I FLEW ON A YAK-42! Flying on a Russian Airliner to Siberia with Izhavia!
Vídeo do canal Noel Philips sobre Yakovlev Yak-42, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 29:27. Idioma: inglês. Tipo de vídeo: A bordo.
O que é percorrido
O vídeo é um relato de viagem de ida e volta no mesmo dia entre o aeroporto moscovita de Domodedovo e Izhevsk, a bordo de um Yakovlev Yak-42 da companhia regional Izhavia. O autor conta que escolheu essa rota porque, em 2019, a companhia ainda operava uma frota de Yak-42 com dois voos diários a partir de Domodedovo, algo já pouco comum. O percurso começa num hotel junto ao terminal, passa pela sala de espera e pelo embarque por escadas de acesso, e segue com o voo de ida: decolagem pela pista 14 esquerda, subida até cerca de 29.000 pés e rota rumo a leste por Nizhni Novgorod e Kazan, com 1h31 de voo. Após algumas horas em Izhevsk, com temperaturas de cerca de 15 graus negativos, o regresso é noturno, a cerca de 28.000 pés, com 2h13 de voo e um circuito de espera ao sul de Moscovo antes de aterrar.
Detalhes visíveis
A gravação mostra a porta de acesso, pequena, e uma cabine de aspeto retro. A partir da fila 19, quase no fundo, vê-se a parte traseira da ala e a tomada de ar dos motores, três turbofans Lotarev D-36 montados na cauda. O autor menciona a escada traseira que permite embarcar pela cauda, embora não tenha sido usada em nenhum dos dois voos. Vê-se também o serviço de bebidas e comida a bordo, a geada que se forma no interior do caixilho da janela por causa do frio, e o desligamento de dois dos três motores logo após a aterragem, algo que o autor nunca tinha vivido. Em Izhevsk, o embarque é feito por autocarro até ao avião, e na plataforma contam-se seis Yak-42 da Izhavia.
Contexto
Izhevsk, capital da república da Udmúrtia, foi uma cidade fechada na época soviética devido ao seu peso na indústria de armamento: ali se encontra a fábrica Kalashnikov. Segundo o vídeo, a aeronave usada em ambos os trajetos tinha 24 anos e foi entregue em 1995 à China General Aviation. O autor apresenta a viagem como uma das poucas formas que ainda restavam em 2019 de voar num jato comercial soviético em serviço regular.
