de aterragem por instrumentos e o VOR. Apenas dois aparelhos foram concluídos nos Estados Unidos; o resto foi montado na Austrália, nas Government Aircraft Factories, pela Aero-Space Technologies of Australia a partir de kits fornecidos pela McDonnell Douglas com conteúdo local crescente nos últimos aviões. As entregas começaram em 29 de outubro de 1984 e prolongaram-se até maio de 1990.

A frota foi modernizada a partir de finais dos anos noventa para chegar a 2015 e depois foram-lhe acrescentadas novas prorrogações até 2020. Em 2001 a Austrália destacou quatro aparelhos para o Diego Garcia em missão de defesa aérea enquanto a coligação operava contra os talibãs no Afeganistão. Em 2003 o Esquadrão n.º 75 destacou catorze F/A-18 para o Qatar no âmbito da Operação Falconer e participou na invasão do Iraque. Em 2006 restavam 71 Hornet em serviço após a perda de quatro em acidente. Em março de 2015, seis F/A-18A do mesmo esquadrão foram destacados para o Médio Oriente na Operação Okra, em substituição de um destacamento de Super Hornet.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
J-5004, McDonnell Douglas F/A-18C Hornet (n.º de construção 1320/SFC004) da Força Aérea Suíça, RIAT 2009Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons

O final foi quase cerimonial. O Hornet realizou a sua última exibição pública em Wings Over Illawarra 2021 e a Austrália retirou-o formalmente na base de Williamtown em 29 de novembro de 2021. No dia seguinte, o Esquadrão n.º 75 levou sete dos últimos Hornet da base de Tindal para Williamtown, e em 3 de dezembro o último aparelho deixou Tindal rumo ao seu desmantelamento; o mau tempo desviou-o para Townsville e a travessia final até Williamtown completou-se em 4 de dezembro de 2021. Vinte e cinco daqueles aviões acabaram no Canadá.

Austrália: como se escolheu o Hornet

A procura australiana de um substituto para o Mirage III começou em 1968 e demorou treze anos a resolver-se. A força aérea emitiu um requisito em dezembro de 1971 e recebeu mais propostas do que as esperadas; em 1973 uma comissão inspecionou os programas do F-15 Eagle, do YF-17, do Saab 37 Viggen e do Mirage F1, mas recomendou esperar que amadurecessem outros caças anunciados. Em agosto de 1974 o Governo adiou o projeto e prolongou a vida do Mirage até aos anos oitenta, dissolvendo de caminho um dos quatro esquadrões equipados com ele. O trabalho retomou-se em 1975 e em 1976 criou-se um gabinete específico do projeto de caça tático; o pedido de propostas de novembro desse ano atraiu onze respostas, e em março de 1977 a lista reduziu-se ao F-15, ao F-16, ao Mirage 2000, ao Tornado, ao F-18A naval e ao F-18L terrestre. O F-14 foi estudado e descartado sem chegar à lista oficial. Em novembro de 1978 caíram o Tornado, por ser essencialmente um avião de ataque com pouca capacidade ar-ar, e o F-15, com um argumento que diz muito sobre a época: era um avião excelente que cumpria ou superava quase todos os requisitos, mas considerou-se que a força aérea não precisava de um desempenho tão avançado e que introduzi-lo podia desestabilizar a região.

Os ensaios em voo decidiram o resto. O então chefe de esquadrão Bob Richardson voou o Mirage 2000 em abril de 1979 e achou-o aerodinamicamente excelente mas inferior aos projetos norte-americanos em aviónica, radar, sistema de combustível, cockpit e armamento; voou também o YF-17 que servia de demonstrador do F-18L e ficou impressionado, embora ninguém tivesse ainda encomendado esse modelo e a Austrália não quisesse ser a cliente de lançamento de um avião que não existia. Pela mesma altura recusou-se uma oferta de F-14 originalmente encomendados pelo Irão e não entregues após a revolução: baratos, mas demasiado grandes e complexos. Ficaram frente a frente o F-16 e o F-18A. Os pilotos australianos que testaram o F-16B em 1979 e 1980 relataram um desempenho excelente mas um aparelho por vezes difícil de controlar, com dúvidas sobre a fiabilidade do motor, tecnologicamente imaturo, com um radar inferior e sem capacidade para os mísseis para além do alcance visual nem para os antinavio de longo alcance que o F-18A já podia empregar. O Hornet, pelo contrário, pareceu-lhes mais robusto e sobrevivente precisamente por ter sido projetado para porta-aviões, uma qualidade que na Austrália se traduzia em poder operar a partir de bases despidas do norte do país. A escolha oficial traduziu-se num voo de entrega memorável: os dois primeiros F/A-18 aterraram na base de Williamtown, em Nova Gales do Sul, em 17 de maio de 1985, escoltados na aproximação por uma formação de Mirage; no trajeto desde a Califórnia até ao Havai cada Hornet reabasteceu sete vezes a partir do KC-10 que os acompanhava — a sul do Havai outro KC-10 saiu para reabastecer o primeiro cisterna — e, passadas as ilhas, cada um reabasteceu mais oito vezes antes de terminar a travessia.

Austrália: o HUG, os códigos do radar e os destacamentos

A frota australiana recebeu poucas modificações até finais dos anos noventa: o pod de designação AN/AAS-38 Nite Hawk foi praticamente a única novidade. Há um episódio revelador desse período: a Austrália conseguiu quebrar os códigos que impediam modificar o software do radar do Hornet depois de o Governo dos Estados Unidos se ter recusado a partilhá-los, o que permitiu ajustá-lo para que todos os aparelhos operados pelos países vizinhos pudessem ser designados como hostis. O ex-ministro da Defesa Kim Beazley contou-o sem rodeios no seu discurso de despedida do Parlamento: tinha levantado repetidamente o assunto junto de Washington durante os anos oitenta e, no final, «espiámo-los e extraímos os códigos nós próprios».

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-438 F A-18C Hornet Finnish Air Force ILA 2012Julian Herzog (Website) (CC BY), vía commons

A chegada de MiG-29 a vários países asiáticos nos anos noventa fez temer que o Hornet ficasse ultrapassado. Estudou-se substituí-lo pelo Eurofighter Typhoon ou pelo Super Hornet, mas ambos foram considerados tecnologicamente imaturos, pelo que se optou por modernizar. O Programa de Melhoria do Hornet arrancou em 1999 com três fases principais: a primeira, entre meados de 2000 e 2002, renovou computadores, sistema de navegação e rádio e habilitou o míssil ASRAAM em substituição do Sidewinder; a segunda, a mais importante, trocou o APG-65 pelo APG-73 e acrescentou cifragem de voz e atualizações informáticas. A manutenção seguiu um caminho paralelo de externalização: até aos anos noventa quase tudo era feito pela força aérea, depois transferiu-se boa parte da manutenção profunda para a indústria, com a BAE Systems como contratante principal desde 2003 e a Boeing Australia desde 2010; em agosto de 2017 o contrato da Boeing foi prorrogado até à retirada prevista em 2021, incorporando ainda a integração de armamento, para libertar pessoal militar tendo em vista o F-35.

Os Hornet australianos demoraram a entrar em combate. Em 1990 estudou-se enviar um esquadrão ao golfo Pérsico, mas a Defesa opôs-se porque teria deixado desguarnecida a defesa aérea própria, pelo que o seu único papel naquela guerra foi simular ataques contra os navios australianos que navegavam de Sydney para Perth para os treinar. Em 1999 o esquadrão 75 ficou em alerta para apoiar a força internacional em Timor-Leste, sem chegar a intervir. O primeiro destacamento operacional chegou após o 11 de setembro de 2001: quatro Hornet do esquadrão 77 e setenta pessoas partiram em 9 de novembro para proteger a base norte-americana de Diego Garcia, a partir da qual se sustentavam as operações no Afeganistão; o esquadrão 3 rendeu-os em fevereiro de 2002 e o destacamento voltou a casa em 21 de maio. A guerra a sério foi o Iraque em 2003. O esquadrão 75 saiu de Tindal em 13 de fevereiro e chegou a Al Udeid, no Qatar, no dia 16, com catorze F/A-18A que tinham recebido o pacote HUG 2.1 e uma revisão maior recente. Após o início da guerra em 20 de março escoltaram aviões de alto valor, e a partir do dia 21, confirmado que a aviação iraquiana não era uma ameaça, passaram à interdição aérea e depois ao apoio aéreo aproximado, primeiro com o V Corpo do Exército norte-americano e depois com a I Força Expedicionária de Fuzileiros. Voavam cerca de doze missões diárias nas duas primeiras semanas e entre seis e dez a partir de 5 de abril. Em 12 de abril apoiaram forças especiais australianas e o 4.º Batalhão do Real Regimento Australiano na tomada da base aérea de Al Asad, e na última semana fizeram passagens a baixa altitude e alta velocidade sobre posições iraquianas para induzir a sua rendição. As últimas missões de combate foram em 27 de abril: no total, 350 missões de combate com 670 saídas individuais e 122 bombas guiadas por laser, sem baixas, e os catorze aparelhos regressaram a Tindal em 14 de maio de 2003. Depois vieram anos de patrulhas sobre acontecimentos assinalados na própria Austrália — a cimeira da Commonwealth de 2002, a visita de George W. Bush nesse outubro, os Jogos da Commonwealth de 2006, a cimeira da APEC de 2007 — e, desde março de 2015, a Operação Okra: seis F/A-18A do esquadrão 75 renderam os Super Hornet no Médio Oriente e os três esquadrões da ala 81 revezaram-se com seis ou sete aparelhos permanentes até maio de 2017, atacando objetivos do Estado Islâmico no Iraque e na Síria, incluindo a batalha de Mossul. O balanço da ala foi de 1973 missões e 1961 munições lançadas, com uma taxa de disponibilidade muito alta apesar da idade dos aviões e da dureza do ambiente.

O destino final dos Hornet australianos

A retirada começou em 2018 com a chegada do F-35A. O que aconteceu depois com as células sobrantes é uma história pouco épica e bastante instrutiva. Vinte e cinco aparelhos foram para o Canadá: os dois primeiros voaram para Cold Lake em meados de fevereiro de 2019, depois de participarem num exercício Red Flag nos Estados Unidos, e o resto escalonou-se até 2021; em agosto de 2020 informou-se que 18 desses ex-australianos estariam entre os 36 Hornet canadianos que receberiam radar de antena ativa AN/APG-79, mísseis AIM-9X e bombas planadoras AGM-154. Em março de 2020 a ministra da Indústria de Defesa anunciou a venda de até 46 aparelhos, com todo o inventário de peças sobresselentes e equipamentos de teste, à empresa norte-americana Air USA, dedicada ao treino de combate aéreo por contrato; um jornalista especializado notou que, a fechar-se essa venda, não restaria um único Hornet conservado em museus australianos. A operação nunca chegou a concretizar-se: em 2021 não estava claro que fosse avançar, em fevereiro de 2023 os aviões continuavam sem ser transferidos embora o contrato permanecesse em vigor com a empresa já rebatizada RAVN Aerospace, e em março desse ano dava-se como certo que tinha fracassado. Entretanto discutiu-se publicamente doá-los à Ucrânia: houve conversações entre os Governos australiano, ucraniano e norte-americano em 2023, e teria sido a maior transferência de material militar australiano para outro país, mas em janeiro de 2024 soube-se que a força aérea ucraniana não os queria, por não desejar manter em simultâneo frotas doadas de F-16 e de F/A-18. O contrato com a RAVN caducou em dezembro de 2023 sem que tivesse sido entregue nenhum avião. Os Hornet australianos acabaram desmantelados.

Espanha: o C.15 do Exército do Ar

Espanha encomendou 60 EF-18A e 12 EF-18B — o «E» de Espanha —, designados localmente C.15 e CE.15, com o «C» de caça e o «E» adicional de treino no bilugar. As entregas escalonaram-se entre 22 de novembro de 1985 e julho de 1990. Esses aparelhos foram depois levados ao padrão F-18A+/B+, próximo do F/A-18C/D, com computadores de missão e de armamento posteriores, novos barramentos de dados, equipamento de armazenamento de dados, cablagem nova, modificações e software de pilones e capacidades acrescentadas como os pods FLIR de designação AN/AAS-38B NITE Hawk.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force Mc Donnell Douglas FA-18C Hornet HN-442 Royal International Air Tattoo 2025 01Julian Herzog (Website) (CC BY), vía commons

Em 1995 Espanha obteve 24 F/A-18A em segunda mão da Marinha dos Estados Unidos, com opção sobre outros seis, entregues entre dezembro de 1995 e dezembro de 1998 e modificados antes da entrega ao padrão EF-18A+. Foi a primeira venda de excedentes de Hornet da Marinha dos Estados Unidos, e abriu um mercado que depois seria aproveitado por outros.

