How the DC 7 Nearly Saved Propeller Airliners
Vídeo do canal Flightscope Aviation sobre Douglas DC-7, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 13:09. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
O que trata
Documentário em inglês que apresenta o Douglas DC-7 como o avião de linha a hélice mais capaz da sua época e explica por que chegou no pior momento possível, justamente antes dos jatos.
Contexto histórico
Em 1951, a Douglas estava confortável com o DC-6B, mas C. R. Smith, presidente da American Airlines, precisava ligar Nova Iorque e Los Angeles sem escalas dentro do limite de oito horas de serviço da tripulação. Encomendou 25 aviões por cerca de 40 milhões de dólares. O protótipo voou em 18 de maio de 1953 a partir de Santa Monica, e a American inaugurou o serviço em 29 de novembro; a Delta seguiu-se em 1 de abril de 1954 na rota Chicago-Miami. Em 30 de junho de 1956, um DC-7 da United colidiu sobre o Grand Canyon com um Super Constellation da TWA, matando 128 pessoas. Esse acidente impulsionou o Federal Aviation Act de 1958 e a criação da agência federal de aviação.
Dados em destaque
O DC-7 manteve a envergadura de 117 pés e 6 polegadas e montava quatro motores Wright R-3350 Turbo-Compound com três turbinas de recuperação de potência cada. Os seus cilindros traseiros sobreaqueciam e exigiam manutenção constante. Foram construídos 105 DC-7 e 112 DC-7B; este último levava depósitos opcionais nas naceles, e a Pan Am usou-o no Atlântico a partir de junho de 1955. O DC-7C Seven Seas adicionou inserções na ala que estenderam a envergadura a 127 pés e 6 polegadas, 3.400 cv por motor e 5.635 milhas de alcance. Foram feitos 121, para clientes como BOAC, KLM, Northwest Orient e SAS, que abriu a rota polar Copenhaga-Anchorage-Tóquio. No total saíram 338 aviões para 18 companhias aéreas. O turboélice DC-7D não passou da fase de estudo. A secção do nariz do Flagship Vermont da American está preservada no National Air and Space Museum.
