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Como se carrega um Guppy 201?

Resposta direta

Pela frente: o nariz do Guppy 201 é articulado e abre 110 graus, permitindo o carregamento frontal. Um sistema de bloqueio e desconexão na junta da fuselagem permite abri-lo e fechá-lo sem alterar o ajuste dos comandos. O trem de pouso dianteiro, de um Boeing 707 e girado 180°, nivela o piso do compartimento de carga.

Como se carrega um Guppy 201?
O Super Guppy N941NA da NASA repousa num hangar do Langley Research Center

Um nariz que gira 110 graus

Toda a proa do avião é articulada e pode abrir 110 graus, o que permite o carregamento frontal pelo nariz. Esse nariz basculante substituiu a cauda desmontável do modelo anterior, o Pregnant Guppy. Um sistema de bloqueio e desconexão localizado na junta da fuselagem permite abrir e fechar o nariz sem alterar o ajuste dos comandos de voo e do motor.

Um piso de carga nivelado

O trem de pouso dianteiro provém de um Boeing 707 e foi montado girado 180°, o que baixa ligeiramente a parte frontal do avião, nivela o piso do compartimento de carga e simplifica as operações de carregamento. O compartimento mede 111 × 25 × 25 ft (33,83 × 7,62 × 7,62 m). O SGT conservava do 377 apenas a cabine de comando, as asas, a cauda e o trem de pouso principal.

Cinco aviões para peças de avião

Foram construídos cinco aparelhos em duas variantes, ambas conhecidas coloquialmente como "Super Guppy". No início dos anos setenta, a Airbus usou dois SGT para levar peças de avião das fábricas de produção até a linha de montagem final em Toulouse. Em 1982 e 1983, a Union de Transports Aériens Industries construiu na França outros dois Super Guppy Turbine, depois de a Airbus comprar os direitos de fabricação. Os quatro Super Guppy foram posteriormente substituídos nessa função pelo Airbus Beluga, capaz de levar o dobro da carga em peso.

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