NASA · Estados Unidos

Apollo program

19
Missões
11
Missões tripuladas
26 de fevereiro de 1966
Primeiro lançamento
7 de dezembro de 1972
Último lançamento

O programa Apollo foi o esforço da NASA para levar seres humanos à superfície da Lua e trazê-los de volta em segurança à Terra, e continua a ser o projeto civil de engenharia mais ambicioso já empreendido pelos Estados Unidos em tempo de paz. Nascido no final da década de 1950 como um estudo de continuação do programa Mercury — uma nave para três tripulantes capaz de voar em órbita terrestre alta e, talvez, de circum-navegar a Lua —, mudou de natureza em 25 de maio de 1961, quando o presidente John F. Kennedy pediu ao Congresso que se comprometesse a pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta antes do fim da década. Essa frase transformou um projeto de exploração num prazo político, e o prazo determinou quase todas as decisões técnicas que se seguiram. Para cumpri-lo foi preciso inventar ao mesmo tempo uma nave, um foguete, uma indústria e uma forma de trabalhar. O programa apoiou-se em três novas peças de hardware e na decisão, tomada em 1962 após um debate interno áspero, de voar mediante encontro em órbita lunar: um lançador gigante da família Saturn, um módulo de comando e serviço que levava a tripulação até à Lua e a trazia de volta, e um módulo lunar de dois estágios que descia à superfície e voltava a reunir-se com a nave-mãe em órbita. Em torno desse esquema construíram-se centros inteiros — o complexo de montagem e lançamento de Merritt Island, os laboratórios de Huntsville, o centro de naves tripuladas de Houston — e uma rede de contratantes que, no seu auge, empregou cerca de 400 mil pessoas e mobilizou mais de 20 mil empresas industriais e universidades. O caminho não foi linear. O incêndio da cabine da Apollo 1 num ensaio em terra, em janeiro de 1967, matou a sua tripulação, interrompeu os voos tripulados durante quase dois anos e obrigou a refazer a nave e os procedimentos. Quando o programa voltou a voar, fê-lo com um ritmo extraordinário: em pouco mais de um ano encadeou o primeiro voo tripulado do módulo de comando, a primeira viagem humana à órbita da Lua, o ensaio do módulo lunar em órbita terrestre, o ensaio geral em órbita lunar e, em julho de 1969, a primeira alunagem. Entre 1969 e 1972, seis tripulações pousaram em seis locais distintos da Lua e doze pessoas caminharam sobre ela. O fim chegou antes do previsto. Os cortes orçamentais cancelaram as últimas missões planeadas, e a Apollo 17, em dezembro de 1972, encerrou a exploração lunar tripulada; o material excedente foi reaproveitado na estação Skylab e na acoplagem conjunta com uma nave Soyuz em 1975. O balanço científico foi enorme: 382 quilogramas de rochas e solo lunar repartidos em cerca de 2.200 amostras individuais, estações geofísicas deixadas na superfície e refletores laser que continuam a medir a distância Terra-Lua meio século depois. O seu custo, cerca de 25,4 mil milhões de dólares de 1973, e a sua herança técnica — computadores de guiamento, gestão de programas complexos, controlo de missão — explicam por que razão a Apollo continua a ser a vara com que se medem os programas de exploração humana posteriores.

Objetivos

O objetivo declarado do programa foi pousar seres humanos na Lua e trazê-los de volta em segurança à Terra dentro da década de 1960, tal como formulado pelo compromisso presidencial de maio de 1961. Esse enunciado, contudo, não esgota o que a Apollo se propôs: a NASA desdobrou-o num conjunto de metas complementares que orientaram o design das missões e a distribuição do orçamento. A primeira foi demonstrar que a tecnologia e a organização norte-americanas eram capazes de sustentar uma operação dessa escala, num contexto de competição aberta com a União Soviética pela preeminência espacial. A segunda, levar a cabo um programa de exploração científica da Lua: cartografar os seus terrenos, recolher amostras representativas de diferentes unidades geológicas e deixar instalados instrumentos que continuassem a medir depois de as tripulações terem partido. A terceira, desenvolver a capacidade humana de viver e trabalhar no ambiente lunar, desde os fatos e os veículos de superfície até aos procedimentos de uma jornada de trabalho em gravidade reduzida e vácuo. A essas metas somaram-se objetivos intermédios que ordenaram a sequência de voos: qualificar o lançador Saturn V e a nave Apollo em voos não tripulados antes de arriscar tripulações; dominar o encontro e a acoplagem em órbita terrestre e lunar, sem os quais o modo de voo escolhido era impraticável; validar o módulo lunar primeiro em órbita baixa e depois em órbita da Lua; e construir em terra a infraestrutura de montagem, transporte e lançamento capaz de preparar veículos desse tamanho com um ritmo de várias missões por ano. Cada voo do programa recebeu uma atribuição de objetivos concreta dentro dessa escada, de modo que nenhuma missão repetisse sem necessidade o que a anterior já tinha demonstrado.

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Missões de Apollo program

Número da missãoMissõesData de lançamentoLançadorTripulantesDuraçãoResultado
1AS-20126/02/1966, 16:12Saturn IB (SA-201)—37 minSucesso
2AS-20305/07/1966, 14:53Saturn IB (SA-203)——Sucesso
3AS-20225/08/1966, 17:15Saturn IB (SA-202)—1 h 33 minSucesso
5Apollo 409/11/1967, 12:00Saturn V (SA-501)—8 h 37 minSucesso
6Apollo 522/01/1968, 22:48Saturn IB (SA-204)—7 h 50 minSucesso
7Apollo 604/04/1968, 12:00Saturn V (SA-502)—9 h 57 minSucesso parcial
8Apollo 711/10/1968, 15:02Saturn IB (SA-205)310 dias 20 hSucesso
9Apollo 821/12/1968, 12:51Saturn V (SA-503)36 dias 3 hSucesso
10Apollo 903/03/1969, 16:00Saturn V (SA-504)310 dias 1 hSucesso
11Apollo 1018/05/1969, 16:49Saturn V (SA-505)38 diasSucesso
12Apollo 1116/07/1969, 13:32Saturn V (SA-506)38 dias 3 hSucesso
13Apollo 1214/11/1969, 16:22Saturn V (SA-507)310 dias 4 hSucesso
14Apollo 1311/04/1970, 19:13Saturn V (SA-508)35 dias 22 hSucesso parcial
15Apollo 1431/01/1971, 21:03Saturn V (SA-509)39 diasSucesso
16Apollo 1526/07/1971, 13:34Saturn V (SA-510)312 dias 7 hSucesso
17Apollo 1616/04/1972, 17:54Saturn V (SA-511)311 dias 1 hSucesso
18Apollo 1707/12/1972, 05:33Saturn V (SA-512)312 dias 13 hSucesso
19Apolo-Soyuz15/07/1975, 19:50Saturn IB (SA-210)—9 dias 1 hSucesso
4Apollo 1—Saturn IB (SA-204)3—Fracasso

