B-21 vs B-2 - Which Stealth Fighter is Deadlier

The Infographics Show · 11 de agosto de 2023 · 30:20 · inglês · Documentário

Vídeo do canal The Infographics Show sobre Northrop Grumman B-2 Spirit, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 30:20. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.

Do que trata

Peça explicativa que compara o bombardeiro furtivo B-2 Spirit com o seu sucessor, o B-21 Raider, ainda em desenvolvimento quando o vídeo foi publicado. Aborda o tamanho, o desempenho, as técnicas de furtividade, o armamento, os sistemas de bordo, o custo e o historial de combate. Boa parte do que se diz sobre o B-21 são estimativas a partir de informação pública, pois a maioria dos seus dados continuava classificada.

Contexto histórico

O vídeo situa a origem do B-2 nas consultas reservadas feitas à indústria no final dos anos setenta. Nos anos oitenta, a Força Aérea pretendia mais de uma centena de exemplares. Após o colapso da URSS, e com o custo unitário em 2,1 mil milhões de dólares em 1997, o Congresso cortou o financiamento: foram entregues 21 aviões e um perdeu-se num acidente. O B-2 estreou em combate a 24 de março de 1999, sobre a Sérvia. Depois atuou no Afeganistão, no Iraque em 2003 a partir de Diego Garcia, e na Líbia em 2011 e 2017. O programa do B-21 nasceu como Long Range Strike Bomber. A Northrop Grumman obteve o contrato em 2015, com um preço fixo de 550 milhões de dólares por avião, e o primeiro exemplar foi apresentado em dezembro de 2022.

Dados em destaque

Segundo o vídeo, o B-2 mede cerca de 69 pés de comprimento e 172 de envergadura. É impulsionado por quatro turbofans General Electric F118-GE-100 e é deliberadamente subsónico para não se denunciar pelo calor e pelos rastos. Pode transportar 60 mil libras de armamento e o seu teto é de 50 mil pés. A sua furtividade combina a configuração de asa voadora, uma estrutura maioritariamente de materiais compósitos sobre titânio e alumínio, uma tinta absorvente de radar de fórmula secreta, tomadas de ar em S e um sistema que arrefece os gases de escape. Entre as suas armas estão as bombas nucleares B61 e B83, as JDAM, a GBU-57 Massive Ordnance Penetrator e os mísseis AGM-86 e AGM-158 JASSM. Leva o radar AN/APQ-181, com modo de abertura sintética. O B-21 usará dois motores Pratt & Whitney e espera-se que incorpore o LRASM e o AGM-181 LRSO, além de poder voar sem tripulação. A Força Aérea prevê receber entre 100 e 200 exemplares.