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North American F-86 Sabre

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O North American F-86 Sabre foi o primeiro caça de asa em flecha dos Estados Unidos e o aparelho com que a caça ocidental entrou em pleno no regime transónico. Concebido a partir de um requisito das forças aéreas do Exército norte-americano para um caça diurno de escolta de médio alcance, voou pela primeira vez a 1 de outubro de 1947 e ficou para sempre associado à Guerra da Coreia, onde travou contra o MiG-15 os primeiros grandes combates de jato contra jato da história. Com 9860 exemplares de todas as suas versões, é, de longe, o caça a jato ocidental mais fabricado. A sua ascendência está no FJ-1 Fury da Marinha: os três protótipos XP-86 contratados em maio de 1945 foram projetados em torno de uma asa reta derivada desse avião e depressa se viu que não atingiriam as 600 mph (965 km/h) exigidas. A saída foi radical: aplicar os dados de investigação aerodinâmica alemã capturados no final da Segunda Guerra Mundial e redesenhar o aparelho em torno de uma asa fina em flecha, com ranhuras de bordo de ataque que lhe conservassem o manuseamento a baixa velocidade. A aposta convenceu de tal modo que se encomendaram 33 P-86A de série a 20 de dezembro de 1946, antes mesmo de o protótipo estar concluído. O primeiro XP-86 saiu da oficina a 8 de agosto de 1947 e George «Wheaties» Welch levou-o ao ar a 1 de outubro; a 19 de outubro, Welch superou Mach 1 num mergulho suave. A 15 de setembro de 1948, o major Richard L. Johnson bateu o recorde mundial de velocidade em Muroc Dry Lake com 671 mph (1080 km/h). A Guerra da Coreia chegou quando o Sabre mal estava a entrar em serviço. A 10 de dezembro de 1950, o porta-aviões de escolta USS Cape Esperance descarregou na baía de Tóquio os F-86A da 4th Fighter Wing e, a 17 de dezembro, quatro deles entraram em combate a partir de um aeródromo avançado: nessa missão, o tenente-coronel Bruce Hinton abateu o primeiro MiG-15 derrubado por um Sabre. Armado com seis metralhadoras de 12,7 mm que disparavam 1200 projéteis por minuto, o F-86 sustentou a disputa pela superioridade aérea no corredor conhecido como «MiG Alley». No fim da guerra, reclamaram-se 792 MiG-15 abatidos contra 78 Sabre perdidos — uma razão de 10:1 —, mas o número não resistiu à revisão: a própria USAF reduziu-o a metade na investigação «Sabre Measure Charlie», o trabalho de Dorr, Lake e Thompson situa-o perto de 2:1 e um relatório da RAND baixa-o para 1,8:1 no conjunto e provavelmente para 1,3:1 face aos MiG pilotados por soviéticos. O avião melhorou sem descanso ao longo da sua produção. O F-86E introduziu o estabilizador monobloco, que devolvia autoridade de comando a velocidades transónicas, onde o leme de profundidade convencional deixava de responder; o F-86F, a versão de caça diurno definitiva, adotou o bordo de ataque maciço «6-3» e, nos blocos finais F-40, uma asa com mais 30 cm de ponta e as ranhuras restituídas. Em paralelo, cresceu um ramo de intercetores: o F-86D «Sabre Dog» trocou os canhões por um radar Hughes e foguetes não guiados Mighty Mouse de 2,75 polegadas disparados automaticamente pelo sistema de tiro (2506 entregues segundo o NMUSAF), e dele derivaram o F-86K de exportação, com o sistema de tiro simplificado MG-4, e o F-86L. O F-86H foi a versão de caça-bombardeiro, com turbojato General Electric J73 e quatro canhões M39 de 20 mm, enquanto a Marinha recebeu 738 FJ-2 e FJ-3 Fury, o ramo embarcado da família. O Sabre foi fabricado dentro e fora dos Estados Unidos: mais de 7800 aviões entre 1949 e 1956 nos Estados Unidos, no Japão e na Itália, aos quais se somam os 1815 Canadair Sabre canadianos e os 112 CAC Sabre australianos, com motor Rolls-Royce Avon e canhões Aden de 30 mm. A Mitsubishi montou 300 F-86F-40 para o Japão até 1961 e a Fiat montou em Turim 221 F-86K, dos quais 60 foram para a França e 88 para a Alemanha Ocidental. Voou em dezenas de forças aéreas — entre elas a espanhola, que o atribuiu às alas de caça 1, 2, 4, 5 e 6 e o retirou em 1972 — e continuou a combater muito depois da Coreia: na segunda crise do estreito de Taiwan, em 1958, os Sabre da República da China estrearam em combate o míssil ar-ar AIM-9 Sidewinder e, na guerra indo-paquistanesa de 1965, os F-86 paquistaneses foram os únicos contendores com essa capacidade. Projetado no final dos anos quarenta e ultrapassado tecnicamente no fim da década seguinte, o Sabre fixou a referência do caça a jato ocidental de primeira geração e deixou ao seu fabricante o nome que reutilizaria no supersónico F-100 Super Sabre.