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História

Antes do compromisso: um projeto de continuação

A Apollo não nasceu como programa lunar. Quando a NASA começou a estudá-lo, no final da década de 1950, a agência procurava simplesmente o que fazer depois do Mercury: uma nave para três tripulantes, mais capaz e mais habitável, pensada para missões de longa duração em órbita terrestre, para um eventual voo à volta da Lua e, no horizonte mais distante, para uma alunagem sem data definida. Os estudos de viabilidade foram distribuídos por várias empresas, e os grupos internos da agência trabalharam em configurações de cabine, sistemas de suporte de vida e perfis de reentrada à velocidade de retorno lunar, que é o problema térmico que separa um voo orbital de uma curta viagem interplanetária.

Esse trabalho preparatório revelou-se decisivo. Quando o programa mudou de escala, a agência não partia do zero: já existiam requisitos para a nave, uma ideia do tipo de escudo térmico necessário e uma família de lançadores em desenvolvimento sob a direção da equipa de Wernher von Braun, transferida para o centro de voo espacial Marshall em Huntsville. O impulso político encontrou, assim, uma arquitetura embrionária em que se apoiar, e não uma folha em branco.

O compromisso de 1961 e a corrida contra o calendário

O contexto foi marcado pela competição com a União Soviética. O lançamento do primeiro satélite artificial em 1957 e, sobretudo, o primeiro voo humano orbital soviético em abril de 1961 instalaram em Washington a perceção de um atraso estratégico. Em 25 de maio de 1961, numa mensagem ao Congresso, o presidente Kennedy propôs que a nação se comprometesse a alcançar, antes do fim da década, o objetivo de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta em segurança à Terra.

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Perfil da missão de alunissagem da Apollo

A frase teve consequências técnicas imediatas. Fixar uma data tornava o tempo o recurso mais escasso do programa e obrigava a decidir com informação incompleta, a desenvolver em paralelo o que em condições normais teria sido feito em série, e a pagar por redundância onde esperar teria sido mais barato. Também transformou a estrutura da NASA: o orçamento cresceu rapidamente, criaram-se ou ampliaram-se centros, contrataram-se equipas inteiras e importaram-se do domínio militar e da indústria métodos de gestão de projetos — planeamento por marcos, controlo de configuração, acompanhamento de interfaces — que até então não se aplicavam a um programa civil dessa complexidade.

A decisão do modo de voo

A pergunta que ordenou tudo o resto não foi que foguete construir, mas como chegar lá. Estudaram-se três modos. A ascensão direta enviava uma única nave à Lua com um lançador enorme, de uma potência que nenhum projeto em curso garantia a tempo. O encontro em órbita terrestre repartia a carga entre dois ou mais lançamentos que se montavam em torno da Terra antes de partir. O encontro em órbita lunar, defendido com insistência por John Houbolt a partir do centro de investigação Langley, propunha deixar a nave principal em órbita da Lua e descer apenas com um pequeno veículo especializado, que podia ainda abandonar o seu estágio de descida na superfície.

A terceira opção era a mais leve e a que permitia otimizar cada veículo para a sua tarefa, mas exigia uma manobra que até então ninguém tinha ensaiado: encontrar-se e acoplar em órbita lunar, a centenas de milhares de quilómetros de casa, sem possibilidade de refúgio caso algo falhasse. O debate interno foi duro e opôs os centros entre si. Em 1962 a agência decidiu-se pelo encontro em órbita lunar, e com essa escolha ficaram fixados o tamanho do lançador, a existência de um módulo lunar separado e boa parte do conteúdo dos voos de teste posteriores, que tiveram de demonstrar o encontro espacial como capacidade rotineira antes de o tentar junto à Lua.

Três máquinas novas

O resultado foi um sistema de três peças. O lançador Saturn V, de três estágios, foi concebido para colocar em trajetória translunar um conjunto que nenhuma outra máquina da época conseguia mover; o seu primeiro estágio foi construído pela Boeing, o segundo pela North American Aviation e o terceiro pela Douglas, com a unidade de instrumentos — o anel com o guiamento e o controlo do veículo — a cargo da IBM, tudo sob a coordenação técnica do centro Marshall. Para as missões que não exigiam sair da órbita terrestre empregou-se o Saturn IB, mais pequeno, que reutilizava o estágio superior do veículo grande.

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Esquema do sistema de propulsão de serviço da Apollo

O módulo de comando e serviço, da North American Aviation, era a nave da tripulação: uma cápsula cónica pressurizada com o escudo térmico capaz de suportar a reentrada à velocidade de retorno lunar, acoplada a um módulo de serviço cilíndrico com o motor principal, as células de combustível, os tanques e as antenas. O módulo lunar, da Grumman, foi a primeira nave tripulada concebida para voar apenas no vácuo: dois estágios independentes, um de descida com motor regulável e trem de aterragem, e outro de subida que descolava a partir do primeiro para se reunir com o módulo de comando. A sua estrutura, aligeirada ao limite, não teria resistido à atmosfera terrestre.

