Nazi Aircraft | The First Jet Fighter. Heinkel 280 versus Messerschmitt Me 262 | Full Documentary
Vídeo do canal DroneScapes sobre Messerschmitt Me 262, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 1:11:13. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que é
O documentário reúne duas partes. A primeira compara os dois primeiros caças a jato alemães, o Heinkel He 280 e o Messerschmitt Me 262, e explica por que o segundo foi escolhido. A segunda analisa os erros de planejamento que levaram à derrota da Luftwaffe na Segunda Guerra Mundial. Aparecem depoimentos de várias testemunhas, entre elas o piloto de testes Eric Brown.
Contexto histórico
Hans von Ohain patenteou seu motor a jato em 1935 e continuou a desenvolvê-lo com apoio privado de Ernst Heinkel. Assim nasceu o He 178, que voou em 27 de agosto de 1939 durante cerca de sete minutos com Erich Warsitz nos comandos. Ernst Udet, do ministério, não mostrou interesse. Heinkel seguiu em frente com o He 280: tinha trem de pouso triciclo e estreou o assento ejetável. Voou primeiro como planador, rebocado por um He 111, e com motores em 30 de março de 1941. Messerschmitt recebeu seu contrato em 1º de março de 1940. O prototípo V1 do Me 262 voou primeiro com um motor a pistão Jumo e com motores a jato em 18 de julho de 1942. Pela mesma época voavam outros jatos: o britânico Gloster E.28/39 (15 de maio de 1941), o Gloster Meteor e o americano Bell P-59A.
Dados em destaque
Com os mesmos motores Jumo 004, o Me 262 V4 superou o He 280, cujo alcance era dois terços do de seu rival. Erhard Milch cancelou o He 280 por carta em 27 de março de 1943. Adolf Galland voou o Me 262 em 22 de maio de 1943 e pediu sua produção, mas em maio de 1944 Hitler exigiu que fosse convertido em bombardeiro. Pela falta de cromo e níquel, o Jumo 004 era pouco confiável. Com o esquadrão 616, o Meteor abateu uma bomba V-1 em 4 de agosto de 1944. Em setembro de 1944 surgiu o He 162. Entre as falhas da Luftwaffe, o documentário aponta várias: o abandono do bombardeiro de longo alcance Ural após a morte de Wever em 1936, a falta de cooperação com a Kriegsmarine (como no caso do Fw 200 Condor) e o reparo de aviões longe da frente. Também menciona os projetos fracassados da era de Udet (He 177, Me 210), o pouco aproveitamento pelos Aliados e a redução do treinamento de pilotos para menos de 100 horas em 1944.
