Caça · Militar · Reino Unido
Supermarine Spitfire
- 5 de março de 1936
- Primeiro voo
- 1938
- Entrada ao serviço
- 1961
- Retirado
- 20 351–23 000
- Unidades construídas







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O Supermarine Spitfire é o caça monolugar britânico com que a Royal Air Force travou a Segunda Guerra Mundial do princípio ao fim, e o aparelho no qual o Reino Unido deposita a memória de 1940. Foi projetado por R. J. Mitchell na Supermarine Aviation Works, filial da Vickers-Armstrong; o seu protótipo voou a 5 de março de 1936 e as primeiras unidades chegaram à RAF em agosto de 1938. Quando o último saiu da fábrica, em fevereiro de 1948, tinham sido construídos 20.351 exemplares repartidos por vinte e quatro marcas, além de 2.646 Seafire navalizados para a Marinha Real. Foi o único caça britânico que esteve em produção contínua durante toda a guerra. A sua origem está nos hidroaviões de corrida com que a Grã-Bretanha dominou a Taça Schneider. O primeiro caça de Mitchell, o Type 224 apresentado à especificação F.7/30, voou em fevereiro de 1934 e desiludiu: cabina aberta, trem fixo e um motor que não dava o prometido. A casa prosseguiu por sua conta com um projeto novo — o Type 300, de trem retrátil, menor envergadura e o Rolls-Royce PV-12 que viria a chamar-se Merlin —, que o Ministério do Ar apoiou a 1 de dezembro de 1934 com um contrato de 10.000 libras para construir o protótipo. O traço que o tornou inconfundível foi a asa elíptica traçada pelo aerodinamicista Beverley Shenstone, escolhida não por estética, mas por permitir o perfil mais delgado possível sem abdicar do volume interior para o trem, o armamento e as munições. O protótipo K5054 descolou de Eastleigh a 5 de março de 1936 aos comandos de Joseph «Mutt» Summers e, em junho de 1936, o Ministério encomendou 310 aparelhos. Fabricar aquela asa revelou-se muito mais difícil do que desenhá-la e as entregas atrasaram-se: o primeiro Spitfire de série saiu de Woolston em meados de 1938 e a 4 de agosto a RAF recebeu o seu em Duxford, para o esquadrão n.º 19; ao rebentar a guerra apenas nove esquadrões estavam equipados. Mitchell não chegou a vê-lo em combate, pois morreu de cancro em 1937, e o seu colaborador Joseph Smith assumiu a chefia do projeto e respondeu por todas as marcas até à 24. A Luftwaffe atacou a origem a 26 de setembro de 1940, quando destruiu as fábricas de Woolston com 92 vítimas e obrigou a dispersar a produção por oficinas e garagens do sul de Inglaterra; Castle Bromwich, em Birmingham, acabou por ser o grande centro fabril do programa, com 12.129 aparelhos entregues. Na Batalha de Inglaterra o Hurricane foi mais numeroso e voou mais saídas, mas ao Spitfire reservou-se o combate contra os Messerschmitt Bf 109E, e sofreu menos desgaste, com melhor relação entre vitórias e perdas. A sua verdadeira vantagem foi a capacidade de crescimento da célula: do Mk I, com Merlin de 1.030 hp, passou-se ao Mk V e ao seu Merlin 45 de 1.470 hp, a marca mais numerosa de todas; o aparecimento do Focke-Wulf Fw 190 em 1941 forçou uma solução de urgência — o Mk IX, com Merlin de compressor de duas fases — que devolveu a paridade e ultrapassou os 650 km/h; e o salto para o maior Rolls-Royce Griffon culminou no Mk XIV, cujo Griffon 65 de 2.050 hp o levou acima dos 700 km/h. As versões de reconhecimento fotográfico, desarmadas e aligeiradas para voar alto e sem escolta, fotografaram os radares alemães Freya e Würzburg e confirmaram em 1943, sobre Peenemünde, o programa alemão de armas de retaliação; o Seafire levou o tipo aos conveses dos porta-aviões, da operação Torch à Coreia. A carreira militar apagou-se devagar. A última saída operacional de um Spitfire da RAF foi voada por um PR Mk 19 do esquadrão n.º 81 a 1 de abril de 1954, a partir de Seletar, sobre Johore, durante a emergência malaia; o último voo do tipo na RAF, já sem missão militar, teve lugar a 9 de junho de 1957 em Woodvale, e a Irlanda manteve os seus até 1961. Hoje mantêm-se em condições de voo cerca de sessenta exemplares, e vários deles voam na Battle of Britain Memorial Flight da RAF, que os conserva como memorial aéreo.