A essas três peças juntou-se um quarto elemento menos visível e não menos crítico: o computador de guiamento, desenvolvido pelo laboratório de instrumentação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, com a sua unidade inercial e o seu software de navegação. Era um sistema modesto em capacidade de cálculo comparado com qualquer equipamento posterior, mas com uma arquitetura de prioridades e reinício que permitiu salvar situações críticas em voo, e foi um dos grandes impulsionadores da microeletrónica de circuitos integrados da época.

Uma indústria e um porto para a Lua

Construir as máquinas foi apenas uma parte do problema; a outra foi montá-las, transportá-las e lançá-las. Os veículos Saturn eram demasiado grandes para serem preparados na rampa, pelo que a NASA construiu em Merritt Island, junto a Cabo Canaveral, um complexo pensado para montar o foguete completo sob teto e levá-lo depois, já erguido, até à plataforma. O edifício de montagem vertical, as plataformas móveis, a torre umbilical e os transportadores de lagartas que percorriam a via até aos pontos de lançamento do complexo 39 formavam um sistema de manuseamento tão singular como o próprio foguete, e a sua história ocupa um volume inteiro das histórias oficiais do programa.

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Diagrama do perfil da missão de alunissagem da Apollo

O esforço industrial foi proporcional. No seu ponto máximo, o programa deu emprego a cerca de 400 mil pessoas e exigiu o concurso de mais de 20 mil empresas e universidades espalhadas por todo o país, com uma cadeia de fornecimento que ia desde as grandes montadoras até oficinas que fabricavam uma única peça. Essa dispersão obrigou a inventar procedimentos de garantia de qualidade, de rastreabilidade de componentes e de controlo de alterações que depois se tornaram prática comum da engenharia de sistemas. O custo total do programa foi estimado em cerca de 25,4 mil milhões de dólares de 1973, equivalentes a centenas de milhares de milhões atuais segundo as análises de custo mais recentes.

O incêndio da Apollo 1

Em 27 de janeiro de 1967, durante um ensaio em terra com o veículo sem combustível, um incêndio deflagrou na cabine do primeiro módulo de comando destinado a voar com tripulação. A atmosfera de oxigénio puro a pressão superior à ambiente, a cablagem e os materiais combustíveis do interior transformaram uma faísca num fogo impossível de extinguir, e a escotilha, que abria para dentro e exigia vários minutos, impediu qualquer evacuação. Morreram os três astronautas atribuídos à missão.

A investigação posterior foi implacável com o programa e com o seu contratante principal, e as suas conclusões refizeram a nave: escotilha de abertura rápida para fora, eliminação de materiais inflamáveis da cabine, cablagem protegida, mudança da atmosfera empregue em terra e uma revisão geral dos procedimentos de ensaio. Os voos tripulados ficaram suspensos durante quase dois anos. Paradoxalmente, essa paragem permitiu depurar o módulo de comando e o módulo lunar até um grau de maturidade que o calendário original não teria permitido, e na memória do programa o acidente ficou como o ponto em que a pressa deixou de ser o único critério.

Da qualificação à alunagem

Enquanto o programa tripulado estava parado, os voos não tripulados prosseguiram. O primeiro lançamento do Saturn V, em novembro de 1967, fez voar o veículo completo à primeira com todos os seus estágios ativos e submeteu o módulo de comando a uma reentrada à velocidade de retorno lunar; pouco depois, outro voo testou o módulo lunar em órbita terrestre, e um terceiro, com problemas sérios de vibração e falhas de motor nos estágios superiores, obrigou a redesenhar detalhes antes de autorizar tripulações a bordo.

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Módulo de Comando/Serviço Apollo em órbita lunar

A recuperação foi vertiginosa. Em outubro de 1968 o primeiro voo tripulado do módulo de comando redesenhado passou onze dias em órbita terrestre a testar a nave; em dezembro, com o módulo lunar ainda por concluir, a NASA tomou a decisão audaciosa de enviar uma tripulação à órbita da Lua a bordo do módulo de comando, um voo que confirmou a navegação translunar e o regresso a partir de uma órbita lunar. Na primavera de 1969 voou-se o módulo lunar tripulado em órbita terrestre, com separação, encontro e acoplamento completos, e a seguir repetiu-se o perfil inteiro em órbita da Lua, descendo até poucos quilómetros da superfície sem chegar a pousar. Em julho de 1969, a quinta missão dessa sequência alunou: a humanidade pisou outro corpo celeste pela primeira vez.

Seis alunagens e uma emergência

Entre 1969 e 1972 o programa completou seis descidas com sucesso em seis regiões distintas, e doze pessoas caminharam sobre a Lua. A progressão foi deliberada. As primeiras alunagens procuraram sobretudo demonstrar a capacidade e uma precisão de aterragem aceitável, com estadias curtas e saídas ao exterior limitadas. As seguintes ampliaram o tempo em superfície e a carga científica, e as últimas três missões, as chamadas missões J, levaram um módulo lunar com maior capacidade de descida, um veículo elétrico de superfície que multiplicou o raio de exploração e um conjunto de instrumentos e câmaras no módulo de serviço para cartografar a partir da órbita.

Em abril de 1970 o programa viveu a sua emergência mais grave em voo: a explosão de um tanque de oxigénio do módulo de serviço, a caminho da Lua, deixou a nave sem energia nem suporte de vida suficientes e obrigou a cancelar a alunagem. A tripulação usou o módulo lunar como bote salva-vidas, contornou a Lua numa trajetória de retorno livre e regressou à Terra. O acidente demonstrou a solidez do controlo de missão, forçou outra ronda de redesenhos no módulo de serviço e atrasou os voos seguintes vários meses.

A ciência lunar

A dimensão científica cresceu à medida que o programa ganhava confiança operacional. Cada tripulação instalou na superfície um conjunto de instrumentos alimentados por um gerador de radioisótopos — sismómetros, magnetómetros, detetores de vento solar, medidores de fluxo térmico — que continuaram a transmitir durante anos depois da partida dos astronautas. Várias missões deixaram ainda refletores de canto que permitem medir com laser a distância entre a Terra e a Lua, uma experiência que continua a fornecer dados meio século depois.

