The DC 7 Was Everything Airlines Wanted—So Why Did It Fail
Vídeo do canal Flight Zone sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 14:30. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
O que trata
Documentário educativo sobre o Douglas DC-7 e a sua curta carreira comercial: por que as companhias aéreas o pediram, o que lhes trouxe e por que os jatos o superaram tão rapidamente.
Contexto histórico
No início da década de 1950, a procura de passageiros crescia e os voos transcontinentais ainda precisavam de escalas para reabastecer. Segundo o vídeo, a American Airlines pediu à Douglas um avião capaz de atravessar os Estados Unidos sem escalas. A Douglas sentia ainda a pressão da série Constellation da Lockheed. Em vez de projetar um avião novo, alongou uma plataforma já existente para encurtar o desenvolvimento, e o DC-7 voou pela primeira vez em 18 de maio de 1953.
Dados em destaque
O desempenho dependia dos motores Wright R-3350, que funcionavam a alta potência durante horas. Isso exigia vigilância constante das temperaturas e pressões, revisões mais intensas e maiores reservas de motores e peças sobresselentes. O avião tornou o serviço transcontinental sem escalas uma operação habitual nos Estados Unidos e deu mais margem ao planeamento no Atlântico Norte. A chegada dos primeiros jatos, mais rápidos e com menos manutenção, travou as encomendas. A Douglas lançou várias variantes, mas no final da década de 1950 o DC-7 já estava a ser substituído. O vídeo atribui a sua curta vida ao momento e ao mercado, não a um defeito do avião.
