Transporte · Militar · Estados Unidos
Boeing KC-135 Stratotanker
- 31 de agosto de 1956
- Primeiro voo
- 1957
- Entrada ao serviço
- Em serviço
- Estado

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O Boeing KC-135 Stratotanker é o avião-tanque a jato com que a Força Aérea dos Estados Unidos deixou para trás os reabastecedores a pistão. Nasceu do mesmo demonstrador do Boeing 707, o 367-80 ou «Dash-80», mas não é um 707 militarizado: tem fuselagem mais estreita e mais curta, estrutura própria e recebeu na Boeing a designação interna Model 717. Voou pela primeira vez em 31 de agosto de 1956, entrou ao serviço em 1957 no Comando Aéreo Estratégico e o último exemplar foi entregue em 1965, numa família C-135 que ultrapassou os 820 aviões. Concebido para reabastecer os bombardeiros nucleares, tornou-se no Vietname um multiplicador de forças para caças e bombardeiros táticos e participou desde então em todas as campanhas aéreas norte-americanas. Duas remotorizações (TF33 na versão E, CFM56 nas R e T) e várias modernizações de aviónica mantiveram-no na linha da frente durante quase sete décadas, enquanto o KC-46 Pegasus o vai substituindo aos poucos.
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Atualidade de Boeing KC-135 Stratotanker
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KC-135 O modelo 367-80 da Boeing foi o projeto básico do avião comercial 707, assim como do KC-135A Stratotanker. Em 1954, a Força Aérea comprou os primeiros 29 de seus futuros…

Um déficit de peças sobressalentes de 14 mil milhões de dólares para aeronaves como o caça F-35A da Lockheed Martin [LMT] e o petroleiro KC-135 e o bombardeiro B-52 da Boeing [BA], ambos da década…
Desenho de três vistas

História
**Um avião-tanque para a era do jato**
No início dos anos 1950, o reabastecimento em voo da Força Aérea dos Estados Unidos assentava no Boeing KC-97 Stratofreighter, um derivado a pistão do Stratocruiser que já levava a lança rígida ou «flying boom» desenvolvida pela Boeing. O sistema tinha dois defeitos de fundo. O primeiro era o combustível: o KC-97 voava com gasolina de aviação e tinha de levar depósitos separados de querosene para os recetores, uma mistura incómoda que um avião-tanque a jato resolveria usando um único combustível para os seus motores e para a carga a transferir. O segundo era a velocidade: com um cruzeiro de cerca de 370 km/h, o KC-97 obrigava os novos bombardeiros e caças a jato a abrandar muito para se ligarem à lança.

A resposta veio de um avião que a Boeing construíra por sua conta e risco: o 367-80, o «Dash-80», demonstrador do conceito de transporte a jato do qual nasceria também o 707 comercial. Em 1954 o Comando Aéreo Estratégico (SAC) abriu um concurso para um avião-tanque a jato e, em 1955, a proposta da Lockheed, uma versão tanque do seu projeto de avião comercial L-193 com os motores na parte traseira da fuselagem, foi declarada vencedora. Mas o projeto da Boeing já voava e podia ser entregue cerca de dois anos antes, pelo que o secretário da Força Aérea, Harold E. Talbott, encomendou 250 aviões-tanque à Boeing enquanto o da Lockheed amadurecia. No fim, a Força Aérea não quis manter dois modelos e o avião-tanque da Lockheed foi abandonado; a Lockheed nunca chegou a fabricar o seu jato comercial e a Boeing acabou por dominar esse mercado com a família do 707.
A primeira encomenda, de 29 KC-135A, foi feita em 1954. Na empresa, o modelo recebeu a designação Model 717 (os primeiros 29 foram Model 717-100A e os lotes seguintes, de 68 e 635 aviões, 717-146 e 717-148), um número que a Boeing voltaria a usar mais tarde para outro avião. Embora por fora lembre muito o 707 e o 720, o KC-135 é anterior e estruturalmente diferente: fuselagem mais estreita e mais curta, sem a fila de janelas da cabine de passageiros, e um piso principal capaz de levar cerca de 80 passageiros ou a carga equivalente, enquanto todo o equipamento de reabastecimento ocupa o piso inferior. Partilha com a família a asa com enflechamento de 35 graus, os quatro motores em naceles sob a asa, o estabilizador horizontal com diedro positivo e a característica antena de alta frequência que se projeta para a frente a partir do topo da deriva.