O emprego espanhol tem sido misto desde o início: os Hornet atuam como interceptores em qualquer condição meteorológica cerca de 60 % do tempo e como aparelhos de ataque diurno e noturno no restante. Em caso de guerra, cada esquadrão de primeira linha assumiria um papel primário: o 121, apoio aéreo tático e operações marítimas; o 151 e o 122, interceção em qualquer condição meteorológica e combate aéreo; e o 152, supressão de defesas antiaéreas inimigas. O reabastecimento em voo é assegurado por KC-130H e Boeing 707TT. A transformação dos pilotos no EF-18 centraliza-se no Esquadrão 153, da Ala 15, enquanto o Esquadrão 462 se ocupa da defesa aérea das ilhas Canárias com missões de caça e ataque a partir da base de Gando.

Os EF-18 espanhóis voaram missões de combate reais sob comando da OTAN. Sobre a Bósnia e o Kosovo realizaram ataque ao solo, supressão de defesas e patrulha aérea de combate a partir do destacamento de Aviano, onde partilharam base com Hornet canadianos e do Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano. Em 25 de maio de 1995, no âmbito da Operação Deny Flight, EF-18 espanhóis armados com bombas guiadas por laser e apoiados por F-16 norte-americanos destruíram um depósito de munições em Pale, bastião sérvio-bósnio nos arredores de Sarajevo. Em 1999, oito EF-18 baseados em Aviano participaram nos bombardeamentos da Operação Allied Force e estiveram entre os primeiros aviões a atacar objetivos jugoslavos; sobre a Bósnia realizaram ainda patrulha aérea de combate, apoio aéreo aproximado, reconhecimento fotográfico e controlo aéreo avançado e tático aerotransportado. Sobre a Líbia, quatro Hornet espanhóis participaram na aplicação de uma zona de exclusão aérea. Até 2003 Espanha tinha perdido seis Hornet em acidentes.

Espanha seguiu depois um caminho próprio de modernização. Sem adquirir licenças, desenvolveu localmente as melhorias: entre 2004 e 2013, a EADS CASA e a Indra Sistemas executaram um programa de meia-vida que renovou aviónica, barramentos de dados, apresentação de dados — ao estilo do F/A-18C —, navegação, comunicações, software e suite de contramedidas, atualizou o radar AN/APG-65 para a versão V3, incorporou o recetor de alerta radar AL-400 juntamente com o detetor de emissões ASQ-600, e certificou o avião para o Iris-T, a GBU-48 e o Taurus, com revisão estrutural e de motores incluída. Essa versão é conhecida localmente como EF-18MLU, C.15M ou EF-18M, e o seu equivalente bilugar como EF-18BM.

Espanha: do Destacamento Ícaro à Líbia

As modernizações espanholas foram levadas a cabo, em boa medida, pelo próprio Exército do Ar através do Centro Logístico de Armamento e Experimentação. O plano de levar a frota ao nível do F/A-18C/D foi anunciado em 1993: a McDonnell Douglas modernizou 46 aparelhos e a CASA o restante, com alterações sobretudo informáticas e de software mais algumas modificações nos pilones de armamento, após o que passaram a denominar-se EF-18A+ e EF-18B+; o novo software de voo alterou parte das características de pilotagem e habilitou armamento novo, entre ele o AMRAAM. Uma segunda ronda, executada pela EADS CASA e terminada em 31 de outubro de 2009, deu origem ao EF-18M, com VOR/ILS novo e sistema de comunicações MIDS. A isso somaram-se integrações feitas em Espanha: em julho de 2008 a engenharia Sener completou o trabalho de integração do míssil de curto alcance IRIS-T tanto nos EF-18 como nos Typhoon — ensaios estruturais, de voo supersónico, de compatibilidade eletromagnética, de aquisição e seguimento de alvos e de separação do avião —, sendo a primeira integração desse míssil num Hornet no mundo; em outubro de 2008 a Raytheon e o Exército do Ar completaram a da bomba guiada por laser GBU-48 Enhanced Paveway II, pensada para bunkers e objetivos endurecidos, com sete lançamentos bem-sucedidos nos voos de teste.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 Hornet a romper a barreira do som (7 de julho de 1999)

A Ala 15 recebeu os quatro primeiros EF-18 em 10 de julho de 1986; atingiu as 75 000 horas de voo com o tipo em outubro de 1999 e as 100 000 em 14 de novembro de 2003. Entre 1994 e 2002, os Hornet espanhóis participaram em operações da OTAN sobre os Balcãs através do Destacamento Ícaro, com base em Aviano: oito EF-18 do então Grupo 15, dois C-130 Hercules e cerca de 240 pessoas, cujo destacamento culminou em 28 de novembro de 1994 e que a partir daí se revezou de três em três meses, e mais tarde de quatro em quatro, com aparelhos da Ala 12 de Torrejón e da Ala 15 de Zaragoza. O Ícaro passou pela Deny Flight (abril de 1993 a dezembro de 1995, vigilância do espaço aéreo bósnio em apoio da UNPROFOR), pela Deliberate Force (agosto-setembro de 1995, a primeira ação ofensiva da OTAN em quarenta e seis anos de história), pela Joint Endeavour, pela Joint Guard e pela Joint Forge em apoio da IFOR e da SFOR, pela Joint Guardian em apoio da KFOR e pela Allied Force entre março e junho de 1999. Durante a Operação Determined Falcon, concebida para intimidar o Governo de Milošević, Espanha destacou o máximo de aviões do destacamento — doze, dos quais oito participaram simultaneamente —, com os EF-18 designados para entrar primeiro na zona e sair por último. Foi o primeiro combate real travado pelo Exército do Ar desde a campanha de Ifni de 1958, e o destacamento recebeu a Medalha Aérea a título coletivo.

A última saída em operações reais chegou com a Líbia: em 19 de março de 2011, ao final da tarde, saíram de Torrejón quatro EF-18M e um Boeing 707 com destino à base italiana de Decimomannu, na Sardenha, para participar na operação internacional de exclusão aérea amparada pela resolução 1973 do Conselho de Segurança. Em 21 de março começaram a patrulhar o espaço aéreo líbio, armados com AMRAAM de médio alcance e Sidewinder de curto alcance, com a função de abater qualquer aparelho que violasse a proibição de voo. Do outro extremo da vida do avião dá conta a Ala 46 de Gando: por se tratar de células em segunda mão, a sua vida operacional é mais curta do que a das de Zaragoza ou Torrejón, e calculava-se que esgotariam o ciclo entre 2022 e 2024 ao atingir o limite de horas e de aterragens previsto pelo fabricante. Apesar de revisões para prolongar algumas unidades, o desgaste obrigava a Força Aérea a cobrir Gando com aviões enviados a partir da Península. No final de 2021 o Governo autorizou a aquisição de vinte Eurofighter novos para render os EF-18A+ das Canárias.

Finlândia, Kuwait, Suíça e Malásia

A Força Aérea finlandesa encomendou em 1992 sessenta e quatro aparelhos: 57 monolugares e sete bilugares. Os bilugares construíram-se em St. Louis, enquanto os monolugares foram montados na Finlândia, nas instalações da Patria. As entregas começaram em novembro de 1995 e terminaram em agosto de 2000, e o tipo substituiu o MiG-21bis e o Saab 35 Draken. Há um pormenor político na sua designação: a Finlândia chamou-lhes F-18, sem o «A» de attack, porque um tratado com a União Soviética posterior à Segunda Guerra Mundial lhe proibia dispor de armamento ofensivo, embora os aparelhos conservassem capacidade ar-terra. O F-18C finlandês incluía o pod de perturbação ALQ-165, um equipamento que a própria Marinha dos Estados Unidos incorporaria depois na compra do Super Hornet.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18 Hornet com nuvens de condensação provocadas por ondas de choqueErik Drost (CC BY), vía commons

A frota finlandesa passou por uma modernização de meia-vida em duas etapas. A primeira, entre 2006 e 2010, centrou-se no combate aéreo: integrou o AIM-9X juntamente com o visor montado no capacete JHMCS, rádios novos, um interrogador IFF novo e um mapa móvel. A segunda, de 2012 a 2016, habilitou o armamento ar-terra de longo alcance — JDAM, JSOW e JASSM —, acrescentou o pod de designação Litening, novos lançadores de chamarizes, um cockpit modernizado, a ligação Link 16 e uma versão nova do AMRAAM. No total modernizaram-se 62 aparelhos, ou seja, toda a frota finlandesa à data de 2016. Como essa melhoria deu ao avião capacidade de ataque ao solo, a própria força aérea começou a chamar-lhe F/A-18 em vez de F-18. Com uma vida de serviço de trinta anos, os Hornet deviam permanecer ativos até 2025-2030; em outubro de 2014 a radiotelevisão pública Yle informou que se estudava a sua substituição, em 2015 arrancou o programa HX e em 10 de dezembro de 2021 o Governo finlandês escolheu o F-35A. O primeiro Hornet retirado, o HN-401, causou baixa em 26 de abril de 2024. A Finlândia perdeu três aparelhos: um numa colisão em voo em 2001; outro, o reconstruído a partir de um F-18C danificado e da secção dianteira de um CF-18B canadiano comprado ao Canadá — apelidado «Frankenhornet» e convertido em F-18D —, que se despenhou num voo de teste em janeiro de 2010 por uma falha do cilindro servo do plano de cauda; e um terceiro em Rovaniemi, durante um treino para exibição, em maio de 2025.

O Kuwait encomendou em 1988 trinta e dois F/A-18C e oito F/A-18D, entregues entre outubro de 1991 e agosto de 1993 em substituição dos A-4KU Skyhawk e dos Mirage F1CK-2. Os Hornet kuwaitianos voaram missões sobre o Iraque na Operação Southern Watch durante os anos noventa e participaram em exercícios com as forças aéreas de outros países do Golfo. Em 2008 o Kuwait tinha 39 aparelhos em serviço. Em fevereiro de 2017 o comandante da força aérea revelou que os F/A-18 baseados na base aérea Rei Jalid tinham efetuado cerca de 3000 saídas sobre o Iémen.

A Suíça comprou 26 monolugares e oito bilugares, entregues entre janeiro de 1996 e dezembro de 1999. No final de 2007 solicitou integrar-se no programa Upgrade 25 para prolongar a vida útil dos seus aparelhos, com melhorias importantes de aviónica e computador de missão, doze pods de vigilância e designação ATFLIR e 44 conjuntos de equipamento de contramedidas Raytheon AN/ALR-67(V)3. Em outubro de 2008 a frota suíça atingiu o marco das 50 000 horas de voo. Até 2016 tinha perdido três bilugares e um monolugar em acidentes; em 14 de outubro de 2015 um F/A-18D despenhou-se em França durante um treino com dois Northrop F-5 suíços na zona de instrução EURAC25, e o piloto ejetou-se sem danos.

A Malásia recebeu oito F/A-18D entre março e agosto de 1997. Em 5 de março de 2013, três deles participaram juntamente com cinco BAE Hawk 208 num ataque contra militantes que se autodenominavam forças de segurança do sultanato de Sulu e Bornéu do Norte, mesmo antes de o exército e a polícia malaios lançarem o seu assalto na Operação Daulat, e encarregaram-se do apoio aéreo aproximado na zona de exclusão aérea de Lahad Datu, em Sabah. Em julho de 2024 a Malásia ponderou comprar os Hornet legados do Kuwait — cerca de trinta F/A-18C/D — à medida que este os substituísse por Super Hornet e Eurofighter Typhoon; os Estados Unidos autorizaram a exportação em junho de 2025 e em novembro desse ano uma equipa de oito militares malaios viajou até à base aérea Ahmad al-Jaber para avaliar os aparelhos, mas em fevereiro de 2026 a Malásia cancelou formalmente a operação devido aos atrasos previstos na entrega e à incerteza quanto à manutenção e ao apoio futuros.

