Avion de la Seconde Guerre Mondiale - Le Bombardier B-17 Flying Fortress

La Mémoire Française de la Seconde Guerre Mondiale · 12 de novembro de 2024 · 54:12 · francês · Documentário

Vídeo do canal La Mémoire Française de la Seconde Guerre Mondiale sobre Boeing B-17 Flying Fortress, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 54:12. Idioma: francês. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

Documentário em francês sobre o Boeing B-17 Flying Fortress, desde as suas origens nos anos trinta até aos últimos usos depois da Segunda Guerra Mundial, montado com abundantes imagens de época. Começa no festival aéreo de Harlingen (Texas), onde a Fortaleza Voadora continua a ser a estrela.

Contexto histórico

O documentário situa a origem do avião na defesa do bombardeamento aéreo pelo general Mitchell e na rivalidade entre o Air Corps e a Marinha. Depois do gigantesco XB-15, a Boeing construiu com fundos próprios o modelo 299 para um concurso do Exército de 1934. O protótipo voou até Dayton em 20 de agosto de 1935, cerca de 3.200 km em 9 horas, mas despenhou-se durante os testes porque um piloto se esqueceu de destravar os comandos, e o Douglas B-18 venceu o concurso. Ainda assim, foram encomendados 13 YB-17. Em maio de 1938, o general Andrews mandou interceptar em alto mar o transatlântico italiano Rex com B-17, numa missão em que participou Curtis LeMay. Os primeiros a combater foram os B-17C e D cedidos ao Reino Unido como Fortress I e II.

Dados em destaque

O B-17E redesenhou a cauda e reforçou o armamento defensivo; a torreta de queixo, introduzida pela Douglas, passou para os últimos B-17F e para os B-17G. O vídeo explica a formação fechada promovida por LeMay, o fracassado avião de escolta B-40 e a chegada de caças de longo alcance como o P-47, o P-38 e, sobretudo, o P-51 Mustang. Mostra a produção em série, com mulheres nas fábricas, a preparação das tripulações na Inglaterra, o emprego no Pacífico, em Midway e Rabaul, e o Stratoliner, derivado do modelo 299. Depois da guerra, vários B-17 convertidos em drones radiocontrolados recolheram amostras nas nuvens dos testes atómicos, e outros serviram de alvo para mísseis terra-ar. Segundo o documentário, três construtores fabricaram 12.000 B-17, dos quais 5.000 se perderam em combate.