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Categoria
Desenho de três vistas
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História
O Spitfire nasceu do trabalho de R. J. Mitchell, engenheiro-chefe da Supermarine Aviation Works, filial da Vickers-Armstrong, cuja reputação vinha dos hidroaviões com que a Grã-Bretanha dominou a Taça Schneider. O seu primeiro caça moderno, o Type 224 apresentado à especificação F.7/30, voou em fevereiro de 1934 e desiludiu: cabina aberta, trem fixo e um Rolls-Royce Goshawk de 600 hp que não dava o prometido. Mitchell insistiu por conta da casa com um projeto novo, o Type 300, de trem retrátil, menor envergadura e o motor PV-12 que viria a chamar-se Merlin; o Ministério do Ar apoiou-o em dezembro de 1934 e redigiu à sua medida a especificação F.37/34.
O traço que o tornou inconfundível foi a asa elíptica traçada pelo aerodinamicista Beverley Shenstone: não um capricho estético, mas a forma que permitia o perfil mais delgado possível conservando volume interior para o trem, o armamento e as munições. O protótipo K5054 descolou de Eastleigh a 5 de março de 1936 aos comandos de Joseph «Mutt» Summers, chefe de ensaios da Vickers, num voo de apenas oito minutos. A especificação F.10/35 tinha fixado entretanto um armamento de oito metralhadoras, e em junho de 1936 o Ministério do Ar encomendou 310 aparelhos.
Fabricar aquela asa revelou-se muito mais difícil do que desenhá-la e as entregas atrasaram-se. O primeiro Spitfire de série saiu de Woolston em meados de 1938 e a 4 de agosto a RAF recebeu o seu em Duxford, para o esquadrão n.º 19; ao rebentar a guerra apenas nove esquadrões estavam equipados. Mitchell não chegou a vê-lo em combate: morreu de cancro em 1937 e o seu colaborador Joseph Smith assumiu a chefia do projeto, responsável por todas as marcas até à 24.
Na Batalha de Inglaterra o Hurricane foi mais numeroso e voou mais saídas, mas o Spitfire sofreu menos desgaste e conseguiu melhor relação entre vitórias e perdas; reservou-se-lhe o combate contra os Messerschmitt Bf 109E, enquanto os Hurricane se ocupavam dos bombardeiros. A Luftwaffe atacou a origem: a 26 de setembro de 1940 destruiu as fábricas de Woolston, com 92 vítimas, e foi preciso dispersar a produção por oficinas e garagens do sul de Inglaterra. Castle Bromwich, em Birmingham, acabou por ser o grande centro fabril do programa e entregou 12.129 aparelhos.
A adaptabilidade da célula explica a longevidade do avião. Do Mk I, 1.567 unidades com um Merlin de 1.030 hp, passou-se ao Mk V e ao seu Merlin 45 de 1.470 hp, a marca mais numerosa de todas. O aparecimento do Focke-Wulf Fw 190 em 1941 deixou o Mk V em desvantagem e forçou uma solução de urgência que se revelou magistral: o Mk IX, com Merlin de compressor de duas fases, devolveu a paridade e ultrapassou os 650 km/h. As asas foram ainda oferecidas em quatro configurações de armamento — A, B, C e E — que combinavam metralhadoras de 7,7 mm com canhões Hispano de 20 mm.