Finlândia: o que custa de verdade uma frota de caças

Do caso finlandês aprende-se algo que raramente aparece nas fichas técnicas: quanto se enganam as estimativas económicas de uma compra de caças. Os cálculos financeiros da escolha foram declarados secretos até terminar o uso do Hornet, por volta de 2030. Comprar os aparelhos e operá-los durante trinta anos custará cerca de 8000 milhões de euros, mais do dobro dos aproximadamente 3900 milhões — em dinheiro de hoje — com que se vendeu a operação a quem devia aprová-la. O preço de compra cresceu pelas variações da taxa de câmbio (262 milhões), pelos pagamentos de indexação (453 milhões) e pelos direitos alfandegários pagos à União Europeia com os respetivos juros de mora (mais de cem milhões). Negociou-se ainda uma obrigação de compensação industrial de cem por cento, mas nas aquisições posteriores as contrapartidas ficaram abaixo dos dez por cento do valor das operações. Os custos de exploração rondavam em 2020 os 170 a 180 milhões de euros anuais consoante a forma de contar; a hora de voo custou entre 8079 e 8566 euros entre 2016 e 2019 sem incluir salários nem instalações, e ultrapassava os 27 000 euros contando tudo. A leitura da imprensa especializada finlandesa foi que o país não podia dar-se ao luxo de usar os seus Hornet e mantinha o gasto anual à volta dos 250 milhões voando muito pouco.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet da força aérea finlandesa 5295

As críticas vieram também de dentro. O tenente-general Veikko Vesterinen defendeu que a Finlândia devia ter comprado quinze aviões a menos e ter dedicado a poupança a reduzir a dívida pública primeiro e à mobilidade do exército de terra depois: a estrutura defensiva prevista eram dez brigadas de caçadores e duas blindadas, e a compra de caças deixava metade das brigadas por equipar, além de impedir qualquer investimento novo em defesa durante uma década.

O final chegou com a mesma sobriedade. Para os aparelhos retirados manejavam-se quatro saídas — desmantelamento, armazenamento, museu e venda ou doação a um destinatário aprovado pelos Estados Unidos —, e nenhuma era cómoda: desmantelar a frota inteira daria no máximo pouco menos de meio milhão de euros; o ministro da Defesa Antti Häkkänen advertiu que não havia dinheiro para os armazenar; os museus aeronáuticos finlandeses não têm espaço nem recursos para se ampliarem; e a venda exige autorização escrita de Washington, embora o próprio ministro sustentasse que o material está no final do seu ciclo de vida e não serve para ser retransferido. A previsão do diretor de museu Kai Mecklin era que uns poucos acabassem como monumentos ao ar livre à entrada das bases, à maneira dos Draken e dos Fokker Friendship, algum outro iria para a zona exterior de algum museu e o resto seria desmantelado. O primeiro aparelho, o HN-401, foi retirado do serviço em 26 de abril de 2024, quando o comandante da força aérea, o general de divisão Juha-Pekka Keränen, o levou em voo da base de Pirkkala até Halli, em Jämsä.

Suíça e Kuwait: duas compras do final da Guerra Fria

A Suíça chegou ao Hornet no final dos anos oitenta, quando a mudança da situação política e militar aconselhou dotar-se de um avião polivalente. Na avaliação foi decisivo um traço herdado do porta-aviões: projetado para operar a partir do convés, o F/A-18 adaptava-se de forma ótima a pistas muito curtas com descolagens acentuadas, algo valiosíssimo num país de vales estreitos, e o seu radar permitia detetar vários alvos e combatê-los simultaneamente com mísseis de médio alcance. Entre 1996 e 1999 saíram das linhas de montagem de Emmen 34 aparelhos construídos sob licença. O tamanho do Hornet, maior do que o do Mirage III ou o F-5 Tiger II, obrigou a alargar as cavernas escavadas na montanha onde se protegem os aviões, uma obra que ainda estava em curso em 2011. A defesa aérea suíça apoiou-se depois em 30 Hornet juntamente com 53 F-5, com uma diferença significativa de pessoal: os pilotos de F/A-18 são militares de carreira, enquanto os de F-5 são reservistas, na sua maioria pilotos de linha aérea ou de carga com habilitação no tipo. Em 2008 o componente de F/A-18 atingiu as 50 000 horas de voo, e em 31 de dezembro de 2020 alcançou-se o objetivo de manter dois aparelhos armados em alerta de reação rápida as vinte e quatro horas. O relevo decidiu-se num concurso entre o Typhoon, o Super Hornet, o Rafale, o F-35A e o Gripen E, com um programa combinado de caças e defesa antiaérea de longo alcance avaliado em 8000 milhões de francos, o maior programa de armamento da história moderna do país: em 30 de junho de 2021 anunciou-se o F-35A como vencedor, com 36 aparelhos previstos.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet da Ala 15 da Força Aérea Espanhola a aterrar na base aérea de Zaragoza, 30 de maio de 2024F-1 Skywalker (CC BY SA), vía commons

O Kuwait encomendou quarenta Hornet — 32 F/A-18C e 8 F/A-18D — antes da invasão iraquiana, e recebeu-os quando a sua força aérea se reconstruía após a guerra. Nos dois anos seguintes ao conflito o efetivo passou de mil para cerca de duas mil e quinhentas pessoas e o número de aviões de combate de 34 para 74; os A-4 Skyhawk e os Mirage F1 foram retirados a favor do Hornet, que equipou os esquadrões 9 e 25 na base de Ahmad al-Jaber. O relevo decidiu-se em dose dupla: em setembro de 2015 o consórcio Eurofighter revelou que o Kuwait tinha escolhido o Typhoon para renovar a sua frota com 28 aparelhos, e em novembro de 2016 assinou-se um acordo por quarenta aviões avaliado em 10 100 milhões de dólares, com uma encomenda firme de 28 Super Hornet e opção sobre mais doze.

O Hornet como banco de ensaios

Poucos caças serviram tanto à investigação aeronáutica. A NASA opera vários F/A-18 como aviões de investigação e de acompanhamento a partir do Armstrong Flight Research Center — antes Dryden — na Califórnia, e recebeu três F/A-18B bilugares em 2018. Em 21 de setembro de 2012, dois dos seus Hornet escoltaram o Boeing 747 transportador que levava o vaivém espacial Endeavour sobre a Califórnia até ao aeroporto internacional de Los Angeles, antes da sua entrega ao California Science Center.

O programa mais conhecido foi o do F-18 HARV (High Alpha Research Vehicle), um monolugar modificado com palhetas de deflexão do jato, alterações nos comandos de voo e aletas de proa com o qual a NASA demonstrou o comportamento em voo com ângulos de ataque de 65 a 70 graus. O HARV tornou-se o eixo de todo um programa de tecnologia de ângulo de ataque elevado no qual se confrontaram dados de voo com ensaios em túnel de vento sobre os torvelinhos das extensões de bordo de ataque, os efeitos do número de Mach e do número de Reynolds sobre esses fluxos e a relação entre o rebentamento do torvelinho e a estabilidade do aparelho. Dispor de dados de voo do HARV permitiu calibrar os ensaios em túnel, e o próprio HARV serviu de modelo para as medições de pressão e a visualização de fluxo.

Outra linha de trabalho atacou diretamente o velho problema dos verticais. No túnel de vento de 24 por 36 m (80 por 120 pés) ensaiou-se à escala real um F/A-18 de série equipado com uma vedação desmontável na extensão de bordo de ataque, e mediram-se simultaneamente pressões não estacionárias e momentos fletores da deriva, com e sem vedação. O resultado foi conclusivo: a vedação reduz de forma significativa as pressões eficazes e os momentos fletores, e fá-lo em todas as escalas ensaiadas. A comparação com dados à escala reduzida mostrou ainda que a frequência do batimento escala muito bem com o comprimento e a velocidade, ao passo que as pressões eficazes e os espetros de potência não escalam tão bem: um lembrete de por que razão às vezes não basta a maqueta.

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons

Os Hornet da NASA serviram também para estudos de fluxo em cockpit em túnel hidrodinâmico, para o desenvolvimento de uma tomada instrumentada com pente de distorção que baratou e acelerou a caracterização do fluxo de entrada no motor, para ensaiar computadores de comandos de voo de investigação e para testar um minimanche lateral que mereceu opiniões geralmente favoráveis dos cinco pilotos que o avaliaram em março de 1999. Uma das experiências mais proveitosas foi a de voo autónomo em formação: um F/A-18 instrumentado voou na esteira do torvelinho de outro e mediu com precisão o fluxo de combustível, com resultados de redução de resistência superiores a 20 % e reduções do fluxo de combustível de pouco mais de 18 %, muito acima do objetivo de 10 % que o projeto tinha fixado. E um F/A-18 da NASA foi modificado para demonstrar a tecnologia de asa aeroelástica ativa, o que lhe valeu a designação X-53 em dezembro de 2006. Os estabilizadores do Hornet chegaram a servir como canards noutro demonstrador, o F-15S/MTD.

Os Blue Angels e a vida pública do avião

Em 1986 o esquadrão de demonstração de voo da Marinha dos Estados Unidos, os Blue Angels, trocou os seus A-4 Skyhawk pelo Hornet, e com ele voou em exibições aéreas por todos os Estados Unidos e pelo resto do mundo até à sua transição para o Super Hornet no final de 2020. Voaram os modelos A, B, C e D; os bilugares B e D dedicavam-se normalmente a levar convidados, embora também cobrissem falhas se fosse preciso. Para pilotar com a esquadrilha exige-se um mínimo de 1250 horas de voo e a qualificação de porta-aviões. Durante quase trinta e cinco anos, para a maioria do público o Hornet foi, sobretudo, esse avião azul e amarelo.

Balanço

O F/A-18 Hornet é um caso pouco frequente de avião que cumpriu o que prometia na faceta menos vistosa — disponibilidade, fiabilidade, manutenção — e ficou aquém precisamente onde mais foi criticado desde o início: o alcance. Os auditores do Congresso disseram-no antes de entrar ao serviço, a avaliação operacional independente de 1982 repetiu-o com a máxima crueza ao recomendar que não se aprovasse o seu uso na missão de ataque ligeiro, e a solução adotada — mais reabastecimento em voo — foi um remendo que o próprio GAO olhou com reservas. Que ainda assim o avião funcionasse deve-se a que as suas virtudes estavam noutro lado: um aparelho que se podia preparar o dobro depressa, com um motor que se trocava em vinte minutos e uma aviónica que permitia ao mesmo piloto abater um caça e bombardear um aeródromo na mesma saída.

A sua descendência foi longa. O Super Hornet herdou nome e conceito sobre uma célula nova e maior, o Growler levou o design para a guerra eletrónica, e o próprio Hornet legado manteve-se décadas nos Fuzileiros e em forças aéreas estrangeiras muito depois de a Marinha o ter retirado em 2019. No total construíram-se 1480 aparelhos das versões A, B, C e D entre 1974 e 2000; em meados da década de 2020 continuavam a voar no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos e em vários países europeus e do Médio Oriente, à espera de um relevo que em quase todos os casos se chama F-35.

