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Como era controlado o NF-104A onde os lemes já não serviam?

Resposta direta

Com um sistema de controlo por reação, porque no ar rarefeito da alta estratosfera as superfícies de controlo normais tinham pouco ou nenhum efeito. Era composto por oito propulsores de arfagem/guinada, quatro por eixo, e quatro de rolamento, situados no nariz e em cada ponta de asa. O piloto acionava-os com uma alavanca lateral.

Como era controlado o NF-104A onde os lemes já não serviam?
Vista lateral direita do F-104

Onde o ar já não sustenta

No ar rarefeito da alta estratosfera, as superfícies de controlo convencionais do avião tinham pouco ou nenhum efeito. Durante o arco parabólico, o piloto sentia "imponderabilidade" durante cerca de um minuto e usava a alavanca lateral para acionar os foguetes de controlo por reação e governar os movimentos de arfagem, rolamento e guinada da aeronave.

Oito propulsores de arfagem e guinada

O sistema de controlo por reação era composto por oito propulsores de arfagem/guinada, quatro para cada eixo, e quatro propulsores de rolamento. Esses propulsores situavam-se no nariz e em cada ponta de asa. Usavam o mesmo tipo de combustível de peróxido de hidrogénio que o motor-foguete principal, alimentados por um depósito próprio de 155 lb (70 kg).

O comando na cabine

O piloto acionava esses propulsores através de uma manípulo montado no painel de instrumentos. A cabine dispunha assim de um comando manual para operar os propulsores de controlo por reação. Com a alavanca lateral controlavam-se a arfagem, o rolamento e a guinada.

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