Sabia…
O que a Smithsonian deu em troca do seu Super Constellation?
Resposta direta
Dois anfíbios Grumman HU-16 Albatross. O Museu Nacional do Ar e do Espaço procurava um Super Constellation, e Darryl Greenamyer, que tinha adquirido dois Constellation da Air Classics, negociou com o museu a entrega do C-121C N1104W em troca desses dois Albatross. Hoje está exposto no Steven F. Udvar-Hazy Center.

Um C-121C de transporte militar
O Super Constellation do Museu Nacional do Ar e do Espaço (NASM) da Smithsonian é um C-121C (1049F-55-96) com o antigo número de série da Força Aérea 54-177, hoje matriculado como N1104W. Foi um dos 33 C-121C entregues à Força Aérea dos Estados Unidos e à Divisão Atlântica do Military Air Transport Service, na base de Charleston (Carolina do Sul). Chegou lá em março de 1956 e foi atribuído à 1608.ª Ala de Transporte Aéreo. A sua configuração original era de transporte de carga e passageiros em voos transoceânicos, com oito tripulantes e capacidade para até 80 passageiros.
Um projeto de companhia aérea que nunca decolou
Foi retirado do serviço militar no final de 1977 e ficou armazenado até 1981. Deveria integrar uma pequena frota de Constellation de passageiros entre Los Angeles e Reno (Nevada) com a marca Classic Air, mas a empresa não obteve a aprovação da FAA e os aviões ficaram parados.
A troca com o museu
Nessa altura, o NASM procurava um Super Constellation para a sua coleção. Darryl Greenamyer, que tinha adquirido dois desses Constellation, negociou com o museu uma troca: o C-121C N1104W por dois Grumman HU-16 Albatross. O avião está exposto no Steven F. Udvar-Hazy Center, junto ao aeroporto de Dulles. O museu considera que o Super Constellation e os seus derivados representam, juntamente com o Douglas DC-7, o último passo no desenvolvimento dos aviões a pistão de maior alcance, capacidade e potência. O Super Constellation, que voou pela primeira vez em 1950, foi fabricado em cerca de 579 unidades, e os últimos permaneceram em serviço doméstico nos Estados Unidos até 1980.
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