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Variantes

Northrop YF-17F/A-18ACF-188A (CF-18A)(A)F/A-18A (AF-18A)(A)F/A-18BCF-188B (CF-18B)EF-18A (C.15)EF-18B (CE.15)F-18C (Finlandia)F-18D (Finlandia)F-18 HARVF-18LF-18(R)F/A-18A+F/A-18A++F/A-18BF/A-18CF/A-18C/D (Suiza)F/A-18DF/A-18D (Malasia)F/A-18LKAF-18CKAF-18DRF-18DX-53 Active Aeroelastic Wing
Primeiro voo9 de junho de 197418 de novembro de 197828 de julho de 1982——————————————————————
Tipo de aeronave————————————————Single-seat carrier-based multirole fighter————————
Grupo motopropulsor————————————————Two General Electric F404-GE-402 afterburning turbofans, each rated at 49 kN dry and 79.0 kN with afterburner.————————
Motorização2 × General Electric YJ101-GE-100————2 × turbofan————2 × turbofan2 × turbofan2 × turbofan2 × turbofan2 × turbofan2 × turbofan2 × General Electric F404-GE-402—2 × General Electric F404-GE-402—2 × turbofan——2 × turbofan2 × turbofan
Impulso unitário67 kN———————————————79 kN Melhor valor da linha—79 kN Melhor valor da linha——————
Comprimento16,9 m———————————————17,1 m Melhor valor da linha—17,1 m Melhor valor da linha——————
Envergadura10,7 m———————————————12,3 m Melhor valor da linha—12,3 m Melhor valor da linha——————
Altura4,4 m———————————————4,7 m Melhor valor da linha—4,7 m Melhor valor da linha——————
Área alar33 m²———————————————38 m² Melhor valor da linha—38 m² Melhor valor da linha——————
Peso vazio7888 kg Melhor valor da linha———————————————10 433 kg—10 433 kg——————
MTOW15 617 kg———————————————23 541 kg Melhor valor da linha—23 541 kg Melhor valor da linha——————
Velocidade máxima2120 km/h Melhor valor da linha———————————————1915 km/h—1915 km/h——————
Altitude da velocidade máxima12 000 m———————————————12 192 m—12 192 m——————
Velocidade de cruzeiro————————————————890 km/h Melhor valor da linha—890 km/h Melhor valor da linha——————
Teto de serviço18 000 m Melhor valor da linha———————————————15 000 m—15 000 m——————
Razão de subida inicial————————————————250 m/s Melhor valor da linha—250 m/s Melhor valor da linha——————
Alcance4500 km Melhor valor da linha———————————————2017 km—2017 km——————
Alcance de transferência————————————————3300 km Melhor valor da linha—3300 km Melhor valor da linha——————
Raio de ação————————————————740 km Melhor valor da linha—740 km Melhor valor da linha——————
Condições de alcance————————————————Clean with two AIM-9s the range is 2,017 km. On an air-to-air mission the combat radius falls to 740 km, while ferry range with three external tanks reaches 3,300 km.————————
Armamento————————————————One 20 mm M61 Vulcan cannon in the upper nose with 578 rounds, plus nine hardpoints (two wingtip launch rails, four underwing and three under the fuselage) with a capacity of 6,200 kg of external fuel and ordnance, in combinations that include 70 mm Hydra 70 rockets, air-to-air missiles and guided munitions such as JDAM and laser-guided bombs.————————
Carga bélica máxima————————————————6200 kg Melhor valor da linha—6200 kg Melhor valor da linha——————
Carga útil————————————————0 kg————————
Capacidade de carga————————————————There is no cargo bay and no passenger accommodation: this is a single-seat fighter, and its entire external capacity (6,200 kg across nine hardpoints) is reserved for weapons and fuel tanks. Payload and maximum passengers are therefore recorded as zero.————————
Tripulação1 Melhor valor da linha————2————1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha1 Melhor valor da linha21 Melhor valor da linha—2—1 Melhor valor da linha——2—
Passageiros————————————————0————————
Unidades construídas2——5718—60 Melhor valor da linha12577———————34—8—328——

