100 Jahre Junkers F13

wolfram51 · 8 de julho de 2019 · 25:53 · alemão · Notícia

Vídeo do canal wolfram51 sobre Junkers F 13, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 25:53. Idioma: alemão. Tipo de vídeo: Notícia.

O que se anuncia

A reportagem mostra o evento realizado em Dessau-Roßlau pelo centenário do primeiro voo do Junkers F 13, em 25 de junho de 1919. A jornada incluiu a inauguração de um monumento a Hugo Junkers na cidade e a presença da réplica voadora do F 13 construída por iniciativa de Dieter Morszeck. Falaram, entre outros, representantes da associação do museu técnico e o ministro-presidente da Saxónia-Anhalt, Reiner Haseloff, e esteve presente Bernd Junkers com a sua família.

Contexto

A réplica obteve a homologação suíça para o tráfego aéreo em 2018, após cerca de nove anos de projeto até à sua certificação em Dübendorf. Morszeck, antigo proprietário e diretor da fabricante de malas Rimowa, é piloto e pode voar o avião. Para operar hoje leva rádio e transponder, e mantém o posto de pilotagem aberto, ao contrário dos F 13 posteriores com cabine fechada. É propulsionada por um motor radial americano Pratt & Whitney R-985 Wasp Junior, limitado a 380 cv.

O narrador percorre a história do avião original. O primeiro exemplar, «Herta», com número de fabrico 531, voou em Dessau sob o comando de Emil Monz em 25 de junho de 1919. Em 13 de setembro desse ano, Monz bateu o recorde mundial de altitude com passageiros a bordo ao atingir 6.750 m. O F 13 era um monoplano de ala baixa e motor único, com cabine fechada e aquecida para quatro passageiros. Nos Estados Unidos era montado pela Junkers-Larsen Aircraft Corporation de Nova Iorque, que o comercializava como Larsen JL-6.

O que implica

Os discursos apresentam o centenário como uma homenagem a Hugo Junkers, ao seu papel como engenheiro e empresário e à sua ideia de que o avião devia unir os povos. Recorda-se também que na RDA não foi possível erguer-lhe um monumento. Entre as marcas do F 13 citam-se o recorde de altitude com 500 kg de carga útil e um recorde de resistência de 26 horas, 5 minutos e 32 segundos. Além disso, o seu desenvolvimento é associado ao W 33 «Bremen», que atravessou o Atlântico de leste para oeste nos dias 12 e 13 de abril de 1928.