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Atualidade de North American F-86 Sabre

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Desenho de três vistas

Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasVista de três ângulos do North American F-86A Sabre (desenho de linhas)
Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasVista de três ângulos do North American F-86D Sabre (desenho de linhas)
Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasVista de três ângulos do North American F-86H Sabre (desenho de linhas)
Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasDesenho técnico de três vistas do North American F-86F SabreSteal88 (CC BY SA), vía commons
Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasDesenhos técnicos do North American F-86K Sabre
Desenho de três vistas de Desenho de três vistas
Desenho de três vistasDesenhos técnicos do North American F-86DL Sabre
Desenho de três vistas de Três vistas fotográficas
Três vistas fotográficasROKAF F-86F (24-759), vista frontal no Museu Aeroespacial de Jeju, 5 de outubro de 2018Hunini (CC BY SA), vía commons
Desenho de três vistas de Três vistas fotográficas
Três vistas fotográficasROKAF F-86F(24-759), vista do lado direito, Jeju Aerospace Museum, 5 de outubro de 2018Hunini (CC BY SA), vía commons
Desenho de três vistas de Três vistas fotográficas
Três vistas fotográficasROKAF F-86F(24-759), vista superior do lado direito, Jeju Aerospace Museum, 5 de outubro de 2018Hunini (CC BY SA), vía commons
Desenho de três vistas de Vista em corte
Vista em corteNorth American F-86H Sabre Cutaway L Side Cold War NMUSAF 26Sep09Valder137 (CC BY), vía commons
Desenho de três vistas de Vista em corte
Vista em corteNorth American F-86H Sabre Cutaway R Side Guns Cold War NMUSAF 26Sep09Valder137 (CC BY), vía commons

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História

Do Mustang ao reator: o FJ-1 Fury

Nos últimos anos da Segunda Guerra Mundial, já era claro que a propulsão a jato era o caminho dos aviões de combate rápidos. A North American Aviation vinha de assinar um dos melhores caças de pistão do conflito, o P-51 Mustang, e quis assumir também o testemunho na era do reator. No final de 1944, a empresa abriu um estudo de conceção sob a referência RD 1265 para o seu primeiro caça a jato e ofereceu-o à Marinha dos Estados Unidos. A 1 de janeiro de 1945, recebeu o contrato: cem aparelhos, com a designação interna NA-134 e a militar FJ-1.

O protótipo, o XFJ-1, voou no final de 1946. Era um charuto roliço de asas retas, com a entrada de ar no nariz, movido por um turbojato General Electric TG-180 (J35-GE-2) de 16,7 kN de empuxo. Os primeiros FJ-1 «Fury» de série foram entregues no início de 1948, já com o J35 fabricado pela Allison. O piloto ia sob uma cúpula de bolha montada em posição alta, com muito boa visibilidade, e o aparelho tinha uma singularidade notável: podia «ajoelhar-se» sobre a roda do nariz para ocupar menos espaço a bordo de um porta-aviões.

North American F-86 Sabre
North American XP-86 Sabre c1947

O FJ-1 não foi um grande avião nem teve uma carreira longa, mas foi o molde. Tudo o que veio depois — o caça da USAF e, numa reviravolta quase irónica, uma segunda família naval — nasceu dessa primeira tentativa.

A viragem decisiva: a asa em flecha e os dados alemães

Enquanto o NA-134 ganhava forma em 1945, a North American estudava em paralelo um derivado maior, o NA-140, para as Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos (que se separariam do Exército como USAF independente em setembro de 1947). Em maio de 1945, a empresa obteve um contrato para três protótipos com a designação XP-86. O desenho original do NA-140 era muito parecido com o do NA-134: um caça de asa reta, maior e mais comprido, mas da mesma escola.

Os engenheiros sabiam desde há algum tempo que uma asa fina e em flecha reduzia muito a resistência e retardava o aparecimento dos problemas de compressibilidade, mas também sabiam que uma asa assim tendia a ser instável a baixa velocidade, precisamente quando um caça aterra. Os dados necessários para resolver essa contradição só ficaram disponíveis no início de 1945, quando os Aliados capturaram a investigação alemã sobre voo com asas em flecha. Os alemães tinham realizado ensaios em túnel de vento com modelos de asas em flecha já em 1940 e, por volta de 1944, o seu trabalho demonstrava benefícios substanciais de desempenho. Um dos engenheiros norte-americanos que reviu esse material, George Schairer, da Boeing, entusiasmou-se a ponto de propor não só que a sua empresa o aplicasse ao novo bombardeiro XB-47, mas também que a informação fosse distribuída às restantes empresas aeronáuticas do país.

Na North American, foi Larry Green quem estudou os documentos e tirou a conclusão que mudou o projeto: a asa em flecha era a resposta para o XP-86, e um dispositivo hipersustentador de bordo de ataque — uma ranhura que se abria automaticamente a baixa velocidade — resolvia o problema de estabilidade. Em poucas semanas, os engenheiros da empresa ensaiavam em túnel um modelo à escala 1/23 do XP-86 com asas em flecha de 35 graus. Após novos ensaios, as Forças Aéreas aprovaram o desenvolvimento do XP-86 de asa em flecha a 1 de novembro de 1945.

North American F-86 Sabre
North American XP-86 Sabre, vista frontal, c. 1947

O parentesco com o FJ-1 continuava visível na fuselagem e na entrada de ar frontal, mas o resultado não se parecia em nada: onde o Fury era roliço, o XP-86 era esguio, com o aspeto de um tubarão em voo. A decisão custou tempo ao programa — o caça atrasou-se em relação aos reatores de asa reta da concorrência — e foi exatamente essa decisão que o salvou cinco anos depois, sobre a Coreia.

