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Onde se pode "pilotar" a cabine de um Super Constellation perto de Zurique?

Resposta direta

Num restaurante próximo do aeroporto de Zurique, onde está exposta a cabine do antigo Super Constellation HI-548CT da Aerochago, transformada em simulador. Foi montada ao longo de vários anos por um membro da Super Constellation Flyers Association, a entidade suíça que fez voar o Super Constellation HB-RSC.

Onde se pode "pilotar" a cabine de um Super Constellation perto de Zurique?
Lockheed Constellation Santa CruzMateo fzo (CC BY SA), vía commons

Uma cabine com segunda vida

Do Super Constellation que a companhia aérea Aerochago matriculou como HI-548CT não resta o avião inteiro, mas sim a sua cabine de comando, conservada em forma de simulador. Foi construída ao longo de vários anos de trabalho por um membro da associação suíça que mantinha em voo um Super Constellation, e hoje pode ser visitada e "pilotada" num restaurante situado perto do aeroporto de Zurique. É uma forma pouco habitual de se aproximar dos comandos de um quadrimotor a pistão dos anos cinquenta, com os seus relógios, manetes de potência e postos de tripulação.

A associação por detrás do projeto

A Super Constellation Flyers Association, com sede em Basileia, operou entre 2004 e 2016 o único Super Constellation em condições de voo na Europa, um antigo C-121C da Força Aérea dos Estados Unidos que antes tinha pertencido à Constellation Historical Society de Camarillo (Califórnia). A associação assinou em 2003 um contrato de arrendamento e compra, levou o avião para Basileia em maio de 2004 e inscreveu-o no registo suíço como HB-RSC em maio de 2007, depois de voar com a matrícula norte-americana N73544. Com ele levou os seus associados a festivais aéreos e voos históricos por quase toda a Europa.

De Breitling a "Star of Switzerland"

Durante muito tempo o avião foi conhecido como "Breitling Super Constellation", pelo nome do seu patrocinador principal. Em 2018 a Breitling retirou-se, e a aeronave passou a chamar-se "Star of Switzerland". Mais tarde foi transferida para Zurique, onde recebeu uma pintura que recorda muito a dos aviões da Luxair dos anos sessenta. Entre o avião e o simulador do restaurante, a região de Zurique concentra boa parte da memória suíça do Super Constellation.

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