Why the Saab 90 Scandia Became Aviation's Forgotten Upgrade to the DC-3
Vídeo do canal Flight Heritage sobre Saab, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 9:12. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
Documentário sobre o Saab 90 Scandia, um bimotor de passageiros com o qual a Saab quis suceder ao Douglas DC-3 nas rotas curtas europeias, e sobre o motivo pelo qual só foram fabricados 18.
Contexto histórico
A ideia surgiu em dezembro de 1943, num jantar entre Ragnar Wahrgren, diretor da Saab, e Carl Florman, da companhia aérea ABA. O projeto CT foi lançado em fevereiro de 1944: ala baixa, trem de pouso triciclo retrátil, construção metálica e entre 24 e 32 passageiros. O protótipo SE-BCA voou em 16 de novembro de 1946 com Claes Smith nos comandos e, após os testes, passou a motores Pratt & Whitney R-2180 de 1.650 cv com hélices de quatro pás. A ABA encomendou dez aviões em abril de 1948, a certificação sueca chegou em junho de 1950 e as entregas começaram em outubro. A prioridade dada ao caça Saab 29 Tunnan na fábrica de Linköping transferiu a produção para a Fokker, que encerrou a linha em 1954.
Dados em destaque
O Scandia oferecia melhor comportamento a baixa velocidade do que o DC-3, uma cabine mais ampla e uma velocidade máxima de cruzeiro de 280 mph. Jogaram contra ele os excedentes baratos de C-47 e a falta de uma rede de apoio internacional. A VASP e a Aerovias do Brasil encomendaram seis aviões, a SAS vendeu a sua frota à VASP em 1957, e o último voo comercial foi em 22 de julho de 1969. Só sobrevive um exemplar, ao ar livre, num museu de Bebedouro (Brasil).
