The Boeing 747 That Split Apart at 13,800 Feet | TWA Flight 800
Vídeo do canal Torre de Control sobre Boeing 747, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 29:59. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.
Do que trata
O vídeo reconstitui a perda do voo 800 da Trans World Airlines, em 17 de julho de 1996. Era um Boeing 747-131 com matrícula N93119, saído de fábrica em julho de 1971, que descolou do aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque, com destino a Paris e 230 pessoas a bordo, 212 delas passageiros. Antes da partida, o avião passou horas na porta de embarque com a unidade auxiliar de potência e o ar condicionado ligados sob o calor de julho, e a descolagem atrasou-se devido a uma avaria do equipamento de terra e a um problema com uma bagagem. Cerca de 12 minutos após a descolagem, ao largo de East Moriches, na costa de Long Island, o gravador de voz da cabina registou um ruído breve e deixou de funcionar. A secção dianteira separou-se do resto da fuselagem e os destroços caíram no Atlântico. Não houve sobreviventes. Entre as vítimas estavam 16 estudantes do clube de francês do liceu de Montoursville, na Pensilvânia, e cinco adultos que os acompanhavam.
Contexto histórico
O acidente ocorreu dois dias antes da inauguração dos Jogos Olímpicos de Atlanta, com a memória ainda recente do atentado ao voo 103 da Pan Am. Muitas testemunhas em terra descreveram uma luz a subir em direção ao avião, e o FBI recolheu 755 depoimentos. Isso alimentou a teoria do míssil, divulgada entre outros pelo jornalista Pierre Salinger, que em 2013 levou vários antigos investigadores a pedir a reabertura do caso, sem sucesso. O NTSB não encontrou nos destroços qualquer vestígio de impacto de míssil ou de bomba. O vídeo relata também a condenação, por subtração de provas, de um piloto da companhia aérea e de um jornalista; a substância avermelhada que levantou as suas suspeitas revelou-se ser um adesivo de estofamento.
Dados em destaque
Os destroços ficaram a cerca de 37 metros de profundidade e recuperou-se mais de 95% da estrutura, que foi reconstruída num hangar em Calverton. A investigação do NTSB durou quatro anos e custou mais de 40 milhões de dólares. O seu relatório final, adotado em 23 de agosto de 2000, concluiu que a causa provável foi a explosão de vapores inflamáveis no depósito central de combustível, quase vazio e aquecido em terra. A ignição mais provável foi um curto-circuito relacionado com a cablagem do sistema de indicação de quantidade de combustível, embora nunca se tenha determinado com certeza a fonte exata da faísca. Na sequência do acidente, a FAA acabou por exigir sistemas de inertização dos depósitos de combustível. Em 2001, a American Airlines absorveu a TWA.