O salto seguinte foi o Rolls-Royce Griffon, de maior cilindrada: estreou-o o Mk XII e aproveitou-o a fundo o Mk XIV, cujo Griffon 65 de 2.050 hp lhe dava 722 km/h (449 mph). As marcas finais F.21, F.22 e F.24 levaram a fórmula ao limite do que a célula admitia. O último Spitfire saiu da fábrica em fevereiro de 1948: desde 1938 tinham sido construídos 20.351 exemplares de todas as variantes.
Capítulo à parte merecem as versões de reconhecimento fotográfico, desarmadas e aligeiradas para voar alto, longe e sem escolta: fotografaram os radares alemães Freya e Würzburg entre 1941 e 1942 e confirmaram em 1943, sobre Peenemünde, o programa alemão de armas de retaliação. A Marinha Real, por seu lado, adaptou o caça ao porta-aviões com o nome de Seafire, do qual se fabricaram 2.646 exemplares; combateu na operação Torch, em Salerno, no Pacífico contra os ataques suicidas japoneses e ainda na Coreia em 1950, apesar de o seu trem estreito e a escassa visibilidade frontal o tornarem incómodo no convés.
A última saída operacional de um Spitfire da RAF foi voada por um PR Mk 19 do esquadrão n.º 81 a 1 de abril de 1954, a partir de Seletar, sobre Johore, durante a emergência malaia. O último voo do tipo na RAF, já sem missão militar, teve lugar a 9 de junho de 1957 em Woodvale. A Irlanda manteve os seus até 1961 e cerca de sessenta exemplares mantêm-se hoje em condições de voo.
Variantes
| Type 300 prototype K5054 | Mk I | Mk III | Mk VIII | F.21 | F.22 | F.24 | Mk II | Mk IX | Mk V | Mk VI | Mk VII | Mk XII | Mk XIV | Mk XVI | Mk XVIII | PR Mk X | PR Mk XI | PR Mk XIX | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Primeiro voo | 5 de março de 1936 | 14 de maio de 1938 | 16 de março de 1940 | 11 de novembro de 1942 | 15 de março de 1944 | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Tipo de aeronave | Single-seat fighter prototype | Single-seat Second World War fighter | Single-seat fighter prototype | Single-seat Second World War fighter | Single-seat post-war fighter | Single-seat post-war fighter | Caza monoplaza de posguerra | Single-seat Second World War fighter | Single-seat Second World War fighter | Single-seat Second World War fighter | Single-seat high-altitude fighter | Single-seat high-altitude fighter | Single-seat low-altitude fighter | Single-seat Second World War fighter | Single-seat Second World War fighter | Single-seat fighter and fighter-reconnaissance aircraft | Single-seat photographic reconnaissance aircraft | Single-seat photographic reconnaissance aircraft | Single-seat photographic reconnaissance aircraft |
| Grupo motopropulsor | 1 × Rolls-Royce Merlin C liquid-cooled V-12 piston engine of 738 kW (990 hp). | 1 × Rolls-Royce Merlin II or III liquid-cooled V-12 piston engine of 768 kW (1,030 hp) at 16,000 ft. | 1 × Rolls-Royce Merlin XX (RM 2SM) two-speed piston engine of 1,036 kW (1,390 hp). | 1 × two-stage Rolls-Royce Merlin: Merlin 66 for the low-altitude version, Merlin 63 for the medium and Merlin 70 for the high-altitude one; 1,283 kW (1,720 hp) for the Merlin 66. | 1 × two-stage Rolls-Royce