El Concorde ( Ultimo vuelo documental Completo )

Rhode Island Entertainment Networks Group · 31 de janeiro de 2016 · 44:50 · espanhol · Documentário

Vídeo do canal Rhode Island Entertainment Networks Group sobre Concorde, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 44:50. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.

De que trata

Documentário dublado em espanhol que acompanha os últimos meses de serviço comercial do Concorde com a British Airways e termina com o seu último voo de Nova Iorque para Londres, o BA002, que decolou do aeroporto Kennedy em outubro de 2003. A peça combina o embarque e a despedida em terra com entrevistas a pilotos, engenheiros de voo, tripulantes de cabine, diretores da companhia aérea, passageiros habituais e entusiastas que, durante anos, fotografaram e filmaram as suas decolagens junto ao aeroporto nova-iorquino.

Contexto histórico

A narração recorda que britânicos e franceses uniram os seus projetos de avião de passageiros supersónico em 1962 e que o Concorde voou por primeira vez no mesmo ano em que o ser humano chegou à Lua. Em serviço comercial desde 1976, foi operado apenas pela Air France e pela British Airways, com uma frota de 14 aviões, e as restrições de ruído limitaram as suas escalas nos Estados Unidos a Nova Iorque e Washington. O acidente de Paris, em julho de 2000, marcou o início do fim; no início de 2003 decidiu-se retirá-lo. Um diretor da British Airways atribui a decisão à queda da procura por parte dos clientes de negócios, em plena crise da SARS e da guerra do Iraque, e a um investimento adicional de cerca de 60 milhões de dólares em dois anos que, segundo a Airbus, a manutenção exigiria.

Dados em destaque

O avião voava ao dobro da velocidade do som, a cerca de 21.000 metros, onde os passageiros viam o céu escurecer e a curvatura da Terra. Cada um dos seus quatro motores Rolls-Royce com pós-combustão dava cerca de 17.000 kgf de impulso; decolava a cerca de 460 km/h e, devido ao aquecimento, a fuselagem alongava-se cerca de 20 cm em voo supersónico. O nariz basculante e a viseira permitiam à tripulação ver a pista em decolagens e aterragens com grande ângulo. O engenheiro de voo movia o combustível para controlar o centro de gravidade, e os pilotos formavam-se durante seis meses. Os 100 passageiros viajavam todos em primeira classe e atravessavam o Atlântico em cerca de três horas e meia.