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Trajetórias de reentrada do módulo de comando Apollo

A colheita de amostras foi o legado mais duradouro. No total, o programa trouxe à Terra 382 quilogramas de rochas e solo lunar, repartidos em cerca de 2.200 amostras individuais recolhidas em seis locais de geologia muito distinta, desde planícies de lava até formações de terras altas e depósitos de origem vulcânica. A sua análise reescreveu o que se sabia sobre a idade da superfície lunar, o bombardeamento inicial do sistema solar interior e a origem do próprio satélite, e uma fração do material foi conservada sem ser aberta precisamente para que gerações futuras a estudassem com instrumentos que ainda não existem. A preparação das tripulações incorporou formação geológica de campo, e a última missão levou à Lua um geólogo profissional.

O fim antecipado e a herança do material

O programa terminou antes de esgotar o material construído. Quando o objetivo político se deu por cumprido, a prioridade orçamental deslocou-se para outros projetos e as últimas missões planeadas foram canceladas; a última alunagem foi a de dezembro de 1972. Ficaram por voar veículos Saturn completos, hoje exibidos como peças de museu, e equipamento de superfície já fabricado.

Esse excedente encontrou dois usos. O primeiro foi a estação espacial Skylab, colocada em órbita em 1973 sobre um estágio de Saturn adaptado e visitada por tripulações que chegaram em naves Apollo lançadas com Saturn IB. O segundo, em 1975, foi o acoplamento em órbita de um módulo de comando Apollo com uma nave Soyuz soviética por meio de um módulo adaptador construído para a ocasião, o primeiro voo conjunto dos dois programas que tinham competido durante quinze anos. Com esse voo retirou-se definitivamente o material do programa lunar, e os Estados Unidos não voltaram a lançar astronautas até à entrada em serviço do vaivém espacial.

O que a Apollo deixou

O balanço do programa costuma medir-se pelas seis alunagens, mas a sua influência foi mais ampla. No plano técnico, impulsionou a eletrónica de circuitos integrados, a metalurgia criogénica, as células de combustível, os materiais ablativos e o software embarcado em tempo real muito mais depressa do que teriam avançado por si sós. No plano organizacional, deixou uma escola de gestão de projetos complexos — revisões formais, controlo de configuração, análise de falhas, dupla cadeia de decisão entre o centro de controlo e o veículo — que se tornou o padrão dos grandes programas aeroespaciais posteriores.

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Trajetória de retorno livre circunlunar da Apollo

No plano científico, fundou a geologia planetária comparada como disciplina com material de campo real, e as estações deixadas na superfície proporcionaram a primeira sismologia de outro mundo. No plano cultural, as imagens captadas pelas tripulações — a Terra a erguer-se sobre o horizonte lunar, o planeta inteiro visto à distância — mudaram a forma como a sociedade se olhava a si própria e alimentaram o nascente movimento ambiental. E no plano político deixou uma lição incómoda: um programa concebido como demonstração de capacidade nacional cumpre o seu objetivo e, cumprido este, perde o argumento que o sustentava. Os programas de exploração lunar posteriores tiveram de se justificar com razões distintas — presença sustentada, ciência, recursos, cooperação internacional — precisamente porque a Apollo esgotara a primeira.

O programa como referência

Meio século depois, a Apollo continua a funcionar como vara de medir. Os números do seu esforço — o pico de cerca de 400 mil pessoas, as mais de 20 mil empresas e universidades envolvidas, os 25,4 mil milhões de dólares de 1973 que custou — são citados sempre que se discute se um país pode permitir-se um programa de exploração humana. As suas decisões de arquitetura, em particular o encontro em órbita lunar e a separação entre nave de trânsito e veículo de descida, reaparecem quase intactas nos planos de regresso à Lua do século XXI. E os seus fracassos, o incêndio em terra e a explosão do tanque de oxigénio, continuam a ser casos de estudo obrigatórios sobre como a pressão do calendário se transforma em risco assumido sem ter sido avaliado.