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Imagens

McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angels Hornet (47270)Derekradamyt12 (CC BY SA), vía commons
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Um F/A-18C Hornet decola do convés de voo de um porta-aviões de propulsão convencional
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Cabine de um FA-18 Hornet da força aérea suíça em RAF Lossiemouth - geograph org ukWalter Baxter (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
971223 N-0507F 001 Um F/A-18 Hornet realiza um pouso com gancho de retenção a bordo do porta-aviões USS George Washington (CVN 73)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
011218 N-9769P 047 F/A-18 com armamento pronto para a missão
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Piloto de intercâmbio do USMC num F-18 Hornet do Esquadrão N.º 75 da RAAF em 2016
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 980206 N-8982D 003 F/A-18 Hornet em aproximação final para uma aterragem em porta-aviões
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040406 N-6213R 338: o capitão-de-fragata James Logsdon, de Roanoke Rapids (Carolina do Norte), aperta o cinto na cabina de um F/A-18C Hornet
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 030328 N-1810F 009: F/A-18 Hornet prontos no convés de voo do porta-aviões USS Kitty Hawk (CV-63)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais dos EUA do VMFA-232 carregam munições
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Força Aérea Espanhola, EF-18 DD SD-00-02833, recortada
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Nariz e cabina de um F-18 a taxiarYannick Bammert (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 CobraExtrapolaris (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 Cobra em voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 Cobra (1791-8)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
McDonnell Douglas FA-18C Hornet do VMFA-212 em voo sobre o mar da China Meridional em 8 de outubro de 2003
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
J-5004, McDonnell Douglas F/A-18C Hornet (n.º de construção 1320/SFC004) da Força Aérea Suíça, RIAT 2009Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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HN-438 F A-18C Hornet Finnish Air Force ILA 2012Julian Herzog (Website) (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force Mc Donnell Douglas FA-18C Hornet HN-442 Royal International Air Tattoo 2025 01Julian Herzog (Website) (CC BY), vía commons
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FA-18 Hornet a romper a barreira do som (7 de julho de 1999)
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F/A-18 Hornet com nuvens de condensação provocadas por ondas de choqueErik Drost (CC BY), vía commons
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F-18 Hornet da força aérea finlandesa 5295
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F-18 Hornet da Ala 15 da Força Aérea Espanhola a aterrar na base aérea de Zaragoza, 30 de maio de 2024F-1 Skywalker (CC BY SA), vía commons
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F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
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Ejército del AireEjército del Aire Ministerio de Defensa España (CC BY SA), vía commons
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EF-18 Hornet - Dia de portas abertas do aeródromo militar de Lavacolla - 2018 - 07Xosema (CC BY SA), vía commons
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Canadian CF-18
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CF-18 HornetMichael from Calgary, AB, Canada (CC BY), vía commons
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CF-18 HornetElsa Blaine from Cambridge, Ontario, Canada (CC BY), vía commons
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Boeing F A-18 Hornet RAAFFotoSleuth (CC BY), vía commons
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Boeing F A-18 Hornet RAAFFotoSleuth (CC BY), vía commons
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Boeing F A-18 Hornet RAAFFotoSleuth (CC BY), vía commons
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Blue Angels em formação delta na Fleet Week de São Francisco de 2016Dllu (CC BY SA), vía commons
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Protótipo F-18A aterrissando no USS America (CV-66), 1979
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Protótipo F-18B de dois lugares sobrevoando a NAS Patuxent River, 1981
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A Hornet aterrissando no USS Independence (CV-62), 1984
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Primeiro protótipo YF-18A Hornet exposto, 1978
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Protótipo YF-18A reabastecendo em voo a partir de um KA-3B, 1979
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Protótipo YF-18A preservado no museu de NAWS China LakeJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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F-18 HARV (High Alpha Research Vehicle) de la NASA
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Canadian International Air Show — Boeing F A-18 Hornet - U S Navy Blue Angels - Toronto Pearsonedk7 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angel F/A-18, imagem de arquivo: Califórnia
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18 da NASA Armstrong com a pintura «Freedom 250»
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Diamante de F/A-18 Hornet dos Blue Angels sobre Fisherman's Wharf, San Francisco Fleet Week 2019
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Desfile em diamante echelon de F/A-18 Hornet dos Blue Angels sobre San Francisco, Fleet Week 2019
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F35 Lightning, F18 Hornet, T28 TrojanJim Bahn (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angels sobre a baía de San Francisco, Fleet Week San Francisco 2011
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet dos Blue Angels sobre a Bay Bridge, Fleet Week San Francisco 2010
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angels sobre a baía de San Francisco, Fleet Week San Francisco 2007
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18 Hornet Solo DisplayPeter Gronemann (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
EF-18A Hornet da Força Aérea EspanholaRob Schleiffert (CC BY SA), vía commons
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CF-18 Demo Hornet "BCATP" da RCAF no Fort Lauderdale Air Show de 2016JT Occhialini (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CF-18 Demonstration Team, Comox Air ShowMike Martin Wong (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Os Blue Angels da Marinha dos EUA atuam em Wings Over Houston, Ellington Field, 2009
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angels, Wings Over Houston 2009 — manobra de descolagem dos solistasInvent2HelpAll (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Blue Angels, Wings Over Houston 2009 — formação «Aces High»Invent2HelpAll (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18E Super Hornet da Marinha dos EUA, demonstração tática, Yuma Airshow 2017
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-14D Tomcat, F4U Corsair e F/A-18C Hornet no U.S. Navy Legacy Flight, NAS Oceana Air Show 2004
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Passagem invertida dos Blue Angels da Marinha no Fort Lauderdale Air Show, 2006
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA SR-71B e F-18 HARV a deixar a Edwards AFB, 24 de março de 2003
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Convair UC-880, o único em serviço na Marinha dos EUA, reabastecendo um F/A-18A Hornet (rio Patuxent, testes de Tomahawk e de reabastecimento)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
YF-16 e YF-17 em voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F/A-18A modificado é submetido a testes de torção da ala no Laboratório de Dinâmica de Voo do Dryden Flight Research Center da NASA, em Edwards, Califórnia (EC01-0112-2)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18aJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Logótipo do Centenário do Voo aplicado ao AAW F/A-18 (2) (EC02-0061-2)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 070808 N-3349L 088: o tenente Michael Mc Ginnis, destacado para os Black Aces do Strike Fighter Squadron (VFA) 41, observa um F/A-18A Hornet dos Red Devils do Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 232 a preparar-se para uma aterragem com ga
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Logótipo do Centenário do Voo aplicado ao AAW F/A-18 (1) (EC02-0061-1)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 070511 N-0890S 095: um F/A-18A Hornet atribuído aos Red Devils do Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 232 decola do convés de voo do porta-aviões de propulsão nuclear USS Nimitz (CVN 68)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 031126 M-0000X 001: um F/A-18A Hornet atribuído aos Checkerboards do Marine Fighter Attack Squadron Three One Two (VMFA-312) patrulha os céus do Afeganistão
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A modificado, aeronave de ensaios de ala aeroelástica ativa (3) (EC01-0288-5)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18a
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Marines AN Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Hornets do Marine Air Group 11 com um KC-130R sobre a MCAS EL Toro, 1992
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A modificado, aeronave de ensaios de ala aeroelástica ativa (1) (EC01-0288-1)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A do VMFA-323 a escoltar um Il-38 sobre o mar Jónico, janeiro de 1986 DN SC-93-00829
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Técnicos a posicionar um cilindro de apoio sob a asa do AAW F/A-18 para os ensaios de vibração em terra (EC02-0203-14)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18a
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O AAW F/A-18A a levantar voo no seu primeiro voo de verificação (EC02-0264-01)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet VMFA-531 Cairo 1985
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet VMFA-134 El Toro 1993
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
163162 DR-211 F A-18A VMFA-312 Osan AB, Ro KJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
163152 SH-22, um F/A-18A Hornet da Mc Donnell Douglas com as marcas do VMFA(T)-101Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
163152 SH-22, um F/A-18A Hornet da Mc Donnell Douglas com as marcas do VMFA(T)-101Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18aJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
163132 DR-201, F/A-18A do VMFA-312: não é o avião do comandante mais vistoso que já viJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
162882 MCD F-18A Hornet US Marines Tail EndAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O AAW F/A-18 na cerimónia de apresentação (EC02-0065-40)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
162882 MCD F-18A Hornet US MarinesAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O AAW F/A-18 com sensores durante os ensaios de vibração em terra (EC02-0203-46)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
162882 MCD F-18A Hornet US MarinesAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A modificado, aeronave de ensaios de ala aeroelástica ativa (EC01-0288-3)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
162882 MCD F-18A Hornet US MarinesAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O AAW F/A-18 numa curva brusca à esquerda, fase 2 (EC04-0361-12)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
162882 MCD F-18A Hornet US MarinesAeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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161749 VW-201, um F/A-18A Hornet da Mc Donnell Douglas com as marcas do VMFA-314Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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O AAW F/A-18 sobre a mina de bórax da U.S. Borax (EC04-0361-08)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 031026 N-9411J 005: F/A-18A Hornet voam sobre o oceano Pacífico ocidental durante operações de voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
northrop-yf-17
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Deflexão diferencial do flap de bordo de ataque do AAW F/A-18A, primeiro voo de verificação (EC02-0264-19)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 031026 N-6536T 005: F/A-18A Hornet voam sobre o oceano Pacífico ocidental durante operações de voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
northrop-yf-17Mace4301 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O AAW F/A-18 no seu primeiro voo de verificação (EC02-0264-3)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marinha dos EUA 031026 N-6536T 002: F/A-18A Hornet voam sobre o oceano Pacífico ocidental durante operações de voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18a
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
northrop-yf-17
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
AAW F/A-18A em um rolamento de 360 graus (EC03-0039-14)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Caça Hornet da RAAF reabastecendo durante uma missão da Operação Okra em fevereiro de 2017
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
YF-17 Cobra reabastecido por um KC-97L
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18 AAW de ala flexível da NASA nos testes de voo da fase 2
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 da RAAF reabastecendo sobre o Iraque em março de 2017
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA 853 realizando pesquisa do Active Aeroelastic Wing (EC03-0039-9)
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Testes de cargas estruturais na aeronave X-53 AAW
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
KC-130R do VMGR-352 reabastecendo F-18A do VMFA-323, 1986
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Um dos dois Northrop YF-17 Cobra construídos para a Força Aérea dos Estados Unidos 360286325 img 8286Alan Hinkel (CC BY SA), vía commons
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F/A-18 Active Aeroelastic Wing (AAW) em exposição
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F-18 do VFMA-314 em formação
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Northrop YF-17A Cobra, USA - Navy ANSteve Fitzgerald (GFDL), vía commons
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Vista lateral do X-53 em voo
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f-a-18a
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Northrop YF-17A Cobra, USA - Navy ANMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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Northrop YF-17A Cobra, USA - Navy ANMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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X-53 estacionado
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F-18A do VMFA-314 lançando um Sidewinder, 1984
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Northrop YF-17A (c n 1, s n 201569) 1992-01-09 Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
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X-53 Active Aeroelastic Wing, aeronave de testes da NASA (EC03-0039-1)
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Northrop YF-17
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Northrop YF-17, memorial do USS ALABAMA, Mobile, AlabamaGreg Goebel (CC BY SA), vía commons
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Northrop YF-17 Cobra 01569 04
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Northrop YF-17 Cobra 01569 03
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Northrop YF-17 Cobra 01569 02
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Northrop YF-17 Cobra 01569 01
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Northrop YF-17 Cobra 01569 (NA 258)
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Northrop YF-17 Cobra 01569 (NA 252)
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Northrop YF-17 Cobra 01569 (NA 2062-24)
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Northrop YF-17 Cobra (Proto. n°1)
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Northrop YF-17 Cobra (74-04070)
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Voo em formação dos F-104, F-15 e YF-17 da NASA
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet da Força Aérea do Kuwait chegando ao RIAT, 1993Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
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KC-18C (F/A-18C) da Força Aérea do Kuwait aguardando entrega
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F/A-18D Hornet da Força Aérea do Kuwait, matrícula 442 (cn 1057, KAFD 002), no RIAT Fairford, julho de 1993Andrew Thomas (CC BY SA), vía commons
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Kuwait Air Force F/A-18C Hornet KAF422Anna Zvereva from Tallinn, Estonia (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — AIM-120 AMRAAM montado em um FA-18D Hornet do USMC (DT05, n.º 165528) do VMFA(AW)-242 em exposição estáHunini (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — 160918 M-QA203 0005
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — 140823 F-DT527 464
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet do VMFAT-101 sendo limpo a bordo do USS Nimitz, 2009
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 070822-N-7478G-226 Um capitão de avião designado para
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 070428-M-7404B-042 Dois F/A-18D Hornet do Esquadrão de Caça e Ataque All Weather do Corpo de Fuzileiros (Esq
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 070426-M-7404B-062 Dois F/A-18D Hornet do Esquadrão de Caça e Ataque All Weather do Corpo de Fuzileiros (Esq
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 060201-N-8158F-029 Um F/A-18D Hornet designado aos Rough Raiders do Esquadrão de Caça e Ata
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 051020-M-7404B-197 Um piloto do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA designado ao Esquadrão de Caça e Ataque dos Fuzileiros (Esq
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F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 051020-M-7404B-124 Um F/A-18D Hornet designado ao Esquadrão de Caça e Ataque dos Fuzileiros (
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F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 051019-M-7404B-190 O primeiro-sargento do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Daniel L. Youmans e o cabo Christo
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F/A-18D Hornet da RMAF do Esquadrão 18 aterrissando em Butterworth, Cope Taufan 16
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F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 050730-M-5865P-084 Um fuzileiro naval dos EUA designado ao Esquadrão de Caça e Ataque dos Fuzileiros Três
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet da RMAF rolando para a pista durante a Cope Taufan 2014
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Marinha dos EUA 050203-N-0962S-209 Após realizar um voo em um F/A-18D Hornet dos Blue Angels, o sargento-mor
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D da RMAF rolando em Butterworth durante a Cope Taufan 2012
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — US Navy 050203 N-0962S 204. Após receber um voo num F/A-18D Hornet dos Blue Angels, suboficial
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Hornet F/A-18D da RMAF M45-04 a regressar após um ensaio do desfile aéreo do Dia NacionalM Radzi Desa (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Manutenção de um F/A-18D Hornet, DVIDS 99483
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Hornet F/A-18 da RMAF exposto com míssil Harpoon e bombas Paveway
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Hornet F/A-18D da RMAF em ação na LIMA 2023Hiroki.loh.st (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — Ken H. CE09 (com a marca de 'espadas') em aproximação final para R-W19.ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Hornet F/A-18D da RMAF (M45) na LIMA 2009, Langkawi