XP-86: o protótipo que atravessou a barreira do som

O piloto de ensaios foi George «Wheaties» Welch, chefe de ensaios da North American e uma das figuras pitorescas dos primeiros anos da aviação a jato. Welch tinha voado com as Forças Aéreas sobre o Pacífico até 1944, tinha alcançado o posto de major com dezasseis abates e juntara-se à North American nesse mesmo ano.

O primeiro voo do XP-86, a 1 de outubro de 1947, decorreu sem incidentes até ao momento de aterrar: a perna do nariz não bloqueava na posição estendida. Welch aterrou com o nariz alto e a roda encaixou sozinha assim que o trem principal tocou na pista. O seu comentário por rádio foi um lacónico «sorte!».

A 19 de outubro de 1947, Welch levou o primeiro protótipo além da velocidade do som num mergulho suave, o que fez do XP-86 o primeiro avião não experimental a superar Mach 1. A data tem uma face incómoda: Chuck Yeager tinha atravessado a barreira com o X-1 a 14 de outubro de 1947, cinco dias antes, mas Welch fazia há muito mergulhos a alta velocidade e há motivos razoáveis para pensar que algum deles tinha superado Mach 1 antes de Yeager. A documentação não permite encerrar a questão, e o registo oficial continua a ser o do X-1.

O F-86A entra em serviço e bate o recorde mundial

O primeiro P-86A voou a 20 de maio de 1948. Levava um assento ejetável T-4E-1 — com a cúpula largada manualmente antes da ejeção — e uma carga de autodestruição para que o aparelho não caísse intacto nas mãos inimigas. Sob cada asa tinha um pilone capaz de transportar um depósito largável de 782 litros ou uma bomba de 450 quilogramas, mas, na prática, o seu armamento útil eram as seis metralhadoras de 12,7 milímetros do nariz: no início, não era um aparelho particularmente útil para o apoio aéreo aproximado.

North American F-86 Sabre
F-86A 4FIW Korea Jan1951

A 15 de setembro de 1948, no leito de lago seco de Muroc, um F-86A estabeleceu o recorde mundial de velocidade nos 1080 km/h (671 mph), pilotado pelo major Richard L. Johnson; superava a marca anterior em 32 km/h. O Sabre também se destacou nas corridas: um F-86A ganhou a corrida Bendix de 1951 com uma média de 891,19 km/h.

Coreia: o corredor dos MiG

A guerra que definiu o Sabre não foi escolhida por ninguém. A 10 de dezembro de 1950, o porta-aviões de escolta USS Cape Esperance entrou na baía de Tóquio carregado de F-86A da 4.ª Ala de Caça da USAF; a cronologia oficial da USAF data essa chegada ao Japão de 1 de dezembro. Do outro lado já estava o adversário: a 1 de novembro de 1950, o 64.º Corpo de Aviação de Caça soviético tinha sido agregado à aviação chinesa sob o 1.º Exército Aéreo Unificado e, nesse mesmo dia, os MiG-15 pilotados por soviéticos começaram a operar sobre a Coreia do Norte. A União Soviética nunca entrou oficialmente na guerra.

O MiG-15 era um problema sério. Foi um dos primeiros caças a jato bem-sucedidos com asa em flecha capaz de operar perto de Mach 1, e a sua asa demonstrou na Coreia uma vantagem decisiva sobre os reatores de asa reta que os Estados Unidos tinham destacados. Tinha sido concebido para intercetar bombardeiros como o B-29, e daí o seu armamento: dois canhões de 23 milímetros com 80 projéteis por arma e um de 37 milímetros com 40, montados num bloco que descia por baixo do nariz com um cabrestante para ser recarregado inteiro de uma só vez. Contra o Sabre, aquele armamento batia muito mais forte do que seis metralhadoras de calibre 12,7; em contrapartida, a cadência de tiro e a facilidade de pontaria jogavam a favor dos americanos.

North American F-86 Sabre
91st Fighter Interceptor Squadron - North American F-86A-5 NA Sabre - 49-1261

A 17 de dezembro de 1950, no primeiro dia de operações do Sabre sobre a Coreia, o tenente-coronel Bruce H. Hinton obteve o primeiro abate de um MiG-15 por um F-86. Os primeiros combates fixaram o padrão de toda a guerra aérea: oito Sabres da 4.ª Ala de Caça-Interceção, a partir da base avançada K-14 de Kimpo, atacaram uma formação estimada em quinze MiG a 9100 metros e perseguiram alguns até ao Yalu, reclamando seis abates sem perdas próprias. Aquela faixa do noroeste coreano, entre o Yalu e a frente, acabou por ser chamada «MiG Alley» — o corredor dos MiG — e foi aí que se travou a maior parte do combate ar-ar do conflito.

O avanço norte-coreano para sul obrigou os Sabres a recuar para o Japão em janeiro de 1951, quando as suas bases coreanas foram ultrapassadas. A inversão da guerra em março permitiu regressar e retomar o braço de ferro. Os êxitos do Sabre face ao MiG-15 foram tão marcados que os chineses abandonaram de facto as operações aéreas sérias em dezembro de 1951 para se reorganizarem; regressaram em maio de 1952 com táticas melhoradas. A resposta norte-americana incluiu uma recompensa de 100 000 dólares para qualquer piloto inimigo que desertasse com um MiG: a operação chamou-se MOOLAH — gíria antiga para «muito dinheiro» — e foi divulgada lançando panfletos sobre os aeródromos. Deu frutos a 21 de setembro de 1953, quando o tenente norte-coreano No Kum-Suk voou para sul e aterrou o seu MiG-15 numa pista norte-americana, permitindo finalmente um exame detalhado do aparelho.

