Sabia…
Quantas toneladas de minério de ferro a Suécia exportou para a Alemanha em 1939?
Resposta direta
Cerca de 9 milhões de toneladas anuais no ano anterior à guerra, não um número referente a 1939: 7 milhões vindas de Kiruna e Gällivare, na Lapônia, e 2 milhões dos depósitos do centro da Suécia. A Alemanha recebia então 22 milhões de toneladas de minério de todas as origens.

Nove milhões de toneladas por ano
No ano anterior à guerra, a Alemanha recebia 22 milhões de toneladas de minério de ferro de diferentes procedências. Produzia cerca de 10 milhões de toneladas próprias por ano, de baixa qualidade, que precisava misturar com material de alta qualidade de outros países, como a Suécia, que lhe fornecia anualmente 9 milhões de toneladas. Desse volume, 7 milhões saíam de Kiruna e Gällivare, na Lapônia, e 2 milhões dos depósitos do centro da Suécia, a noroeste de Estocolmo.
Duas rotas de saída
O minério é extraído em Kiruna e Malmberget e chega por ferrovia aos portos de Luleå e Narvik. O da região setentrional era embarcado em Luleå e descia pelo golfo de Bótnia até os portos alemães do norte do Báltico: Lübeck, Swinemünde e Stettin. A outra via ia por ferrovia até a estação de Narvik e, dali, por mar, ao longo da costa ocidental norueguesa, muito recortada, até a Alemanha. Narvik, bem ao norte do círculo polar ártico, permanecia aberto aos embarques de minério durante todo o ano.
O tráfego como objetivo militar
A indústria alemã dependia fortemente da importação de minério das minas da Lapônia sueca, e a maior parte era embarcada pelo porto norueguês de Narvik, livre de gelo. Do lado britânico, sustentava-se que o tráfego de minério de Narvik deveria ser interrompido com o lançamento sucessivo de uma série de pequenos campos minados em águas territoriais norueguesas. Em 3 de abril, o Gabinete de Guerra autorizou a colocação de minas no Skjaergaard, e na manhã de segunda-feira, 8 de abril de 1940, os britânicos comunicaram suas intenções às autoridades norueguesas e executaram a Operação Wilfred.
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