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Ken H. CE06 em aproximação final para R-W19.ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — Ken H. CE04 em aproximação final para R-W19.ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — Ken H. CE01 e CE06 em aproximação final para R-W19 (2).ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — Ken H. CE01 e CE06 em aproximação final para R-W19 (1).ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — Ken H. CE01 (com marca) em aproximação final para R-W19.ken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — F-18 Aviano
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — A-18D VMFAT 101
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — 161013 M-OB347 279
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — US Navy 051019 M-7404B 201. Fuzileiros navais dos EUA abastecem um F/A-18D Hornet, atribuído ao Esquadrão de Ataque de Caça dos
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — US Navy 050203 N-0962S 170. O Suboficial-Mor da Marinha (MCPON) Terry Scott su
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F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet atribuído aos Death Rattlers, do Esquadrão de Ataque de Caça dos Fuzileiros Navais (VMFA)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — US Navy 030308 N-4655M 003. Armeiros de aviação instalam um míssil ar-ar num F A
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Uma aeronave F/A-18C Hornet da Marinha dos EUA atribuída ao Esquadrão de Caça e Ataque (VFA) 146 decola
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Mc Donnell Douglas F A-18D Hornet ‘164014 - AD-434Alan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet atribuído aos Sharpshooters, do Esquadrão de Treino de Ataque de Caça dos Fuzileiros Navais
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet atribuído aos Stingers, do Esquadrão de Caça e Ataque (VFA) 113 decola d
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — A MCAS Beaufort recebe um esquadrão de treino de Hornet, 150924 M-BL734 034
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet, atribuído aos Golden Dragons do Esquadrão de Caça e Ataque 192, aterra a b
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Ken H. DT08 - VMFA(AW)-242 F-18Dken H from Yokohama, Kanagawa-ken, Japan (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Marinheiros e fuzileiros navais dos EUA preparam uma aeronave F/A-18C Hornet atribuída ao Esquadrão de Ataque de Ca
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — Um F/A-18D Hornet do VFA-106 decola da NAS Key West em março de 2015
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - O tenente Brian Abbott catapulta um F/A-18C Hornet atribuído aos Rampagers do Esquadrão de Caça e Ata
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — FA-18DRob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet atribuído aos «Stingers» do Esquadrão de Caça e Ataque 113 voa sobre o
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F/A-18D Hornet — Um F/A-18D Hornet circula na pista para a decolagem
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet do Esquadrão de Testes e Avaliação Aérea (VX) 23 decola do convés de
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — F A-18D Hornet VX-31JET311 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - Um F/A-18C Hornet atribuído aos 'Stingers' do Esquadrão de Caça e Ataque 113 embarcado a bor
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F/A-18C Hornet - 960326 N-3843H 001 F A-18 In Flight
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F A-18D Hornetbomberpilot (CC BY SA), vía commons
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F/A-18D Hornet — F-18D do VMFA(AW-224) a decolar da Andersen AFB, 2003
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VMFA-314 a lançar um AIM-9L, 1984
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - 170215 N-GD109 025
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — F-18D do VMFA(AW)-242 a decolar da MCAS Iwakuni, 2010
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - 164879 WS-210, F/A-18C do VMA-323 «Death RattlersJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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F-18A Hornet VMFA-451 1989
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — F-18D a lançar um AGM-65E em China Lake
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-16 egípcio e três FA-18A do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18D Hornet — F-18D do VMFA(AW-225) a decolar da Andersen AFB, 2010
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F/A-18C Hornet - 164686 NK-306, F/A-18C do VFA-113Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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F/A-18D Hornet — Míssil AIM-120 AMRAAM montado num FA-18D Hornet do USMC (DT05, n.º 165528) do VMFA(AW)-242, vista frontal, foHunini (CC BY SA), vía commons
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Blue Angels FA18
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F/A-18C Hornet - 011010 N-6520M 008. Um F/A-18 regressa de uma missão sobre o Afeganistão
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A-4M Skyhawk do VMA-214 em voo com um F-18A Hornet do VMFA-531, nos anos 80
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F/A-18D Hornet — 164051 SH-266, um F/A-18D do VMFAT-101Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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F/A-18C Hornet - US Navy 051116 N-0119G 121 Um F/A-18C Hornet e dois S-3B Viking voam em formação
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A-4E VC-5 e F-18A VMFA-115 em voo 1989
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F/A-18D Hornet — 070220 N-0780F 003
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F/A-18C Hornet - US Navy 051013 M-0000L 001 Um F/A-18C Hornet recebe combustível de um KC-130 Hercules sobre o oceano Pacífic
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323 hornet
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US Navy 101023 N-2686K 471 Um F/A-18A Hornet atribuído ao Strike Fighter Squadron (VFA) 87 decola do porta-aviões USS George H. W. Bush (
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F/A-18C Hornet - US Navy 031105 N-9362D 504 Um F/A-18C Hornet pousa no convés de voo
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US Navy 070509 N-0890S 077 Um F/A-18A/B Hornet, atribuído ao
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F/A-18C Hornet - Os Red Devils aumentam a temperatura na base aérea de Kunsan
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US Navy 070503 N-4420S 120 O Aviation Boatswain's Mate Equipment de 3ª classe Edwardo Villagomez faz o sinal de soltar as mãos enquanto um F/A-18A Hornet
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F/A-18C Hornet - FA-18C Hornet da McDonnell Douglas armado com mísseis do VMFA-323 em voo ao largo do sul da Califórnia em 6 de março
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US Navy 070411 N-5484G 035 Marinheiros e fuzileiros navais empurram para trás um F/A-18A Hornet atribuído aos Red Devils do Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 232 no convés de voo do porta-aviões de propulsão nuclear USS Nimi
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US Navy 070404 N-6326B 003 Fuzileiros navais dos EUA atribuídos aos Red Devils do Marine Fighter Attack Squadron (VMFA) 232 movem um F/A-18A Hornet
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F/A-18C Hornet - FA-18C Hornet da McDonnell Douglas do VMFA-115 decola da Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Iwakuni, Japão, 28
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US Navy 050310 N-4308O 076 Um piloto do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA segue as instruções de um sinalizador de aeronaves enquanto taxia com seu F/A-18A Hornet durante operações de voo a bordo do porta-aviões classe Nimitz USS Harry S. Truman (C
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F/A-18C Hornet - FLL USMC FA-18C VFA-106 Gladiators NAS Oceana JTPI FF 01215JT Occhialini (CC BY SA), vía commons
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US Navy 050212 N-6363M 046 O cabo do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA Lee Sanders, à esquerda, e o soldado de primeira classe Michael Miller inspecionam um F/A-18A Hornet antes do início das operações de voo a bordo do USS Harry S. Truman (CVN 75)
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US Navy 041204 N-5345W 197 Um plane captain do Corpo de Fuzileiros Navais atribuído aos Silver Eagles do Marine Fighter Attack Squadron One One Five (VMFA-115) realiza manutenção em um dos F/A-18A Hornet do esquadrão
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F/A-18C Hornet - Um FA-18C Hornet do VMFA-115 é reabastecido sobre a Califórnia em 28 de outubro de 2017 (171028 M-QZ858 0298)
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US Navy 041115 N-7405P 100 Um F/A-18A Hornet atribuído aos Silver Eagles do Marine Fighter Attack Squadron One One Five (VMFA-115) realiza um pouso com cabo de parada a bordo do porta-aviões classe Nimitz USS Harry S. Truman (CVN 7
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F/A-18C Hornet - FA-18C 30 Anniv 01Scott Dunham (CC BY SA), vía commons
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Mc Donnell Douglas F-18A US MARINES "BLACK NIGHTS" 161749 VW-201 VMFA-314Curimedia (CC BY), vía commons
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F/A-18C Hornet - F A-18C Hornet, VMFA-232, May 13, 2013
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Bomba Mark 77 carregada num FA-18
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f-a-18a
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F/A-18C Hornet - F/A-18C no golfo de Omã
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FA-18A Hornet (Marine Corps Base Quantico) 001Leonard J. DeFrancisci (CC BY SA), vía commons
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F/A-18C Hornet - Um F-22A Raptor e quatro FA-18C Hornet do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA em voo sobre a costa do sul da Califórnia em
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F/A-18C Hornet - FA-18C do VMFA-122 decolando da base aérea de Andersen, 2003
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f-a-18a
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F/A-18C Hornet - Um FA-18C do VMFA-323 pousando a bordo do USS Nimitz (CVN-68) em 2013
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F-18A VMFA-251 NAS Dallas 1988
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J-5011 e F-16 belgaHH58 (CC BY SA), vía commons
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F-18A Hornet VMFA-333 Desert Shield 1992
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F/A-18C Hornet - 164698 WS-200 FA-18C do VMA-323 "Death RattlersJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
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F-18A Hornet VMFA-321 1993
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F/A-18C Hornet - Vista traseira esquerda de um FA-18C Hornet do VFA-37 decolando do USS George H. W. Bush (CVN-77) 170201 N-YL257 176
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Um F/A-18 Hornet suíço disparandoPeter Gronemann from Switzerland (CC BY), vía commons
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F/A-18C Hornet - Um FA-18C Hornet decola do convés de voo do USS George H. W. Bush.
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18-suizaHornet Driver (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Cowboylr
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - USS NIMITZ (CVN 68) 130713 N-TW634 255U.S. Naval Forces Central Command/U.S. Fifth Fleet (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F/A-18A Hornet do Marine Fighter Attack Squadron 323 (VMFA-323) levanta poeira ao sair da linha de voo antes da decolagem durante o exercício multinacional e conjunt - DPLA - af17f4816 eeea 1c0d028 eec27 bba3950
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Meiringen AirbasePeter Gronemann from Switzerland (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - F-18C VFA-25 CVN-72 2000
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Aeronaves F/A-18A Hornet do Marine Fighter Attack Squadron 314 recebem manutenção no convés de voo do porta-aviões USS CORAL SEA (CV 43). A aeronave em primeiro pla - DPLA - fd418 fdfafab 324713a0a0a4a6c3d969
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US Navy 050203 N-8977L 003 Marinheiros do Departamento de Motores dos Blue Angels removem os motores de um F/A-18A Hornet para manutenção durante seu treinamento de inverno anual na Instalação Aérea Naval (NAF) de El Centro, Califórnia
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F/A-18C Hornet - McDonnell Douglas 267 FA-18C-35-MC Hornet (USN BuNo 164629, msn 1046, ln C258) (3-21-2023)ZLEA (CC BY SA), vía commons
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Mc DD F A-18C Hornet 'J-5020Alan Wilson (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041130 N-4953E 001 Um F/A-18A Hornet decola com pós-combustão do convés de voo do porta-aviões classe Nimitz USS Harry S. Truman (CVN 75)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - McDonnell Douglas 267 FA-18C-26-MC Hornet (USN BuNo 163705, msn 767, ln C067) (3-10-2025)ZLEA (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Swiss Air Force Jet Accompanies Secretary Kerry's Plane
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041115 N-6363M 010 Armeiros do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA carregam um míssil AIM-9X Sidewinder num pilone de asa a bordo de um F/A-18A Hornet
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet - McDonnell Douglas 267 FA-18C-25-MC Hornet (USN BuNo 163508, msn 754, ln C060) (3-10-2025)ZLEA (CC BY SA), vía commons
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Um F-18 Hornet da Força Aérea Suíça decola durante o Nordic Air Meet (NOAM) 12 na Finlândia, setembro, 120903 F-RC891 450
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040620 N-0832O 504 Um F/A-18A Hornet se prepara para decolar do convés de voo do porta-aviões classe Nimitz USS Harry S. Truman (CVN 75)
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US Navy 030625 N-9319H 016 Um diretor de aeronaves se prepara para auxiliar um F/A-18 Hornet até uma das quatro catapultas a vapor durante operações de voo no convés a bordo do USS Nimitz (CVN 68)
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McDonnell Douglas FA-18C-49-MC (cn 1372 SFC023, J-5023) 2010-07-04 Coleção Andre Gerwing IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
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O defletor de jato é erguido atrás de uma aeronave F A-18A Hornet antes do lançamento a partir do convés de voo do porta-aviões USS CORAL SEA (CV 43) - DPLA - 59fa859b6cb75ec4 cdd8016bc2ad7055
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f-a-18-suizaHH58 (CC BY SA), vía commons
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Mark 82Bomb
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f-a-18-suizaHornet Driver (CC BY SA), vía commons
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Pessoal de manutenção a bordo do porta-aviões USS CORAL SEA (CV 43) trabalha numa aeronave F A-18A Hornet - DPLA - c66063d22e0 eeb828c783 dda8254 abec
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Swiss Air Force F A-18D J-5235Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Operações de voo durante a Operação Desert Shield a bordo do USS Midway (CV-41), 1991
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Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet ‘J-5004 - 004Alan Wilson from Stilton, Peterborough, Cambs, UK (CC BY SA), vía commons
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Flickr - Imagens oficiais da Marinha dos EUA - Uma aeronave prepara-se para decolar do porta-aviões USS Nimitz.
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AFB Volkel (NL), F-18 Hornet, J-5015, Swiss P
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Exercise Copper Arrow Joint Swiss Refuel Mission
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O FA-18A Hornet do VFA-151 e o KA-6D Intruder do VA-185 escoltam um Il-38 soviético em 19 de setembro de 1989
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A Hornet do VFA-151 e A-6E Intruder do VA-185 no USS Midway, 1 de fevereiro de 1991
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F A-18 J-5025 J-5233 Geneve 010515 1NAC (CC BY SA), vía commons
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US Navy 951215 N-0226M 001 Um F A-18 «Hornet» atribuído à Naval Fighter Weapons School (NFWS)
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Frisian Flag 2019 J-5007Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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US Navy 100715 N-5446H 545 Um marinheiro observa um F A-18A Hornet a aterrar a bordo do USS George H. W. Bush (CVN 77)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 080921 N-6274M 001 Um F A-18A Hornet aproxima-se do porta-aviões da classe Nimitz USS Theodore Roosevelt (CVN 71)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 070802 N-8119R 129 Um F A-18A Hornet, atribuído à
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 051008 N-4541B 005 Seis Hornet F/A-18A atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os
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F/A-18C Hornet — Hornet F/A-18C McDonnell Douglas do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA do Esquadrão de Caça e Ataque de
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050525 N-0295M 021 Um Hornet F/A-18A, atribuído à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, realiza uma curva a alta velocidade durante uma demonstração de voo sobre o rio Severn
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — O cabo Cameron Sousa, do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, mecânico de linha de voo do Esquadrão de Caça
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050416 N-0295M 450 Hornet F/A-18A atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, voam em formação piramidal no Coastal Carolina Air Show de 2005 em Wilmington, Carolina do Norte
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F/A-18C Hornet — FA-18C VMFA-312Rob Schleiffert from Holland (CC BY SA), vía commons
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F/A-18C Hornet — Marinheiros da Marinha dos EUA participam em operações de manuseamento de aeronaves a bordo do porta-avi
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050416 N-0295M 100 Quatro Hornet F/A-18A, atribuídos à Equipa de Demonstração de Voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, executam a sua clássica manobra de formação em diamante durante o Coastal Carolina Air Show de 2005
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — Um Hornet F/A-18C McDonnell Douglas do Esquadrão de Caça e Ataque de Fuzileiros Navais 312 (VMFA-3
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US Navy 050416 N-0295M 089 Quatro Hornet F/A-18A, atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, descolam em formação cerrada durante o Coastal Carolina Air Show de 2005 em Wilmington, Carolina do Norte
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — F-18C VMFA-122
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050416 N-0295M 086 Quatro Hornet F/A-18A, atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, descolam em formação cerrada durante o Coastal Carolina Air Show de 2005 em Wilmington, Carolina do Norte
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F/A-18C Hornet — Um Hornet F/A-18C McDonnell Douglas do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA atribuído ao Esquadrão de Caça
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US Navy 050402 N-1328C 576 Hornet F/A-18A, atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, descolam em formação cerrada durante o Texas Thunder Air Show 2005
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US Navy 050312 N-8977L 010 Quatro Hornet F/A-18A, atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, voam em formação perante mais de mil espetadores durante a edição de 200
