GRAVITY 1: ORIENSPACE's first (and new) ROCKET

link4universe · 12 de fevereiro de 2024 · 29:54 · italiano · Documentário

Vídeo do canal link4universe sobre Gravity-1, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 29:54. Idioma: italiano. Tipo de vídeo: Documentário.

Sobre o que trata

Peça explicativa em italiano que revê a origem do Gravity-1, o primeiro lançador da empresa chinesa Orienspace, e o seu voo inaugural a partir de uma plataforma no mar. O autor percorre os renders, maquetas e ensaios que foram sendo conhecidos durante o desenvolvimento, mostra imagens reais da decolagem de vários ângulos e termina com os planos da empresa para foguetes maiores.

Contexto histórico

A Orienspace foi fundada em 2020 e faz parte da segunda vaga de empresas espaciais privadas chinesas, impulsionada pelo Governo face ao avanço de empresas privadas norte-americanas como a SpaceX. Segundo o vídeo, a empresa optou por começar com uma tecnologia clássica, a propulsão sólida, partindo de motores desenvolvidos na China para outros programas e melhorando-os, para entrar rapidamente no mercado e financiar desenvolvimentos mais ambiciosos. Um contrato com o Governo chinês para lançar satélites meteorológicos deu-lhe fundos para acelerar os ensaios. Entre 2022 e 2023 viram-se testes de pressão e vibração de estruturas, ensaios de abertura da coifa e um teste de separação dos propulsores laterais; a equipa inicial tinha menos de 30 pessoas. O foguete foi transportado por navio e decolou em alto mar, com ampla cobertura em direto.

Dados em destaque

O vídeo descreve um foguete de três estágios com propulsores de combustível sólido, com cerca de 29 m de altura e cerca de 400 toneladas, capaz de colocar 6,5 t em órbita baixa e cerca de 4,2 t a 500 km. Apresenta-o como o maior foguete de combustível sólido do mundo e compara-o com o europeu Vega. O último estágio pode reacender-se em órbita para posicionar os satélites com precisão, e os propulsores laterais não são recuperados. Como próximos passos, a Orienspace trabalha no Gravity-2, com primeiro estágio reutilizável e versões com e sem propulsores, previsto para 2025, e no Gravity-3, concebido como equivalente ao Falcon Heavy; a família poderá chegar a uma capacidade de cerca de 31 t.