Proyecto Gemini: La MISIÓN SECRETA que Preparó el Viaje a la Luna 🚀🌙

Misterios y Aventuras · 21 de novembro de 2025 · 1:21:40 · espanhol · Documentário

Vídeo do canal Misterios y Aventuras sobre Projeto Gemini, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 1:21:40. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

Resumo didático do programa Gemini, missão a missão, desde a Gemini 1 até à Gemini 12. O vídeo apresenta-o como a ponte entre o Mercury e o Apollo. As cápsulas levavam dois tripulantes e serviam para ensaiar o encontro e a acoplagem em órbita, as atividades extraveiculares (EVA) e os voos de longa duração.

Contexto histórico

O lançador foi o Titan II, um míssil balístico intercontinental adaptado com cerca de 2,5 vezes o impulso do Atlas. Oscilações do tipo pogo e problemas de gestão atrasaram o primeiro voo, previsto para dezembro de 1963. A Gemini 1 decolou a 8 de abril de 1964 sem tripulação e com lastro. A Gemini 2 fez, a 19 de janeiro de 1965, um voo suborbital para testar o escudo térmico, depois de um aborto na rampa e dos furacões Cleo e Dora. Mais tarde, em 1966, a mesma cápsula voltou a voar para o Manned Orbiting Laboratory da Força Aérea.

Dados marcantes

A Gemini 3 (23 de março de 1965, Grissom e Young) fez as primeiras mudanças de órbita. Na Gemini 4, White fez uma EVA de 23 minutos com uma pistola de oxigénio. A Gemini 5 (Cooper e Conrad) bateu um recorde mundial com quase oito dias em órbita. A Gemini 7 (Borman e Lovell) esteve quase 14 dias no espaço e deu 206 órbitas. A 15 de dezembro de 1965, a Gemini 6A (Schirra e Stafford) conseguiu com ela o primeiro encontro entre duas naves tripuladas, a cerca de 30 cm de distância.

A Gemini 8 (16 de março de 1966, Armstrong e Scott) conseguiu a primeira acoplagem. Depois, um propulsor bloqueado fez girar a nave e obrigou a uma descida de emergência no Pacífico. Na Gemini 9A, o visor de Cernan embaciou-se durante uma EVA extenuante, razão pela qual os trajes Apollo passaram a ter refrigeração por água. Na Gemini 10, Collins chegou até à Agena da Gemini 8. A Gemini 11 alcançou um apogeu de 1374 km e foi a primeira reentrada automática americana. Na Gemini 12, Aldrin fez três EVA com pegas e apoios para os pés e calculou à mão o encontro com um sextante quando o radar falhou.