As unidades também rodaram. Os F-86A e F-86E da 4.ª Ala estavam já muito desgastados quando se decidiu que a 51.ª Ala de Caça-Interceção começasse a operar a partir de Suwon a 1 de dezembro; a 51.ª tinha trocado os seus F-80 por Sabres em dezembro de 1951, num equilíbrio delicado entre as necessidades da frente coreana e a manutenção de uma força suficiente na Europa Ocidental.

O F-86E e o F-86F: melhorar o caça em plena guerra

O Sabre foi-se refinando enquanto combatia. O F-86E era quase indistinguível do A por fora, mas levava comandos de voo melhorados, um J47-GE-13 de 24,2 kN e — o mais importante — um estabilizador «totalmente móvel» com acionamento hidráulico. No F-86A, o plano de cauda era fixo; no E, rodava o conjunto inteiro, conservando ainda o leme de profundidade. A mudança vinha de um problema real: a velocidades transónicas, o plano fixo perdia eficácia e os pilotos tinham dificuldade em recuperar de um mergulho rápido. O acionamento hidráulico eliminava o retorno de esforços ao piloto, pelo que os engenheiros da North American conceberam um mecanismo de «sensação artificial» com bungees e contrapesos. O primeiro F-86E voou a 23 de setembro de 1950, outra vez com Welch aos comandos; os primeiros sessenta F-86E-1 chegaram às unidades no início de 1951 e começaram a render em combate os F-86A mais gastos nessa primavera.

North American F-86 Sabre
Udvar Hazy Center 270424 F-86A SabreOren Rozen (CC BY SA), vía commons

O F-86F devia levar o J47-GE-27, de 27,1 kN, mas a General Electric não o entregou a tempo e os primeiros exemplares saíram com o J47-GE-13 do E. O primeiro F-86F-1 propriamente dito, já com o GE-27, voou em março de 1952. Os blocos sucessivos foram colmatando carências concretas: o F-86F-5 reforçou a fixação dos pilones para depósitos de 758 litros, com mais alcance e mais tempo de combate; o F-86F-10 estreou a mira A-4 em substituição da A-1CM, menos fiável; o F-86F-15 redesenhou um sistema hidráulico que se tinha revelado vulnerável — um único impacto podia deixar o avião inutilizável —, embora só tenham sido construídos sete devido aos atrasos do motor.

A modificação mais célebre foi a asa. O novo bordo de ataque, sem ranhuras e de corda ampliada, conhecido como asa «6-3 sólida», incorporava ainda depósitos no bordo de ataque que acrescentavam 264 litros de combustível; melhorava a velocidade e a manobra a grande altitude à custa de um comportamento pior a baixa velocidade. Mais tarde, o F-86F-40 combinou o melhor dos dois mundos: a asa 6-3 com uma extensão de ponta de 30 centímetros e as ranhuras de bordo de ataque restauradas.

Quanto valeu a vitória: a razão de abates e a sua revisão

No final das hostilidades, as fontes norte-americanas creditaram inicialmente aos pilotos de F-86 o abate de 792 MiG em combate aéreo pela perda de apenas 78 Sabres: uma razão de 10 para 1. Esse número viajou durante décadas e foi ele que fixou a reputação do aparelho.

Não sobreviveu ao escrutínio posterior. A própria USAF reviu os seus números numa investigação com o nome de código *Sabre Measure Charlie* e reduziu a metade a razão atribuída ao F-86 face ao MiG-15. Investigações posteriores foram mais longe: o trabalho de Dorr, Lake e Thompson situa a relação de abates mais perto de 2 para 1. A contagem de perdas próprias também é mais matizada do que sugere o «78»: dos Sabres perdidos, 184 foram-no em combate — 78 em combate ar-ar, 19 por artilharia antiaérea, 26 por causas desconhecidas e 61 por «outras perdas» — e mais 66 em incidentes.

North American F-86 Sabre
F-86E sobre a Coreia, novembro de 1952

Com os ases passa-se algo semelhante. A atribuição de vitórias na Coreia é notoriamente discutida, pela pobreza dos registos, pela sobrestimação deliberada e pela dificuldade em confirmar os impactos na MiG Alley, onde ocorria a maior parte do combate. Os Estados Unidos foram o único país das Nações Unidas com pilotos que alcançaram a condição de ás: quarenta. Do outro lado, as estimativas oscilam muito — entre 34 e 60 possíveis ases soviéticos, entre seis e nove chineses e até quatro norte-coreanos —, e a condição de ás de dezenas de pilotos continua em causa.

Nada disto diminui o que o Sabre fez. Muda a escala: de um domínio esmagador para uma superioridade real, disputada e sustentada no tempo por pilotos mais bem treinados e por um avião que aguentava o castigo.

