Lockheed Martin F-35 "Lightning II"; "El Avión que acabará con la industria aeronáutica europea"
Vídeo do canal TRUFAULT 'Historia Militar' sobre Lockheed Martin F-35 Lightning II, ligado na sua ficha do Above Ten Thousand. Duração: 46:55. Idioma: espanhol. Tipo de vídeo: Notícia.
O que se anuncia
Transmissão em direto de quase 47 minutos do canal TRUFAULT 'Historia Militar', emitida no final de janeiro de 2024, na qual o autor comenta diante da câmara, sem imagens de apoio, a onda de encomendas europeias do Lockheed Martin F-35 Lightning II e defende que a Espanha deveria juntar-se a ela. O ponto de partida é o interesse que Portugal mostrou no final de 2023 pelo caça e o debate na Espanha, que o autor retoma a partir de declarações de 2021 da deputada socialista Zaida Cantera: na sua opinião, comprar o F-35B para o navio Juan Carlos I só beneficiaria a indústria norte-americana.
Contexto
O autor apresenta primeiro o avião: caça polivalente monolugar de quinta geração e baixa observabilidade, nascido do programa Joint Strike Fighter para substituir o F-16 e o A-10, com primeiro voo a 15 de dezembro de 2006 e três variantes: o F-35A convencional, o F-35B de decolagem curta e aterragem vertical, que na Europa os britânicos embarcam nos seus dois porta-aviões, e o F-35C naval, de asas dobráveis e célula reforçada. Recolhe o testemunho de pilotos vindos do F-16, que comparam a mudança a passar da era analógica para a digital. Repassa depois a lista de clientes: Romênia, Grécia, Emirados Árabes Unidos, cuja compra tropeçou no uso de tecnologia 5G da Huawei, Israel e o seu F-35I, Itália, Japão, Noruega, Países Baixos, Polônia, Finlândia com 64 aparelhos, Dinamarca, Coreia do Sul, Bélgica, que acabara de receber o primeiro de 34, Alemanha com 35 como vetor nuclear e substituto do Tornado, Austrália e Suíça, onde o F-35A venceu o concurso para substituir os seus Hornet.
O que implica
Para o autor, a Espanha desmantelou a sua indústria de defesa nos últimos 25 anos, com o desaparecimento da CASA como exemplo, e a Europa dispersa-se em programas como os caças de sexta geração FCAS e Tempest frente ao norte-americano NGAD. A sua conclusão é que a Espanha deveria dotar-se, a curto ou médio prazo, de F-35A para a Força Aérea e de F-35B para a Marinha, como a maioria dos seus parceiros europeus e da OTAN.