O primeiro KC-135A voou em 31 de agosto de 1956 e, em 28 de junho de 1957, o primeiro exemplar de série foi entregue na base aérea de Castle, na Califórnia. A produção foi muito rápida: fabricaram-se 732 KC-135A e o último avião da família chegou à Força Aérea em 1965, quando o conjunto das variantes C-135 (aviões-tanque Stratotanker, transportes Stratolifter e aviões especiais) ultrapassava os 820 exemplares.
**Como trabalha: a lança e o operador deitado**

O método principal de transferência é a lança rígida. O operador da lança viaja na parte traseira do avião, deitado de bruços, e olha por uma janela na parte inferior da cauda enquanto guia a lança até ao recetáculo do avião recetor; tanto a lança como o posto do operador descendem diretamente dos do KC-97. Quase todo o combustível interno do avião pode ser bombeado por ela. Para os aviões com sonda, como os da Marinha e do Corpo de Fuzileiros, monta-se na extremidade da lança um adaptador com um cesto em forma de volante de badminton. Esse adaptador é muito menos tolerante com os erros do piloto recetor do que uma mangueira convencional e, enquanto está montado, o avião-tanque não pode reabastecer por lança. Por isso juntou-se mais tarde a modificação MPRS (sistema de reabastecimento multiponto), que pendura sob as asas dois casulos Mk.32B da Flight Refueling: com eles o avião mantém a lança e pode atender ao mesmo tempo dois recetores com sonda. Por cima do sistema de combustível há um piso de carga que admite uma mistura de passageiros e mercadorias.
**Do Comando Aéreo Estratégico ao Vietname**
O KC-135 nasceu para o SAC: a sua missão era dar aos B-52 o alcance que a sua missão estratégica exigia. No final dos anos 1960, no Sudeste Asiático, o avião descobriu outro ofício. Reabastecer em voo os caças-bombardeiros F-105 e F-4, além dos B-52, pôs ao alcance alvos muito distantes e permitiu que os caças passassem horas sobre a frente em vez dos poucos minutos que as suas reservas lhes deixavam. As tripulações serviam aviões da Força Aérea, da Marinha e dos Fuzileiros, trocando para o adaptador de cesto conforme a missão, e mais de uma vez escoltaram aviões com depósitos perfurados, alimentando-os de combustível sem se desligarem até uma pista ou até ao ponto onde a tripulação podia amarar. Essa experiência de multiplicador de forças repetiu-se na Tempestade no Deserto e em todas as campanhas seguintes.
O serviço em unidades do SAC estendeu-se de 1957 a 1992; a partir de 1975, os aviões começaram a passar também para a Guarda Nacional Aérea e para a Reserva. Com a extinção do SAC em 1992, a maioria passou para o novo Comando de Mobilidade Aérea (AMC) e alguns para as forças aéreas na Europa e no Pacífico e para o comando de instrução. Em maio de 2018 o AMC geria 396 Stratotanker, dos quais a Reserva e a Guarda Nacional operavam 243. O KC-135 é um dos poucos aviões militares de asa fixa com mais de sessenta anos de serviço contínuo no seu utilizador original. O mais antigo de todos, o 57-1419, construído em 1957, continuava em 2025 na 161.ª Ala de Reabastecimento da Guarda Nacional Aérea do Arizona, em Goldwater, e era o avião em serviço mais antigo das forças armadas norte-americanas.

**Duas vidas de motor**
Todos os KC-135 saíram de fábrica com turborreatores Pratt & Whitney J57-P-59W, de cerca de 44 kN a seco e perto de 58 kN com injeção de água. Esse impulso «húmido» obtinha-se injetando uns 670 galões norte-americanos de água na entrada de ar e no difusor durante cerca de três minutos de descolagem: a água arrefecia o ar, tornava-o mais denso e baixava a temperatura da turbina, o que permitia queimar mais combustível durante um curto período, uma ideia parecida com a potência de emergência dos motores a pistão.
