F-22 Raptor, the BEST fighter jet on the planet!

Cosas Militares · 2 de janeiro de 2022 · 23:03 · espanhol · Documentário

Vídeo do canal Cosas Militares sobre Lockheed Martin F-22 Raptor, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 23:03. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

É uma análise comentada do F-22 Raptor: por que foi concebido, como foi projetado para ser furtivo, quais sensores e armas leva e quais são suas limitações. O autor o apresenta como o melhor caça de superioridade aérea em serviço.

Contexto histórico

O surgimento do Su-27 soviético nos anos oitenta levou a Força Aérea dos Estados Unidos a lançar o programa do caça tático avançado (ATF). Depois de testar quatro filosofias de projeto, concluiu que precisava de supercruzeiro, baixa observabilidade e grande manobrabilidade. Na fase final competiram a Northrop, com o YF-23, apoiado em sua experiência com o bombardeiro B-2, e a Lockheed, com o YF-22, que oferecia empuxo vetorial e um preço teoricamente menor. Venceu o YF-22. O vídeo explica que naquela época o combate aéreo passava do canhão para o míssil de curto alcance e depois para o de médio alcance, o que explica em parte por que o Raptor mantém um canhão.

Dados destacados

O avião é instável por projeto e depende de comandos eletrônicos (fly-by-wire) que o corrigem continuamente. Sua estrutura combina 39% de titânio, 16% de alumínio e 25% de termoplásticos e compósitos, com uma vida útil de cerca de 8.000 horas, e aplica materiais absorventes nas bordas de ataque, na cabine e nas tomadas de ar. Tem três baias: duas laterais para mísseis AIM-9X e uma ventral para até seis AIM-120 ou armamento de ataque ao solo, como duas JDAM de 450 kg ou oito bombas GBU-39 de pequeno diâmetro. A energia é fornecida por seis geradores de ímãs permanentes, dois geradores elétricos e uma bateria. Cada motor F119 gera cerca de 16.000 kg de empuxo. Com 34 a 35 toneladas em configuração de combate, decola em menos de 400 m e aterriza em cerca de 200 m. O radar APG-77, de varredura eletrônica ativa, muda de frequência mais de mil vezes por segundo, e o avião capta emissões de até 18 GHz. Desde o bloco 30, o radar aprimorado pode explorar o solo. O F-22 é fabricado com componentes de 43 estados e mais de mil subcontratados, a mais de 200 milhões por unidade. A proibição de exportação e os cortes orçamentários deixaram a frota em cerca de 200 aviões.