Canhões, câmaras e bombas: Gunval, RF-86 e F-86H

A escassa capacidade destrutiva das seis Browning de 12,7 milímetros era evidente tanto para os soviéticos como para a USAF. Daí nasceu o programa *Gunval*: um lote de avaliação de Sabres equipados com quatro canhões revólver T-160 de 20 milímetros, designados F-86F-2. Construíram-se dez; oito foram enviados para o Japão no final de 1952 e entraram em avaliação de combate no início de 1953. Os resultados foram promissores, mas não limpos: um dos Gunval sofreu uma extinção de chama do motor enquanto disparava contra um MiG-15, embora o piloto tenha conseguido descer de altitude e reacender.

Houve também Sabres de reconhecimento — as conversões RF-86, entre elas as conhecidas como Haymaker — que trocaram parte do armamento por câmaras para missões fotográficas.

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F-86E do 51st FW sobre a Coreia, setembro de 1952

A última variante de caça propriamente dita, por contraposição ao ramo dos intercetores, foi o F-86H. Conservava as linhas clássicas do Sabre, mas com um ar musculado graças ao General Electric J73-GE-3 de 41,2 kN a seco. Adotou a cúpula de concha desenhada para o F-86D — é o único Sabre de caça sem cúpula de correr —, o seu assento ejetável e um plano de cauda de uma só peça. Não era um caça de superioridade aérea: foi concebido como caça-bombardeiro capaz de lançar armamento nuclear, além de bombas convencionais, napalm ou foguetes. Os dois protótipos foram construídos em Inglewood; o primeiro saiu da fábrica em abril de 1953 e voou em maio.

O ramo dos intercetores: F-86D, F-86K e F-86L

Um aviso dos serviços de informações de 1948 levou os Estados Unidos a dotarem-se de um intercetor para todo o tempo, e a North American partiu da fuselagem básica do F-86A para incorporar dois conceitos sem precedentes no F-86D — designado inicialmente F-95: um caça monolugar com radar operado pelo próprio piloto e, pela primeira vez num caça monolugar de série, armamento de foguetes ar-ar em substituição dos canhões. Com a entrada de ar rebaixada para dar espaço ao radome, o «Sabre Dog» tinha um perfil inconfundível. O primeiro protótipo, o YF-86D, voou a 22 de dezembro de 1949.

A North American entregou 2506 F-86D antes de a produção terminar em setembro de 1953, segundo o Museu Nacional da USAF; a ficha da Wikipédia indica 2504. A divergência é de duas unidades e não se resolve com o material disponível: aqui registam-se as duas. A documentação do F-86D/K/L, por sua vez, situa a aceitação do último F-86D-60 em setembro de 1955. A USAF tinha retirado os seus F-86D em junho de 1961, mas o Japão e outros países continuaram a voá-los durante bastante mais tempo.

O intercetor deixou também os últimos recordes da família: no final de 1952, um F-86D estabeleceu uma marca mundial de velocidade de 1124,6 km/h (698,505 mph) e, em julho de 1953, outro elevou-a para 1152,3 km/h (715,7 mph).

North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre

O F-86K foi uma versão simplificada do D, desenvolvida em resposta a um pedido da USAF de 1953 para um intercetor de exportação destinado aos aliados ocidentais ao abrigo do Programa de Ajuda Mútua para a Defesa. Abdicava da capacidade de interceção em rumo de colisão do sistema E-4 e regressava à interceção por perseguição de cauda, mais simples; em tudo o resto era praticamente idêntico ao F-86D-45. Dois F-86D-40 foram retirados da linha para os converter em protótipos YF-86K.

O F-86L fecha o ramo como programa de atualização dos intercetores D em serviço. O material consultado trata-o em conjunto com o K, mas não permite detalhar aqui o seu alcance nem os seus números; fica anotado como lacuna.

Os Fury da Marinha: FJ-2, FJ-3 e FJ-4

A ironia do programa é que o Sabre, nascido de um caça naval, acabou por retribuir o favor. A Marinha tinha avançado devagar com a asa em flecha porque esses aviões pareciam demasiado «quentes» para aterrar no convés, mas a Coreia colocou os seus caças perante um MiG-15 claramente mais rápido e foi preciso aceitar a mudança. No início de 1951, por insistência da Marinha, a North American estudou um Sabre navalizado e, em março de 1951, recebeu um contrato para três protótipos de um F-86E adaptado.

Dois deles eram F-86E modificados com gancho de travagem em forquilha, pontos de fixação para catapulta e uma perna de nariz mais comprida para aumentar o ângulo de ataque na descolagem e na aterragem; iam desarmados, com a designação de empresa NA-179 e a militar XFJ-2 Fury. O terceiro, NA-181 ou XFJ-2B, era basicamente um F-86E de série com quatro canhões de 20 milímetros e 150 projéteis por arma, em vez das seis Browning de 12,7 do F-86E; parece ter sido estritamente um banco de ensaio de armamento, sem modificações navais. Foi o primeiro a voar, a 27 de dezembro de 1951, com o célebre piloto de ensaios Bob Hoover aos comandos.

North American F-86 Sabre
North American F-86F Sabre do 12.º FBS na Base Aérea de Osan, em 1953

Daí saíram o FJ-2 e o FJ-3 de série e, finalmente, o FJ-4, o mais modificado de toda a estirpe. O trabalho sobre o NA-209 ou FJ-4 arrancou em dezembro de 1953 e conduziu a dois protótipos NA-208 e a contratos de produção para 177 aparelhos. Concebido como avião de ataque de grande alcance, usava em essência o mesmo grupo propulsor do FJ-3 — um J65-W-16A de 34,2 kN — e, apesar de ser maior, igualava ou melhorava o seu desempenho graças a uma aerodinâmica mais limpa.