Nos anos 1980 chegou a primeira remotorização. Aviões da Reserva e da Guarda Nacional receberam turbofans TF33-PW-102 aproveitados de 707 comerciais retirados: 157 segundo o relato do programa, 161 segundo a lista de variantes. Esses KC-135E eram 14 % mais eficientes do que o A, podiam transferir mais 20 % de combustível em missões longas e foram os únicos da frota com inversores de impulso. A sua vida foi curta: os E foram convertidos ao padrão R ou armazenados, e o último, o 56-3630, foi entregue pela 101.ª Ala de Reabastecimento ao cemitério de aviões de Davis-Monthan em setembro de 2009.
A segunda remotorização foi a decisiva. Cerca de 500 aviões da família receberam turbofans de alta razão de diluição CFM56 (F108 na designação militar), fabricados pela General Electric e pela Safran, com 98 kN de impulso, quase o dobro do J57. Os KC-135A e parte dos E passaram a KC-135R (mais de 417 conversões) e os KC-135Q a KC-135T. O ganho foi enorme: até mais 50 % de combustível transferível numa missão longa, menos 25 % de consumo, menos 25 % de custo de operação e um ruído na descolagem que desceu de 126 para 99 decibéis. O alcance operacional do R é 60 % maior do que o do E para a mesma quantidade de combustível transferida, o que alargou muito as bases a partir das quais podia operar.

**Cabine nova para um avião velho**
A aviónica também foi renovada. O programa Pacer CRAG (bússola, radar e GPS), entre 1999 e 2002, modificou toda a frota e suprimiu o posto de navegador; o sistema de gestão de combustível foi também substituído. A Rockwell Collins encarregou-se do desenvolvimento e a BAE Systems da instalação no aeroporto de Mojave. O Block 40.6 adaptou o avião à gestão global do tráfego aéreo e o Block 45 trouxe uma cabine de vidro com ecrãs digitais, radioaltímetro, piloto automático e diretor de voo digitais; os primeiros 45 aviões modernizados foram entregues até janeiro de 2017, com os trabalhos feitos em Tinker.
**Variantes com ofício próprio**
O KC-135Q foi modificado para levar o JP-7 do Lockheed SR-71 Blackbird separado do combustível próprio: os depósitos da fuselagem levavam JP-7 e os das asas JP-4 ou JP-8. Foram 56 aviões; os sobreviventes, já com motores CFM56, passaram a ser os 54 KC-135T, que só se distinguem do R por uma janela transparente sob a cauda onde vai um projetor telecomandado. Oito KC-135R receberam um recetáculo para poderem eles próprios ser reabastecidos, os KC-135R(RT), todos em 1994 na 22.ª Ala de McConnell, no Kansas. Quatro RC-135A voltaram em 1979 à configuração de avião-tanque como KC-135D, e 17 KC-135B nasceram como postos de comando aerotransportados com turbofans. Para a França construíram-se 12 C-135F de dupla função, tanque e transporte, com adaptador de cesto na lança; 11 sobreviventes receberam motores F108 entre 1985 e 1988 como C-135FR. Muitos KC-135A e B foram ainda transformados em aviões de comando, de reconhecimento eletrónico ou de observação das famílias EC-135, RC-135 e OC-135.
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**Banco de ensaios e «Vomit Comet»**
Como NKC-135, o avião serviu também a ciência. Entre 1979 e 1980, um NKC-135A cedido à NASA ensaiou em Edwards as aletas de ponta de asa (winglets) concebidas por Richard Whitcomb, do centro de Langley: reduziram o arrasto e aumentaram o alcance até 7 % em cruzeiro, e hoje estão na maioria dos novos jatos comerciais e de transporte. A NASA usou ainda vários KC-135 sem equipamento de reabastecimento como avião de imponderabilidade, o famoso «Vomit Comet»; o que serviu mais tempo, de 1973 a 1995, foi o 59-1481, batizado Weightless Wonder IV e registado como N930NA. Dois KC-135A serviram também na Administração Federal de Aviação para verificar as ajudas à navegação em todo o país.
