NEW GLENN ROCKET EXPLODES IN CATASTROPHE FOR BLUE ORIGIN!

Cortes do Space Orbit · 30 de maio de 2026 · 16:33 · português · Notícia

Vídeo do canal Cortes do Space Orbit sobre New Glenn, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 16:33. Idioma: português. Tipo de vídeo: Notícia.

O que se anuncia

O canal analisa a explosão do New Glenn a 28 de maio na plataforma LC-36 de Cabo Canaveral. O foguete estava a ser carregado de propelente para um teste estático de ignição. Depois de ativado o sistema de dilúvio, uma chama subiu a partir da base até provocar a explosão. Formou-se uma bola de fogo de cerca de 200 m, mais alta do que o foguete, e a onda de choque sentiu-se a dezenas de quilómetros. A coifa não transportava os 48 satélites da Amazon Leo previstos, e a Blue Origin informou que não houve feridos. No dia seguinte viu-se o transportador-erector destruído, uma torre para-raios derrubada e a outra muito danificada, tanques amolgados e danos em tubagens e no sistema de dilúvio.

Contexto

O New Glenn mede 98 m e pesa cerca de 1.600 t. O seu primeiro estágio queima metano e oxigénio líquido, e o segundo, hidrogénio e oxigénio. O apresentador compara-o com a explosão do Ship 36 no banco de ensaios de Massey's e com a do Falcon 9 da missão AMOS-6 em 2016, causada por um reservatório sob pressão COPV. A sua hipótese é uma falha nos motores BE-4 do primeiro estágio. O acidente ocorreu uma semana depois de encerrada a investigação do voo anterior, que tinha falhado devido a uma fuga no segundo estágio.

O que isso implica

O apresentador analisa as consequências. O Vulcan da ULA, que usa o mesmo BE-4, poderia continuar em terra, e os lançamentos militares norte-americanos recairiam quase só sobre a SpaceX. A Amazon Leo, com pelo menos 24 lançamentos contratados no New Glenn, e a AST SpaceMobile teriam de reorganizar os seus planos. A Artemis III também seria afetada, porque o módulo Blue Moon Mark 1 depende do New Glenn. Jeff Bezos declarou que a empresa investigará o sucedido e seguirá em frente.