SpaceX’s Plan to Bring Starship Home Is Getting Wild
Vídeo do canal Marcus House sobre Starship, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 25:26. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Notícia.
O que se anuncia
Resumo semanal de notícias espaciais centrado na Starship. Quatro semanas após o voo 13, a nave Ship 40, que flutuava no oceano Índico após amerissar intacta, foi conduzida até a Ilha Christmas, a cerca de 1.600 km da Austrália, rebocada por um dos seus Raptor de nível do mar. A SpaceX quer trazê-la de volta a Starbase, e o autor aponta um navio semissubmersível, o FORTE, a caminho da ilha como o seu provável transporte numa viagem de cerca de 25.500 km e entre 43 e 48 dias.
Contexto
Para o voo 14, a Ship 41, já equipada com motores Raptor 3, completou na Massey's um teste estático com um único motor alimentado pelos tanques de cabeceira, simulando uma manobra no espaço que a SpaceX descreveu como queima de desorbitação, seguido de um teste estático com os seis motores de cerca de um minuto. O voo 14 pretende ser a primeira missão totalmente orbital, com satélites Starlink versão 3, mas a SpaceX descartou capturar a nave com a torre da plataforma 2 nesse voo e adiou-o por alguns meses. O propulsor 21 aguarda o seu teste estático; na plataforma foram instaladas novas placas na vala de chamas, proteções nos parafusos da base da torre e extremidades de braço encurtadas com um amortecedor. Avançam também os propulsores 22 e 23, este com as longarinas da cúpula comum de perfil inclinado, além da montagem das naves 42 e 43 e do teto do Gigabay.
O que isso implica
A recuperação da Ship 40 permitirá estudar uma nave após um mês no mar, enquanto o adiamento da captura atrasa a reutilização do estágio superior. O vídeo revisa ainda dois lançamentos de Falcon 9 separados por menos de 40 minutos, o primeiro pousada do primeiro estágio do ZhuQue-3 da LandSpace, que depois tombou devido a um incêndio numa perna, caminhadas espaciais na Estação Espacial Internacional, um lançamento de Electron para a iQPS e o ataque ucraniano ao centro Progress, onde são fabricadas as Soyuz-2.