Griffon 61 piston engine with a five-blade propeller; some aircraft took the Griffon 64 and, on trials, the Griffon 85 with a six-blade contra-rotating propeller. | 1 × Rolls-Royce Griffon 61 piston engine, identical to the Mk 21's, on a cut-down rear fuselage with a bubble canopy. | 1 × motor de pistones Rolls-Royce Griffon 85 de 1.581 kW (2.120 hp) a 3.734 m, último eslabón de la línea Spitfire. | 1 × Rolls-Royce Merlin XII piston engine of 846 kW (1,135 hp) at 12,250 ft on 100 octane fuel. | 1 × two-stage Rolls-Royce Merlin: Merlin 61, 63 or 63A in the F Mk IX, Merlin 66 in the LF Mk IX (1,283 kW / 1,720 hp at 11,000 ft) and Merlin 70 in the HF Mk IX. | 1 × Rolls-Royce Merlin 45 liquid-cooled V-12 piston engine with single-stage supercharger, 1,096 kW (1,470 hp) at 11,000 ft, driving a Rotol constant-speed propeller. | 1 × Rolls-Royce Merlin 47 piston engine of 1,055 kW (1,415 hp) at 14,000 ft, optimised for high altitude and matched to a pressurised cockpit. | 1 × two-stage supercharged Rolls-Royce Merlin — Merlin 61 or 64 in the F version, Merlin 71 in the HF — of about 1,238 kW (1,660 hp). | 1 × Rolls-Royce Griffon III or IV single-stage supercharged piston engine, 1,293 kW (1,735 hp) at 1,000 ft, tuned for low-altitude interception. | 1 × two-stage Rolls-Royce Griffon 65 piston engine, 1,530 kW (2,050 hp) at 9,800 ft, driving a five-blade propeller. | 1 × Packard Merlin 266 piston engine, the US-licensed version of the Merlin 66, of 1,283 kW (1,720 hp). | 1 × Rolls-Royce Griffon 65 piston engine of 1,530 kW (2,050 hp) with a five-blade propeller, on a strengthened fuselage and undercarriage compared with the Mk XIV. | 1 × two-stage Rolls-Royce Merlin 61 piston engine, on a Mk VII-derived airframe with a pressurised cockpit. | 1 × two-stage Rolls-Royce Merlin: Merlin 61, 63 or 63A on the first 260 aircraft and the high-altitude Merlin 70 on the remaining 211. | 1 × Rolls-Royce Griffon 65 or 66 piston engine of 1,530 kW (2,050 hp), the same powerplant as the Mk XIV. |
| Motorização | 1 × Rolls-Royce Merlin C | 1 × Rolls-Royce Merlin II o III | 1 × Rolls-Royce Merlin XX | 1 × Rolls-Royce Merlin 63 (F), 66 (LF) o 70 (HF) | 1 × Rolls-Royce Griffon 61 | 1 × Rolls-Royce Griffon 61 | 1 × Rolls-Royce Griffon 85 | 1 × Rolls-Royce Merlin XII | 1 × Rolls-Royce Merlin 61/63/63A (F), 66 (LF) o 70 (HF) | 1 × Rolls-Royce Merlin 45 | 1 × Rolls-Royce Merlin 47 | 1 × Rolls-Royce Merlin 61, 64 (F Mk VII) o 71 (HF Mk VII) | 1 × Rolls-Royce Griffon III o IV | 1 × Rolls-Royce Griffon 65 | 1 × Packard Merlin 266 | 1 × Rolls-Royce Griffon 65 | 1 × Rolls-Royce Merlin 61 | 1 × Rolls-Royce Merlin 61, 63, 63A o 70 | 1 × Rolls-Royce Griffon 65 o 66 |
| Potência unitária | 990 hp | 1030 hp | 1389 hp | 1721 hp | — | — | 2120 hp Melhor valor da linha | 1135 hp | 1721 hp | 1470 hp | 1415 hp | 1660 hp | 1734 hp | 2052 hp | 1721 hp | 2052 hp | — | — | 2052 hp |
| Comprimento | — | 9,1 m | 9,2 m | 9,1 m | — | — | 10 m Melhor valor da linha | 9,1 m | 9,5 m | 9,1 m | 9,1 m | 9,1 m | 9,6 m | 10 m | 9,5 m | — | — | — | — |