Fabrico sob licença: Canadair, CAC, Mitsubishi e Fiat

O Sabre foi fabricado fora dos Estados Unidos em quatro países, e em três deles com alterações de fundo.

Em 1948, o Governo canadiano decidiu reequipar a Real Força Aérea Canadiana com o F-86 e contratou a Canadair para o produzir em Montreal. A Canadair foi erguendo, pouco a pouco, uma cadeia capaz de fabricar todos os componentes, com equipamentos auxiliares de fornecedores canadianos, e deu ao aparelho o número de projeto CL-13. Produziu seis versões até 1958, 1815 aparelhos no total; o Mk 5, do qual se construíram 370, já montava o motor canadiano Orenda 10 de 28 270 N de empuxo estático e o bordo de ataque ampliado «6-3». A RCAF manteve-os na primeira linha até os substituir pelo CF-104 em 1962, e os últimos Canadair Sabre em serviço de primeira linha foram os Mk 6 paquistaneses equipados com mísseis AIM-9 Sidewinder.

A Austrália fez a versão mais distinta de todas. O CAC Sabre, também conhecido como Avon Sabre ou CA-27, afastou-se do projeto da North American no essencial: decidiu-se movê-lo com um Rolls-Royce Avon R.A.7 fabricado sob licença em vez do General Electric J47, o que obrigou a refazer boa parte da fuselagem. As primeiras entregas à Real Força Aérea Australiana começaram em 1954 e a RAAF operou-o de 1954 a 1971. Do Mk 30, com ranhuras de bordo de ataque, construíram-se 22; do Mk 31, com bordo de ataque ampliado, outros 20, e os Mk 30 sobreviventes foram levados a esse padrão. A produção australiana totalizou 112 aparelhos.

North American F-86 Sabre
NACA North American F-86F Sabre no leito seco do lago Rogers, Califórnia (EUA), em 1954 (E-1326)

O Japão fabricou 300 F-86F sob licença da Mitsubishi entre 1956 e 1961, atribuídos a dez *hikōtai* ou esquadrões. A Itália produziu o ramo dos intercetores: o fabrico original do F-86K coube à Fiat para a Força Aérea Italiana, com cinquenta conjuntos de peças enviados de Inglewood para a fábrica de Turim para montagem. A Fiat acabou por montar 221 F-86K, dos quais 60 foram para a França e 88 para a Alemanha Ocidental; a produção tardia incorporou a asa longa com ranhuras do F-40, e alguns F-86K neerlandeses foram reequipados com ela.

Somando tudo, a North American construiu 6297 F-86 e 1115 FJ, a Canadair 1815, a australiana CAC 112, a Fiat 221 e a Mitsubishi 300: 9860 aparelhos da família Sabre/Fury. É, de longe, o caça a jato ocidental mais produzido da história.

Depois da Coreia: Taiwan, Índia e Paquistão

O Sabre continuou a combater muito depois do armistício coreano, quase sempre em mãos alheias.

No estreito de Taiwan, a Marinha norte-americana modificou alguns F-86 da aviação nacionalista chinesa para transportarem os primeiros AIM-9 Sidewinder. A 24 de setembro de 1958, 32 F-86 da República da China chocaram com uma centena de MiG da aviação chinesa numa série de combates: foi o primeiro emprego do Sidewinder em combate ar-ar, e as fontes ocidentais creditam 25 MiG abatidos por míssil, os primeiros abates conseguidos por mísseis ar-ar na história. O número provém do lado que o reclama e não está confrontado com registos do adversário.

North American F-86 Sabre
Mi G Poison, F-86F Sabre, Kadena Air Base

O Paquistão começou a receber em 1954 os primeiros de um total de 102 F-86F ao abrigo do Programa de Ajuda Mútua para a Defesa, e os seus Sabres tiveram um papel de destaque na guerra de 1965 com a Índia. Os F-86 paquistaneses obrigaram a Força Aérea Indiana a destacar caças Folland Gnat para a base avançada de Pathankot; a Índia usou Mystères a voar devagar como isco para atrair os Sabres e deixar que os Gnat, à espera, lhes caíssem em cima. O combate foi muito mais equilibrado do que a propaganda de ambos os lados: um esquadrão indiano reclamou um F-86 abatido a 3 de setembro como a primeira vitória aérea indiana da guerra, mas o Sabre regressou à sua base, e o seu piloto recebeu uma condecoração por sobreviver ao confronto com seis Gnat e trazer de volta o avião danificado. A 4 de setembro, sim, perdeu-se um F-86. A ação individual mais citada é a do chefe de esquadrão paquistanês Mohammed Mahmood Alam, que a 7 de setembro de 1965 enfrentou uma formação de Hawker Hunter indianos, abateu um e, após uns minutos de manobra, reclamou outros quatro em trinta segundos, tornando-se ás numa única saída; a reclamação é contestada pelas fontes indianas. Os Sabres paquistaneses voltaram a entrar em ação na guerra de 1971 com a Índia.

O Paquistão deu também ao Sabre um dos seus momentos mais vistosos fora do combate: a 2 de fevereiro de 1958, uma equipa de F-86 chamada «Falcons» estabeleceu na base aérea de Masroor um recorde mundial ao completar um looping em formação de diamante de dezasseis aparelhos.

