Why Pilots Loved the Douglas DC-7: The Last Great Propeller Airliner
Vídeo do canal Flight Heritage sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 13:20. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
Documentário em inglês que apresenta o Douglas DC-7 como o último grande avião comercial de hélice e explica por que os pilotos o apreciavam apesar de quão exigente era o seu motor.
Contexto histórico
A American Airlines queria atravessar os Estados Unidos sem escalas, algo que o DC-6 não conseguia de forma constante contra o vento de proa. O seu presidente, C. R. Smith, encomendou 25 aviões por 40 milhões de dólares, o que decidiu a Douglas a avançar. O protótipo voou a 18 de maio de 1953 e, a 29 de novembro, a American inaugurou o primeiro serviço regular sem escalas de costa a costa, em pouco menos de oito horas. A entrada em serviço do Boeing 707 em 1958 e a chegada do DC-8 afastaram-no das rotas principais em poucos anos.
Dados em destaque
O Wright R-3350 Turbo-Compound dava 3.400 cv na decolagem e recuperava energia do escape com três turbinas. Era sensível ao sobreaquecimento quando forçado para cumprir horários: a Swissair e, mais tarde, a Riddle Airlines trataram-no com cuidado e obtiveram boa fiabilidade. O DC-7B da Pan Am atravessou o Atlântico a partir do verão de 1955. O DC-7C, com duas inserções de ala de cinco pés e 112 pés e 3 polegadas de comprimento, tornou fiável o trajeto para oeste a partir de 1956, o que levou a BOAC, SAS, KLM, Swissair e Alitalia a adotá-lo. Foram fabricados 338 até 1958. O vídeo recorda a colisão do Grand Canyon de 1956 e o acidente da Caledonian em Douala em 1962, o pior do tipo, com 111 mortos. Também aborda a sua segunda vida como cargueiro DC-7F e como avião de combate a incêndios.