| Envergadura | — | 11,2 m | 9,3 m | 11,2 m | — | — | 11,3 m | 11,2 m | 11,2 m | 11,2 m | 12,2 m Melhor valor da linha | 12,2 m | 9,9 m | 11,2 m | 9,9 m | — | — | — | — |
| Altura | — | 3 m | — | — | — | — | 4,1 m Melhor valor da linha | 3 m | 3,9 m | 3,5 m | 3,5 m | 3 m | 3,9 m | 3,9 m | 3,9 m | — | — | — | — |
| Área alar | — | 22,5 m² | — | — | — | — | 22,6 m² | 22,5 m² | 21,5 m² | 22,5 m² | 23,1 m² Melhor valor da linha | — | 21,5 m² | 22,5 m² | — | — | — | — | — |
| Peso vazio | — | 1953 kg Melhor valor da linha | — | — | — | — | 3248 kg | 2059 kg | 2309 kg | 2297 kg | — | — | 2524 kg | 3018 kg | 2309 kg | — | — | — | — |
| MTOW | — | 2692 kg | — | — | 4082 kg | — | 4491 kg Melhor valor da linha | 2799 kg | 3357 kg | 3039 kg | 3057 kg | — | 3363 kg | 3889 kg | 3354 kg | — | — | — | — |
| Velocidade máxima | — | 583 km/h | 640 km/h | 657 km/h | 732 km/h Melhor valor da linha | — | 731 km/h | 570 km/h | 650 km/h | 597 km/h | 573 km/h | — | 639 km/h | 722 km/h | 650 km/h | — | — | 671 km/h | — |
| Altitude da velocidade máxima | — | 5669 m | 6401 m | 7620 m | 7803 m | — | 7925 m | 5349 m | 6400 m | 6096 m | 5303 m | — | 5425 m | 7468 m | — | — | — | 7315 m | — |
| Velocidade de cruzeiro | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 521 km/h | — | — | — | — | — | — | — | 636 km/h Melhor valor da linha | — |
| Altitude de cruzeiro | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 6096 m | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Teto de serviço | — | 10 485 m | — | 13 106 m | 13 045 m | — | 13 106 m | 11 460 m | 12 954 m | 10 668 m | 11 948 m | 13 700 m Melhor valor da linha | 11 887 m | 13 106 m | 12 954 m | — | — | — | — |
| Razão de subida inicial | — | 11 m/s | — | — | 24,4 m/s Melhor valor da linha | — | 21 m/s | 15,3 m/s | 24,1 m/s | 16,5 m/s | 13,5 m/s | — | 19,1 m/s | 23,8 m/s | — | — | — | — | — |
| Alcance | — | — | — | 1060 km Melhor valor da linha | — | — | 627 km | — | — | 771 km | — | — | 793 km | 740 km | — | — | — | — | — |
| Alcance de transferência | — | — | — | — | — | — | 1553 km | — | 1577 km | 1827 km | 2462 km Melhor valor da linha | — | 1272 km | 1375 km | — | — | — | — | — |
| Raio de ação | — | 400 km | — | — | — | — | 628 km | 400 km | 400 km | 400 km | 400 km | — | 793 km Melhor valor da linha | 740 km | — | — | — | — | — |
| Condições de alcance | — | — | — | — | — | — | — | — | — | About 400 km combat radius on internal fuel; with a drop tank the ferry range reaches 1,827 km (1,135 mi). | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Armamento | Unarmed on early trials; the Type 300 design was laid out for eight 0.303 in machine guns. | 8 × 0.303 in (7.7 mm) Browning machine guns in the wings, 350 rounds per gun. No bomb load. | 8 × 0.303 in (7.7 mm) Browning machine guns, as on the Mk I from which it derived. | 2 × 20 mm Hispano cannon plus 4 × 0.303 in Browning machine guns, or 2 × 0.50 in Brownings on the 'e' wing. | 4 × 20 mm Hispano Mk V cannon, the standard fit of the redesigned Mk 21 wing. | 4 × 20 mm Hispano Mk V cannon. | 4 cañones Hispano Mk V de 20 mm (175 proyectiles en los