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Imagens

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Insígnia do programa Apollo
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Perfil da missão de alunissagem da Apollo
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Esquema do sistema de propulsão de serviço da Apollo
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Diagrama do perfil da missão de alunissagem da Apollo
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Módulo de Comando/Serviço Apollo em órbita lunar
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Trajetórias de reentrada do módulo de comando Apollo
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Trajetória de retorno livre circunlunar da Apollo
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Fuselagem do estágio de ascensão do Módulo Lunar Apollo da Grumman em transporteJkirschberg (CC BY), vía commons
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Complexo de Lançamento 37, Cabo Canaveral, utilizado no programa Apollo
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Diagrama do poço gravitacional do encontro em órbita lunarTdadamemd (CC BY SA), vía commons
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Diagrama do subsistema de escape no lançamento da Apollo
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Diagrama do encontro em órbita lunarJooja (CC BY SA), vía commons
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Diagrama de amerissagem do módulo de comando Apollo
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Veículo de teste de instalações Saturn 500F e o Vehicle Assembly Building
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Vista aérea da saída do Saturn V do Vehicle Assembly Building
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Vista aérea de um veículo espacial Saturn V a caminho do Vehicle Assembly Building até a Rampa A
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Primeiro estágio S IC do Saturn V
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Terceiro estágio S IVB do Saturn V
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Esquema do Saturn V
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Lanzamiento del Apollo/Saturn 201
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Apollo Spacecraft 009 sobre o Saturn IB no Complexo 34
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Ensaios de carregamento de propelente do Saturn IB para a AS-201
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Lançamento da AS-201 a partir do Complexo 34
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Módulo de comando CSM-009, exposto no Strategic Air and Space Museum
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Lançamento do Apollo Saturn 201, vista vertical
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Decolagem da AS-201, 26 de fevereiro de 1966
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Saturn IB (AS-201) no instante da decolagem
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Estágio S IB-1 durante o ensaio de disparo estático em Marshall
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Mergulhadores junto à boia de flutuação do módulo de comando após a amerissagem da AS-201
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Lançamento do Saturn IB na missão AS-201
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Decolagem da AS-203, Cabo Canaveral, 5 de julho de 1966
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Lançamento da AS-203, NASA no The Commons (Flickr)
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Lançamento da AS-203, KSC-66PC-160
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LIFTOFF - APOLLO SATURN (A S)-202 MISSION - KSC (S66-50201)
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APOLLO SATURN (A S) 202 - RECOVERY (S66-49413)
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Lançamento do AS-202
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Escudo térmico Avcoat carbonizado
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LAUNCH COMPLEX (LC)-34 - APOLLO SATURN (A S) MISSION 202 - PRELAUNCH ALERT - KSC (S66-50969)
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S-IB-2 (AS-202, recortada)
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S-IVB-202 (AS-202) (recortada)
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Saturn Apollo Program
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Saturn IB - AS-202
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Sextante do voo Apollo AS-202Steve Jurvetson (CC BY), vía commons
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Decolagem da Apollo 4
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Saturn Apollo Program
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Apollo 4
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Apollo 4
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Apollo 4
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APOLLO SPACECRAFT 017 - VERTICAL ASSEMBLY BLDG. (VAB) - KSC
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Apollo 4
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APOLLO/SATURN (A/S) 501 ROLL OUT - CAPE
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Recovery - Apollo Spacecraft (S/C)-017
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APOLLO SPACECRAFT 017 - RECOVERY - ATLANTIC
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U S S. Bennington durante operações de recuperação da Apollo 4
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Vista matinal da nave não tripulada Apollo 4 na rampa de lançamento
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Lançamento da Apollo 4
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Missão Apollo 4 - Oceano Atlântico, costa do Brasil e África Ocidental
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Brasil, Oceano Atlântico, África, Saara e Antártida vistos da Apollo 4
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Brasil, Oceano Atlântico, África e Antártida vistos da Apollo 4
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Oceano Atlântico e Antártida vistos da espaçonave não tripulada Apollo 4
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Vista aérea do translado de Apollo 4 até à rampa de lançamento
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Apollo Saturn 501 Vehicle Preparations - GPN-2000
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Apollo 4 durante o translado até à rampa de lançamento
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Apollo 4 na noite anterior ao lançamento, Kennedy Space Center, Flórida, 1967
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Vista aérea aproximada da Apollo 4 na rampa de lançamento 39A durante um Teste de Demonstração de Contagem Regressiva
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Apollo 4
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Apollo 5 — lançamento noturno a partir de LC-37B (S68-19459)
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Apollo V — decolagem, segunda vista (S68-19460)
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Apollo 5 (LM-1/Saturn 204) — lançamento a partir do Complexo 37 (S68-19456)
