What Killed the Douglas DC-7?
Vídeo do canal Flight Zone sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 12:35. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
Do que trata
Documentário em inglês que analisa por que o Douglas DC-7, o último avião comercial a pistão da Douglas, deixou o serviço de passageiros antes de sua antecessora, a DC-6.
Contexto histórico
O avião nasceu de uma exigência da American Airlines: atravessar os Estados Unidos sem escalas dentro do limite de oito horas de voo diárias de uma tripulação. A Douglas aceitou quando C. R. Smith encomendou 25 aviões por 40 milhões de dólares. O prototipo voou em maio de 1953 e, em novembro, a American abriu o primeiro serviço sem escalas de costa a costa. A TWA respondeu com seus Super Constellation, e ambos os modelos sofreram falhas frequentes de motor por serem forçados para cumprir o horário. A Pratt & Whitney não tinha um motor maior confiável disponível, então a Douglas escolheu o Wright R-3350, cujas turbinas de recuperação de potência sobreaqueciam.
Dados relevantes
O preço subiu de cerca de 823.000 dólares do DC-7 básico para mais de 1,34 milhão do DC-7C em 1958. Com o DC-7B, a Pan Am cruzou o Atlântico a partir de 1955 e a South African Airways ligou Joanesburgo e Londres com uma única escala. O DC-7C Seven Seas, de 1956, tornou confiável o cruzamento para o oeste e vendeu mais que o Lockheed L-1649A Starliner. O DC-7D turboélice, com motores Rolls-Royce RB.109, nunca foi construído. Foram fabricados 338 aviões: 105 DC-7, 112 DC-7B e 121 DC-7C. A partir de 1959 houve conversões para o cargueiro DC-7F, e o Tanker 60 da Erickson Aero Tanker, um DC-7B, fez seu último voo em 14 de outubro de 2020 entre Medford e Madras, no Oregon.