interiores y 150 en los exteriores); hasta 2 bombas de 113 kg en las alas más 1 de 227 kg bajo el fuselaje. | 8 × 0.303 in (7.7 mm) Browning machine guns, 350 rounds per gun. No bomb load. | 2 × 20 mm Hispano Mk II cannon (120 rounds per gun) and 2 × 0.50 in Browning M2 machine guns (250 rounds per gun) on the 'e' wing, or 4 × 0.303 in Brownings on the 'c' wing. Up to 2 × 250 lb bombs on wing racks plus 1 × 500 lb bomb on the centre-section rack. | 'B' wing: 2 × 20 mm Hispano Mk II cannon with a 60-round drum each and 4 × 0.303 in (7.7 mm) Browning machine guns with 350 rounds per gun. External load of 2 × 250 lb (113 kg) bombs or 1 × 500 lb (227 kg) bomb. | 2 × 20 mm Hispano Mk II cannon (60 rounds per gun) and 4 × 0.303 in Browning machine guns (350 rounds per gun). No bomb load. | 2 × 20 mm Hispano cannon and 4 × 0.303 in Browning machine guns. | 2 × 20 mm Hispano Mk II cannon (120 rounds per gun) and 4 × 0.303 in Browning machine guns (350 rounds per gun). Up to 2 × 250 lb wing bombs plus 1 × 500 lb centre-section bomb. | 2 × 20 mm Hispano Mk II cannon (120 rounds per gun) and 2 × 0.50 in Browning M2 machine guns (250 rounds per gun) on the 'e' wing. | 2 × 20 mm Hispano cannon and 2 × 0.50 in Browning M2 machine guns on the 'e' wing; up to 2 × 250 lb bombs plus 1 × 500 lb bomb. | 2 × 20 mm Hispano cannon and 2 × 0.50 in Browning M2 machine guns on the 'e' wing. | None: unarmed photographic reconnaissance version. | None: unarmed photographic reconnaissance version, the gun bays given over to fuel and cameras. | None: unarmed photographic reconnaissance version. |
| Carga bélica máxima | — | 0 kg | — | — | — | — | 454 kg Melhor valor da linha | 0 kg | 454 kg Melhor valor da linha | 227 kg | 0 kg | — | 454 kg Melhor valor da linha | — | 454 kg Melhor valor da linha | — | 0 kg | 0 kg | 0 kg |
| Carga útil | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha | 0 kg Melhor valor da linha |
| Capacidade de carga | No civil cargo capacity: single-seat fighter prototype. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | Sin capacidad de carga civil: caza monoplaza sin bodega ni cabina de pasaje. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | Single-seat fighter: the cockpit seats the pilot only, with no capacity for passengers or additional crew. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat fighter with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat reconnaissance aircraft with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat reconnaissance aircraft with no hold or passenger cabin. | No civil cargo capacity: single-seat reconnaissance aircraft with no hold or passenger cabin. |
| Tripulação | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha | 1 Melhor valor da linha |
| Passageiros | — | — | — | — | — | — | — | — | — | 0 | — | — | — | — | — | — | — | — | — |
| Unidades construídas | 1 | 1567 | 2 | 1658 | 120 | 287 | 54 | 921 | 5656 | 6479 Melhor valor da linha | 100 | 140 | 100 | 957 | 1054 | 300 | 16 | 471 | 224 |
Imagens



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