Cómo Delta Superó a Boeing al Conservar el 717
Vídeo do canal Metales en vuelo sobre Boeing 717, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 8:58. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
O vídeo explica como a Delta Air Lines transformou o Boeing 717, um modelo que outras companhias aéreas davam por amortizado, numa peça rentável da sua frota de curto alcance.
Contexto histórico
Quando a Boeing encerrou a linha de produção de Long Beach, o 717 ficou como um modelo sem continuidade. A Southwest herdou-o ao comprar a AirTran e, como opera uma frota de um único modelo, procurou uma forma de se livrar dele. A 9 de julho de 2012, a Delta, a Southwest e a Boeing Capital assinaram um acordo pelo qual a Delta ficou em regime de arrendamento a baixo custo com os 88 Boeing 717 da AirTran. A Southwest pagou a renovação das cabines e a pintura antes da entrega.
Dados em destaque
Segundo o vídeo, um Embraer E175 ou um Airbus A220 novos custavam por mês três a quatro vezes mais do que um 717 usado. Em rotas curtas, essa diferença no custo de capital compensava o maior consumo dos seus motores Rolls-Royce BR715. Os mecânicos da Delta já conheciam a herança Douglas pelos MD-80 e MD-90, e muitos pilotos da AirTran passaram para a Delta já com a habilitação feita. A aeronave operava em aeroportos de pista exigente como LaGuardia e Washington National. Tinha cabine 2-3, rotações de cerca de 30 minutos e uma fiabilidade próxima de 99%. A Delta encomendou Airbus A220 para os ir substituindo a partir de 2026.
