Sabia…

Os astronautas realmente foram à Lua?

Resposta direta

Sim. Entre julho de 1969 e dezembro de 1972, doze pessoas caminharam na Lua, durante as seis missões Apollo que aterrissaram: 11, 12, 14, 15, 16 e 17. Trouxeram 382 kg de rochas ainda estudadas hoje, deixaram refletores laser usados mundialmente, e a sonda LRO fotografou os locais.

Os astronautas realmente foram à Lua?
Aldrin em pé ao lado da bandeira dos EUA hasteada

Seis aterrissagens lunares, doze pessoas

Entre 20 de julho de 1969 e 14 de dezembro de 1972, seis missões Apollo aterrissaram na Lua: 11, 12, 14, 15, 16 e 17. Cada uma tinha três membros de tripulação, dos quais dois desciam até a superfície enquanto o terceiro permanecia em órbita, de modo que doze homens caminharam na superfície lunar. A Apollo 13 nunca aterrissou: uma explosão a bordo forçou a tripulação a contornar a Lua e retornar.

O que trouxeram e o que deixaram

As missões trouxeram 382 kg de rochas e solo lunar, material com uma composição e história de impactos que não existe na Terra e que é distribuído a laboratórios no mundo todo. Uma grande parte permanece selada, à espera de instrumentos melhores, e as amostras já abertas foram reanalisadas com técnicas que não existiam na década de 1970.

Três refletores laser foram deixados na superfície, instalados pelas tripulações da Apollo 11, 14 e 15. Observatórios em vários países disparam pulsos sobre eles e medem o tempo de ida e volta, o que permite determinar a distância Terra-Lua com precisão de centímetros. Qualquer pessoa com um grande telescópio e um laser pode verificar que esses equipamentos estão onde se disse que estariam.

A confirmação externa

Durante as missões, radares e antenas da União Soviética rastrearam as espaçonaves em meio à corrida para chegar lá primeiro, e observatórios civis receberam suas transmissões; nenhuma dessas observações dependia da NASA. Décadas depois, a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter fotografou os seis locais de aterrissagem a partir da órbita: os estágios de descida, os instrumentos científicos e as marcas deixadas por botas e rovers são claramente visíveis. A hipótese de fraude também exigiria o silêncio cúmplice de centenas de milhares de envolvidos por meio século.

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