Why the DC-7 Arrived at the Worst Possible Time
Vídeo do canal Flight Heritage sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 13:26. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
O que trata
História do Douglas DC-7 desde a sua encomenda até à sua substituição pelos jatos, com atenção especial aos seus motores turbocompostos.
Contexto histórico
A American Airlines não conseguia competir nas rotas sem escalas com os Constellation da TWA. O seu presidente, C. R. Smith, encomendou 25 aviões por 40 milhões de dólares, valor que cobria todo o desenvolvimento, e a Douglas anunciou o programa em dezembro de 1951. O DC-7 derivava do DC-6B: fuselagem alongada 40 polegadas e motores Wright R-3350 turbocompostos em vez dos Pratt & Whitney R-2800. O protótipo voou em 18 de maio de 1953. Em novembro entrou em serviço entre Los Angeles e o aeroporto nova-iorquino de Idlewild, com 7 h 15 min para leste. Para oeste, o limite de 8 horas de serviço da tripulação deixava muito pouca margem.
Dados em destaque
Cada motor dava 3.250 cv na decolagem e o avião alcançava uma velocidade de cruzeiro máxima de 360 mph. As três turbinas de recuperação de potência de cada motor trabalhavam a temperaturas muito altas. Em 1953 o intervalo entre grandes revisões era de 800 horas e em 1958 chegou a 2.000. A United recebeu 57 aviões, a Eastern 49, a Delta 10 e a National 4. O DC-7B levou a Pan American à rota Nova Iorque-Londres em 1955. O DC-7C, em serviço desde abril de 1956, foi a variante mais vendida, com 121 unidades. A produção terminou em 1958 após 338 aviões, e a partir de 1959 alguns foram convertidos em cargueiros DC-7F.