**A longa procura de um sucessor**
Manter uma frota tão veterana foi ficando cada vez mais caro: entre 1993 e 2003 duplicou o trabalho de manutenção pesada e triplicou o custo de revisão por avião. A Força Aérea calculava que só alguns aviões atingiriam o limite de horas de voo por volta de 2040, quando alguns teriam cerca de 80 anos, e um estudo de 2005 situava em 2030 o horizonte dos aviões modernizados. A substituição tornou-se uma saga: o aluguer de aviões-tanque KC-767 acordado em 2003 (80 comprados e 20 alugados) foi congelado nesse mesmo ano e cancelado em janeiro de 2006, depois de virem a público irregularidades na adjudicação; o concurso KC-X, aberto em janeiro de 2007, foi ganho em fevereiro de 2008 pelo KC-30 da EADS e da Northrop Grumman, mas o Government Accountability Office deu razão ao recurso da Boeing em junho de 2008. Relançado em fevereiro de 2010, o concurso foi ganho em fevereiro de 2011 pelo avião-tanque da Boeing baseado no 767, o KC-46, cujo primeiro exemplar foi entregue em janeiro de 2019. A França e Singapura, os outros utilizadores, substituíram os seus Stratotanker por Airbus A330 MRTT.
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**Ainda em guerra**
Longe de se reformar, o KC-135 continuou na linha da frente. Em 28 de fevereiro de 2026 reabasteceu a aviação da operação conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, para a qual foram destacados para Israel mais de 30 aviões-tanque KC-135 e KC-46. Em 12 de março de 2026 um KC-135 despenhou-se no oeste do Iraque e morreram os seus seis tripulantes, no que se julga ter sido um incidente com outro avião-tanque. Segundo um relatório do inspetor-geral do Pentágono citado pelo The Intercept, os ataques iranianos contra bases norte-americanas no Médio Oriente destruíram ou danificaram 12 KC-135 durante esse conflito. Quase setenta anos depois do primeiro voo, o Stratotanker continua a ser a espinha dorsal da frota de aviões-tanque norte-americana enquanto o KC-46 o vai substituindo.
Variantes
| KC-135A | KC-135D | KC-135E | KC-135Q | KC-135R | KC-135R (Rivet Stand) | KC-135R(RT) | KC-135T | NKC-135E | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Primeiro voo | 31 de agosto de 1956 | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Tipo de aeronave | — | — | — | — | Avião reabastecedor em voo e de transporte militar | — | — | — | — |
| Grupo motopropulsor | — | — | — | — | 4 turbofans CFM International F108-CF-100 (CFM56), 96,2 kN de empuxo cada | — | — | — | — |
| Motorização | 4 × Pratt & Whitney J57-P-59W | 4 × Pratt & Whitney TF33 | 4 × Pratt & Whitney TF33-PW-102 | 4 × Pratt & Whitney J57 | 4 × CFM International F108-CF-100 | 4 × Pratt & Whitney J57 | 4 × CFM International CFM56 (F108) | 4 × CFM International CFM56 (F108) | 4 × turbofan |
| Impulso unitário | 44 kN | — | — | — | 96,2 kN Melhor valor da linha | — | — | — | — |
| Comprimento | — | — | — | — | 41,5 m | — | — | — | — |
| Envergadura | — | — | — | — | 39,9 m | — | — | — | — |
| Altura | — | — | — | — | 12,7 m | — | — | — | — |
| Área alar | — | — | — | — | 226 m² | — | — | — | — |
| Peso vazio | — | — | — | — | 44 630 kg | — | — | — | — |
| MTOW | — | — | — | — | 146 284 kg | — | — | — | — |
| Velocidade máxima | — | — | — | — | 933 km/h | — | — | — | — |
| Velocidade de cruzeiro | — | — | — | — | 850 km/h | — | — | — | — |
| Altitude de cruzeiro | — | — | — | — | 9100 m | — | — | — | — |
| Teto de serviço | — | — | — | — | 15 240 m | — | — | — | — |
| Razão de subida inicial | — | — | — | — | 25 m/s | — | — | — | — |
| Alcance | — | — | — | — | 2400 km | — | — | — | — |
| Alcance de transferência | — | — | — | — | 17 727 km | — | — | — | — |
| Condições de alcance | — | — | — | — | Alcance com 68.039 kg de combustível transferível; alcance de translado 17.727 km | — | — | — | — |