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Saturn IB SA-204 na rampa de lançamento LC-37B antes do lançamento
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Saturn IB SA-204 na rampa de lançamento LC-37B
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Saturn IB AS-204 à espera da descolagem em LC-37B
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Módulo Lunar LM-1 chegando ao Kennedy Space Center
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LM-1 sendo acoplado ao adaptador SLA-7 no Manned Spacecraft Operations Building
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Operários posicionam o cone de nariz do adaptador durante a montagem do 204LM 1
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Operários posicionam o cone de nariz do adaptador durante a montagem do 204LM-1
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Operários içam o adaptador SLA durante a montagem do 204LM 1
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Dr. Robert Gilruth e Dr. Christopher Kraft no Centro de Controlo da Missão durante o lançamento da Apollo V
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Membros da tripulação do primeiro voo tripulado presentes no lançamento não tripulado da Apollo V
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Saturn IB AS-204, quarto lançador Saturn IB, antes da decolagem da missão Apollo 5
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Emblema bordado da missão LM-1 / Apollo 5 (Grumman)
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Lançamento não tripulado da Apollo 6 a partir da Plataforma A
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O Saturno V da Apollo 6 sai do Edifício de Montagem de Veículos
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Vista aérea do transporte da Apollo 6 até a plataforma de lançamento 39A
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Montagem do segundo estágio S-II sobre o primeiro estágio S-IC no VAB
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Apollo 6 na rampa de lançamento ao entardecer
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Os cinco motores F-1 deixam um rastro de fogo na decolagem
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Rastro de fogo dos motores F-1 visto a partir de um avião de acompanhamento
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Lançamento do segundo Saturn V, veículo AS-502
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Interestágio do Saturn V da Apollo 6
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Equipa de mergulhadores prepara o módulo de comando para o içamento
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Içamento do módulo de comando da Apollo 6 a bordo do USS Okinawa
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Recuperação da Apollo 6 no Pacífico (I)
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Recuperação da Apollo 6 no Pacífico (II)
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Recuperação da Apollo 6 no Pacífico (III)
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Recuperação da Apollo 6 no Pacífico (IV)
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Texas fotografado a partir da nave não tripulada Apollo 6
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Dallas-Fort Worth fotografada a partir da Apollo 6
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Costa leste dos Estados Unidos fotografada a partir da Apollo 6
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México e o golfo da Califórnia fotografados a partir do Apollo 6
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O vazio escuro do espaço visto a partir da Apollo 6
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O oceano Atlântico da Carolina do Sul até as Bermudas, visto a partir da Apollo 6
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Módulo de comando e serviço Charlie Brown da Apollo 10 visto do módulo lunar Snoopy após a separação
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Módulo de comando Charlie Brown da Apollo 10 em exposição no Science Museum, em Londres
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Recuperação da Apollo 10: módulo de comando içado a bordo do USS Princeton
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Operações de recuperação da Apollo 10, USS Princeton
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Vista da Apollo 10 sobre o local de pouso 3 na área do Mar da Tranquilidade
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Vista da Apollo 10 da superfície lunar, cratera Schmidt
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Nascer da Terra sobre o horizonte lunar, fotografado durante a Apollo 10
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Astronautas da Apollo 10 com trajes espaciais em frente ao módulo de comando
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Vista em voo da Apollo 10
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Atividades da tripulação da Apollo 10 a bordo da nave durante o voo
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Tripulação da Apollo 10 caminha até a van de transporte no dia do lançamento
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Atividades pré-lançamento da Apollo 10, Centro Espacial Kennedy
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Lançamento da Apollo X, rampa 39B, Centro Espacial Kennedy
Apollo program
Vista aérea em ângulo elevado da Apollo 10 na rampa B, Complexo de Lançamento 39, KSC
Apollo program
Saturno V da Apollo 10 na rampa de lançamento 39B
Apollo program
Deslocamento do Saturno V (AS-505) da Apollo 10 para o Complexo de Lançamento 39B
Apollo program
O astronauta John Young durante as operações finais de vestição para a Apollo 10
Apollo program
Retrato da tripulação da Apollo 10 no Centro Espacial Kennedy
Apollo program
Tripulação da Apollo 10: Thomas Stafford, John Young e Eugene Cernan
Apollo program
Emblema da missão Apollo 10
Apollo program
Aldrin em pé ao lado da bandeira dos EUA hasteada
Apollo program
Aldrin sai do módulo lunar para a superfície lunar
Apollo program
Aldrin desce a escada do módulo lunar até a superfície lunar
Apollo program
Aldrin desce os degraus da escada do módulo lunar
Apollo program
Aldrin posa para uma fotografia ao lado da bandeira dos EUA hasteada
Apollo program
Pegada de bota de astronauta na superfície lunar
Apollo program
Close da pegada de um astronauta no solo lunar
Apollo program
A placa deixada na Lua pela tripulação da Apollo 11
Apollo program
Aldrin caminha pela superfície lunar junto à perna do Módulo Lunar
Apollo program
Almofada de apoio do Módulo Lunar apoiada na superfície lunar
Apollo program
O Módulo Lunar pousado na superfície lunar
Apollo program
Aldrin se prepara para implantar o pacote EASEP
Apollo program
Aldrin após a implantação do pacote EASEP
Apollo program
Aldrin implantando o experimento de composição do vento solar
Apollo program
Vista interior do Módulo Lunar mostrando os mostradores e os comandos
Apollo program
Aldrin dentro do Módulo Lunar
Apollo program
Armstrong dentro do Módulo Lunar
Apollo program
