Could SpaceX's Starship replace traditional airliners?

Primal Space · 5 de outubro de 2018 · 9:30 · inglês · Documentário

Vídeo do canal Primal Space sobre SpaceX, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 9:30. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

O vídeo analisa se o sistema que a SpaceX então chamava de BFR (Big Falcon Rocket), hoje Starship, poderia vir a substituir os aviões de passageiros nos trajetos de longo curso. Também repassa os obstáculos técnicos, económicos e políticos que teria de superar.

Contexto histórico

O ponto de partida são vários marcos da travessia do Atlântico. O Mayflower demorou 64 dias em 1620. Alcock e Brown completaram em 1919 o primeiro voo transatlântico sem escalas, do Canadá à Irlanda, em menos de 16 horas. Hoje o trajeto Nova Iorque-Londres demora cerca de 7 horas. Em 2017 a SpaceX anunciou que estudava usar o BFR para viagens ponto a ponto na Terra. Os passageiros iriam de barco até uma plataforma flutuante, o foguete saíria da atmosfera e aterraria de forma propulsiva no destino, com trajetos de menos de uma hora para qualquer ponto do planeta. O vídeo compara esta etapa com os primórdios da aviação, quando os contratos postais impulsionaram aviões mais seguros e maiores e, depois, o transporte de passageiros.

Dados em destaque

Para igualar a segurança aérea, o foguete teria de atingir uma morte por cada 60 milhões de passageiros, cifra que a aviação alcançou em 2017. Nos voos espaciais morreram 18 das 564 pessoas que foram ao espaço. Segundo Musk, teria uma capacidade semelhante à do Airbus A380, cerca de 850 lugares. O Falcon 9 custa cerca de 37 milhões de dólares, é reutilizável em 75% e é retirado após cerca de 10 voos, enquanto um A380 dura cerca de 27 anos e cerca de 35.000 voos. Outros obstáculos são a aprovação dos governos, operar apenas a partir do mar entre cidades costeiras e acelerações de 2 a 3 g.