Why the Boeing 377 was a total flop
Vídeo do canal Flugfieber sobre Boeing 377 Stratocruiser, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 12:51. Idioma: alemão. Tipo de vídeo: Documentário.
Sobre o que trata
Documentário em alemão que analisa por que motivo o conforto excecional do Boeing 377 Stratocruiser não o tornou um avião de linha de uso generalizado. Distingue duas causas: o elevado custo técnico com que o avião alcançava o seu desempenho e a mudança trazida depois pelos motores a jato. Apoia-se em documentos de época, como o relatório anual da Northwest de 1950, que elogiava a boa receção do avião entre os passageiros, mas apontava elevados custos de introdução, operação e manutenção.
Contexto histórico
O 377 derivava da família de transportes C-97, nascida por sua vez do B-29. Voou pela primeira vez em 8 de julho de 1947, e a Pan Am colocou-o em serviço regular em abril de 1949 entre São Francisco e Honolulu. Também foi operado pela BOAC, Northwest, United e American Overseas Airlines. Competia com o Douglas DC-6, o Lockheed Constellation e, mais tarde, o DC-7. Em 26 de outubro de 1958, a Pan Am inaugurou o seu serviço transatlântico a jato com o Boeing 707 entre Nova Iorque e Paris, ainda com escala técnica em Gander. A Northwest usou os seus Stratocruiser até setembro de 1960 e entregou-os como parte do pagamento dos seus Lockheed L-188 Electra.
Dados de destaque
Foram fabricados apenas 56 exemplares, e a produção terminou em 1950. A fuselagem de duplo bolbo deixava espaço para um salão no piso inferior. Cada um dos quatro motores R-4360 tinha 28 cilindros em quatro filas de sete (112 no total) e acionava uma hélice de passo variável. Em 16 de outubro de 1956, no voo 6 da Pan Am entre Honolulu e São Francisco, a hélice do motor 1 não conseguiu ser colocada em bandeira e, depois, o motor 4 perdeu potência. A tripulação amarou junto de um navio da guarda costeira e as 31 pessoas a bordo salvaram-se. Em 1957, o voo 7 perdeu-se no Pacífico com 44 mortos, e a causa nunca foi determinada.
