Sabia…
Para onde disparavam as mitralhadoras do AEG J.I?
Resposta direta
Para baixo. O AEG J.I levava duas mitralhadoras LMG 08/15 de 7,92 mm (.312 in) orientadas para o solo, além de uma Parabellum MG14 do mesmo calibre sobre suporte giratório para o fogo defensivo flexível. Até ao armistício de 11 de novembro de 1918 produziram-se cerca de 609 aparelhos entre o J.I e o J.II.

Duas armas apontadas ao solo
O armamento ofensivo do AEG J.I consistia num par de metralhadoras LMG 08/15 de 7,92 mm (.312 in) dispostas de modo a disparar para baixo. Essa orientação condiciona por completo a forma de empregar o avião: o fogo não se dirigia para a frente, como num caça, mas para o terreno que o biplano sobrevoava, de modo que o alvo era enquadrado passando a aeronave por cima dele. As duas armas partilhavam o mesmo calibre, 7,92 mm, e eram instaladas de forma fixa, sem possibilidade de as reorientar em voo.
Uma arma flexível para a defesa
O avião não ficava indefeso perante o que viesse por trás ou pelos lados. Às duas LMG 08/15 fixas juntava-se uma única metralhadora Parabellum MG14, também de 7,92 mm (.312 in), montada num suporte giratório que permitia proporcionar fogo defensivo flexível. A diferença entre as duas instalações é a que separa duas missões distintas dentro da mesma aeronave: umas armas imóveis orientadas para o solo para bater objetivos terrestres e uma terceira que podia ser apontada em diferentes direções para se proteger.
Um avião produzido até ao fim da guerra
O J.I não foi uma experiência isolada. Contando os J.I e os J.II, tinham sido fabricadas cerca de 609 aeronaves quando entrou em vigor o armistício de 11 de novembro de 1918, o que situa a família entre os aviões alemães da sua classe produzidos em série e empregues até à última fase do conflito.
Mais perguntas

História da aviação
Qual foi o caça americano mais produzido da Segunda Guerra Mundial?
O Republic P-47 Thunderbolt, do qual foram fabricadas 15 636 ou 15 683 unidades, segundo diferentes fontes. Foi também um dos caças mais pesados do conflito… mais…

História da aviação
Quem pilotou o E-66 a 2149 km/h?
Konstantin ou Vladimir Kokkinaki, segundo diferentes fontes. A Konstantin atribui-se o recorde absoluto em circuito fechado de 100 km, com 2148,66 km/h… mais…

Fly-by-Owen (CC BY SA), vía commons História da aviação
Quantos I-11B foram construídos?
Entre 208 e cerca de 450, segundo diferentes fontes: uma das fichas de referência do AISA I-11 dá 208 exemplares construídos, enquanto a All-Aero fala de… mais…

História da aviação
Quantos HH-53 puderam ser convertidos em Pave Low III?
Oito HH-53C receberam um conjunto de sistemas melhorado e passaram a chamar-se HH-53H Pave Low III. O outro número em circulação, nove MH-53H e 32 HH-53… mais…

SCDBob (CC BY SA), vía commons História da aviação
O que protegia a blindagem do A129 Mangusta?
A célula: a estrutura do A129 está blindada e, segundo a All-Aero, concebida para proteger contra projéteis de 12,7 mm, com proteção parcial contra os de 23… mais…

Fly-by-Owen (CC BY SA), vía commons História da aviação
Que trem de aterragem e que cabina tinha o AISA I-11B?
Segundo uma versão, a AISA reduziu a cobertura da cabina e montou trem de bequilha no I-11B de série. A All-Aero sustenta o contrário: o I-11B distinguia-se… mais…