Bristol Britannia: How BOAC Sabotaged Its Own Airliner and Bought American Instead

Vector 1945 · 20 de maio de 2026 · 22:11 · inglês · Documentário

Vídeo do canal Vector 1945 sobre Bristol Britannia, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 22:11. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

Documentário sobre o Bristol Britannia que defende que os atrasos do programa e a atitude pública da BOAC, sua cliente de lançamento, arruinaram as opções comerciais do melhor turbo-hélice britânico. Combina a história do desenvolvimento com uma descrição técnica e a segunda vida do avião.

Contexto histórico

O Britannia responde ao Tipo III do Comité Brabazon e ao avião de médio alcance para o Império definido pela BOAC em 1946, com uma especificação de abril de 1947 para 48 passageiros. Aprovado como Model 175 em julho de 1948, em novembro desse ano foi ampliado para 74 lugares e rotas de longo alcance, o que o ligou ao turbo-hélice Proteus. O primeiro protótipo, G-ALBO, voou em 16 de agosto de 1952 com Bill Pegg e em Farnborough recebeu o apelido de "Whispering Giant". Os ensaios de fadiga posteriores aos acidentes do Comet, os desligamentos por formação de gelo e a aterragem forçada do segundo protótipo, G-ALRX, em 4 de fevereiro de 1954 no estuário do Severn, atrasaram a sua entrada em serviço em cerca de 19 meses, que chegou em 1 de fevereiro de 1957. As críticas de Basil Smallpeice e Gerard d'Erlanger prejudicaram a confiança de outros clientes como a Qantas, e o Boeing 707 entrou em serviço com a Pan Am em 26 de outubro de 1958.

Dados em destaque

Para o Britannia 102, o vídeo indica 124 ft 3 in de comprimento, 142 ft 3 in de envergadura, motores Proteus 705 de cerca de 3.780 ehp, uma velocidade de cruzeiro de cerca de 357 mph a 25.000 ft e um alcance de cerca de 4.200 milhas, face a cerca de 5.100 do 312. A BOAC recebeu 15 unidades da série 102 e 18 da 312. Um Britannia da El Al levou Adolf Eichmann a Israel em 1960, os da Cubana fizeram 101 voos a Angola na Operação Carlota e o derivado CP-107 Argus serviu até 1981. Houve 14 perdas com 365 vítimas, e o pior acidente, em Nicósia a 20 de abril de 1967, causou 126 mortes. Foram fabricadas 85 unidades; sete conservam-se e a última a voar foi a XM496 "Regulus", em outubro de 1997.