| Armamento | — | — | — | — | Nenhum | — | — | — | — |
| Carga bélica máxima | — | — | — | — | 0 kg | — | — | — | — |
| Carga útil | — | — | — | — | 38 000 kg | — | — | — | — |
| Capacidade de carga | — | — | — | — | Até 80 passageiros ou 38.000 kg de carga (6 paletes 463L); tripulação de 3 (piloto, copiloto e operador da lança), com um navegador em algumas missões | — | — | — | — |
| Tripulação | — | — | — | — | 3 | — | — | — | — |
| Passageiros | — | — | — | — | 80 | — | — | — | — |
| Unidades construídas | 732 | — | — | — | — | — | — | — | — |
Onde vê-lo hoje
| Série | Variante | Local | Cidade | País | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| 57-1507 | KC-135E | Air Mobility Command Museum | Dover | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu do Comando de Mobilidade Aérea, na base de Dover. | |||||
| 58-0070 | KC-135A | Altus Air Force Base | Altus | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no Wings of Freedom Park da base de Altus; o aerialvisuals regista-o como GKC-135A (instrução em terra). | |||||
| 56-3595 | KC-135A | Barksdale Global Power Museum | Bossier City | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu da base aérea de Barksdale. | |||||
| 55-3139 «City of Atwater» | KC-135A | Castle Air Museum | Atwater | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu junto à antiga base aérea de Castle. | |||||
| 56-3639 | KC-135A | Dyess Linear Air Park | Abilene | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no parque aéreo linear da base de Dyess. | |||||
| 59-1481 | KC-135A | Ellington Field Joint Reserve Base | Houston | Estados Unidos | Em exposição |
| Operado pela NASA como N930NA, um dos seus dois KC-135 de gravidade zero e investigação. | |||||
| 57-1510 «Never Forget» | KC-135E | Hill Aerospace Museum | Roy | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu aeroespacial da base aérea de Hill. | |||||
| 59-1497 | KC-135E | Joint Base McGuire-Dix-Lakehurst | Browns Mills | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto na base conjunta McGuire-Dix-Lakehurst, no setor de Fort Dix. | |||||
| 56-3658 «Iron Eagle» | KC-135E | Kansas Aviation Museum | Wichita | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu da aviação do Kansas, no lado oeste do aeroporto de Wichita. | |||||
| 55-3130 «Old Grandad» | KC-135A | March Field Air Museum | Riverside | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu da antiga base de March. | |||||
| 55-3118 «City of Renton» | KC-135A | McConnell Air Force Base | Wichita | Estados Unidos | Em exposição |
| Primeiro KC-135 construído; serviu em ensaios, passou a posto de comando aéreo EC-135K e foi devolvido à configuração de reabastecedor para ser exposto à entrada da base. | |||||
| 57-1429 | KC-135E | Museum of the Kansas National Guard | Topeka | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no museu da Guarda Nacional do Kansas, na base de Forbes Field. | |||||
| 60-0329 | KC-135R | National Museum of the United States Air Force | Dayton | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no parque exterior do museu nacional da USAF. | |||||
| 63-7998 | KC-135A | Pima Air & Space Museum | Tucson | Estados Unidos | Em exposição |
| Operado pela NASA como N931NA, o segundo dos seus dois aviões de investigação. | |||||
| 56-3611 | KC-135E | Scott Field Heritage Air Park | Shiloh | Estados Unidos | Em exposição |
| Exposto no parque histórico da base aérea de Scott. | |||||
Lista revista em 31 de outubro de 2026 com base em Wikipedia (EN): Boeing KC-135 Stratotanker, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Aerial Visuals Airframe Dossier, Living History Registry (actualizado 2023-02-03, foto 2022), Living History Registry (actualizado 2021-02-07).
Imagens





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