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Quantos D.H.9 espanhóis restavam em 1936?

Resposta direta

Vinte e cinco: esse era o número de DH.9 que permaneciam em serviço no início da Guerra Civil, usados sobretudo na instrução de transformação. A Hispano-Suiza tinha construído sob licença mais de 500 exemplares em Guadalajara desde 1925. A Força Aérea Sul-Africana, por sua vez, recebeu 48.

Quantos D.H.9 espanhóis restavam em 1936?
Airco de Havilland DH 9 dwg

Uma licença espanhola

A Hispano-Suiza construiu sob licença mais de 500 DH.9 em Guadalajara a partir de 1925. Centenas de aparelhos deste tipo usavam o motor Hispano-Suiza de 220 kW (300 hp), e alguns permaneceram em serviço em 1940.

Vinte e cinco no início da guerra

No início da Guerra Civil, 25 aparelhos permaneciam em serviço, dedicados principalmente à instrução de transformação.

Outros operadores do modelo

A Força Aérea Sul-Africana recebeu um total de 48 DH.9 e usou-os de forma intensiva, inclusive contra a Revolta do Rand de 1922. A versão DH.9A, coloquialmente conhecida como «Ninak» — do tratamento em alfabeto fonético da designação «nine-A» —, serviu em grande número na RAF após o fim da guerra, tanto no Reino Unido como no estrangeiro, onde foi usada em tarefas de policiamento colonial no Médio Oriente até à sua retirada definitiva em 1931. Entrou em serviço em julho de 1918 com o No. 110 Squadron da RAF. Entre 1920 e 1931, 24 esquadrões foram equipados com o modelo, no país e no estrangeiro. Cinco esquadrões de DH.9A serviram no Médio Oriente.

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