Too Late in Mass: Junkers Jumo 213 - The Best Aircraft Engine of the Luftwaffe

Hinter den Wolken · 23 de agosto de 2026 · 12:13 · alemão · Documentário

Vídeo do canal Hinter den Wolken sobre Junkers, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 12:13. Idioma: alemão. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

O documentário conta o desenvolvimento do motor Junkers Jumo 213 através do seu engenheiro, August Lichte. Concebeu-o como sucessor do Jumo 211 dos bombardeiros, e acabou sendo um dos melhores motores a pistão alemães da guerra, embora tenha chegado tarde à produção em massa.

Contexto histórico

Em 1938, Lichte começou a trabalhar nele em Dessau sem encomenda do ministério. Queria dar ao motor um sistema de refrigeração pressurizada como o do DB 601 da Daimler-Benz, que mantém a potência em altitude, algo que o Jumo 211 não tinha. O primeiro teste em banco, em 1940, deu 1.750 cv a 3.250 rpm com um diâmetro externo menor que o do antecessor. Também incorporava uma única alavanca que regulava ao mesmo tempo pressão de admissão, compressor, mistura e regime. O RLM, que não queria perturbar a produção do 211, declarou-o apto para a série em 1943 após poucos testes. Os grandes volumes só chegaram em 1944, já sob os bombardeios aliados.

Dados destacados

Foram construídas mais de 9.000 unidades. Em setembro de 1944, o III./JG 54 recebeu em Varel o Fw 190 D-9 com Jumo 213A, que alcançava 686 km/h a 6.600 m. A versão de altitude 213E, com dois compressores, três marchas e intercooler, equipava o Ta 152 H, de 752 km/h. O 213J, com quatro válvulas por cilindro e cerca de 2.700 cv, fez os primeiros testes em dezembro de 1944 e não chegou à série.