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — Um Hornet F/A-18C McDonnell Douglas do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, atribuído ao Esquadrão de Caça
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US Navy 050311 N-1539M 001 O tenente John Allison, atribuído à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, coloca o seu Hornet F/A-18A em posição para uma missão fotográfica
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F/A-18C Hornet — F-18C do VMFA-251 a pousar no USS Enterprise (CVN-65), 2012
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — F-18C Hornet VMFA-235 Desert Storm 1991
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050204 N-8977L 010 Quatro Hornet F/A-18A, atribuídos à Equipa de Demonstração de Voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, executam a manobra de formação em diamante
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F/A-18C Hornet — Armamento de um F-18 do VMFA-235, Tempestade no Deserto, 1991
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FA-18 Afterburners
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F-4S do VF-302 e F-18A do VX-5 num porta-aviões, 1982
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — Um Hornet F/A-18C do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA atribuído ao Esquadrão de Caça e Ataque
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F/A-18C Hornet — 170828 N-GP724 588
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A no USS Coral Sea (CV-43), janeiro de 1986
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — 163480 SH-200, um F/A-18C do VMFAT-101Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-305 no USS Abraham Lincoln (CVN-72), 1990
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18B da NASA 160781 (NASA 845) com um F-15A
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — 011115 N-1328C 516 F A-18 Approach
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-305 a pousar no USS Abraham Lincoln (CVN-72), 1990
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18B 160781 (NASA 845)
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F/A-18C Hornet — ANCHORAGE, Alasca (24 de junho de 2011). Um Hornet F/A-18C dos Fighting Omars do
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-132 no USS Coral Sea (CV-43), por volta de 1985
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — F-18C do VFA-113 em Roswell, 1997
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18C Hornet — Defense.gov News Photo 011007-N-6520M-029
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A e E-2C do CVWR-30 no USS Enterprise (CVN-65), 1989
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F-18A VFA-303 USS Nimitz 1992
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-161 na catapulta do USS Enterprise (CVN-65), 1987
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F-18A Hornet VMFA-451 USS Coral Sea 1989
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Defense.gov News Photo 080416-N-1794M-003
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Defense.gov News Photo 050124-N-2984R-058
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US Navy 050109 N-5345W 021 Um Hornet F/A-18A descola do convés de voo a bordo do porta-aviões da classe Nimitz USS Harry S. Truman (CVN-75)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041112 N-4204E 395 Dois Hornet F/A-18A da equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, atuam no Blue Angels' Homecoming Air Show em Pensacola, Flórida
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041112 N-4204E 346 Dois Hornet F/A-18A da equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, atuam no Blue Angels' Homecoming Air Show em Pensacola, Flórida
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041009 N-0879R 010 Cinco Hornet F/A-18A da equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, voam em formação sobre a Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Kaneohe Bay, no Havai
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041009 N-0879R 002: quatro Hornet F/A-18A da equipa de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, voam em formação
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F A-18C Hornet - RIAT 2015Airwolfhound from Hertfordshire, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041008 N-1919W 002: quatro Hornet F/A-18A da equipa de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, voam em formação sobre a Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Kaneohe Bay, no Havai
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F18 Hornet - RIAT 2019Airwolfhound from Hertfordshire, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040516 N-9909C 003: Hornet F/A-18A da equipa de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, executam uma manobra de rutura com seis aeronaves
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F A-18 HornetAirwolfhound from Hertfordshire, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040516 N-9909C 002: Hornet F/A-18A da equipa de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, executam uma manobra de rutura com quatro aeronaves
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F A-18 HornetAirwolfhound from Hertfordshire, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040514 N-0295M 067: as seis Hornet F/A-18A da equipa de demonstração aérea da Marinha dos EUA, os Blue Angels, executam a sua célebre manobra de formação Delta com seis aeronaves
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040514 N-0295M 066: as seis Hornet F/A-18A dos Blue Angels executam a célebre manobra de formação Delta com seis aeronaves
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-432, Hornet F-18C da Força Aérea finlandesa do HäLLv 21Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040514 N-0295M 059: Hornet F/A-18A dos Blue Angels executam uma passagem em formação com quatro aeronaves
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F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18B comemorativo da Medalha de Honra do VMFAT-101, MCAS Miramar
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 040514 N-0295M 049: um Hornet F/A-18A dos Blue Angels passa junto ao público no Dia das Portas Abertas Interserviços de 2004
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Hornet finlandês no Air Show de Kauhava de 2025VynedJ (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais carregam uma GBU-38 num F/A-18B do VMFA-232, 2007
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 031026 N-9411J 009: um Hornet F/A-18A voa sobre o oceano Pacífico ocidental durante operações de voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
A USAFE organiza o seu primeiro exercício de manobras básicas de combate aéreo em Ramstein
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Dois F/A-18B da NASA do programa AFF
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US Navy 030321 N-2143T 003: um Hornet F/A-18A realiza a aproximação final para uma aterragem com gancho de travagem a bordo do porta-aviões de propulsão nuclear USS Nimitz
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F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
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Aeronaves da Ala Aérea Embarcada de Reserva 20 dos EUA em voo, 2003
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Avião de acompanhamento F/A-18B da NASA, campanha CYGNSS, 2016
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RAAF Hornet DRW Butler 1Eugene Butler (GFDL), vía commons
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f-18c-finlandiaGerardvdSchaaf (CC BY), vía commons
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Hornet FA-18A da RAAF em voo durante a Operação Okra sobre o Iraque, 22 de março de 2017
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O centro NASA Armstrong recebe o primeiro de três F/A-18B ex-Marinha, 2018
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f-18c-finlandiaGerardvdSchaaf (CC BY), vía commons
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Hornet FA-18A da McDonnell Douglas do VFA-151 em voo, no final da década de 1980
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Cobra Warrior 23-1 em RAF Waddington
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18B do VMFAT-101 preparado para o lançamento, 2005
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN John Davies - CYOW Airport Watch (GFDL), vía commons
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Hornet F/A-18 da Força Aérea finlandesa no exercício Atlantic Trident 25
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Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN John Davies - CYOW Airport Watch (GFDL), vía commons
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Finnish F A-18C HornetDave_S. from Witney, England (CC BY), vía commons
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Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, Australia - Royal Australian Air Force (RAAF) JP Jeff Gilbert - JGPhotographics.com (GFDL), vía commons
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Dois F/A-18B do VFA-125 Rough Raiders em voo, 1984
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A do VFA-97 camuflado em voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force) Luchtmachtdagen 2011Archangel12 (CC BY), vía commons
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F-18A do VFA-87 com um A-6E durante a Guerra do Golfo de 1991
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F/A-18B 163104 do VMFAT-101 (segunda vista)Jerry Gunner (CC BY), vía commons
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F-18A do VFA-192 em voo, 1989
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais treinam com a Força Aérea finlandesa
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f-a-18bJerry Gunner (CC BY), vía commons
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Riat 2023 - Finnish Air Force - Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet NZ9 6460Bernardo Fernandez copado (CC BY), vía commons
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F-18A do VFA-87 a lançar bombas durante a Guerra do Golfo de 1991
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f-a-18bJerry Gunner (CC BY), vía commons
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F-18A do VFA-195 em voo, 1991
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F/A-18B 161733 do NSAWC, FallonJerry Gunner (CC BY), vía commons
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Riat 2023 - Finnish Air Force - Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet NZ9 5123Bernardo Fernandez copado (CC BY), vía commons
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Avião de acompanhamento F/A-18B da NASA com o UCAV X-45A
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HN-404 F-18 FAF VBYBene Riobó (CC BY SA), vía commons
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F/A-18B da Escola de Pilotos de Ensaio da Marinha dos EUA, NAS Patuxent River, 2005
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F/A-18B 161711, Blue Angels No. 7Aeroprints.com (CC BY SA), vía commons
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F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
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Hornet F-18 em voo rasanteDave_S. from Witney, England (CC BY), vía commons
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F/A-18B 161943, Blue Angels No. 7, Yanks Air Museum
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F-18A do VFA-113 a interceptar um Tu-95 soviético sobre o Pacífico, 1985
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Finnish Air Force F-18David Smith (CC BY), vía commons
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F/A-18B 161740 do VX-31 Dust DevilsJerry Gunner (CC BY), vía commons
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Hornet F-18A do VFA-303 sobre o sul da Califórnia, 1989
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f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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F/A-18B 161723, demonstração dos Blue Angels, MCAS Miramar, 2011aceebee (CC BY SA), vía commons
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Hornet F-18A do VFA-204 sobre Nova Orleães em 1993
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F/A-18B 161723, Blue Angels, MCAS Miramar 2011aceebee (CC BY SA), vía commons
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Fuzileiros navais treinam com a Força Aérea Finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18B Hornet, US Navy, Nova Scotia International Air ShowJohn Davies - CYOW Airport Watch (GFDL), vía commons
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Hornet F-18A do VFA-132 em voo em 1989
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Finnish AF Boeing F-18C Hornet HN-434Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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F-18A Hornet do VFA-97 em voo, c. 1999
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f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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F-18A Hornet do VFA-303 em voo em 1989
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Forças dos EUA e da Finlândia realizam treino bilateral durante o AK23-6
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F-18A Hornet do VFA-161 lança um AIM-7 Sparrow, c. 1987
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F-18A Hornet do VFA-132 em voo, c. 1985
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F-18A Hornet do VFA-87 em voo durante a Guerra do Golfo de 1991
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Aeronaves F-18A Hornet, Kfir e F-5E durante manobras de combate aéreo, 1989
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F-16A e F-18A do NSAWC sobre Nevada, 2005
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Finnish Air Force Mc Donnell Douglas FA-18C Hornet HN-442 Royal International Air Tattoo 2025 04Julian Herzog (Website) (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F-18A Hornet australiano lança um míssil Sparrow, c. 1990 (recortada)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Vista ar-ar do lado direito de um F/A-18A da Ala Aérea Embarcada 5 (CVW-5) da Marinha dos EUA escoltando uma aeronave soviética Tu-95 Bear D - DPLA - 8bd0b2b0c0494cc99f3ab574be95d1cd
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Vista aérea do lado direito de um Il-38 escoltado por um F/A-18A Hornet do VFA-151 e um KA-6D Intruder do VA-185, setembro de 1989, DN-SN-90-04254
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-418 FA-18C Hornet FAF Flygdagarna 2026 01Bene Riobó (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Disparo de um AIM-9R
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Da pista à via aérea: os aliados do Atlantic Trident
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-446, Boeing F-18C Hornet da Força Aérea Finlandesa, do Hä L Lv 21Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
A21-22 voando sobre o Iraque durante a Operação Okra, 22 de março de 2017
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-424, Boeing F-18C Hornet da Força Aérea Finlandesa, do Hä L Lv 21Jerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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Mc Donnell Douglas F-18C-48 MC (cn 1306 FNC005, HN-405), 19-06-2023, Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 050416-N-0295M-483. F/A-18A Hornet, atribuídos à equipa de demonstração de voo da Marinha dos EUA, os Blue Angels, a rodar de volta à linha de voo depois de atuarem diante do público no Coastal Carolina Air Show de 2005
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041203-N-6842R-061. Armeiros de aviação removem um míssil AIM-9M Sidewinder de um F/A-18A Hornet
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F-18C-48 MC (cn 1322 FNC007, HN-407), 19-06-2023, Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
US Navy 041202-N-6842R-029. Cinco F/A-18A Hornet a rodar para a pista para a decolagem
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marines treinam com a Força Aérea Finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Sue Hart, Brenda Scheufele e Pamela Lyons Carel (esq. para dir.), 1992 (recortada)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Marines treinam com a Força Aérea Finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Armeiros do Esquadrão de Caça e Ataque 132 (VFA-132) carregam um míssil de prática AIM-9 Sidewinder na ponta da asa de um F/A-18A Hornet durante o Exercício COPE THUNDER - DPLA - 2 cae9a7db2dc77509819 dec0bb7e6 ece
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas FA-18C-51 MC (cn 1439 FNC033, HN-433), 19-06-2023, Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas FA-18A Hornet do VFA-204 em terra, 26 de setembro de 2008Cory W. Watts from Madison, Wisconsin, United States of Amer (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas FA-18A Hornet do VFA-151 na Naval Air Station Fallon, Nevada (EUA), 24 de outubro de 1986
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-420 FA-18C Hornet FAF Flygdagarna 2026 01Bene Riobó (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet US Navy VFA-97 NL300 (WESTPAC 1994) Bu NoTdhla1 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet US Navy VFA-27 NL405 (WESTPAC 1992-1993) Bu No 162883 - SEAD - OSW - Jan 13 1993Tdhla1 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet US Navy VFA-27 NL400 (WESTPAC 1994) Bu NoTdhla1 (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
USMC FA18 (sem fundo)
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Mc Donnell Douglas FA-18C-51 MC (cn 1429 FNC028, HN-428), 10-06-2018, Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet 163106 CN- 495-A409 Blue Angels 4 SlotTomás Del Coro from Las Vegas, Nevada, USA (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18a-plus-plus
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet (Late) VFA-132 AK200 C A G. 1990Tdhla1 (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
EGVA - Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet - Finnish Air Force - HN-406Steve Lynes from Sandshurst, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN Alain Rioux (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Red Flag-Alaska 16-2 (imagem 1 de 5), 160604-M-VF398-100
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet HN-411 5D4 0857Ronnie Macdonald from Chelmsford, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN Mike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, USA - Navy AN Alain Rioux (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18C Hornet HN-411 Turku Airshow 2015 01
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Komatsu ATR 160317 M-OH021 212
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, Australia - Royal Australian Air Force (RAAF) JP Jeff Gilbert - JGPhotographics.com (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18C Hornet HN-403 Kokonaisturvallisuus 2015 01
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, Australia - Royal Australian Air Force (RAAF) JP Jeff Gilbert - JGPhotographics.com (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-35C Lightning II e FA-18A Hornet do VMFA-314 em voo sobre a Califórnia em 5 de junho de 2019 (190605 N-SS390 0118)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet, Australia - Royal Australian Air Force (RAAF) JP Jeff Gilbert - JGPhotographics.com (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F-18A Hornet "AdversaryD. Miller from IL. USA (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
A-7E, F-18A e A-6E sobre NAS Fallon, 1987
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet HN-421 5D4 0860Ronnie Macdonald from Chelmsford, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet US NavyCurimedia (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18c-finlandiaSunburn1979 from Pershore, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
MCD F-18A Hornet U S. Air Force Tail Line Up.Aeroprints.com (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Pessoal de solo faz a manutenção de um F/A-18A Hornet do Esquadrão de Caça e Ataque 106 (VFA-106) na linha de voo durante o exercício GALLANT EAGLE 88. À esquerda, uma aeronave de treino TF-A-18A Hornet - DPLA - dd03331f55e813a35ff5137ee5b66a51
