Douglas DC-7: O Avião Que Levou Seus Motores Ao Limite
Vídeo do canal Legado de Ferro sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 10:04. Idioma: português. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
Documentário em português sobre o Douglas DC-7 e o esforço a que seus motores eram submetidos. O trecho transcrito vai até sua entrada em serviço e suas primeiras vendas.
Contexto histórico
A American Airlines não conseguia competir nas rotas sem escalas com os Constellation da TWA. Seu presidente, Cyrus Rowlett Smith, encomendou à Douglas 25 aviões por 40 milhões de dólares, soma que cobria o desenvolvimento. A Douglas, satisfeita com as vendas do DC-6B, anunciou o programa DC-7 em dezembro de 1951. O avião era um DC-6B alongado em 40 polegadas, com motores Wright R-3350 turbocompostos em vez dos Pratt & Whitney R-2800. O protótipo voou em 18 de maio de 1953 e em novembro a American o colocou no serviço Mercury entre Los Angeles e o aeroporto nova-iorquino de Idlewild.
Dados em destaque
Quatro motores de 3.250 CV na decolagem somavam 13.000 CV e davam uma velocidade de cruzeiro máxima de 360 milhas por hora. O voo rumo ao leste durava 7 h 15 min. Rumo ao oeste, o limite de 8 horas de serviço da tripulação deixava uma margem mínima. As turbinas de recuperação de potência trabalhavam até 800 °C, e os mecânicos as apelidavam de «turbinas de recuperação de peças». O intervalo entre grandes revisões passou de 800 horas em 1953 para 2.000 em 1958. A United comprou 57 aviões, a Eastern 49, a Delta 10 e a National 4. O DC-7B levou a Pan American à rota Nova York-Londres no verão de 1955.
