Sabia…
Quanto custam os aviões militares?
Resposta direta
Os aviões militares variam entre cerca de 10 milhões de dólares por um treino simples como o T-6 Texan II e mais de 600 milhões de dólares por um bombardeiro furtivo B-21. No meio ficam os caças (70-120 milhões), transportes táticos como o C-130J (100-150 milhões) e aviões-cisterna ou de alerta antecipado (200-400 milhões) (dados de 2025).

Não existe um preço uniforme para um "avião militar", já que a categoria abrange desde um simples avião de treino até um bombardeiro estratégico. O que é útil é organizar os tipos por níveis de custo e entender o que cada número realmente inclui, já que os orçamentos de defesa misturam preços flyaway, custos de programa e contratos com apoio logístico.
Do mais barato ao mais caro
Aviões de treino turbohélice como o T-6 Texan II ou o Pilatus PC-21 custam entre 10 e 20 milhões de dólares. Helicópteros multiuso como o UH-60 Black Hawk situam-se em torno de 20-30 milhões de dólares, e um helicóptero de ataque como o AH-64E Apache supera os 40 milhões. Os aviões de combate situam-se na faixa de 70-120 milhões de dólares. Um avião de transporte tático C-130J custa entre 100 e 150 milhões de dólares, enquanto o maior A400M europeu custa 150-200 milhões de euros.
A gama de topo
Os aviões com grandes radares ou grandes quantidades de combustível fazem o preço subir claramente: um avião-cisterna KC-46 Pegasus custa mais de 200 milhões de dólares, um avião de patrulha marítima P-8 Poseidon situa-se em 150-250 milhões de dólares, e um avião de alerta antecipado E-7 Wedgetail custa várias centenas de milhões. No topo absoluto estão os bombardeiros: o B-21 Raider tem um custo médio de aquisição estimado em cerca de 700 milhões de dólares, e o B-2 Spirit, do qual só foram construídos 21 exemplares, superou os 2 mil milhões de dólares por unidade ao incluir os custos de desenvolvimento (dados de 2025).
O que está por detrás do número
Os números acima são preços flyaway aproximados. Os custos de programa, que incluem o desenvolvimento, podem duplicar esse valor; e um contrato de exportação com armas, peças sobresselentes e formação custa normalmente duas a três vezes mais. A isto soma-se os custos operacionais durante décadas, que quase sempre superam o preço de compra.
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