Japanese Zero Arrival at the Western Museum of Flight

PeninsulaSrsVideos · 2 de agosto de 2014 · 25:04 · inglês · A bordo

Vídeo do canal PeninsulaSrsVideos sobre Mitsubishi A6M Zero, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 25:04. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: A bordo.

O que é mostrado

Reportagem de um programa local para idosos, gravada no Western Museum of Flight em Torrance (Califórnia), por ocasião da chegada em voo de um Mitsubishi A6M Zero. Após uma entrevista com o seu piloto, Rob Hertberg, da unidade de Camarillo da Commemorative Air Force, a reportagem percorre o exterior do avião e termina na cabine.

Detalhes que se veem

É um A6M3, a terceira versão do caça, o que a identificação pintada na fuselagem confirma. O trem de aterragem, muito separado e alto, é o original de 1942 e praticamente não precisou de restauro. As pontas das asas dobram-se cerca de 60 cm de cada lado para poupar espaço no porta-aviões; dobrar mais asa teria acrescentado peso. Os ailerons, muito longos, explicam a sua agilidade abaixo de cerca de 200 nós, mas endureciam a velocidades maiores. O revestimento de alumínio é tão fino que não se pode pisar na zona sobre o flap. Veem-se as marcas amarelas de identificação, o hinomaru, a placa do fabricante, o código de cauda X-133 e o gancho de apontagem. Levava dois canhões de 20 mm nas asas e duas metralhadoras de 7,7 mm sobre o motor, cujas culatras chegam à cabine com as suas alavancas de carregamento.

Na cabine, o piloto mostra os comandos do trem e dos flaps à direita, o seletor de armas e o gatilho na manete dos gases, a roda de compensação do leme de profundidade (o único compensador acessível a partir da cabine) e antigas alavancas de largada de bombas que hoje bloqueiam a roda de cauda. Conservam-se letreiros japoneses originais, com etiquetas em inglês adicionadas, e um equipamento Morse com inscrições em cirílico. Também foram instalados rádios modernos e um sistema de fumo para exibições.

Contexto

O avião saiu de fábrica em 1942 e foi encontrado num aeródromo japonês abandonado na zona da Nova Guiné. Chegou aos Estados Unidos no início dos anos 1990, teve uma primeira fase de trabalhos em Santa Monica e foi restaurado na Rússia, de onde voltou sem motor. Por volta de meados dos anos 1990, em Chino, foi-lhe montado um Pratt & Whitney R-1830, de tamanho e potência semelhantes ao Sakae original e mais fácil de manter. Segundo o piloto, no mundo só voam cinco Zero. Explica também que os pilotos aliados aprenderam a não virar com ele e a usar ataques rápidos em picada a alta velocidade.