NASA GEMINI VIII PROGRAM DOCUMENTARY "GEMINI 8 THIS IS HOUSTON FLIGHT" 76834

PeriscopeFilm · 22 de janeiro de 2016 · 25:00 · inglês · Arquivo

Vídeo do canal PeriscopeFilm sobre Projeto Gemini, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 25:00. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Arquivo.

O que mostra

Filme institucional da NASA sobre a missão Gemini 8, a primeira a conseguir acoplar duas naves em órbita e também a do primeiro aborto em órbita do programa. Começa com um lançamento abortado que, segundo esclarece o narrador, nunca aconteceu: é uma montagem de um lançamento isolado com imagens dos controladores durante uma simulação dirigida a partir de uma sala contígua ao Controlo de Missão de Houston. Depois revê a preparação da missão, com onze dias de simulações e cerca de 90 problemas colocados à tripulação e aos controladores, a mobilização das forças de recuperação, os lançamentos do alvo Agena e da Gemini, o encontro, a acoplagem, a avaria e a amaragem de emergência no Pacífico.

Quando e onde foi filmado

É material da época da missão, filmado nas salas do Controlo de Missão de Houston, no complexo de lançamento 14 de Cabo Kennedy, de onde decolou o Atlas-Agena, a bordo do porta-aviões USS Boxer no Atlântico ocidental e do contratorpedeiro USS Leonard F. Mason no Pacífico ocidental. Inclui filmagem captada a bordo a 6 fotogramas por segundo durante a aproximação à Agena, projetada a quatro vezes essa velocidade.

Contexto

A missão estava prevista para três dias. Os seus objetivos eram o encontro com a Agena, a primeira acoplagem no espaço e uma saída extraveicular de duas horas do piloto David Scott. A Agena alcançou a órbita circular prevista de 161 milhas náuticas. A Gemini decolou às 11h40m59s, hora do Leste, e entrou numa órbita de 86 por 146 milhas náuticas. Após cerca de 35 minutos de voo em formação, Neil Armstrong acoplou as duas naves. Sete horas após a decolagem, depois de 27 minutos acopladas, surgiu um movimento excessivo de guinada e rolamento. Ao desacoplar, a rotação atingiu quase uma volta por segundo, e Armstrong recuperou o controlo com os propulsores de reentrada. Como o combustível para a reentrada ficou comprometido, o diretor de voo ordenou abortar a missão e amarar na zona 7-3 do Pacífico. Um C-54 avistou a cápsula sob o paraquedas principal, que caiu a menos de 2 milhas do ponto previsto. O Mason chegou cerca de três horas depois e recolheu a bordo a tripulação e a nave. A causa foi um curto-circuito no propulsor de guinada número 8, e desde então a Gemini leva um interruptor geral que corta a alimentação dos propulsores de atitude.