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Células do Atlantic Trident 25
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 Hornet do VFA-97 em Osan, 2004
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18C Hornet Finnish Air ForceRonnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 Hornet Pax River Museum 3
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 LandingFalcon® Photography from France (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 Hornet Pax River Museum 2
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Começa o exercício AK23-6 na Finlândia
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18 Hornet Pax River Museum 1
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
2024-09-06 150858 Zeltweg AIRPOWER 24Tim Rademacher (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Cabine do FA-18A
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A do VFA-204 na Base Nellis, 2005
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
2024-09-06 133352 Zeltweg AIRPOWER 24Tim Rademacher (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A Hornet do VFC-12 em rolagem em NAS Fallon, em abril de 2015
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CORE 26: a Força Aérea finlandesa e os fuzileiros navais dos EUA unem-se para realizar um treino no Ártico
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A Hornet do VFA-132 aterra a bordo do USS Coral Sea (CV-43), em 1986
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18A Hornet do VFA-125 em NAS Fallon, 1993
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet 5D4 0580Ronnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-5N e F-18A do VFA-127 em NAS Fallon, 1993
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F-18 Hornet finlandês participou num voo de apoio à Bomber Task Force 24-4 na Base Aérea MK
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet agressor
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFC-12 em NAS Key West, em novembro de 2014
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-125 em NAS Fallon, 1993
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-15 em NAS Fallon, 1988
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-137 em NAS Fallon, 1987
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A do VFA-113 em NAS Fallon, 1986
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet do VFC-12 em NAS Oceana, 1994
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet do VFA-204 em NAF Andrews, 1992
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet do VFA-203 na Base Andrews, 1990
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet do VFA-132 na Base Andrews, 1990
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet do VFA-127 em NAS Fallon, 1993
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Defense.gov, foto de imprensa 050322-F-6911G-037
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Verificação pré-voo do gancho de apontagem de um F/A-18A Hornet do VMFA-115 a bordo do USS Harry S. Truman (2005)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Boeing F A-18AClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A Hornet do VMFA-112 a reabastecer a partir de um KC-130T (2006)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HN-415, Radom Air Show, 20230826 1613 9748Jakub Hałun (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Boeing F A-18AClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Dois F/A-18A Hornet do VMFA-112 em formação sobre o Pacífico (2006)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Boeing F A-18AClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force Mc Donnell Douglas FA-18C Hornet HN-442 Royal International Air Tattoo 2025 03Julian Herzog (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A Hornet do VFA-204 a decolar de NAS Fallon (2016)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A Hornet do VFA-204 estacionados na linha de voo de NAS Fallon (2016)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force Mc Donnell Douglas FA-18C Hornet HN-442 Royal International Air Tattoo 2025 02Julian Herzog (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18A Hornet do VFA-204 em rolagem em NAS Fallon (2016)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
161748 - MF-10 McDonnell Douglas F/A-18A Hornet (cn 0106-A075), Marines dos EUAAndrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force F-18C RIATD2180s (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-a-18aJerry Gunner from Lincoln, UK (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18C Hornet Turku Airshow 2019 06Htm (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18C Hornet Turku Airshow 2019 01Htm (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18C Hornet HN-411 Turku Airshow 2015 05
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CORE 26: reabastecimento ar-ar de fuzileiros navais dos EUA a F/A-18 Hornet finlandeses sobre o Círculo Polar Ártico
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Forças dos EUA e da Finlândia realizam treino bilateral durante o exercício AK23-6
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Arctic Challenge 19
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Atlantic Trident 25: o 100th ARW reabastece F/A-18 da Força Aérea finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Um F-18 finlandês voa em direção a um posto de gasolina
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O 100th ARW presta apoio a aeronaves sobre a Estónia e a Finlândia durante o exercício Baltic Trident
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
A 48 FW e a OTAN sobrevoam o Extremo Norte
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F/A-18 Hornet da Força Aérea Finlandesa no Atlantic Trident 25
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O 100 ARW fornece combustível sobre o Ártico
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Atlantic Trident 25: a 100th ARW reabastece aliados da OTAN sobre a Finlândia
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
EGVA - Mc Donnell Douglas F A-18C Hornet - Finnish Air Force - HN-428Steve Lynes from Sandshurst, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
2024-09-06 151024 Zeltweg AIRPOWER 24Tim Rademacher (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
2024-09-06 133348 Zeltweg AIRPOWER 24Tim Rademacher (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais treinam com a Força Aérea Finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
FA-18C Hornet Finnish Air ForceRonnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Fuzileiros navais treinam com a Força Aérea Finlandesa
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Atlantic Trident 25: a 100th ARW reabastece aliados da OTAN sobre a Finlândia
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish HornetPeng Chen (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O MWSS-272 realiza operações FARP na Finlândia
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC92-10231-2)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Dois Hornet finlandeses no Kauhava Air Show 2025VynedJ (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet HN-466 Turku Airshow 2015 03 JDAM
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC93-42237-4)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet HN-466 Turku Airshow 2015 02
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
A 100th ARW reabastece na BALTOPS
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC95-43335-7)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC93-42237-5)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Finnish Air Force FA-18C Hornet - Royal International Air Tattoo 2015John5199 (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet HN-466 Turku Airshow 2015 01
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC89-0096-226)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC89-0096-240)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 06 JDAM AGM-154
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC91-075-38)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 05
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
2019 Royal International Air Tattoo 1P4A2843wallycacsabre (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC89-62-11)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC88-0212-004)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 04
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Da pista para o céu, os aliados do Atlantic Trident
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC96-43595-1)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 03
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18c-finlandiaGerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC88-0212-002)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
NASA F/A-18 HARV (EC87-146-5)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 02
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466)Tour de Sky 2014-08-09 01
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 09 gancho de cauda
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 08
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 07 luz do estabilizador vertical
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 06 AGM-154
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 05 JDAM
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 04 AIM-9
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 03 AIM-9
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 02 AIM-9
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18D Hornet (HN-466) Tour de Sky 2014-08-10 01
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F-18D Hornet, Finland - Air Force ANMike Freer - Touchdown-aviation (GFDL), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 6
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
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F-18 Hornet (Finnish Air Force)bomberpilot (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 5
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 4
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 3
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 2
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
20180320 FA-18 HARV Virginia Air and Space Center 1
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O F-18 High Alpha Research Vehicle (HARV) modificado realiza estudos de fluxo de ar num voo a partir do Dryden Flight Res
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Destacadas com faixas douradas estão as strakes de nariz articuladas, modificações feitas no F-18 HARV da NASA (High Alpha Research Vehi
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18A Hornet HARV da NASA em voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 HARV da NASA em voo
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
F-18 HARV da NASA durante um voo de teste
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F-18 HARV (c n 6-A006, s n 160780, 840) 1992-01-06 Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas F-18 HARV (c n 6-A006, s n 160780, 840) 1992-01-06 Andre Gerwing Collection IDAndré Gerwing (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
O High Alpha Research Vehicle realiza um teste de vetorização de empuxo (EC91-0075-33)
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
HARV 1 recortadaCjloria (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
f-18-harv
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Modificações de instrumentação do F-18 HARV, DVIDS
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas EF-18A Hornet (C 15), Força Aérea Espanhola, matrícula C 15-84Contando Estrelas (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Modificações de instrumentação do F-18 HARV, DVIDS
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Mc Donnell Douglas EF-18A Hornet (C 15), Força Aérea Espanhola, matrícula C 15-35Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Visualização do fluxo de vórtices na proa do F-18 HARV a 42 graus de ângulo de ataque, DVIDS
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Visualização do fluxo de superfície na proa do F-18 HARV através de fluxo de corante, DVIDS
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
McDonnell Douglas EF-18A Hornet (C.15), Força Aérea espanhola, matrícula C.15-33Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Sondas sujas no ancinho de admissão do F-18 HARV
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Um CF-188B Multi Role Fighter das Forças Armadas Canadianas (CFA) do 410 Tactical Fighter (Operational Training) Squadron,
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Mc Donnell Douglas EF-18A Hornet (C 15), Força Aérea Espanhola, matrícula C 15-34Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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Um caça CF-18B Hornet das Forças Canadianas desloca-se para a decolagem a partir da 4 Wing Cold Lake. A aeronave do 410 Fighter Squadron
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Mc Donnell Douglas EF-18A Hornet (C 15), Força Aérea Espanhola, matrícula C 15-62Gerard van der Schaaf (CC BY), vía commons
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Dois CF-188B Multi Role Fighter das Forças Canadianas, do 410 Squadron, preparam-se para reabastecer a partir de uma aeronave da Reserva da Força Aérea dos EUA (USAFR) 916t
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
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Um CF-18B Hornet do 410 Fighter Squadron desloca-se para a decolagem na 4 Wing Cold Lake. Ao fundo, outro CF-18B está no ar
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Canada Aviation and Space MuseumClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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Espanha - Força Aérea Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-08 - 12-71 (cn 461-B082) e formação Midnight HawksGian Marco Anzellotti (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Canada Aviation and Space MuseumClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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Espanha - Força Aérea Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-08 - 12-71 (cn 461-B082), toque na pistaGian Marco Anzellotti (CC BY), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
Canada Aviation and Space MuseumClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
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Espanha - Força Aérea Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-08 - 12-71 (cn 461-B082), aterrissagemGian Marco Anzellotti (CC BY), vía commons
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Espanha - Força Aérea Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-08 - 12-71 (cn 461-B082), taxiGian Marco Anzellotti (CC BY), vía commons
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CE 15-08 12-71 ex 162902, um Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet da Ala 12 da Força Aérea EspanholaJerry Gunner (CC BY), vía commons
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Transall C 160 R96 aterrissando junto com Espanha - Força Aérea Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-08 - 12-71 (cn 461-B082)Gian Marco Anzellotti (CC BY), vía commons
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Spain - Air Force Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet CE 15-10Tomás Del Coro (CC BY SA), vía commons
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CE.15-0812-71 ex 162902, um Mc Donnell Douglas EF-18B Hornet da Ala 12 da Força Aérea EspanholaJerry Gunner (CC BY), vía commons
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Mc Donnell Douglas CF-188B Hornet (CF-18B), Canada - Air Force ANJohn Davies - CYOW Airport Watch (GFDL), vía commons
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CF-188B 410 Sqn, pintura do 60.º aniversário na cauda
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CF-188B 410 Sqn com pintura do 60.º aniversário
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CF-188B 410 Sqn em voo sobre Utah, 2001
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
CF-18B 409 Sqn aterrissando na Base Aérea de Mountain Home, 2009
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — Thai Boomerang 2015 RAAF A21-50Alert5 (CC BY SA), vía commons
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McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — RAAF (A21-35) Mc Donnell Douglas FA-18A Hornet decolando para uma exibição no Australian International Airshow de 2015Bidgee (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — RAAF (A21-23) «Worimi» Mc Donnell Douglas FA-18A Hornet exposto no Australian International Airshow de 2015Bidgee (CC BY SA), vía commons
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — A21-56 decolando para uma missão sobre o Iraque durante a Operação Okra
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — A21-44 aterrissa em Andersen para o exercício Cope North 2020
McDonnell Douglas F/A-18 Hornet
RAAF F/A-18A Hornet — A21-40 no Treloar Technology Centre, setembro de 2023Nick-D (CC BY SA), vía commons
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-36 decolando para uma missão sobre o Iraque durante a Operação Okra
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-32 no South Australian Aviation Museum, setembro de 2025Nick-D (CC BY SA), vía commons
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Escada de acesso à cabine do A21-101 no Aviation Heritage Museum, setembro de 2025Nick-D (CC BY SA), vía commons
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Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet 5D4 1058Ronnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
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Entrada de ar do motor de bombordo do A21-101 no Aviation Heritage Museum, setembro de 2025Nick-D (CC BY SA), vía commons
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Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet 5D4 1055Ronnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
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A21-101 no Aviation Heritage Museum, setembro de 2025Nick-D (CC BY SA), vía commons
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Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet 5D4 0839Ronnie Macdonald from Chelmsford and Largs, United Kingdom (CC BY), vía commons
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RAAF Mc Donnell Douglas F A-18 A21-103 Darwin Aviation Museum, 2023 (04)Bahnfrend (CC BY SA), vía commons
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A21-101 em voo em agosto de 2018
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A21-102 decolando em março de 2017
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RAAF F/A-18A Hornet — Um F-18A Hornet australiano lança um míssil Sparrow, por volta de 1990
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RAAF A21-115 Mc Donnell Douglas FA-18B Hornet em exposição em Temora (5)Bidgee (CC BY SA), vía commons
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-39 em janeiro de 2019
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-22 Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet RAAFRobert Frola (GFDL), vía commons
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188751 Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet (CF-18A) (cn 0362 A303), Forças Armadas Canadenses.Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-11 Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet RAAFRobert Frola (GFDL), vía commons
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188751 Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet (CF-18A) (cn 0362 A303), Forças Armadas Canadenses.Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons
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RAAF F/A-18A Hornet — A21-11 Mc Donnell Douglas F A-18A Hornet RAAFRobert Frola (GFDL), vía commons
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188735 Mc Donnell Douglas CF-188A Hornet (CF-18A) Canadian Armed Forces.Andrew Thomas from Shrewsbury, UK (CC BY SA), vía commons

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