O fim operacional e os sobreviventes

Após o serviço de primeira linha nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália, no Japão, na Itália, no Reino Unido, em França, na Alemanha Ocidental, nos Países Baixos, na Noruega, no Paquistão e na Colômbia, os Sabres usados passaram para dezenas de países. Entre os operadores de segunda mão contam-se a Argentina, o Bangladeche, a Bolívia, a Birmânia, a Dinamarca, a Etiópia, a Grécia, as Honduras, a Indonésia, o Irão, o Iraque, a Malásia, o Peru, as Filipinas, Portugal, a Arábia Saudita, a Coreia do Sul, Espanha, Taiwan, a Tailândia, a Tunísia, a Turquia, a Venezuela e a Jugoslávia. A Colômbia, por exemplo, reuniu quatro F-86F provenientes de Espanha, cinco da USAF e nove Canadair Mk 6 para o seu esquadrão de caça-bombardeamento; as Honduras adquiriram dez CL-13 Mk 2 (equivalentes ao F-86E) provenientes da Jugoslávia em 1976.

Alguns poucos continuam a voar. Na Austrália, o CA-27 Mk 32 com a matrícula VH-IPN, restaurado nos anos oitenta, imobilizado nos anos noventa e restaurado de novo para o Museu de Aviação de Temora, exibe-se com regularidade desde setembro de 2009. Em França, conserva-se em condições de voo um CL-13 Sabre Mk VI de propriedade privada, matrícula F-AYSB, em Avignon-Caumont. Nos Estados Unidos, continua em estado de voo um F-86A privado, N48178, em Grove (Oklahoma). Na África do Sul, o Museu da Força Aérea guarda armazenado na base de Swartkop um CL-13B Mk 6. A par destes, há dezenas de exemplares em exposição estática por todo o mundo, desde os F-86D da Eslovénia até às coleções norte-americanas.

Lacunas declaradas

Este texto foi escrito com o material recolhido e deixa de fora, de propósito, aquilo que esse material não sustenta:

North American F-86 Sabre
F-86H Sabre em voo, década de 1950

- **Sem manual de voo do F-86F.** O desempenho do F não é aqui citado como dado firme; os manuais disponíveis são os do F-86D/K/L e um documento geral de desempenho. - **Operadores não anglo-saxónicos pouco cobertos.** A Itália, o Japão, Espanha, a Alemanha, a Argentina e o Peru aparecem apenas naquilo que o material apoia: números de produção ou pertença à lista de operadores. A sua história operacional nacional está por documentar. - **Guerra de 1969 entre as Honduras e El Salvador.** O material não apoia a participação de Sabres nesse conflito; consta que as Honduras adquiriram dez CL-13 Mk 2 provenientes da Jugoslávia em 1976. Não se afirma mais nada. - **Patrulhas acrobáticas.** Só está documentado o recorde dos «Falcons» paquistaneses de 1958; o restante uso acrobático do Sabre não tem aqui fonte. - **Recordes FAI de 1952 e 1953.** São citados por via secundária (a ficha do tipo), e não pela homologação da FAI. - **F-86D: 2506 contra 2504.** Divergência entre o Museu Nacional da USAF e a Wikipédia, registada sem resolver. - **F-86L.** Sem detalhe de alcance nem de números no material consultado.

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Variantes

F-86AF-86EF-86D/LF-86FF-86H
Primeiro voo20 de maio de 194823 de setembro de 1950———
Tipo de aeronave———Single-seat jet fighter—
Grupo motopropulsor———One General Electric J47-GE-27 turbojet rated at 26.3 kN (5910 lbf) thrust.—
Motorização———1 × General Electric J47-GE-27—
Impulso unitário———26,3 kN—
Comprimento———11,3 m—
Envergadura———11,9 m—
Altura———4,3 m—
Área alar———29,1 m²—
Peso vazio———5046 kg—
MTOW———8234 kg—
Velocidade máxima———1106 km/h—
Altitude da velocidade máxima———0 m—
Teto de serviço———15 100 m—
Razão de subida inicial———46 m/s—
Alcance———2454 km—
Condições de alcance———Range of 2454 km. On a strike mission with two 454 kg bombs and two 760-litre drop tanks the source gives a combat range of 666 km.—
Armamento———Six 12.7 mm M3 Browning machine guns with 1800 rounds in total; rocket launchers (for example two Matra pods with eighteen 68 mm SNEB rockets each) and up to 2400 kg of bombs, napalm or other stores on four external hardpoints.—
Carga bélica máxima———2400 kg—
Carga útil———0 kg—
Capacidade de carga———No cargo or passenger capacity: a single-seat fighter with neither hold nor cabin. The four external hardpoints carry weapons and 760-litre drop tanks only.—
Tripulação———1—
Passageiros———0—
Unidades construídas5544562506 Melhor valor da linha2239473