A bandeira dos EUA implantada na superfície lunar
Apollo program
A Terra nascendo sobre o horizonte lunar, vista a partir da Apollo 11
Apollo program
Lua cheia fotografada a partir da nave Apollo 11
Apollo program
Alan Bean durante o treinamento de atividade extraveicular
Apollo program
O local de alunissagem da Apollo 12
Apollo program
Vista estereoscópica da superfície lunar tirada durante a missão
Apollo program
Um astronauta caminha junto ao módulo lunar no Oceano das Tempestades
Apollo program
Pete Conrad manuseia amostras de rocha lunar
Apollo program
O pacote de experimentos ALSEP implantado na superfície lunar
Apollo program
O módulo lunar Intrepid visto a partir do módulo de comando Yankee Clipper
Apollo program
A nave chega ao Edifício de Montagem Vertical durante a preparação antes do voo
Apollo program
Lançamento da Apollo 12 em 14 de novembro de 1969
Apollo program
Ensaio de contagem regressiva da Apollo 12 no Centro Espacial Kennedy
Apollo program
O Saturno V purga oxigênio líquido durante um ensaio de contagem regressiva
Apollo program
O Saturno V na rampa de lançamento 39A
Apollo program
Transporte do Saturno V junto à estrutura móvel de serviço
Apollo program
O Saturno V da Apollo 12 sobre o transportador de esteiras
Apollo program
O veículo espacial a caminho da plataforma 39A
Apollo program
O veículo espacial sai do Edifício de Montagem Vertical
Apollo program
Empilhamento do Saturno V no Edifício de Montagem Vertical
Apollo program
Componentes do Saturno V no Edifício de Montagem Vertical
Apollo program
A tripulação caminha até a van de transporte no dia do lançamento
Apollo program
Bean, Gordon e Conrad durante o traslado do foguete até a rampa
Apollo program
A tripulação posa ao lado do Saturno V da Apollo 12
Apollo program
Conrad, Gordon e Bean na Divisão Espacial da North American Rockwell
Apollo program
Tripulação titular durante a revisão da nave em Rockwell, Downey
Apollo program
Tripulación del Apollo 12: Conrad, Gordon y Bean
Apollo program
Apollo 13 - Prime Crew Portrait (Lovell, Swigert, Haise)
Apollo program
Apollo 13 Mission Emblem
Apollo program
Portrait - Astronaut James A. Lovell Jr.
Apollo program
Portrait - Astronaut Fred W. Haise Jr.
Apollo program
Portrait - Astronaut John L. Swigert Jr.
Apollo program
O astronauta Thomas Mattingly durante um treino de saída na água
Apollo program
Transporte pré-lançamento da Apollo 13 no KSC
Apollo program
Lançamento da Apollo 13 no KSC
Apollo program
Apollo 13 Launch - Lunar Landing Mission - KSC
Apollo program
Vista do Centro de Controle da Missão durante o lançamento da Apollo 13
Apollo program
Vista do Centro de Controle da Missão durante a falha da célula de oxigênio da Apollo 13
Apollo program
Vista do Centro de Controle da Missão durante o regresso de emergência da Apollo 13
Apollo program
Mission Control Center View - Apollo 13 Oxygen Cell Failure
Apollo program
Vista do módulo de serviço danificado da Apollo 13 a partir do módulo de comando
Apollo program
Vista do módulo de serviço danificado da Apollo 13 a partir do módulo de comando (ângulo alternativo)
Apollo program
Vista interna do adaptador improvisado tipo "caixa de correio" para o depurador de CO2
Apollo program
O astronauta James Lovell em sua posição no módulo lunar
Apollo program
Recuperação do módulo de comando da Apollo 13 após a amerissagem
Apollo program
Amerissagem da espaçonave Apollo 13 no oceano Pacífico Sul
Apollo program
A tripulação da Apollo 13 chega ao navio de recuperação USS Iwo Jima
Apollo program
O presidente Nixon e a tripulação da Apollo 13 na base de Hickam
Apollo program
Astronauta Alan Shepard junto à bandeira dos EUA durante a Apollo 14 EVA-1
Apollo program
Placa deixada pela tripulação da Apollo 14 na Lua
Apollo program
Os tripulantes da Apollo 14 embarcam no USS New Orleans após a amerissagem
Apollo program
Os astronautas Mitchell e Shepard durante a primeira atividade extraveicular da Apollo 14
Apollo program
Panorama de 360 graus da EVA-2 da Apollo 14
Apollo program
Vista aproximada do solo lunar e das pegadas de botas deixadas pela tripulação da Apollo 14
Apollo program
Tripulantes da Apollo 14 fotografam um campo de blocos rochosos na encosta da cratera Cone
Apollo program
O astronauta Alan Shepard ao lado de uma grande rocha encontrada pela tripulação da Apollo 14
Apollo program
Grande rocha encontrada pela tripulação da Apollo 14 perto da cratera Cone
Apollo program
Módulo lunar da Apollo 14 fotografado em contraluz na superfície lunar
Apollo program
Vista do retrorrefletor laser instalado pelos astronautas da Apollo 14
Apollo program
Vista da estação central do ALSEP instalado pelos astronautas da Apollo 14
Apollo program
Componentes do ALSEP instalados durante a primeira atividade extraveicular da Apollo 14
Apollo program
Vista da experiência sísmica passiva instalada na Lua pela Apollo 14
Apollo program
Vista da estação ALSEP implantada pela tripulação da Apollo 14
Apollo program
Vista da superfície lunar do interior do módulo lunar da Apollo 14
Apollo program
Vista da janela do módulo lunar da Apollo 14 do experimento do Vento Solar
Apollo program
Vista do oeste do módulo lunar da Apollo 14, olhando para o leste
Apollo program
Vista do módulo lunar da Apollo 14 para o norte
Apollo program
Vista do módulo lunar Antares da Apollo 14 na Lua
Apollo program
Astronauta Edgar D. Mitchell, piloto do módulo lunar da Apollo 14, na superfície lunar
Apollo program
Astronauta Alan Shepard passa pelas operações de vestição antes do lançamento da Apollo 14
Apollo program
A tripulação da Apollo 14 chega ao White Room no topo da Rampa A, Complexo de Lançamento 39
Apollo program
Lançamento da missão lunar Apollo 14 a partir do Kennedy Space Center
Apollo program
Lançamento da missão lunar Apollo 14
Apollo program
O astronauta James Irwin trabalha no Veículo Lunar durante a atividade extraveicular da Apollo 15
Apollo program
Insígnia da missão Apollo 15
Apollo program
Material de arquivo da Apollo 15, KSC 2011
Apollo program
Preparação do local de pouso da Apollo 15, KSC 2011
Apollo program
Vistas do eclipse lunar da Apollo 15
Apollo program
Os astronautas Scott e Irwin juntam-se a geólogos na análise das amostras da Apollo 15
Apollo program
Módulo de Instrumentos Científicos que voará na Apollo 15
Apollo program
Astronaut Alfred Worden, Apollo 15 Command Module Pilot
Apollo program
Atividade no Centro de Controlo da Missão durante a EVA da Apollo 15
Apollo program
Centro de Controle da Missão durante a atividade extraveicular da Apollo 15
Apollo program
Centro de Controlo de Missão no final da missão de alunissagem da Apollo 15
Apollo program
Retrato da tripulação titular da Apollo 15
Apollo program
Vista com teleobjetiva do vale Hadley durante a atividade extraveicular da Apollo 15
Apollo program
Cratera relativamente recente fotografada durante a Apollo 15
Apollo program
Área do Vale de Schröter fotografada pela Apollo 15
Apollo program
Cratera e vale de St. George vistos pela Apollo 15
Apollo program
Cratera Tsiolkovsky no lado oculto da Lua, vista pela Apollo 15
Apollo program
Monte Hadley fotografado pela Apollo 15 durante a atividade extraveicular
Apollo program
