Skyroot’s Vikram-1 Opens India’s Private Space Era | Pawan Kumar Chandana EXCLUSIVE

CNBC-TV18 · 19 de julho de 2026 · 24:52 · inglês · Notícia

Vídeo do canal CNBC-TV18 sobre Vikram-I, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 24:52. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: Notícia.

O que é anunciado

A CNBC-TV18 transmite desde Sriharikota, com o Vikram-1 na plataforma, uma reportagem e uma entrevista de Prashant Nair a Pawan Kumar Chandana, cofundador da Skyroot Aerospace. Ambas foram gravadas antes do lançamento da missão Aagaman, cujo nome significa "chegada". Chandana descreve o voo como o primeiro teste do primeiro foguete orbital desenvolvido por uma empresa privada indiana. A bordo vão cargas de teste de vários clientes e uma da própria Skyroot.

Contexto

O apresentador lembra que a Skyroot já tinha lançado, no final de 2022, o Vikram-S, um foguete suborbital de estágio único. Segundo Chandana, chegar à órbita, com vários estágios e um veículo muito maior, é uma ordem de grandeza mais difícil. Ele afirma que o foguete é projetado e fabricado 100% na Índia e que mais de 90% de seu valor vem do país. Acrescenta que a radiação afeta muito pouco o lançador, porque o voo dura cerca de 15 ou 16 minutos. A Skyroot usa a infraestrutura da ISRO: lança a partir da primeira plataforma do centro, integrou ali o foguete e testou em Sriharikota os motores dos dois primeiros estágios. Tem três fábricas em Hyderabad com capacidade conjunta de mais de um foguete por mês.

O que isso implica

Chandana situa o negócio no lançamento dedicado de pequenos satélites, um "táxi para o espaço" frente aos grandes foguetes compartilhados. Cita cerca de 10 milhões de dólares de receita por lançamento no longo prazo, contra cerca de 70 milhões por um foguete grande. Defende que os preços de lançamento sobem enquanto os custos caem, que a demanda supera a oferta e que entre 70 e 80% de seu mercado é internacional e comercial. Prevê lançar nesse mesmo ano o segundo veículo de teste, alcançar um lançamento por mês no ano seguinte e depois estudar dois por mês. Também desenvolve um grande foguete reutilizável para dentro de alguns anos. Diz ter financiamento para vários lançamentos e não considera por ora abrir capital na bolsa.