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Imagens

North American F-86 Sabre
F-86Fs 51FIW sobre a Coreia em 1953
North American F-86 Sabre
North American XP-86 Sabre c1947
North American F-86 Sabre
North American XP-86 Sabre, vista frontal, c. 1947
North American F-86 Sabre
F-86A 4FIW Korea Jan1951
North American F-86 Sabre
91st Fighter Interceptor Squadron - North American F-86A-5 NA Sabre - 49-1261
North American F-86 Sabre
Udvar Hazy Center 270424 F-86A SabreOren Rozen (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
F-86E sobre a Coreia, novembro de 1952
North American F-86 Sabre
F-86E do 51st FW sobre a Coreia, setembro de 1952
North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre
North American F-86F Sabre do 12.º FBS na Base Aérea de Osan, em 1953
North American F-86 Sabre
NACA North American F-86F Sabre no leito seco do lago Rogers, Califórnia (EUA), em 1954 (E-1326)
North American F-86 Sabre
Mi G Poison, F-86F Sabre, Kadena Air Base
North American F-86 Sabre
F-86H Sabre em voo, década de 1950
North American F-86 Sabre
F-86H mobilizados durante a crise de Berlim de 1961
North American F-86 Sabre
North American F-86 SabreGreg5030 (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
Vista lateral direita de um North American F-86D Sabre (s/n 53-595; c/n 201-39) em solo, com tanques de combustível externos. Também aparece uma ambulância. - DPLA - d17049a5fb0423aa263464327a7a4 ded
North American F-86 Sabre
F-86D e Mighty Mouse
North American F-86 Sabre
Bandeja de foguetes do North American F-86D Sabre DogGreg Goebel (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
Cabine do F86D
North American F-86 Sabre
Antena de radar de um F-86K
North American F-86 Sabre
AM North American F-86K Sabre 51-3 Volandia 2024 (01)Bahnfrend (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
North American Sabre F-86K (Sabre Dog) Fiat LicenseClemens Vasters from Viersen, Germany, Germany (CC BY), vía commons
North American F-86 Sabre
F-86L da ANG do Wyoming decolando, c. 1959
North American F-86 Sabre
194th Fighter Interceptor Squadron North American F-86L-55 NA Sabre 53-752 1960
North American F-86 Sabre
FJ-1 da Reserva Aérea Naval de Oakland em voo, 1951
North American F-86 Sabre
FJ-3 Fury na catapulta do USS Forrestal (CV-59)
North American F-86 Sabre
North American FJ-4 Fury em voo, c. 1957
North American F-86 Sabre
FJ-3 Furies dos VF-73 e VF-173 a bordo do USS Randolph (CVA-15), por volta de 1957
North American F-86 Sabre
Canadair F-86 Sabre Mk 6 no Museu da Aviação do Canadá, 2006
North American F-86 Sabre
RCA Fsabre Jet 1
North American F-86 Sabre
Canadair CL-13B Mk VI Sabre KE-105 JG 74 Mölders L Side DMFO 10June 2013Valder137 (CC BY), vía commons
North American F-86 Sabre
Sabre Mk32 da RAAF na Tailândia, início da década de 1960
North American F-86 Sabre
Monumento CAC Sabre da RMAF em Pekan, Pahang
North American F-86 Sabre
Image JASDF F-86F-40
North American F-86 Sabre
Equipa Blue Impulse da JASDF na Base Aérea de Yokota, 1981
North American F-86 Sabre
F-86 Lancieri Neri
North American F-86 Sabre
James Jabara Hoist May1951
North American F-86 Sabre
Mc Connell na cabine de um F-86
North American F-86 Sabre
Gabby Gabreski na cabine de um Sabre, 1952
North American F-86 Sabre
EJEÇÃO DE UM PILOTO DE MIG - Esta sequência incomum de fotos, captada pela câmera de tiro de um F-86 «Sabre» da US Air Force... - NARA
North American F-86 Sabre
Uma equipa de manutenção de aeronaves da 4th Fighter-Interceptor Wing da Força Aérea dos EUA na Coreia, fotografada através do tubo de escape de um F-86 Sabre, iça um motor para instalação num dos jatos HD SN-99-03070
North American F-86 Sabre
Troca do J47 no F-86A, Coreia, 1951
North American F-86 Sabre
F-86As 4FIW Suwon Jun1951
North American F-86 Sabre
RF-86F Crusader, canhões de estibordoBrokenSphere (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
Detalhe do slat do F-86H Sabre, National Museum of the US Air Force, Dayton, Ohio, USA.Roland Turner from Birmingham, Great Britain (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
Detalhe do slat do F-86 Sabre, National Museum of the US Air Force, Dayton, Ohio, EUA.Roland Turner from Birmingham, Great Britain (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
North American NA-191 RF-86F-30-NA Sabre (USAF sn 52-4492, cn 191-188) (5-18-2023)ZLEA (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
QF-86 PMTC NAN1-81
North American F-86 Sabre
North American F-86F-30 NA Sabre Skyblazers Snodgrass 2nd Pass 08 TICO 13March 2010Valder137 (CC BY), vía commons
North American F-86 Sabre
Três F-86 Sabre e um F-22 Raptor voam em formação durante o Heritage Flight Training and Certification Course de 2016
North American F-86 Sabre
F86F, Mig 15 & T33 - Chino Airshow 2014Tim Felce (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
F-86F do 2.º Esquadrão da SAAF no Japão, 1953
North American F-86 Sabre
Philippine Air Force F-86D Side ViewRoyKabanlit (CC BY SA), vía commons
North American F-86 Sabre
Flight Lieutenant Salim Baig Gun Cam
North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre
Cochrane com Yeager
North American F-86 Sabre
Buzz Aldrin na cabine de um F-86 Sabre
North American F-86 Sabre
North American F-86 Sabre - ARjcastillo (CC BY SA), vía commons

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