Membros da tripulação da Apollo 15 com o treinador 1G do Lunar Roving Vehicle
Apollo program
Vista da Terra fotografada pela Apollo 15 em viagem à Lua
Apollo program
Monte Hadley fotografado durante a Apollo 15
Apollo program
Veículo espacial da Apollo 15 a caminho do VAB para a Plataforma A, Complexo de Lançamento 39
Apollo program
Módulo de Comando/Serviço da Apollo 15 em órbita lunar
Apollo program
Apollo 16, amostra lunar n.º 68815
Apollo program
Vista da cratera Leonov, Apollo 16
Apollo program
Apollo 16, vista da Terra durante a injeção translunar
Apollo program
Vista da cratera Schubert B durante o encontro com o módulo lunar, Apollo 16
Apollo program
Mares da Serenidade, das Crises e da Tranquilidade vistos a partir da Apollo 16
Apollo program
Vista oblíqua da borda da cratera Guyot na face oculta da Lua, Apollo 16
Apollo program
Vista aproximada de um bloco encontrado pela tripulação da Apollo 16 durante a segunda atividade extraveicular
Apollo program
O astronauta Charles Duke examina uma rocha na cratera North Ray
Apollo program
Vista da superfície lunar na estação 11 da Apollo 16
Apollo program
O astronauta John Young dirige o veículo lunar
Apollo program
Módulo lunar Orion da Apollo 16 fotografado a distância durante uma atividade extraveicular
Apollo program
Vista panorâmica da Estação 1 (Apollo 16)
Apollo program
Vista do módulo lunar da Apollo 16 na superfície lunar
Apollo program
A Terra nasce sobre o horizonte lunar (Apollo 16)
Apollo program
Astronautas da Apollo 16 no simulador de missão do módulo de comando
Apollo program
Decolagem da Apollo 16
Apollo program
Antes do lançamento da Apollo 16 no Centro de Controle de Missão
Apollo program
Tripulação titular e reserva da Apollo 16 durante uma saída de campo geológica
Apollo program
Local de alunissagem da Apollo 16, área de Descartes
Apollo program
Insígnia da Apollo 16
Apollo program
Lançamento da missão lunar Apollo 17
Apollo program
Vista aproximada da bandeira dos EUA hasteada na Lua pela tripulação da Apollo 17
Apollo program
Panorâmica da Estação 7 da Apollo 17
Apollo program
Módulos de comando e serviço da Apollo 17 com a superfície lunar ao fundo
Apollo program
Vista do solo alaranjado encontrado na Estação 4 durante a Apollo 17
Apollo program
Vista panorâmica do local de alunissagem da Apollo 17
Apollo program
Fotografia dos percursos do veículo lunar da Apollo 17
Apollo program
Vista da África e de Madagascar a partir da nave da Apollo 17
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, módulo lunar na estação, bandeira, CDR
Apollo program
Apollo 17, veículo lunar e o astronauta Harrison Schmitt
Apollo program
Apollo 17, amostra de rocha lunar n.º 72415
Apollo program
Os astronautas Evans e Cernan a bordo da espaçonave Apollo 17
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, módulo lunar na estação, veículo lunar, bandeira
Apollo program
Fotografia da localização do local de alunissagem da Apollo 17
Apollo program
Vista panorâmica de fotografias da superfície lunar da Apollo 17
Apollo program
O astronauta Eugene Cernan a dormir a bordo da espaçonave Apollo 17
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, estação 6, recolha de amostras
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, módulo lunar, veículo lunar, bandeira
Apollo program
Apollo 17, crateras lunares Manilius F e Aratus A
Apollo program
Emblema da missão de alunissagem Apollo 17
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, estação 2, recolha de amostras
Apollo program
Apollo 17, estágio S-IVB enquanto o Módulo Lunar se aproxima para a acoplagem
Apollo program
Imagem da missão Apollo 17, Estação 6, panorâmica, piloto do Módulo Lunar
Apollo program
Apollo 17, nascer da Terra sobre a Lua
Apollo program
Ronald Evans realiza uma atividade extraveicular durante o retorno à Terra da Apollo 17
Apollo program
Eugene Cernan dentro do Módulo de Comando da Apollo 17
Apollo program
Transporte pré-lançamento da Apollo 17 (KSC)
Apollo program
Lançamento da missão lunar Apollo 17 (decolagem noturna)
Apollo program
Emblema oficial do Apollo Soyuz Test Project (ASTP)
Apollo program
Instrução de russo para dois astronautas americanos da ASTP
Apollo program
KSC-108-75P-0072 — ASTP Kennedy Space Center
Apollo program
Tripulantes americanos da ASTP são instruídos sobre a operação dos consoles na sala de controle principal
Apollo program
Vista do Centro de Controle da Missão no primeiro dia do acoplamento da ASTP em órbita terrestre
Apollo program
Training — Apollo Soyuz Test Project (Moscow)
Apollo program
Diretores de voo soviético e americano da ASTP
Apollo program
KSC-75PC-0330 — ASTP
Apollo program
Vista da placa comemorativa da ASTP
Apollo program
Simulations — ASTP Command Module
Apollo program
KSC-108-75P-0050 — ASTP Kennedy Space Center
Apollo program
KSC-108-75P-0057 — ASTP Kennedy Space Center
Apollo program
KSC-108-75P-0005 — ASTP Kennedy Space Center
Apollo program
Simulation — ASTP
Apollo program
O cosmonauta Leonov e o astronauta Stafford durante uma visita da ASTP
Apollo program
Liftoff — ASTP — KSC
Apollo program
Lançamento da nave Apollo para o início da missão ASTP
Apollo program
Vista da nave Soyuz que fazia parte da exposição
Apollo program
Retrato da tripulação principal russo-americana da ASTP
Apollo program
Nave Apollo americana vista da nave soviética Soyuz em órbita
Apollo program
Nave soviética Soyuz em órbita vista da nave americana Apollo
Apollo program
Portraits — American ASTP Prime Crewmen
Apollo program
Concepção artística da aproximação de acoplamento entre as naves Apollo e Soyuz
Apollo program
Tripulación Apollo 1: Grissom, White y Chaffee
Apollo program
Retrato do astronauta Roger B. Chaffee
Apollo program
Retrato do astronauta Edward H. White II
Apollo program
Retrato do astronauta Virgil I. Grissom
Apollo program
Tripulações titular e suplente da Apollo 1
Apollo program
Treinamento de amerissagem da tripulação da Apollo 1
Apollo program
Prática de procedimentos de saída aquática da tripulação
Apollo program
Maquete da nave Apollo em treino de saída na piscina
Apollo program
Edward White inspeciona o traje espacial durante o treino
Apollo program
Treino em câmara de altitude da tripulação da Apollo 1
Apollo program
Revisão da instalação dos assentos do módulo de comando
Apollo program
Transferência do módulo de comando e serviço CSM-012 para o acoplamento
Apollo program
Içamento da nave Apollo 012 na torre do Complexo de Lançamento 34
Apollo program
Tripulação titular com trajes espaciais no Complexo de Lançamento
Apollo program
Interior do módulo de comando da nave 012 após o incêndio, durante a investigação
Apollo program
Dedicação do monumento à tripulação da Apollo 1
Apollo program
Cerimónia de dedicação do monumento à Apollo 1
Apollo program
Monumento Space Mirror Memorial no Centro Espacial Kennedy
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Space Mirror Memorial, refletido no lago do Centro Espacial Kennedy
Apollo program
Dia de Memória da NASA em homenagem à tripulação da Apollo 1
Apollo program
Space Mirror Memorial visto de perfil no Centro Espacial Kennedy

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Fontes: NASA JSC-09423 — Apollo Program Summary Report